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OSVANDIR E O FENÔMENO SIDERAL

Capítulo VI

The Rainbow

– Esquecemos de dizer que depois do susto, olhamos para o local, um arco-íris subia para o espaço. Foi muito bonito, disse a Jovem, de 15 anos, que sofria de rins.

Os demais confirmaram, mas disseram que observaram que a largura dele era muito maior, dava umas três do arco-íris comum, não tinha nuvem de chuva. As cores, disseram ser as mesmas: violeta, anil, azul, verde, amarelo, alaranjado e vermelho.

O médico disse aos três que cuidou dos pacientes com muita atenção, em alguns as queimaduras eram maiores, nos demais apenas um vermelhidão na pele. Fez todas as anotações nas fichas de cada um, tomou a precaução de fotografá-los. Pediu que todos fizessem novos exames. O velho que tinha problemas na arcada dentária foi examinado por uma dentista.

– Recomendei a todos uma dieta, sem açúcares, bastante verduras, legumes, saladas, cereais, alimentos integrais e muito suco de frutas todos os dias; uma caminhada, de preferência à tarde.

Osvandir examinou as fotos, as fichas, copiou algumas, fotografou os pacientes e já ia seguindo para pousada quando foi chamado pelo Dr. até o seu gabinete.
– Venha aqui, chame seus colegas, vou mostrar-lhes agora os exames realizados neste final de semana.

Osvandir chamou Juvêncio e Waldemar para ver os exames.
– Olha este aqui da mulher de câncer, os tumores sumiram, não tem mais nada. Exames de sangue estão normais.
– Como pode ser!
– Não sei Osvandir, mas aconteceu! Aquele velho de setenta anos, com problemas na arcada dentária, aconteceu uma coisa muito mais estranha ainda: está nascendo um dente, vejam a foto e podem verificar com ele, ainda hoje. A arcada dentária não tem mais nenhum problema.
– Incrível, nunca vi um caso assim, – disse Juvêncio.
– Aconteceu só um caso semelhante, de terceira dentição, na Argentina, na década de setenta, – comentou Waldemar.

– A mulher que era estéril, está com ovulação normal, tudo indica que poderá procriar. A mulher que tinha diabetes não tem mais nada, conforme confirmam os exames. A menina com problema de rins, examinei os raios-X hoje, não tem mais nenhuma pedra.
O senhor de tuberculose, ainda apresentou algumas pequenas manchas nos pulmões, mas parece que vai sarar.
– Mas isto é fantástico! Não existe nenhum caso como este na ufologia mundial! Mas falta um, o caso do rapaz com AIDS.
– Este deixei para o final por que é mais complexo. Ele está reagindo bem, vai demorar um pouco, mas a sua recuperação parece estar garantida. Os exames de sangue estão caminhando para a normalidade. A doença está desaparecendo progressivamente. Como aconteceu tudo isso eu não sei explicar.
– Caro Doutor, este foi o caso mais interessante que participei até hoje e acredito que com o Waldemar aconteceu o mesmo.
– É verdade pessoal, jamais participei dum caso como este.
– Vou solicitar ao amigo Jacinto, que me envie as cópias dos exames, antes e depois, bem como fotos de quando chegaram ao posto. Vou passar-lhe o meu cartão.

Passado alguns dias chegaram pelo correio o material solicitado e uma cartinha do médico, dizendo que estava muito feliz pois o rapaz do caso da AIDS estava praticamente curado. Foram feitos outros exames suplementares em Belém e não deu nada.

Depois de alguns dias Osvandir imaginou que aquelas curas poderiam até estar relacionadas com a cromoterapia. As cores do Arco-Íris: Vermelho com doença de rins; amarelo com diabetes; verde e o câncer; azul benéfico para úlceras na boca e nova dentição e assim por diante.

E você leitor, o que acha?

Manoel Amaral

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OSVANDIR E O FENÔMENO SIDERAL

Capítulo I
Mistério no céu do Tauá

Ao abrir o jornal eletrônico Diário do Pará, de vários dias atrás, notou as seguintes manchetes:

Aparição de ÓVNIS assusta quatro comunidades
Ufólogos visitam Tauá para investigar ÓVNIS
Ufos em Santo Antônio do Tauá
Mistério no céu do Tauá

Pegou o primeiro avião para Belém, solicitou uma reserva no seu hotel preferido, através da internet. Procurou ler uma revista, um livro, nada estava bom. Parecia muito preocupado. Queria chegar mais rápido possível. Mas a viagem era longa, muitos quilômetros a serem vencidos sobre a floresta.

O seu colega ao lado, falava muito e repetia que entre Mato Grosso e Amazonas tinha um ponto onde os aviões caíam com mais freqüência. Ninguém sabia por quê. Era uma espécie de Triângulo das Bermudas, no meio da floresta.

Aquela conversa não agradou ao Osvandir que queria dormir, mas não conseguia. Resolveu então bater um papo com o colega. Apresentou-se:
– Meu nome é Osvandir, sou ufólogo, trabalho em pesquisas de fenômenos estranhos…

O cidadão ficou tão empolgado que foi logo interrompendo:
– Sou Juvêncio, engenheiro de minas, vou para Santo Antônio de Tauá, Pará.
– Mas que coincidência amigo, eu também vou para lá.
– O que pretende estudar naquele fim de mundo, Osvandir?

Naquele instante Osvandir sacou de sua maleta o seu note book e mostrou as manchetes nos jornais eletrônicos de Belém.
– Havia esquecido, você está atrás dos Ufos.
– Não! Procuro um fenômeno maior por trás disso tudo…
– Como assim; não entendi?
– Você talvez possa ajudar-me. Fiquei sabendo que no Norte do Estado do Pará existe uma ocorrência muito grande de vários minerais valiosos.
– É verdade, naquela região tem ouro, manganês, alumínio e cobre (associado a molibdênio, prata e ouro) e urânio.
– Você vai direto para Santo Antônio assim que chegar a Belém?
– Não, devo entrar em contato com a empresa onde trabalho. Irei no dia seguinte.
– Então está combinado. Iremos juntos. É até bom, nesse meio tempo visito uns amigos de Belém.
– Tudo combinado então. Olha só, já estamos chegando. Em qual hotel você está?
– No Plaza, procure-me que vou deixar recado na portaria.

Osvandir saiu do aeroporto direto para o hotel. Não teve tempo nem de subir para o quarto e encontrou um amigo.
– O que fazes por estas bandas, Osvandir?
– A procura dos fenômenos…

Foram almoçar juntos, era o seu amigo Waldemar de Souza, escritor de vários livros sobre ufologia. Ele estava ali para recolher dados de várias testemunhas sobre avistamento recente, para seu novo livro.

Osvandir falou que ia para Santo Antônio na manhã seguinte.
– Que coincidência eu também vou para aquele local, então poderemos ir juntos.

– De Belém até lá tem cerca de 60 km, passando pela Rodovia Federal BR-316 e pela Estadual PA-140, num bom carro gastaremos mais ou menos uma hora de viagem – disse Osvandir.
– Poderemos fretar só um carro e dividir as despesas.
– Vou ter que esperar um outro amigo que também vai pra lá, um tal de Juvêncio, engenheiro de minas, que trabalha para uma multinacional – disse Osvandir.

Manoel Amaral

Leia a continuação:

http://osvandir.blogspot.com.br/2010/11/osvandir-e-o-fenomeno-sideral-capitulo_25.html

http://osvandir.blogspot.com.br/2010/11/osvandir-e-o-fenomeno-sideral-capitulo_26.html

http://osvandir.blogspot.com.br/2010/11/osvandir-e-o-fenomeno-sideral-capitulo_27.html

http://osvandir.blogspot.com.br/2010/11/osvandir-e-o-fenomeno-sideral-capitulo_28.html

http://osvandir.blogspot.com.br/2010/11/osvandir-e-o-fenomeno-sideral-capitulo_29.html

OSVANDIR E A DOENÇA MISTERIOSA

OSVANDIR E A DOENÇA MISTERIOSA

“Essa doença incapacita e mata”
(Dr. Osmandir, Tio do Osvandir)

O Tio do Osvandir havia muito tempo precisava fazer um check up. É que ele estava levantando a noite para urinar, bebendo muita água e ficava sempre com muita fome, fora do horário das refeições.

Fora isso tudo ainda perdera alguns quilos e ficava num cansaço, que imaginava ser dengue. Algumas feridinhas de seu braço estavam demorando muito a cicatrizar.No mês passado teve uma infecção urinária que foi difícil controlar, só terminou a custa de muito antibiótico e anti-inflamatório.

Quando estava escrevendo seus textos no computador, sentia uma dormência nas mãos e pés, visão embaçada. Era como se fosse um formigamento.

Pensou com ele mesmo: — deve ser a posição, a postura na cadeira. Foi até a loja mais próxima e comprou uma boa cadeira para uso na sala de computação. Qual o quê, tudo continuou na mesma!

Não tinha escapatória, ligou para seu médico, clínico geral e marcou consulta para o fim de semana.

Os dias se passaram rapidamente e na sexta-feira a secretária ligou informando que havia um horário vago mais cedo, perguntou se havia interesse em fazer a consulta na parte da manhã. Meu Tio que sempre gostou de se livrar do médico o mais rápido possível, confirmou o horário.

Às dez horas pegou o carro na garagem, ao abrir a porta do veículo sentiu uma dor aguda do lado esquerdo do peito. Apressou a saída, desceu a rua de sua residência, pegou a via principal e foi para o centro.Na clínica várias pessoas conversando sobre doenças.

Até que uma velhinha falou sobre o seu marido:
— Ele andava meio triste, emagreceu muito, com a boca seca, visão embaçada e ia ao banheiro toda hora.

O meu Tio ficou ali escutando e conferindo com os seus sintomas. Começou a ficar preocupado.
E a anciã continuava:
— Zezito, foi ao médico e ficou constatado…

Neste momento a secretária chamou-o para consulta, de maneira que não ficou sabendo o final da conversa das duas comadres.

Antes de sentar-se naquela cadeira macia e confortável da sala, o médico cumprimentou-o e perguntou-lhe como estava passando: — Como vai o Senhor?
— Vou vivendo…
— Então vamos aos exames, o que está sentindo ultimamente?
— Estou muito sonolento, boca seca, bebo muita água, dor nas mãos e pés, quero comer a toda hora e a noite levanto para urinar várias vezes.
— Meu amigo, nem precisa falar mais, vou solicitar alguns exames e cuide de voltar o quanto antes ao meu consultório.
— Sim doutor, vou voltar o mais rápido possível.

Osmandir, o tio do Osvandir, saiu dali com várias interrogações na cabeça. Foi para casa e nem quis trabalhar mais naquele dia. Ficou remoendo as macacoas.

No outro dia foi logo levantando bem cedinho e se dirigindo ao laboratório de análises mais próximo de sua casa.

Muito bem acolhido na chegada, mas esquecera de recolher a urina em casa. Deveria entregar outro dia.
A gentil secretária informou que poderia buscar os resultados na sexta-feira de manhã. Assim sendo aproveitou para marcar com o Dr. Salomão, naquele dia mesmo.

Passou a semana toda observando a si mesmo e aqueles sintomas eram reais. Estava mesmo perdendo peso, comendo muito, boca seca e querendo água. Mãos e pés então? Pioraram, estavam mais inchados.

Chegando à sexta-feira, foi ao centro da cidade três vezes, para o tempo passar mais depressa. Encontrou seus velhos amigos, mas com o mesmo papo de sempre: falando mal das eleições, da aposentadoria e do governo federal.

Chegou a sexta-feira, sol brilhante no céu, de repente uma chuvinha fraquinha só para apagar a poeira do asfalto. Almoçou menos, viu as notícias na TV e seguiu para o consultório.

As mesmas velhinhas faladeiras estavam lá. Não deu muito ouvido, ficou do lado de fora observando o grande movimento de veículos nas ruas. Perguntou a alguém a razão daquilo e foi informado que naquele dia haveria uma grande festa na cidade.
Chegou o momento de seu encontro com o médico. Estava tremendo, parecendo que ia receber uma péssima notícia.

Com os resultados de exame na mão entrou na sala.
— E aí “Seo” Osmandir? Deu tudo certo?
— Foi fácil, consegui os resultados para hoje e aqui estou.
— Vamos ver… É amigo, a glicose está alta, também o colesterol.
— Mas doutor, isso é coisa grave?
— “Se não houver controle pode levar a pessoa a um processo de envelhecimento rápido, com falência de órgãos importantes como os rins, olhos, cérebro. O excesso de glicose na circulação provoca lesão de pequenos vasos sanguíneos que pode ocorrer em qualquer órgão do corpo.”
— Como vou fazer para controlar isso tudo?
— Tomando a medicação correta, fazendo a dieta que vou passar-lhe, não coma açúcares, doces. Consuma bastante verduras, legumes, saladas, cereais, alimentos integrais e faça, todos os dias, uma caminhada, de preferência à tarde.
— Mas que doença é essa doutor?

— Você tem diabetes.
Manoel Amaral

A QUADRILHA

A QUADRILHA
Capítulo III

A PROIBIÇÃO

Uma Liminar concedida pela Justiça Federal daquele país, proibia a publicação de qualquer reportagem sobre a Quadrilha.

Mais nada foi dito e nem publicado, para cumprir a ordem judicial.

Mediante esta proibição Osvandir ia ser preso e enviado para presídio desconhecido; como estava escondido no Convento da Ordem dos Frades Menores Capuchinhos (Ordo Fratrum minorum Cappucinorum) fugiu usando aquelas roupas de frade, com documentos falsos.

Osvandir veio para seu país que adora tanto.

Manoel Amaral

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A QUADRILHA
Capítulo II

A ORGANIZAÇÃO

Conforme aprofundava nas pesquisas, mais e mais tomava conhecimento que a organização era muito maior do que se imaginava.

Tinha vários aviões só para o transporte de drogas, colocavam o material nas asas e em todo corpo do aparelho. Depois carretas seguiam via rodoviária, quando chegavam as cidades, passavam para vários carros até o distribuidor final.

Na área dos combustíveis atuava na produção e distribuição da gasolina, diesel e etanol, os proprietários de postos eram obrigados a assinar contrato para recebimento de produtos “batizados”, isto é, com mistura.

Até nos produtos farmacêuticos: fabricavam, distribuíam e roubavam carga para revender.

Na produção e manufaturamento dos alimentos, apenas duas multinacionais é que mandavam. Todas as empresas pequenas foram adquiridas por elas.

Os poderes Legislativo, Executivo e Judiciário já estavam contaminados. Todos os dias as TVs anunciavam prisão de Vereadores, Deputados, Governadores, Advogados, Juizes; envolvidos com o grupo, mas aquilo era de uma importância mínima; queima de arquivo.

A TV também estava dominada, só divulgavam notícias que indiretamente contribuíam para o crescimento e fortalecimento da Organização.

Quando uma pessoa do grupo caía, já havia dois ou três treinados para ocupar o seu lugar.

A Organização era estratificada e cada grupo atuava num determinado setor, sem conhecimento de que os outros grupos faziam.

No futebol, há muito tempo manipulado, trabalhavam para forjar resultados dos jogos; juizes, jogadores e as equipes eram todos comprados. As loterias seguiam da mesma maneira.

Os melhores cargos da nação eram vendidos pela organização que sabia muito bem burlar os concursos públicos. O nepotismo também imperava naquele país.

As empreiteiras e construtoras tinham mais de um nome registrados na Junta Comercial e concorriam com todos eles, fraudulentamente, numa licitação que já nascia marcada, todos sabiam quem ia vencer.

No Congresso possuíam mais de 50% de Deputados eleitos através de suas doações partidárias.

Naquele país a corrupção era tanta, que para um processo administrativo “andar”, era necessário um “amaciante” em dólares.

Nas maiores cidades tinham a coleta de lixo transportado apenas por uma empresa ligada ao grupo.

Na política aconteciam coisas que ninguém mais acreditava. Tanto dinheiro girando, passando de mão-em-mão e o pobre passando fome. Quem conseguia ganhar eleição ficava milionário. CPIs que não chegavam a nada.

Criaram vários tipos de cotas que na realidade não adiantavam nada, só colocavam os menos favorecidos, sob o domínio eleitoral e financeiro.

Uma das cotas era muito engraçada: Permitia a entrada em faculdades de pessoas de cor branca, com menor classificação que os demais.

Criaram uma lei proibindo de chamar branco de branco, diziam que era discriminação racial. Tinham que usar o termo: Euro-descendente.

No meio daquela profusão de informações, Osvandir resolveu recolher-se aos seus aposentos quando recebeu a notícia que poderia ser preso a qualquer momento. Usando estratégia conhecida da época da 2ª Guerra Mundial, internou-se num Convento.

Manoel Amaral

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A QUADRILHA

Capítulo I

CONEXÃO INTERNACIONAL

Osvandir estava ali naquele restaurante, de um país não tão distante, tomando uma Pepsi, fazendo hora para almoçar, quando ouviu uma conversa muito interessante entre dois jornalistas que estavam preparando matéria para uma revista.

Chegou próximo aos dois, pediu fogo, acendeu um cigarro e sorrateiramente deixou sobre a mesa a sua caneta espiã.

Nesse meio tempo os dois, sem desconfiar de nada, falaram sobre a origem, planos e conexões da Quadrilha. Tudo foi gravado por quase duas horas.

Quando eles estavam acertando a conta, Osvandir foi até a mesa e pegou a sua caneta que estava bem escondida ao lado de um prato.

Pelo que ouviu e anotou, somando ao que estava gravado, o assunto iria dar manchete de primeira página nos jornais ou então capa de revista semanal.

Nem almoçou direito, pagou a conta e seguiu correndo para o carro alugado. Quase bateu numa ambulância que fez ultrapassagem, bem próximo de um sinal. Um carro de coleta de lixo passava do outro lado, por pouco morreria imprensado.

No seu apartamento do Hotel, jogou algumas fotos no notebook e separou o vídeo, colocando-o no Desktop para encontrá-lo facilmente. Ouviu a gravação com mais calma e ficou com os pelos dos braços arrepiados. A coisa era mesmo de assustar a qualquer um.

Se aquilo já vinha sendo planejado há muito tempo, então teríamos o Executivo, Legislativo e o Judiciário, nas mãos dos bandidos.

Resolveu juntar mais material na internet, para confirmar alguns detalhes e ficou completamente abismado. O que eles descobriram era apenas uma pontinha do iceberg. Vamos dizer assim: apenas 10% da realidade. Havia conexão internacional, elementos de vários países participavam dos saques, bem como providenciavam os depósitos em contas no exterior e desaparecimento de bandidos no momento certo.

Com aquele material nas mãos, ficou esperando a publicação para verificar se sairia mais algum detalhe, porém nada foi publicado nos dias seguintes, pelo que ficou sabendo a Quadrilha com todos os informantes que tem no submundo do crime, tomou conhecimento da reportagem antes e pagou uma fortuna aos dois jornalistas para que não publicassem a matéria. Os dois foram convidados a fazer parte do esquema da organização, em trabalho de pesquisas, percebendo uma participação bem melhor. Se aceitaram ninguém sabe. O certo é que não se ouviu mais falar sobre o assunto.

As férias do Osvandir foram prorrogadas por mais alguns dias.

Manoel Amaral

Imagem: Google