O DIA EM QUE OS GOLFINHOS DA DINAMARCA SE REVOLTARAM
Imagem Google
Foi numa tarde de domingo, nas distantes Ilhas Faroé, quando o sol estava bem quente, que uma
linda mocinha comemorava os seus 15 anos, num enorme salão de festas, bem no
centro do pequeno povoado.
linda mocinha comemorava os seus 15 anos, num enorme salão de festas, bem no
centro do pequeno povoado.
As bebidas eram servidas, apesar da advertência das autoridades, os
menores beberam e beberam muito, como em qualquer lugar do planeta.
menores beberam e beberam muito, como em qualquer lugar do planeta.
Algumas brigas aqui, cadeiras voando acolá, para acalmar os ânimos a
valsa final foi executada.
valsa final foi executada.
Pais e filhos, numa alegria enorme, aproveitaram os momentos finais como
se aqueles fossem os últimos minutos de suas vidas.
se aqueles fossem os últimos minutos de suas vidas.
A aniversariante desceu a ampla escadaria do salão, toda de branco, com um
buquê de flores brancas nas mãos, um vestido com longa cauda, como noivas de
antigamente.
buquê de flores brancas nas mãos, um vestido com longa cauda, como noivas de
antigamente.
No salão seus pais a esperavam, bem como o namoradinho. Todos aflitos: os
pais por ver a linda garotinha, que completava os 15 anos e o namorado que
queria logo dançar a valsa e mostrar para seus colegas que havia treinado
vários dias e sabia como rodopiar no salão.
pais por ver a linda garotinha, que completava os 15 anos e o namorado que
queria logo dançar a valsa e mostrar para seus colegas que havia treinado
vários dias e sabia como rodopiar no salão.
A festa acabou. O calor estava sufocante, mesmo naquelas terras onde o
frio é uma constante.
frio é uma constante.
Os jovens desceram o morro para refrescar-se nas águas, da pequenina
praia denominada Boca do Caldeirão.
praia denominada Boca do Caldeirão.
Todos entraram no mar, jogando água um
nos outros, naquela brincadeira inocente no final de um domingo quente.
nos outros, naquela brincadeira inocente no final de um domingo quente.
Centenas de Tubarões vieram sem
ninguém perceber, nas profundezas das águas, atraídos pelo barulho que os
jovens faziam.
ninguém perceber, nas profundezas das águas, atraídos pelo barulho que os
jovens faziam.
De repente a água que era azul, linda ao sol da tarde, tornou-se negra
como a noite.
como a noite.
Muitos, acostumados com a matança anual, acharam que seriam os golfinhos
e mais e mais se embrenharam nas águas.
e mais e mais se embrenharam nas águas.
Gritos se ouviram, pedaços de roupas, braços, pernas ficaram boiando e
cabeças rolaram.
cabeças rolaram.
O sangue humano invadiu aquelas águas, onde outrora, acontecia a matança
dos Golfinhos Calderon.
dos Golfinhos Calderon.
Algumas pessoas que não entraram nas águas ainda puderam ouvir um som
parecido com choro de crianças.
parecido com choro de crianças.
Manoel Amaral
Fonte Foto: http://mtv.uol.com.br/vidavegetariana/blog/massacre-de-golfinhos-na-dinamarca
Massacre:
http://www.cabuloso.com/portal/videos/view/massacre-de-golfinhos-na-dinamarca
http://www.cabuloso.com/portal/videos/view/massacre-de-golfinhos-na-dinamarca
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