OS APÓSTOLOS DA IGREJA DOS MENSAGEIROS

OS APÓSTOLOS DA IGREJA DOS MENSAGEIROS
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A sua Igreja era muito diferente, ninguém contribuía financeiramente, pelo contrário, recebia.

Eram bolsas de todos os tipos, cursos onde eles eram pagos para frequentar as aulas.

Quando era para votar, recebiam uma graninha extra. O dinheiro “corria solto” naquelas paragens. Vinha numas malas pretas de um banco escolhido a dedo pela organização.

O mestre era o contrário dos outros mestres religiosos: não via nada, nada comentava e não sabia de nada.

Mas muitos milagres lhe eram atribuído: a multiplicação do dinheiro e a transformação da água em pinga. Tinha até a transposição de um rio que não acabava nunca e moía um dinheirão.

Funcionava assim: um Projeto era feito para consumir “x”, mas acabava com vários “xxx”. A alegação era de que tudo subia no período das construções. Também aquilo não iria beneficiar os pobres, ali só os ricos fazendeiros teriam água à vontade.

Se o povo manifestava, logo apareciam os “homens de preto” e quebravam tudo, por ordem da Igreja.

A internet e as eleições eram completamente dominadas por eles. Se aparecia um para falar bem de um contrário as direções da Igreja, no mesmo momento mais de mil, postavam a favor do Mestre dos Mestres.

A urna eletrônica, apesar de sua propalada modernidade, foi rejeitada por todos os países vizinhos. Era muito fácil fraudá-la.

Naquela Organização tudo era planejado para arrecadar dos órgãos públicos o máximo possível. Inventaram as Instituições Filantrópicas que conseguia limpar todos os fundos.

Naquela Igreja eles não tinham preconceitos contra as mulheres e as nomeavam para todos os escalões.

Ali todo “fiel seguidor” era pago e muito bem orientado. Quando havia eleições eles se transformavam em verdadeiros cabos eleitorais.

Mas como toda instituição, existe altos e baixos, a corrupção também atingiu a Igreja dos Mensageiros.

Foi tanto dinheiro distribuído que até os santos desconfiaram. Aí a justiça resolveu processar 12 apóstolos.

Os novos apóstolos não eram pescadores, mas lavavam o dinheiro na rede.
Os apóstolos da mídia desciam a rua cercado por seguranças e muitos carros pretos. Eram muito assediados.

Alguns foram pregar nas cadeias, outro se apressou e foi para Itália.

Muita coisa ainda está sendo investigada e acreditamos que a maioria vai escapar de uma punição, mas já é um bom começo.

O perigo é transformar estes Apóstolos em mártires.

No meio dessas confusões novas Igrejas surgirão.

Manoel Amaral

www.casadosmunicipios.com.br

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A MULTIPLICAÇÃO DOS PÃES

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“E eles tinham, cada um de per si, seis asas, e ao redor, e por dentro, estavam cheios de olhos;” (Apocalipse 4:8)
Mais de cinco mil pessoas rodeavam o orador, não tinham o que comer, já estava escurecendo. Todos os apóstolos apreensivos.
O Apóstolo Lucas, mais conhecido por Lukinha, logo abaixo do lago, à direita do Mestre, foi quem falou:
“Mestre, ninguém tem o que comer, o que fazer?”
Mas ele respondeu: “Vós mesmos, dai-lhes de comer!”
Os discípulos perguntaram: “Queres que gastemos duzentos denários para comprar pão e dar de comer a toda essa gente?”
O Senhor continuava falando ao povo ali naquele monte e todos ficaram extasiados com aquele Milagre.
O Profeta que tudo viu, não estava com tanto entusiasmo assim. Quando escureceu as nuvens, depois de uma forte chuva ele ficou de sobreaviso, sabia que alguma coisa iria acontecer.
No meio das nuvens negras quatro máquinas voadoras apareceram e elas tinham seis asas que giravam sem cessar.
Vários balaios de peixes fritos e pães foram deixados no chão. De tão hipnotizados que estavam com as palavras daquele Homem, os cristãos nem viram nada.
O difícil foi distribuir aquilo tudo e depois recolher o que sobrou.
“Todos comeram e ficaram saciados, e ainda encheram doze cestos de pedaços dos pães e dos peixes. Os que comeram dos pães foram cinco mil homens.”  
No outro dia foi mais fácil, foram distribuídos cestas básicas, utilizando o mesmo esquema. Desta vez tinha uma espécie de rolo papel, que ninguém sabia para que servia.
Os sabonetes de todas as cores e que eram usados só nos banhos dos Senadores e dos ricos foram entregues a população.
Uma espécie de pasta de dentes, feito a base de hortelã, colhido nas hortas do governo também fazia parte daquela cesta.
Muito leite de cabra para todos, Otávio queria ver o povo satisfeito.
“Otávio agrada aos pobres sem, contudo, resolver o problema da miséria reinante em Roma.” – dizia a oposição.
“Ele quer é ver os cristãos bem gordinhos para alimentar os seus leões” – respondia outro
A Apóstola Maria Madalena conseguiu as cestas com um grande comerciante da região e entregou tudo ali mesmo, no meio do pasto. E ainda ressaltou que dali para frente, todos os produtos poderiam ser adquiridos bem mais baratos em qualquer comércio de Roma.
Osvandir acordou com a bíblia nas mãos, aberta em Marcos 6:34-44.