OSVANDIR & NAZTAR, O NETO DE TARZAN

Capítulo IV
UM SAFÁRI NO SERENGETI

Serengeti vem da palavra Masai, Siringit, “que significa o lugar onde a terra vai durar para sempre” e remete para as planícies relvadas, que compõem cerca de um terço do mais antigo parque da Tanzânia.

Tanzânia, cuja capital fica em Dodoma, é um país de vastas planícies, montanhas e grandes lagos.

Mas Osvandir e Naztar não estavam num safári no Serengeti, apenas atravessaram parte do parque e se dirigiram para bem próximo do Monte Kilimanjaro, com 5.985 m de altura, uma das maiores montanhas do mundo, que durante a maior parte do ano o pico fica coberto de neve. Foram para resgatar dois turistas ingleses e três americanos.

Eles estavam perdidos no emaranhado de Ngorongoro Crater, à beira da famosa Cratera Ngorongoro, no extremo leste do Serengeti, na Tanzânia do norte.

Para atender ao pedido mais rapidamente, Osvandir e Naztar foram de jipe até certo ponto, depois partiram de balão sobre a planície, que permitia uma visão diferente da vida selvagem e da paisagem.
De câmara digital nas mãos iam fotografando tudo. De vez em quando um leão aparecia faminto, devorando uma gazela ou um antílope, caçado pelas fêmeas. Os gnus estavam em toda parte.
Viram Leões, leopardos, crocodilos, guepardos, rinocerontes, gnus, zebras, impalas, javalis, topi (ou antílopes), gazelas e hiena, chita e caracal (ou lince-do-deserto, é um carnívoro da família dos felídeos). Predadores e presas todos ali juntos, numa visão sem igual.

Serengeti é sinônimo de vastos rebanhos de variados animais selvagens que realizam movimentos migratórios ao longo do ano e que podem ser observadas nas planícies de mais de 14 mil km² do parque.

Era hora de descer do balão e seguir a pé, até o sopé da montanha.
Um vento começava a soprar do leste e um friozinho a congelar as mãos.

Um javali assustado, com cria nova, ameaçou atacar Naztar, mas a perícia de Osvandir afastou-o da vítima.

Um javali pode pesar mais de cem quilos e é considerado na África como símbolo da força, da coragem e da bravura, sua presas eram utilizadas como amuletos em longos colares pelos povos primitivos.

Seguiam os dois distraidamente, conversando sobre o próximo jogo do Brasil contra a Holanda, no campo do Nelson Mandela Bay, em Port Elizabeth, quando esbarraram numa jibóia conhecida sob o nome indígena de «Iran Cego». Um pulo por um lado e uma observação, ela estava devorando um pequeno mamífero.

Agora ficava mais difícil, subir uma rampa cheia de pedregulhos, atravessar um cem número de buracos e equilibrar sobre precipícios.
Numa altitude já bem avançada, encontraram sinais de um acampamento. As cinzas de uma fogueira, ainda quentes, indicavam que estiveram por ali.

Um escorregão e Naztar foi parar lá em baixo, numa queda de uns 15 metros, rolando mato abaixo. Muito preocupado Osvandir perguntou se havia algum ferimento e este respondeu que estava bem.

Seguiram dali mesmo por uma trilha e tiveram a sorte de ouvir alguns gritos. Eram os malfadados turistas perdidos.

Foi Naztar que entendeu melhor o pedido de socorro, vinha de uma matinha próxima. Um helicóptero de busca acabava de sobrevoar aquela região.

Encontrados os turistas, foram alimentados com algumas barras de chocolate e cereais, por Osvandir.

Através de sinais no solo conseguiram atrair a atenção do piloto. Embarcaram todos para a cidade mais próxima, colocando fim em mais uma frustrada escalada de montanha na África por turistas inexperientes a procura de aventura selvagem.

Chegaram ao hotel cinco horas antes do jogo do Brasil x Holanda e o barulho era enorme. O amarelo e o vermelho dominavam todas as cores naquela manhã.

Manoel Amaral

Fonte Pesquisa: www.serengeti.org/, safari.go2africa.com/tanzania/serengeti-safari.asp,
www.go2africa.com › Tanzania

OSVANDIR E A SEMANA SANTA

QUEM MATOU ESTE HOMEM?

“The State of Israel is at war with the Palestinian people,

people against people, collective against collective.”

Benjamin Netanyahu (primeiro ministro de Israel)


Pelos cálculos, ele nascera em 1976, em Belém-PA, Brasil. Tornara-se conhecido pela sua grande sabedoria. Desejava a paz das Nações. Vivia nas favelas ou periferia das cidades, em companhia dos pobres.


Viajava sempre para Israel e seus arredores. Visitava os palestinos, via as suas misérias, o muro, as bombas, os tanques, explosões a toda hora.


Ensinava ao ar livre, debaixo do que restou das árvores do território palestino, bem como atendia a pedidos para palestrar em grandes recintos fechados, com modernas técnicas de comunicação.


Pregava o igualitarismo radical, tanto em níveis socioeconômicos (alimentação e o uso da água para toda a população), como o religioso-político (liberdade religiosa e política). Essa combinação poderia ter levado a execução deste homem.


Vamos resumir a sua história: saiu do Brasil aos 30 anos. Perambulou pelo mundo, visitando a Índia, a China, a Rússia, praticamente toda Europa. Teve um carinho especial com aquele povo sofrido da África, visitando constantemente aquela região.


Conversou com grandes líderes do G20 para que ajudassem os países mais pobres.


Arrecadou e mandou toneladas de alimentos para o Haiti, Nordeste Brasileiro e onde havia falta de comida. Levou sua palavra de consolo a muitas regiões do planeta.


Pregou nos mais afastados recantos da terra. Atravessou, oceanos, rios e lagos a procura de alguém que precisasse de sua palavra, nestes tempos de aflição.


Passou uma temporada nos Estados Unidos, falando ao povo, em tempos de crise.

Pregou aos grandes como perdoar e fazer a caridade. Ensinou aos pequenos como suportar a dor e continuar vivendo.


Previu que grande crise mundial viria, mas que seria suportada pela população.

Disse aos barões da coca, traficantes, assassinos, colarinhos brancos, políticos e banqueiros corruptos, e demais bandidos que se não mudassem de vida, veriam seu mundo ruir num piscar de olhos.


Foi sentenciado de morte pelos poderosos, queriam que ele fosse banido de Israel. Passou a viver mais tempo do lado palestino, cuidando dos doentes e criancinhas abandonadas.


Criou e sustentou várias escolas e creches ao longo da Faixa de Gaza.

Ajudou muitos peregrinos que iam visitar Jerusalém e que encontravam-se em dificuldades.


Criticava as bases políticas, religiosas, sociais e econômicas de Israel.

Achava que o Rio Jordão e suas águas pertenciam a todos. Pregava sobre a desigualdade social.


O Povo Palestino em menor número, pobre, estraçalhado pelos foguetes de Israel, só poderiam revidar através de atos de terrorismo. A sua religião ensina as crianças a seguir seus líderes, transformando-se crianças em homens bombas.

Homem sereno e transcendental, sozinho, dolorosamente humano.


Naquele dia, numa sexta-feira, foi preso, carregado até o muro das lamentações, torturado, arrastado por jipes de guerra.


Levaram-no até aos portões de entrada para a Palestina. Pela lei dos Judeus seria o seu castigo o apedrejamento, no entanto foi amarrado numa cerca elétrica de arame farpado.


Colocaram uma coroa feita de arame de aço perfurante na sua cabeça e declararam-no Rei dos Judeus.

Quando estava agonizando um soldado israelense deu uma saraivada de balas com sua metralhadora e perfurou-lhe todo seu peito e informaram para a imprensa que o tiro partira de uma arma dos palestinos.


No muro ao lado uma frase: “Quem vive pelo fuzil, pela metralhadora morrerá!”


Manoel Amaral

OSVANDIR E O CARNAVAL 2009

“No carnaval, alegoria de pobre dura pouco.” Casseta&Planeta


Quarta-feira começou a barulheira lá pelos lados da Bahia.
Quinta e sexta-feira no Rio e em São Paulo, muita gente para ver os desfiles das escolas.

As fantasias não estavam tão brilhantes e luxuosas como nos anos anteriores, sinal que a crise mundial afetara também aquele setor.

Muito material reciclável foi forçosamente utilizado na confecção dos adereços. Penas de pavão, emas e outros pássaros raros, nem pensar.

Vários containeres ficaram retidos na alfândega por falta de pagamento dos impostos e taxas.

Os investimentos de grandes empresas, na hora “H”, não apareceram.

Osvandir não se fez de rogado, resolveu fugir do carnaval e quarta-feira já estava na Europa passeando e pegando um frio e até neve na Inglaterra. Logo ele que não pode nem abrir geladeira ou entrar em bancos que fica gripado por três dias.

Pegou o Eurotúnel, Túnel da Mancha, conhecido na Inglaterra por Channel Tunnel e em poucas horas estava em Paris, onde encontrou um clima mais ameno.
Ficou no famoso Hotel Lê Bristol e almoçou no restaurante que tem um lindo jardim ao lado.

Acabando de almoçar pegou as tralhas e partiu para a Alemanha. Vendo aquelas construções antigas, bem no centro de Berlim, lembrou das atrocidades da segunda guerra mundial, onde morreram mais de 6 milhões de judeus.

Judeus? Resolveu ir para o Oriente-Médio, queria visitar Israel. Em lá chegando assustou-se com os estragos da guerra contra os Palestinos.

Eles não aprenderam nada com Hitler, ou aprenderam demais? Estão seguindo o mesmo caminho massacrando uma minoria étnica.

Fugiu dali, foi para Austrália. O fogaréu estava consumindo várias hectares de árvores de eucaliptos. Cangurus saltavam por todos os lados.

Voltou, em vôo com escala na África, para América do Norte. Obama cada vez fundando-se nas dívidas de guerra, deixadas por outros presidentes.

De lá esteve no Canadá onde faz frio seis meses do ano e pegou uma nebrasca de gelar até picolé.

Assim que o tempo melhorou decolou para Venezuela onde o calor era aproximado ao de sua terra, em Minas. Esteve no Chile, em terras mais clamas, depois visitou a Argentina e finalmente chegou ao Rio de Janeiro na quarta-feira, quando estavam fazendo as apurações dos desfiles das escolas.

Em São Paulo, o resultado fora apurado na noite anterior, saindo vencedora a Vai-Vai, as demais ficaram só na esperança.

No Rio, depois de alguma confusão com os jurados, o resultado deu vitória para Salgueiro .
Osvandir havia comprado um jornal em cada lugar onde esteve e vejam abaixo as manchetes de cada um.

Em Divinópolis, que não tem carnaval, chega nosso herói, mais cansado do que quando partiu, pegou o seu travesseiro azul e foi sonhar com os carneirinhos…

Manoel Amaral

Carnaval nos EUA com Obama
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EUA
OBAMA DANÇOU O SAMBA
A CRISE DAS FINANÇAS NÃO CHEGOU AO BRASIL.

Canadá
NEM O FRIO IMPEDIU O CARNAVAL

Portugal
ORA, POIS POIS. CARNAVAL PORTUGUÊS É EM COIMBRA.

França
O PRESIDENTE CUMPRIMENTA O LULIN

Argentina
ATÉ CLARIN TINHA NO CARNAVAL

Chile
Chile cumprimenta as escolas vencedoras

Venezuela
VAMOS PULAR CARNAVAL FANTASIADOS DE VERMELHO

Canadá
NO FRIO NEM CANA DÁ

Austrália
CARNAVAL É FOGO!