OSVANDIR NA AMAZÔNIA

OSVANDIR



Magnífico
Excepcional 
E as suas aventuras 
Relatadas com bravuras 
O torna especial. 

Um autêntico pesquisador 
Cheio de versatilidade 
No mundo da ufologia 
Usa de toda magia 
Com intelectualidade. 

Os seus contos fictícios 
Sobre objetos voadores 
Permitem uma bela viagem 
Inovando a bagagem 
Dos seus amados leitores.

Parabéns!!!!! 
Manoel Amaral 
Por sua criatividade 
Saiba que o Osvandir 
Fez sua fama expandir 
Tornando-se celebridade. 

Autora: Ângela Lucena.

Link para compras:

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Untitled

OSVANDIR E O CELULAR

Imagem Google
Aquela senhora vinha falando ao celular o tempo todo, já tinha quase meia hora que ela estava com o aparelho dependurado no ouvido.  Coisas bobas, de cozinha, cama e quarto conselho que ninguém quer ouvir.
O outro não largava o telefone, mesmo que tivesse desligado como naquela piada do Didi Mocó, da TV. Agora com o advento deste notável equipamento que faz de tudo hoje em dia, um verdadeiro canivete suíço da tecnologia, o homem sente cada vez mais solitário.
Quando a gente mais necessita dele, não tem crédito, está sem bateria. Já notaram, você acaba de colocar R$30,00 nesta merda e quando pensa que não o dinheiro evaporou-se. Tem algumas empresas sendo processadas por isso: prometem e não cumprem.
Mas estava Osvandir com um novo Galaxy S4, aquele que faz de tudo: é rádio, câmara fotográfica, pode visualizar a mesma tela e compartilhar as músicas, os arquivos e os jogos favoritos de ambos. Pode criar fotos em movimento com o Modo Ação.”
Ligue para um amigo, atenda uma ligação, verifique seus e-mails e controle vídeos sem sequer tocar no aparelho. Acesse seu sistema pessoal HomeSync de todos os dispositivos e compartilhe com a família e os amigos.”
Ele também cuida da sua saúde com sensores que ajustam automaticamente a configuração da tela e do volume de acordo com o ambiente onde você está, garantindo uma melhor experiência.”
Não satisfeito com esta parafernália toda, que não faz nada sem bateria ou sem créditos, Osvandir resolveu radicalizar: comprou, da mesma empresa, um relógio que faz tudo que o seu computador fez, mas com alguma deficiência.

É o Galaxy Gear, o relógio inteligente, tem tela de Oled, (que ele nem sabe o que é) sensível ao toque, de 1,63 polegadas com resolução de 320 pixels x 320 pixels. O processador é de 800 MHz e a memória, de 512 Mbytes.”

Na pulseira, o bichinho ainda conta com uma câmera de 4 Mpixels (reparar que na maioria dos celulares a câmara só tem 2 MPixels) e pode gravar vídeos em 720p de até 10 segundos. Para salvar tudo isso, 4 Gbytes de armazenamento. A bateria, terá autonomia de 25 horas.”  Tem uma mentirinha por aí, nunca duram tanto assim.

Está tudo lá no manual de várias páginas, podem conferir.

Pois então, Osvandir com este relógio no braço, o celular na mão, porque lugar de celular é na mão. Daqui alguns anos quando os jovens estiverem na meia idade, vão todos apresentar uma quadro clínico de uma nova doença: Celulite, problemas nos dedos da mão de tanto carregar celular. Assim com as mãos encrespadas, parecendo aqueles vampiros da época de filmes em preto e branco.

Mas já existe Celulite que é “infecção bacteriana do subcutâneo, geralmente por estafilo aureus coagulase positivo, segundo nos informa a Wikipédia.”  Vai ficar muito difícil dos jovens entenderem, deixa prá lá.

Mas voltando a nossa história, nosso herói assim equipado e ainda uma caneta espiã que grava duas horas, sem contar o seu binóculo, que para os menos avisados trata-se apenas de um simples óculos, mas que na realidade dá para enxergar até as crateras da lua.

Ia ele todo feliz, com aqueles equipamentos moderníssimos, atravessando uma rua da cidade, quando um carro passou em alta velocidade (devia esta correndo da polícia) e levou-lhe aquele adorável óculos.

Quando pensa que não um “pivete”, passa num skate e toma-lhe o celular, aquele com as várias funções.

Não tinha nem chegado em casa e um “dimenor”, daqueles grandões, de posse de um caco de vidro, ataca os seus bolsos, levando o dinheiro, o relógio (aquele, tipo computador) e jogando seus óculos no chão e pisando.

O ódio foi chegando rapidamente à cabeça de Osvandir, quando viu-se despojado de todos os seu bens, atacou aquele “dimenor”, mas maior em tamanho, pegou um fita adesiva, (nem sei porque ele andava com isso nos bolsos), daquelas largas,  amarrou o infeliz num poste e largou lá.

Escreveu num cartaz: — “Este é ladrão!”.
Manoel Amaral

Fonte: 

http://g1.globo.com/tecnologia/noticia/2013/09/relogio-inteligente-da-samsung-sera-vendido-por-us-300-nos-eua.html

OSVANDIR E O MISTÉRIO NA FLORESTA II

OSVANDIR E O MISTÉRIO NA FLORESTA II

Capítulo II
O VELHO RELÓGIO

Olívio resolveu procurar alguém de sua confiança para ajudá-lo a desvendar o segredo daquilo tudo. Pegou o mapa e guardou num local desconhecido dos demais, tomando o cuidado de envolvê-lo em tecidos para não danificá-lo ainda mais.

O relógio, a cópia do mapa e dois pedacinhos de papéis, levou-os consigo até a capital.
Por pura sorte ficou sabendo que um rapaz iria dar uma palestra sobre “códigos na ufologia” no salão do hotel onde hospedava.

Foi, gostou, depois do show fez umas perguntas, sobre outros assuntos, as repostas foram satisfatórias. Viu que ele entendia um pouco de arqueologia, códigos, criptografia e povos indígenas do Amazonas. Convidou-o para uma conversa mais tarde.

Num local bem discreto, Olívio encontrou-se com o palestrante:
― Bom dia Osvandir – disse o velho garimpeiro.
― Bom dia meu Senhor – respondeu o palestrante.
― Vamos até aquela mesa ali – indicou uma mais afastada. Vamos tratar de negócios.
― Estou à disposição para analisar os seus problemas.

Daí, conversa vai, conversa vem e um pouco de receio de ambas as partes, Olívio mostrou o relógio, os dois papéis e a cópia do que seria um mapa para Osvandir.

Ao colocar as mãos naquele velho relógio, parecido com um que seu avô usava, lá no interior de Goiás, sentiu um calafrio.

Como lidava sempre com estes objetos antigos foi logo abrindo-o deixando cair um finíssimo papel na mesa.

O garimpeiro assustou-se e disse que não tinha conhecimento deste documento.

Osvandir desdobrou aquele papel, passando a mão direita sobre a mesa, para desamassá-lo.

Havia várias anotações, com caneta de ponta fina e um mini mapa de alguma região.

O velho homem, acostumado com tudo lá no sertão, ficou paralisado.

Era uma cópia perfeita do mapa tatuado nas costas do defunto e que tanto trabalho lhe deu para curtir a pele.

Contou toda a história para Osvandir, por que estava ali e sobre o outro mapa tatuado, os dois papeizinhos, o relógio e o medo de alguém descobrir aqueles segredos todos.

Osvandir tranquilizou-o dizendo que tudo ficaria só com os dois. Não precisaria preocupar-se.
Só aí ele pode dormir em paz, coisa que não fazia desde que descobrira aquele corpo.

De manhã, já no café, Olívio foi contando mais alguns detalhes. Falou sobre uma lenda de um grande garimpo de diamantes nas terras indígenas, entre duas serras, que até hoje ninguém havia descoberto e que os índios sempre falavam.

Osvandir havia examinado os dois pequenos pedaços de papel e achou que poderia ser outro tipo de informação importante diferente do mapa.

Quanto ao mapa foi analisando tudo e anotando em seu note book. Passou numa copiadora e mandou ampliar em papel tamanho A2 (42,0 cm x 59,4 cm), mas não existia aquele ali, então ampliou o máximo em tamanho A3 (29,7 cmx 42,0 cm).

Pelos contornos achou que já havia visto em algum lugar. Copiou os mapas mais antigos da região amazonas e foi examinando devagar.

― Eureka! Não falei, sabia que já tinha visto em algum lugar este desenho!

Era uma região de uma reserva indígena, os contornos conferiam.

Manoel Amaral
Este texto faz parte do livro “Antologia I – Blog do Osvandir”

OSVANDIR E O CARNAVAL

Capítulo I
Carrum Navalis: Carnevale
“Em Roma, na abertura das festas ao deus Saturno,
carros buscando semelhança a navios saíam na “avenida”,
com homens e mulheres nus. Estes eram chamados os
carrum navalis, daí surgiu a expressão carnevale.”

Osvandir queria fugir das festas carnavalescas e ficar até quarta-feira de cinzas numa boa pousada no nordeste, para descansar.

Estava no programa um bom passeio de barco e corrida de jipe nas dunas.

A visita a uma cachoeira, escalada e rapel também faziam parte da aventura.

Viajou com essas idéias todas na cabeça e foi até conferindo tudo que poderia fazer, pelo site da pousada. Ali nas fotos, os quartos eram amplos, o restaurante muito bom e comidinha de primeira. As paisagens lindas e a variedade de atrações foi que convenceu o jovem a optar por aquela pousada.

Quando desceu do avião na capital, lá estava a van da empresa que levaria aqueles turistas sonhadores até o destino final.

Qualquer coisa não fora bem informada no site. As estradas eram de terra batida, sem pontes, passavam direto sobre as águas dos córregos, isto significava que se chovesse ficariam ilhados naquele local.

Nada de pensar negativo, a natureza ali era mesmo espetacular. As matas, apesar das devastações, estavam com um verde de causar inveja aos cerrados de Minas.

Ao chegarem à pousada, com o sugestivo no de “Verde Mar”, os hóspedes foram descendo do veículo, pegando as malas, dirigindo-se a portaria.

O atencioso proprietário foi logo indicando onde ficavam os quartos de acordo com as reservas.

Muitos demonstraram insatisfação com as instalações. Osvandir quis ver o resto; saiu pelas trilhas observando as velhas placas indicativas.
Numa delas tinha um grosseiro erro de português: Caxoeira da Mata Virgem.

Viu uma pequena praia e a mata não era tão virgem. Uma canoa quebrada e um barco pequeno, velho, carcomido pela ferrugem.

Bem mais longe dali avistou outro barco maior, em pleno mar, com vários turistas animadíssimos.

Quando atravessou alguns barrancos notou alguém encostado numa pedra. Aproximando-se notou que era uma jovem, parecia muito cansada.

Antes que ele pronunciasse qualquer palavra ela já foi logo avisando:
__ Nem vem que não tem!

Osvandir, que não vinha com “terceiras intenções”, pegou uma garrafa de água mineral de sua mochila, ofereceu a bonita garota, que estava com roupa de festa e toda molhada.
__ O que aconteceu? Se quiser contar, vou ouvir…
__ Nem me fale em viagem programada pela internet. Fechei contrato com uma agência de viagem, para cinco dias, pelo mar, num maravilhoso navio “Sea King”. Seria mesmo o Rei dos mares? Para mim não foi.

Ai ela foi contando todas as decepções por que passou, desde o embarque. O navio maravilhoso anunciado, era um barco onde existiam poucas mulheres e muitos homens bêbados!

Viajou por dois dias naquele antro, onde valia tudo. Foi quando ela avistou uma praia, pulou do barco e nadou até perder as forças, o mar a trouxera até ali.

Sem dinheiro, sem roupas, com fome e muito cansada, foi levada por Osvandir até a velha pousada onde hospedava.

Conseguiu uma vaga junto com outras moças que lhe deram toda atenção, cada uma emprestando-lhe uma roupa, até que pudesse visitar algumas lojinhas mais próximas.

MANOEL AMARAL

https://osvandir.blogspot.com.br/2010/02/osvandir-e-o-carnaval-ii.html

Se gostou deste capítulo leia os outros:
http://osvandir.blogspot.com.br/2010/02/osvandir-e-o-carnaval-ii.html

http://osvandir.blogspot.com.br/2011/03/osvandir-e-o-carnaval-de-2011.html

http://osvandir.blogspot.com.br/2009/02/osvandir-e-o-carnaval-2009-quarta-feira.html

http://osvandir.blogspot.com.br/2009/02/osvandir-em-draga-e-uma-droga-uma-chave.html

OSVANDIR & HARRY POTTER NO BRASIL

ENTREVISTA COM HARRY POTTER

Num barzinho da cidade, Osvandir resolveu fazer uma mini-entrevista com Harry, antes de sua partida:
1 – Quem é Tom Riddle? Tom Riddle é Voldemort, o Bruxo das Trevas, que matou os pais de Harry. Chamado pelos bruxos normalmente de Você-Sabe-Quem. Ele também é um “sangue-ruim”, mas tem ódio disso. Se tornou um bruxo poderoso com o idealismo de criar uma raça pura. Dividiu sua alma em sete partes para se tornar imortal pois tem medo da morte.

2 – Quem foi Dumbledore? Dumbledore foi o maior bruxo de todos os tempos. Também diretor da Escola de Magia e Bruxaria de Hogwarts durante anos, aonde preparou Harry para a batalha final – para derrotar Voldemort.
3 – Quem são os “Trouxas” ? Os “Sangue-ruins”? Trouxas são pessoas normais, que não são bruxas. “Sangue-ruins” são pessoas que tem um dos pais bruxo e o outro “Trouxa”.
4 – Quando Harry nasceu? Ele nasceu em 30 de Julho de 1980.
5 – Como JKR teve a idéia de criar HP? De acordo com ela, Harry simplesmente apareceu em sua cabeça, enquanto ela fazia uma viagem de trem para Londres.
6 – O que é Orcrux? Horcrux é o objeto aonde se deposita uma parte da alma, para que o objeto possa arranjar um modo de voltar à vida após a morte do indivíduo. Voldemort dividiu sua alma em sete, sendo uma delas o Diário que pertenceia a Gina em Harry Potter e a Câmara Secreta. O Diário sugava a alma da Gina enquanto ela o usava. Quando Gina morresse, Voldemort voltaria.
7 – Nome dos livros: HARRY POTTER e a Pedra Filosofal – HARRY POTTER e a Câmara Secreta – HARRY POTTER e o Prisioneiro de Azkaban – HARRY POTTER e o Cálice de Fogo – HARRY POTTER e a Ordem da Fênix – HARRY POTTER e o Enigma do Príncipe – HARRY POTTER e as Relíquias da Morte
8 – Nome dos Filmes já lançados: HARRY POTTER e a Pedra Filosofal – HARRY POTTER e a Câmara Secreta – HARRY POTTER e o Prisioneiro de Azkaban – HARRY POTTER e o Cálice de Fogo – HARRY POTTER e a Ordem da Fênix. Filmes que vão lançar: – HARRY POTTER e o Enigma do Príncipe – HARRY POTTER e as Relíquias da Morte (parte 1) – HARRY POTTER e as Relíquias da Morte (parte 2)
9 – Quem são os “Comensais da Morte”? Comensais da Morte são seguidores do Lord das Trevas, Voldemort. É um exército de Bruxos que seguem seus ideais a comando de Voldemort.
10 – Em que época HP foi para Escola da Magia, tinha quantos anos? Foi para Hogwarts pela primeira vez quando tinha onze anos, em 1991. O ano letivo começa em Setembro, e acaba em Maio do ano seguinte.
11 – Quantos anos ele tem hoje? Todos estão com 29 anos. Hermione Granger faz aniversário junto comigo (19 de Setembro de 1980), Rony Weasley faz aniversário em algum dia de março, nasceu em 80 também. Dumbledore morreu com quase 120 anos, em 1997.
12 – Como fazer para não misturar o ator do cinema com o personagem dos livros? No cinema eles são bonitos xP
13 – Qual a mensagem final da série para os jovens? Harry Potter deixa a mensagem sobre o amor e a amizade, que é a coisa mais importante que há. Nos ensina sobre a morte, dizendo que ela é como dois amigos separados pelo oceano, mas que vivem uns nos outros mesmo com a distância. Também nos ensina que a morte não é o fim, e quem nós amamos continuam a nos amar.
“Afinal, para a mente bem organizada, a morte é a próxima grande aventura.”
Harry Potter e a Pedra Filosofal
THALLES/Manoel

OSVANDIR & HARRY POTTER NO BRASIL

Capítulo VII
OS PERIGOS DA FLORESTA

“O que ele mais teme é o próprio medo”.
Dumbledore – O Prisioneiro de Azkaban

Seria bem mais fácil usar o método dos bruxos da Escola da Magia para o transporte, como em O Cálice de Fogo; Harry e seus amigos estavam no alto do morro e quando colocaram as mãos naquela bota gigante (que também é conhecida comO Chave de Portal) e foram parar onde estavam realizando-se o Torneio de Quadribol, mas estamos no Brasil e os poderes de nosso herói não funcionam por aqui. Então temos que usar o avião, apesar das chuvas e dos perigos de um pouso forçado.

Os dois entraram naquele moderno avião, onde cada passageiro podia ver um filme, ouvir músicas ou simplesmente dormir, se conseguisse.

O destino seria Belém, no Estado do Pará, mas… Sempre existe um mas, o tempo fechou novamente. Não havia condições de pouso depois de longas horas de voo.

Tudo escureceu, o avião balançando, as máscaras de oxigênio foram acionadas. As aeromoças dizendo que estava tudo bem, quando não estava nada bem.

Um voo rasante sobre a floresta Amazônica, muito devastação lá em baixo. Criação de gado acabando com tudo! Índios da nação Raposa do Sol ficaram preocupados. O avião ia cair… Uma fumaça preta começou a aparecer na asa direita. Alguma coisa estava funcionando mal.

Um das turbinas despencou no meio da floresta, o avião inclinou, rodou, parafusou, o piloto fez de tudo para fazer um bom pouso, queria ser herói como aquele americano, mas ali não havia campo de aviação, só mato e água existente não oferecia condições para um pouso sem perigo para os tripulantes.

Gritaria geral. Parecia que estavam num campo de futebol em dia de decisão de campeonato. Choro por todo lado. Tudo despencando. Quando tudo parecia que ia pousar bem, o avião partiu ao meio (nada haver com Lost, aquele seriado onde ninguém entende nada) e arrastou-se por mais de cinqüenta metros.

A sorte foi que naquele voo existiam poucas pessoas, algumas cancelaram a passagem com medo da Gripe Suína (Gripe A).

Verificando os destroços, os números dos passageiros e outros detalhes, chegaram à conclusão que não havia nenhum morto. Apenas alguns com ferimentos mais grave, que foram atendidos por um médico chamado Dr. Jack.

Eram apenas 16 pessoas, incluindo o piloto e as aeromoças, todos perdidos no meio da floresta.
O Exército levou a cabo a maior operação de busca de todos os tempos, (frase linda essa) sem no entanto ter conseguido encontrar qualquer vestígio do avião.

Os passageiros e tripulação da Cinaeco 518-BR foram oficialmente declarados mortos, de acordo com as notícias da mídia oficial.

Esta afirmação parece ir contra aquilo que alguns blogs noticiavam dizendo que o avião tinha sido encontrado mas não existiam sobreviventes. No entanto, é possível que os acontecimentos tenham sido deturpados para desviar foco de outras notícias, como escândalos no Congresso, descoberta de grandes carregamentos de drogas, etc.

Outros afirmam que foram encontrados os sobreviventes e não os destroços do avião.
Existiam ainda os que diziam que eles tinham sido seqüestrados por uma tribo de índios desconhecida e que os destroços do avião foram habilmente camuflados por uma ramagem.
E diziam mais que pertences dos passageiros foram todos recolhidos e levados por tal tribo que chegaram como formiguinhas, carregando tudo para um local desconhecido.

Talvez existisse mesmo uma conspiração por parte dos poderosos, no sentido de falsear os acontecimentos com a intenção de desviar o foco das notícias.

Estaria aquele avião transportando alguma carga secreta? Ou tudo não passaria de obra de traficantes ricos, que não moram na favela e dirigem o tráfico em todo país?

No meio do mato os fatos eram totalmente diferentes. Os prisioneiros levados para uma ilha entre dois rios, onde os poderes de Harry, incrivelmente, começaram a funcionar. Ele sentia muita dor naquela cicatriz, em forma de raio, na testa.

Osvandir, que tem, também, três cicatrizes atrás da orelha esquerda, começou a passar mal. Os seus três pontinhos estavam entrando em ação como se fossem três chips mandando alguma informação para algum lugar. Ele sentia isso pela primeira vez, desde aquela abdução numa estrada que ia para São Paulo, quando viu um Disco Voador.

Aquela ilha era meio estranha, em sua praia dava para ver vários destroços de aviões, automóveis, caminhões, navios, lanças, canoas.Alguns destes objetos estavam bem velhos e outros muito recentes. Existia lá um pedaço de avião onde se lia as seguintes palavras: Tam, Tam, Tam! Não deu para Osvandir entender nada.

MANOEL AMARAL

OSVANDIR & HARRY POTTER NO BRASIL

Capítulo I

A CHEGADA

“As diferenças de costumes e língua não significam

nada se os nossos objetivos forem os mesmos e

os nossos corações forem receptivos.” –

Harry Potter e o Cálice de Fogo.

Largando o mundo dos dragões, fênix e hipogrifos, Harry Potter, com sua vassoura mágica, veio voando até encontrar um buraco negro onde viajou, cercado pela escuridão, por um atalho do espaço-tempo.

Nesse meio tempo, aviões, helicópteros, circundavam o espaço e navios negros sondavam o litoral brasileiro, nas proximidades do Rio de Janeiro.

Alguma coisa não estava bem no espaço, diziam as pessoas. Um tremor forte foi sentido no Norte de Minas. Um barulho ensurdecedor foi ouvido no Triângulo Mineiro. E uma espécie de furacão afunilado fez sentir-se no Centro-Oeste do Estado.

O que seria? Prenúncios de 2012? Planeta X? Nebiru? Calendário Maia? Fim do Mundo?

Nada disso! Apenas um bruxinho meio desajeitado, que caira dos céus. Sem saber o que se passava e achando tudo meio estranho, foi para os lados de uma cidade muito grande para seus cálculos.

Não via seus amiguinhos , nem aqueles velhos casarões e nem a estação King’s Cross, muito menos o Expresso de Hogwarts.

Tudo estava mudado, não via nem mesmo a Escola de Magia e Bruxaria de Hogwarts e seus amigos Rony Weasley, Pedro Pettigrew, Hermione Granger, Rúbeo Hagrid ( guardião das chaves), Alvo Dumbledore ( Diretor de Hogwarts), Cho Chang (a belíssima apanhadora do time da Corvinal), Sírius Black (seu padrinho e amigo precioso).

Tudo tinha sumido num piscar de olhos. Pegou sua mochila, verificou a comida, apenas um pedaço de pão velho e um queijo já com mofo.

Viajara por muito tempo e nem sentira, estava um pouco envelhecido.
Lembrava das peripécias com seus amigos onde enfrentavam preconceito, depressão, ódio, sacrifício, pobreza, morte.

Sem saber por que lembrou da morte de seus pais, quando ainda era muito pequeno. A eterna luta do bem contra o mal.

Um barulho no meio do mato, não era um dragão, apenas um pequeno animalzinho da floresta que não soube identificar o que era. Parecia um pequeno porco do mato, marrom, estava na beira do córrego alimentando-se de capim, com quatro filhotes, que saíram em debandada quando se aproximou.

Montou em sua vassoura mágica, deu os sinais de partida, nada! Alguma coisa estava errada! A vassoura não obedecia aos seus comandos. Tentou a varinha mágica numa moita e nada, também não funcionou. Recitou algumas palavras secretas e nenhum efeito prático.

Pensou: “estou num local fantástico, onde meus poderes e meus objetos não funcionam, só pode ser coisa do Senhor das Trevas, o meu maior inimigo”.

Ele não sabia que o seu maior inimigo, no momento, era o tempo!

Continuou caminhando por uma estrada asfaltada. Muito comprida, não acabava mais. Até que chegou as ruas da cidade. Leu uma placa na parede de uma casa, lá estava escrito “Rua Governador Magalhães Pinto”, era apenas um nome qualquer e ele ali sem saber traduzir a mensagem daquela placa.

Viu uma ponte, muito grande, mas não era como as da sua terra natal, que na maioria eram muito melhor elaborada, algumas de ferro. Encontrou uns trilhos e lembrou do Expresso de Hogwarts.

Por sobre esta ponte uns veículos velozes corriam por todo lado.
Ficou maravilhado. Corriam mais que sua vassoura mágica!

Ninguém notara a sua presença. O povo andava às pressas, parecendo que tinham compromissos urgentes.

Encontrou algumas construções diferentes, casas enormes, ruas largas e bem traçadas. Sua cidade tinha muitas construções antigas. Nunca vira nada igual em sua terra. Cidade muito bonita e parecia ter sido construída recentemente.

Viu uma espécie de igreja, nada comparada com as que conhecia. Duas torres bem planejadas, com muitas pinturas no interior. Ao lado um casarão, com uma placa escrita numa linguagem secreta que não conhecia, uma palavra destacava-se: MUSEU.

Osvandir vinha rastreando a descida de um objeto diferente, não era metálico, mas dava para sentir um calor especial naquele corpo que desceu do espaço.

Não sabia onde caira, mas estava à procura a mais de meia hora.
Recebeu por celular, um aviso que uma pessoa completamente estranha estava circulando na Praça da Catedral. Muitos o poderiam considerar como mais um street people, devido as roupas de frio que vestia.

Não pensou duas vezes, saiu ao encontro deste enigma temporal.
Atravessou a ponte Padre Libério, subiu uma rua e foi parar exatamente na Praça. Não precisou olhar muito. Alguém estava tentando comprar um sorvete num carrinho. O vendedor não queria entregar-lhe, sem ver o seu dinheiro. Queria comer, seu estômago estava roncando.

Osvandir chegou de mansinho, bateu-lhe nas costas, pagou o sorvete e entregou-lhe.

Harry devorou aquilo, meio gelado, mas que dava para enganar o estômago.

O jeito foi colocá-lo no carro e levá-lo para longe da curiosidade da população.

A comunicação entre os dois era muito difícil porque ele falava inglêsum e Osvandir sentia dificuldade em entendê-lo.

Uma palavra aqui, outra acolá e ele ficou sabendo que comida seria bread, food e meal. Osvandir entendia um pouco de sua língua, mas conversação era mais difícil.

Ele acenou que estava com fome, barriga roncando, queria água.

No hotel, foi providenciado para que ele tivesse do bom e do melhor.
Algumas coisas ele rejeitou, não comeu o que não conhecia. Adorou o frango, churrasco e outras carnes. Comeu uma maçã e outras frutas.

Enquanto Osvandir estava passando uma mensagem para Pepe, Al, Ilde, Marcio e Thalles, o Harry chegou por perto e ficou observando o computador. Uma versão mais nova dos equipamentos que conhecia.

Achou a máquina meio estranha. Queria saber mais alguma coisa.
Pegou o teclado e foi logo apertando algumas letras formando a palavra: Street. Osvandir digitou: rua.

Os dois encontraram uma boa maneira de se comunicarem de agora em diante. Mas algumas palavras não tinham tradução.

Manoel Amaral

UMA AVENTURA DE OSVANDIR EM VENEZA

OSVANDIR EM VENEZA


Capítulo III

O GRÃO MESTRE

É tão triste Veneza,
Quando ouço no ar,
Barcarolas que vem,
Minha dor realçar.
(Agnaldo Timóteo - É tão triste Veneza )
Ao chegar a loja maçônica Osvandir foi escoltado por um irmão-aprendiz, até uma grande sala azul, era a “sala dos passos perdidos”, nas quatro paredes tinha uma porta, contando com a porta por onde chegou. O rapaz pediu que ele esperasse ali e assim que ele, aprendiz, saísse o Osvandir deveria escolher uma das portas, abrí-la e entrar.
Assim que o rapaz partiu, Osvandir escolheu a porta que tinha no frontão o desenho de uma estrela com sete pontas, em cada uma delas o símbolo astrológico dos planetas. Começando em cima e no sentido anti-horário, o símbolo do Sol, Vênus, Mercúrio, Lua, Saturno, Júpiter e Marte.
Ao entrar pela porta foi recebido por nada mais, nada menos, que pelo o irmão Sereníssimo Grão Mestre da Fratellanza Italiana, Osvandir não podia ver o rosto do homem, pois o mesmo estava encoberto por um capuz negro, com duas pequenas aberturas para os olhos. O homem olhou para ele e perguntou por que procurava saber sobre a Guarda Negra, Osvandir então contou sobre o apuro que o seu amigo Sandi estava passando e os acontecimentos no mosteiro, e sabia que só através das informações seculares que a Guarda possuía ele conseguiria elucidar o misterioso caso.
O Sereníssimo então falou que para isso era preciso estar com a consciência desperta, adquirida através da abertura das sete chaves, onde cada etapa consistia em descobrir a chave da porta seguinte, mas que nos tempos que correm é preciso ser mais tolerante com os não iniciados e que o Osvandir poderia perguntar o que achasse necessário.
Osvandir começou perguntando sobre o livro, manual, que tinha pertencido a biblioteca do rei Salomão, o Grão Mestre olhou para ele e disse que o manual servia para montar um aparato científico que possibilitaria entender a formação do universo. Então Osvandir perguntou se isso tinha a ver com os terríveis acontecimentos dos monges do monte Etna e, se sim, de que maneira.
O homem foi até uma lousa, que ficava na parede em frente ao Osvandir, e desenhou um esquema, uma espécie de diagrama, dizendo que na época do rei Salomão foi observado um grande clarão no céu, o que os astrônomos hoje em dia chamam de uma Super Nova, e que esses mesmos cientistas calculavam que a explosão de uma supernova deveria liberar uma enorme quantidade de neutrinos.
Confuso, Osvandir, indagou o que esses tais neutrinos tinham a ver com o mosteiro? O Grão Mestre disse que na verdade o mosteiro abrigava um sofisticado detector de partículas, que existia uma antiga mina de sal nas entranhas da montanha e que o aparato científico tinha sido montado ali para detectar os neutrinos emitidos pela grande explosão inicial do universo, o Big Bang.
A quantidade de partículas capturada pode estar relacionada com questões fundamentais: O Universo teve um começo? Ele está em expansão? Um dia o Universo vai se contrair ou vai continuar se expandindo? Se ele se contrair, depois vai ter um começo de novo?

E ao que parece, pelo estado mental totalmente alterado, os monges esclareceram essas questões, e que os governantes “senhores do mundo” estavam a todo custo tentando manter em sigilo absoluto essa verdade.
Osvandir agradeceu e partiu rejuvenescido e em sua mente veio a figura de Corto Maltese, o marinheiro, e como diria ele, o personagem criado por Hugo Pratt, ” há em Veneza três lugares mágicos e secretos: um na “rua dos amores e dos amigos”, outro junto da “ponte das maravilhas” e o terceiro na “calle dei marrani”, perto de “san geremia”, no velho gueto. Quando os venesianos estão fartos das autoridades, vão até esses lugares secretos e, abrindo as portas ao fundo desses pátios, partem para sempre para universos maravilhosos e para outras histórias.”

Jose Ildefonso

UMA AVENTURA DE OSVANDIR EM VENEZA

Cap. II

A GUARDA NEGRA

“Uma nova ordem mundial vai emergir da atual crise econômica.”
Primeiro-ministro britânico, Gordon Brown
“Veneza foi o lugar aonde o homem brincou de ser Deus.”
Guto Graça

Ainda na ala de desembarque do aeroporto de Roma, Osvandir ficou sabendo que alguns voos, inclusive o seu com destino a Veneza, estavam atrasados. a ideia era de Roma seguir em um táxi-aéreo até o aeroporto de Treviso, que fica situado a 30 km da cidade de Veneza.

Uma vez em Treviso, pegaria um trem, ideia do próprio Osvandir, um romântico por natureza, cujas as partidas são em Paris e acontecem todos os dias as 20h30, na Gare de Bercy, uma estação ao sul da Catedral de Notre Dame e que, excepcionalmente nesta semana, faria parada em Treviso antes de finalmente chegar até Veneza.

Depois de muitas horas de leitura dos jornais, regadas ao legítimo capuccino e se interando das últimas notícias do terremoto que assolou a cidade de Áquila, no norte da Itália, finalmente Osvandir embarcou no táxi-aéreo, especialmente fretado para ele, com destino a Treviso.

Cansado da viagem, mas feliz por estar novamente na Veneza das antigas histórias, Veneza das ruelas, das pontes sobre os canais, Veneza da “escada louca” ou “escada turca”, onde os personagens da comunidade armeno-judaico-egípcia se reuniam a beira do poço de hera, no “pátio secreto”, ou do “arcano”. Conta a lenda, que para lá entrar era preciso abrir sete portas, e cada uma delas tinha gravado o nome de um shed, demônio da casta dos Shedim criada por Adão quando foi separado de Eva, após o seu ato de “desobediência”.

Ainda nesse estado, meio sonhando acordado, Osvandir voltou rapidamente à lucidez, em um insight, lhe veio a mente o nome Aurélia, só podia ser isso, o nome da proprietária da coleção de livros raros era uma alusão a outra Aurélia, a borboleta, a guardiã da sabedoria gnóstica, que oferecia seu saber a cada um que o desejasse em milhares de reflexos coloridos.

Osvandir pegou o celular e ligou para o seu amigo Sandi, o jovem médico que estava sendo perseguido, dia e noite, por um mercenário na tentativa de silenciar qualquer informação a respeito da estranha doença que vinha atacando os monges do monte Etna. A ligação estava muito ruim, mas Osvandir conseguiu que o amigo, que era nascido na cidade de Toledo, Espanha, se lembrasse das maravilhosas histórias que os mais velhos contavam em sua infância, em uma delas estava a chave que explicava a loucura dos monges.

Agora mais tranquilo, Osvandir resolveu aproveitar e tomar um banho na banheira relaxante do hotel. Pediu uma garrafa de vinho e em sua mente, como em um filme antigo, surgia as palavras proféticas: na vida dos homens que querem saber há sempre as sete portas secretas. Osvandir sabia que a manhã seguinte seria de muito trabalho e aproveitou o bom vinho em seu banho regado a sais e água morna.

Logo ao alvorecer procurou uma R.:L.:Hermes, ou como são mais comumente chamadas, loja maçônica, precisava obter mais informações da lendária Guarda Negra que a séculos pertence á Maçonaria e que anteriormente pertencia a uma ordem monástica militar, a dos Templários.

Começava aí a explicação que o seu perseguido amigo Sandi tanto procurava.

Jose Ildefonso

Postado por OSVANDIR às 4/09/2009 09:26:00 AM 1 comentários



Capítulo I

NOVA ORDEM MUNDIAL
“A Nova Ordem Mundial tornou-se inevitável”

Arthur Compton
(Adaptação)

O Osvandir acordou com a campainha do telefone celular. Meio sonolento olhou para o relógio no pulso esquerdo, eram quatro horas da manhã. Sentou-se na pequena cama de campanha rapidamente e atendeu o chamado.A voz do outro lado só disse duas palavras “Força Omega”.

Osvandir desligou o celular, caminhou até o caixote, que servia de armário, onde estava uma pasta de couro de camelo, abriu-a e apanhou o envelope azul. Olhou bem, o papel estava um tanto quanto amassado, e então abriu o envelope com cuidado.

A ordem era bem clara: Parta imediatamente para Veneza e se junte à Força Omega.Durante o longo voo ele foi repassando o objetivo da importante missão que ele fora convocado, seguir a pista de uma rara e valiosa coleção antiga de livros científicos, todos vindos de uma mesma e singular biblioteca, tão misteriosa que o especialista do grupo especial Pepe, o Sábio, viajara antes na tentativa de evitar que uma organização criminosa arrematasse os livros.

Porém, o assassinato da dona da coleção, a enigmática Aurélia, e um inexplicável incêndio onde os livros se encontravam guardados até a hora do leilão, acarreta a precipitação da operação que o Osvandir agora integra.

Ao chegar em Roma, Osvandir, logo descobre que há uma insidiosa intriga envolvendo um livro, na verdade um manual, que pertenceu ao Rei Salomão, mergulhando em um mistério que já vem do tempo dos Templários e envolve práticas sigilosas, levadas a cabo em um laboratório alquímico, atualmente abandonado e soterrado nas entranhas de uma montanha em Adis-Abeba, na Etiópia.

Enquanto isso, em outra parte do país, uma doença desconhecida coloca um remoto mosteiro erguido nas alturas do monte Etna em polvorosa: os monges se tornam psicóticos e assassinos canibais.

Um jovem médico toledano, Justino Sandi, é chamado pelas autoridades do país e, ao chegar ao local, torna-se alvo de um assassino mercenário a mando de forças clandestinas que pretendem silenciar o assunto do mosteiro a todo o custo.

O único aliado de Sandi é o líder da Força Omega, nada mais nada menos que o Osvandir. Como chefe da força de operações especiais ele tinha recebido um prêmio pela última missão cumprida, e por isso estava de férias escalando o Everest, o telefonema inesperado tinha pego-o no pequeno alojamento do refúgio dos alpinistas.

E agora está nas mãos dele salvar o amigo médico, Sandi, enquanto a Força Omega procura desmascarar a trama que há vários séculos procura destruir a atual Nova Ordem Mundial e alterar o destino da humanidade para sempre.

Ildefonso Souza