O DESAPARECIMENTO DO JOVENS

OSVANDIR E O DESAPARECIMENTO DOS JOVENS
Imagem Google
Naquela cidade de pouco mais de 60 mil habitantes, num bairro distante, de repente os jovens começaram a desaparecer.
Muitas teorias foram aventadas: abdução por ETs, trabalho escravo, sequestro para retirada de órgãos, aliciamento para prostituição.
Osvandir esteve estudando as possibilidades de cada uma:
ABDUÇÃO
Abdução Alienígena é o nome que se dá ao sequestro e as vezes abuso físico de seres humanos por criaturas do espaço exterior.”
O mais conhecido caso de abdução no Brasil é o do Antônio Villas-Boas. Diz ele ter entrado em contato com uma nave espacial que o levou até um aposento onde manteve relações com uma jovem ET.
Depois encontramos o longo caso de Ermínio e Bianca onde o casal mineiro mantiveram vários encontros com extraterrestres, que lhes passaram vários ensinamentos de cunho ocultista.
O Caso Barney e Betty Hill, nos EUA, só revelaram mais detalhes através de várias sessões de hipnotismo.
O Caso Elias Seixas, Rio de Janeiro, este é um interessantíssimo contato com Irmãos do Cosmos que afirmaram a ele terem vindo da estrela Ursa Menor.
O filme “Fogo no Céu” focaliza um interessantíssimo caso de abdução de um americano: O Travis Walton.
TRABALHO ESCRAVO
O mais comum neste caso são os trabalhadores contratados no Nordeste para trabalharem em lavouras em São Paulo, Mato Grosso e Goiás.
O golpe é aplicado da seguinte maneira: Um “gato” (aliciador) contrata os trabalhadores, eles vêm de ônibus ou caminhões em longas viagens, correndo todos os riscos. Veículos velhos, pneus carecas, sem freios e sem nenhuma fiscalização.
Vivem em condições degradantes, em alojamento sem a mínima condição de higiene, alimentação muito ruim e sem transporte para o trabalho.
O que é pior, quando vão acertar o que sobra dos descontos recebem uma espécie de Vale, que só serve para comprar na mercearia do Patrão.
Eles ficam em péssima situação financeira não conseguindo retornar ao seu lar. Cada dia que passa estão devendo mais aos patrões.
SEQUESTRO PARA RETIRADA DE ÓRGÃOS
Muitas histórias são conhecidas sobre este assunto, tem até na internet.
Algumas são falsas, outras são verdadeiras, basta fazer uma pesquisa
que, encontrará várias.
ALICIAMENTO PARA PROSTITUIÇÃO
Todos os dias vemos nos jornais casos de menores aliciados para prostituição. Sem contar que muitas garotas de 12 a 15 anos, estão na estrada por contra própria, vendendo o seu corpo.
A Polícia Federal está atenta, já conseguiu retorno de várias mulheres para nosso pais, vindas da Europa e EUA.
Mas este é um assunto complicado, às vezes têm que resolver caso a caso.
CONCLUSÃO
Os jovens podem desaparecer mesmo de várias maneiras. Alguns simplesmente fogem de casa onde estão sendo espancados. Outros em companhia de amigos e nunca mais são vistos. Vão morar nos grandes centros e podem até cair nas drogas. Uns retornam sem nada, poucos são os que têm sucesso!
Os pais não podem e nem devem fazer da vida dos jovens uma prisão. Quando eles quiserem ir, que o seu caminho esteja bem preparado
Confiram abaixo alguns dos casos de abduções citados:
Manoel Amaral
http://osvandir.blogspot.com

OSVANDIR E O SUMIÇO DE LOURENÇO

A ABDUÇÃO
“Abdução Alienígena é o nome que se dá ao seqüestro e
abuso físico de seres humanos por criaturas do espaço exterior.”
Edson Aran

Ele chegou dizendo que viajara para muito longe. Que sofrera muito. Eles o pegaram, colocaram num carro esquisito, triangular, todo verde escuro, com faróis muito possantes e emblemas desconhecidos. Um enorme círculo e um traço horizontal cortando-o ao meio.

Informou que de tanto tomar uma espécie de choque, ficou com o braço esquerdo paralisado. Uma luz forte impedia que ele visse melhor quem eram os agressores. Continuou explicando para Osvandir:

“Foi em maio de 1970, logo depois das festas de Nossa Senhora, aqui no povoado. Acordei assustado, vi uma luz muito forte, achei até que era farol de caminhão. Abri a porta e alguma coisa acertou minha cabeça. Não vi o que era. Fiquei imóvel por muito tempo, perdi os sentidos. As vozes eram muito agudas e pareciam que estavam arranhando uma lata ou mesmo um barulho de TV quando está fora do canal. Quando acordei estava todo banhado em suor.”

Lourenço continuou contando aquela história incrível:
“Acho que fiquei muitos dias desaparecido, não sei dizer. Parece até que voei muito alto. Mostraram-me coisas que nunca vi na vida. Equipamentos bem polidos, brilhantes. Veículos voando por todo lado, sem gasolina, álcool ou qualquer outro combustível conhecido. Passei um bom tempo com dor de cabeça, náusea e tontura. Perdi uma parte da visão. Nas pontas dos meus dedos apareceram estranhas perfurações. Estive num local onde existia uma espécie de hospital, coisa muito fina, chique. Não se via nada fora do lugar. Tudo muito branco, camas e macas muito aperfeiçoadas. Ali os médicos tinham pouco trabalho, as máquinas faziam a maior parte dos serviços. Telas gigantes refletiam imagem de todo o corpo do paciente.”

Fora deixado em outro estado, sem referência nenhuma. Ficou perambulando por várias cidades. Perdera o rumo de sua terra natal.

Assim que chegou em casa foi considerado um louco que havia sido torturado pelo regime militar.

A família procurou um advogado, que após pesquisar o caso, entrou com uma ação de indenização por danos materiais e morais.

Hoje recebe uma pensão mensal no valor de vários salários mínimos.
Dizem que no seu caso houve perseguição política, prisão e tortura.

Não existe prova de que Lourenço foi abduzido por extraterrestres, mas também ninguém descarta tal hipótese.

MANOEL AMARAL
www.afadinha.com.br

OSVANDIR NO PLANETA MARTE

Capítulo IV
A MARCA E O IMPLANTE

“… e todos traziam na testa, na mão esquerda ou no olho, a marca,

e gritavam, em alta voz, aos quatro anjos que tinham recebido

o poder de danificar a terra e o mar” (Adaptação do Apocalipse de João)

Os extraterrestres informaram a Osvandir que agora os implantes não eram feitos como antigamente, um minúsculo grão de arroz injetado nas pessoas, em qualquer parte do corpo, cujo objetivo era para ficar ligado com eles. Um possante rádio, de cerca de dois a três milímetros que passaria todas as informações sobre o ser ou o local onde estava, além de atuar como marca-passo se fosse o caso.

Hoje, eles atuam no sangue dos seres humanos, corrigindo alguma falha do corpo, e funcionam melhor do que antes, fornecendo milhões informações sobre o local onde vive e a situação do implantado, muito mais difícil de ser detectado por aparelhos da medicina ou da espionagem.

Antes eles eram arrancados, quando descobertos pelo homem.
Casos e mais casos estão documentados na imprensa mundial.
Mesmo aqui em Minas, vide o Jornal Eletrônico Ufovia.

Sendo líquido, fica mais difícil a localização pela equipe médica. Só se for um aparelho avançadíssimo para detectar alguma alteração no sangue.

Capítulo V
ABDUÇÃO

Atualmente não se fazem mais abdução como antigamente, levando o ser até a nave para exames e implantação de óvulo fecundado. Eles fazem isso apenas retirando o óvulo da doadora e o resto é feito no laboratório. Fazem apenas um acompanhamento da vítima para saberem se está tudo bem, depois da retirada do óvulo.

Aquelas terroríficas visitas noturnas, sempre noticiadas nos principais jornais escandalosos do mundo, com a finalidade de vender mais, não acontecem no momento. Daí os raros casos verdadeiros de ufologia, não acontecerem mais.

As Abduções acontecidas atualmente, são da CIA, FBI e outras polícias de governos que desejam desviar o foco de atenção do povo de determinado assunto, anunciando o desaparecimento de pessoas julgando a culpa nos ETs.

Manoel Amaral

OSVANDIR, A VIÚVA E O CÃO

“É melhor ter um cachorro amigo do que um amigo cachorro.”
(Fabricio Bravim Melotti)

Osvandir estava num daqueles dias difíceis, que até aqueles três pontinhos atrás de sua orelha esquerda, herança da sua última abdução, começaram a doer. A cidade onde iria ainda estava longe, a uns 100 km de distância.

Parou na beira da estrada para tomar um cafezinho e ao sair ouviu um assunto que lhe interessou. O pessoal fazia referência a uns seres peludos que andavam aparecendo no meio do mato e na próxima cidade, onde iria visitar.

Seguiu mais temeroso pela estrada, logo que seu carro começou a ganhar velocidade, notou qualquer coisa atravessando a estrada aos saltos.

O seu corpo começou a tremer e sentiu um friozinho subir a espinha dorsal.

Depois de um velho pequizeiro, já preto pelas constantes queimadas de beira de rodovia, viu uma placa indicativa de trevo para a cidade.

Diminuiu a velocidade, contornou à direita e ia seguindo por aquela estrada de terra, quando apareceu uma vaca sem ele saber de onde saiu… Seria mesmo uma vaca? Não prestou muita atenção.

Alguns pontos de referência como uma montanha já bem escavada para retirar cascalho, uma pequena ponte de madeira, depois do bambuzal.

Chegou a cidade depois de uma pequena elevação de terreno. Lá em baixo dava para ver que era pequena, não passava de uns vinte mil habitantes.

Foi passando por aquelas ruas, algumas calçadas outras não, até chegar a um hotel indicado por um proprietário de bar.

Preencheu aquelas fichas, assinou o livro e recebeu a chave para do seu quarto. Desfez as malas e deu uma olhada pela janela. Uma casa grande chamou-lhe a atenção por causa de quatro pilares bem na entrada que poderiam significar: Ciência, Filosofia, Arte e Mística.

Pensou: “Deve ser de alguém letrado, ligado a estas ciências antigas”.
Procurando informar-se melhor ficou sabendo que aquela casa fora construída por um alemão, depois da segunda guerra mundial, mas hoje era ocupada por uma viúva jovem, de um grande empresário ligado a área de produtos alimentícios.

O dito empresário seguia em seu bimotor para São Paulo quando sofreu um acidente. O seu corpo nunca foi encontrado.

Com todas essas informações Osvandir, curioso, não deixou de observá-la, quando podia, com seu possante binóculo.

Tomou um banho frio, desceu as escadas, ele estava no segundo andar do hotel, almoçou e foi dar umas voltas, comprar jornais e ver se conseguia mais informações sobre as estranhas criaturas peludas.

Um dos jornais que comprou, com o sugestivo nome de “O REPÓRTER”, era mais sério, publicava propaganda das obras do Prefeito, já o outro, em formato de tablóide, com cada página medindo aproximadamente a metade do tamanho do outro jornal, só para gozar o principal, tinha o nome de “ARRE PORTER”. Este pequeno jornal era mais fofoqueiro, publicava página policial, esportes, fotos de mulheres bonitas, tudo que o povão gosta e o preço era baixo: R$0,25.

Numa roda de amigos ficou sabendo que há dois dias aparecera alguma coisa diferente na periferia, à noitinha, mas quando foram apurar era um jovem que pulara o muro da casa da namorada…

Ao chegar no seu quarto pegou o binóculo e olhou aquelas ruas escuras, já era quase meia noite. Alguma coisa chamou-lhe a atenção, no quarto da viúva havia uma criatura negra, do tamanho de um cão.

No outro dia quis saber do gerente do Hotel Pirâmide, o que era aquilo que viu na noite anterior na mansão da viúva. O velho Senhor José informou-lhe que ela não largava daquele cão negro o dia inteiro.

Desconfiado, passou a observá-la à noite. Por trás daqueles finos tecidos da cortina da janela, descobriu que o animal ficava na cama deitado com ela.

No fundo do quintal uma piscina grande, com água azul. Toda manhã ele nadava junto com aquela Senhora.

O tempo foi passando e Osvandir ficando impaciente, nada acontecia de anormal naquela cidade tão falada.

Porém, sempre existe um porém, naquela noite ele foi deitar mais cedo e de manhã foi despertado por um barulho diferente nas ruas, um zunzum de pessoas por toda parte.

Na frente da mansão da viúva uma ambulância e enfermeiros entrando e saindo. Não viu o cão preto. Mais tarde soube do que aconteceu.

Ao pegar o caminho de casa resolveu comprar os dois jornais rivais: “O Repórter” e o “Arre Porter”. O primeiro trazia a seguinte manchete: “Cão agrediu Viúva”. O outro dizia: “Viúva da mansão foi estuprada por seu cão” e completava dizendo que os dois, grudados, foram parar no hospital.

Manoel Amaral

OSVANDIR EM RECUPERAÇÃO

Esta semana Osvandir não viveu nenhuma aventura, pois está de repouso, em recuperação, a memória um pouco abalada pela abdução, mas enviou-nos estes dois textos, que achamos muito importantes:
MUDANÇAS DO TEMPO
O gelo cai, em blocos, na Antártida, os esquimós vêm os ursos fugindo da catástrofe natural e sentem medo.
Na China e Myanmar, terremotos matam pessoas, destroem tudo e abalando as finanças dos países. No nordeste também, terremotos em todas as escalas.
As águas do mar revoltas, as ondas sobem muitos metros, como nunca visto. O pescador da Indonésia fica apreensivo.
Na Amazônia, o barco encalha no banco de areia, em virtude da seca. Os turistas apavorados, com fome, com sede, são salvos pela Marinha Brasileira.
O incêndio segue devorando tudo, as casas dos ricaços, dos grandes astros e dos políticos. Nos Estados Unidos eles sentem a fúria da natureza. No meio dos destroços a desolação.
Na Arábia Saudita, no deserto, uma tempestade de areia abala toda a região. Os beduínos com espanto, dizem que nunca viram nada igual.
Na África, em meio à seca e o calor insuportável, uma nuvem de gafanhoto sai devorando o que restou das plantações. O povo sofrido, sem comida, sem abrigo, pede água e alimento.
E no Rio de Janeiro, a dengue avança como nunca havia acontecido antes, muitas pessoas perderam a vida, outras foram salvas pela coragem dos médicos.
“Por que povos tão diferentes, que vivem em ambientes às vezes tão diversos, podem ter comportamento e atitudes semelhantes?”
Deixamos esta pergunta para você, caro leitor, responder!
O MENINO DO FUTURO
Jonny desceu do espaço e foi cair mesmo perto da casa de Julinho de 8 anos, que brincava no calçadão novo da cidade.
A conversa foi iniciada rapidamente, mesmo sem apresentações.
__ De onde você veio? Disse Julinho.
__ Venho do futuro, respondeu Jonny.
__ Aceita um chiclete?
__ Não, obrigado.
Julinho rasgou o papel, jogou-o no chão e começou mascar, mascar e mascar…
Jonny começou a discorrer sobre o futuro, onde vivia:
__ O nosso mundo, no futuro está com sérios problemas: sem água, sem petróleo, sem outras energias, muito lixo acumulado. O povo está até pensando em mudar para outro planeta…
__ Pra quê, meu irmão, aqui é bão demais. Amanhã eu vou colocar um pircing, todo mundo está colocando…
__ O piercing poderá deformar o seu corpo amanhã, ou provocar uma infecção.
Jonny olhou desconsolado para Julinho, que acabara de jogar o resto do chiclete no chão.
A calçada nova, da rua, estava toda manchada de restos de lixo, aí ele falou:
__ Se os jovens fizeram algo de bom, no ambiente que vivem, isso refletirá no futuro. Se cada um deixar de jogar lixo nas ruas teremos um mundo melhor!

OSVANDIR E A ABDUÇÃO

Ainda chegará um tempo, onde a humanidade mais consciente poderá analisar e discernir o sonho da realidade.”
Pepe Chaves

Antes de sair da ilha Osvandir sentiu o corpo meio dormente, viu uma luz azul, muita fumaça branca, foi conduzido até a nave, flutuando, como se tivesse voando, através de um tubo transparente.

Encontrado na rua, por um policial, completamente desnorteado, pronunciando com dificuldade as palavras, foi levado à Delegacia da cidade, onde o rapaz escreveu num pedaço de papel o número de um telefone e um nome.

Telefone tocou!
__ Quem é? Um senhor aqui deseja falar-lhe.
Depois de um breve intervalo uma voz fraca continuou:
__ O…s …v…a…n…d…i…r…
__ Osvandir? Calma! Onde você está? Espere um momento aí, vou pegar uma caneta para anotações…

Pedi para chamar o policial novamente e completei os dados. No mesmo instante entrei em contato com Pepe Chaves, passei-lhe os dados e solicitei-lhe que fosse até aquele local e colocasse o Osvandir num táxi.

Meia hora depois recebi um telefonema de Pepe:
__ Acho melhor você vir buscá-lo, ele está muito abalado…
__ Está bem, irei. Qual o melhor local para encontrar-mos?
__ Vou pesquisar um hotel mais próximo de onde estamos, volto a ligar-lhe.

Muito preocupado, aguardei as instruções, enquanto procurava alguns documentos pessoais.

O telefone tocou, era um banco querendo ”empurrar” mais cartões de crédito, estão fornecendo até para pessoas desempregadas.

Fui ao banheiro, quando comecei a esvaziar a bexiga, tive que sair correndo, novo trim- trim chamou-me a atenção.
__Alô, é o Pepe?
__ Não! É o Antônio da Associação de Amigos dos Animais Abandonados (4A). Vamos passar aí para pegar a mensalidade.
__ Hoje não amigo, vou viajar, deixe para amanhã.

Enquanto estávamos conversando com Antônio, o aparelho deu sinal que tinha mais alguém na linha. Desta vez era o Pepe mesmo.
__ Manoel, encontrei um Hotel aqui na Rodovia para BH próximo do Carrefour, sabe onde?
__ Sei. Já estou seguindo, pode aguardar.

Após cinqüenta minutos chegamos ao local.
Osvandir, desorientado, suava muito, com febre alta. Achei melhor consultar um médico por ali mesmo.

O Pepe informou-me que ele havia vomitado umas três vezes.

No consultório, ao tirar-lhe a camisa, notei que os ferimentos, haviam desaparecido, inclusive o que sofreu em função do tiro que recebeu. Do sinal das garras do urso, apenas uns leves riscos na pele.

De um dia para outro os ferimentos desapareceram como que por encanto.

Até a minha chegada ao hotel, Pepe pode observar no Osvandir, muitos sintomas característicos de abdução.

__ As pessoas que passam por este tipo de experiência sentem muitos sintomas traumáticos, além da perda de memória, observou Pepe.

E o médico disse que estava tudo normal:
__ Foi só um susto, vou receitar-lhe uns comprimidos para dor de cabeça.

Já no hotel, Osvandir contou-nos que estava com dificuldade para dormir. Quando pegava no sono, continuava acordando de 15 em 15 minutos. Durante estes períodos sonhava em série, preto e branco, com uma cidade devastada, quase sem casas. Lá no fim da rua tinha um prédio amarelo que vendia tintas. Quando as pessoas entravam lá, tudo ficava colorido.

Manoel

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PARA CONHECER MAIS:
http://www.viafanzine.jor.br/site_vf/ufovia/abducao.htm
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