OS LIVROS MAIS VENDIDOS

OS LIVROS MAIS VENDIDOS NO BRASIL EM 2014

Osvandir na Amazônia (Pedra da Morte Livro 1)

9 Nov 2013
por Manoel Ferreira do Amaral
FICÇÃO
Se eu Ficar: Viva para roubar
O sangue na Câmara
A culpa é das estrelas do Partido
O Guardião do Templo
Jogos vorazes política
Cidades de Concreto
Empresa Roubada
Cinquenta tons de Vermelho
Tudo em chamas
Correr ou morrer
Dinheiro Roubado
Super faturamento de Contrato
Osvandir no Amazonas
NÃO FICÇÃO
Nada a perder
A capital no século XXI da Corrupção
Propinas não têm limites
Tudo ou Nada:
Sonho grande todo Deputado tem
A história da garota da Câmara
As Deliciosas Receitas do Tempero no Congresso
O Diário de Demi Lava a jato
Não sou uma dessas Deputadas
Diário de um Petrolão
Guia Politicamente Incorreto da História do Brasil
A Elite Branca
Memória da Ditamole
AUTO AJUDA
Ansiedade  das empreiteiras
Não se apega ao dinheiro, não
Geração de Valor.
As 25 leis brasileiras de sucesso
As regras de ouro no Senado
O monge e o Presidente
Quem roubou dólares de mim?
O Poder da Escolha do Candidato
Eu não consigo Roubar
A arte roubar com propina
Presidenta Blindada
Deputados inteligentes enriquecem juntos…
Terapia Financeira no Senado
Os Segredos do doleiro Milionário
Observação: Os livros grafados em vermelho estão com os títulos originais.

Fonte: Revista Olha, Arma-zona e outras livrarias.

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OUTUBRO SE FOI
Imagem Google

“O imposto é imposto.”
(Osamir primo do Osvandir)
Outubro está no fim, o último dia é das bruxas. A maior bruxa deste mês foi a aprovação do valor para IPTU de São Paulo. Todo pobre vai ter que arranjar outro lugar para morar.

Já não bastassem tantas contas, prestações, mensalidades, anuidades e esse IPTU, que alguns casos vai atingir um percentual absurdo.

Para aprovação houve muita negociação de cargos, facilidades no governo, empréstimos, maracutaia, e todo tipo de tramoia utilizado nestas horas. O voto favorável virou uma moeda de troca-troca.

Partidos emendados, vendidos, comprados, negociados, surrupiados, tudo na maior cara de pau e o povo só pode observar.

Houve sopapos, chutes, gritaria e briga dos Edis, ilustres moradores daquela Casa.

A primeira votação se deu na semana passada e a segunda ontem bem no fim do expediente.

A única coisa boa anunciada foi aumentar os descontos para aposentados.
A antecipação desta votação soou como um golpe, já afirmara Amato, Presidente da Associação Comercial de São Paulo.

Os reajustes terão repercussão negativa nos eleitores e em 2014 teremos eleição.
Além dos inúmeros malefícios, 13% dos comerciantes pretendem mudar de endereço comercial para outra cidade onde o IPTU seja mais barato, 9% pretendem reduzir o número de empregados. Isso representa 119 mil postos de trabalho perdidos, segundo o SEBRAE.

Um enorme buraco na vida de cada um. Os aluguéis vão aumentar, o preços dos imóveis idem. Só a prefeitura vai lucrar.

O cidadão vai sentir-se humilhado, amassado, imprensado, sem ter para onde ir ou em que buraco cair. Será empurrado cada vez mais para o interior.

Não bastasse tanto assalto, roubo, morte, assassinato e toda uma enorme lista de coisas ruins, nesta São Paulo vai se tornando cada vez mais difícil de sobreviver.

Cada um que nascer a partir de hoje já vai ter uma dívida com a Prefeitura a partir do ano que vem.

Há dd admitir que a vida não está fácil.

E este Pré-Sal que não vem!

O nome correto deveria ser Pós-Sal.

Você acredita em Papai-Noel? Eu não!

Black Blocs para vocês!

Manoel Amaral

AS LEIS ORGÂNICAS MUNICIPAIS

AS LEIS ORGÂNICAS NÃO SÃO MAIS AS MESMAS

Imagem Google

                     “Quereis prevenir delitos? Fazei com que as leis sejam claras e simples.”                  
 (Cesare Beccaria)
Estava a folhear uma lei orgânica escrita e aprovada em março de  1990 e depois sem nenhuma atualização.

Na parte das Disposições Transitórias não tinha nada que salvasse. Tudo estava desatualizado.

E o Projeto de Emenda teria que fazer ginástica para corrigir aquele texto antigo e num linguajar que nunca foi próprio para legislação; com sentido duplo. Onde precisava de incisos colocaram alíneas e vice-versa. No local de um parágrafo ficou tudo agrupado no artigo.

O pobre do legislador esforçou-se para torná-la melhor, mas estava difícil, tinha tanta bobagem e coisas particulares que mesmo melhorando a redação dos artigos a lei não iria se tornar compreensível.

O que aconteceu? Houve uma pausa para meditação. O Divino Espírito Santo iria agir, só Deus para torná-la legível e aplicável.

Todo o texto espúrio foi retirado e no lugar implantado um texto novo e prometedor, sem ofensas e arcaísmos.

Acabaram os “Fica criado”, substituído por “Deverá ser criado”. Onde estava escrito “O Prefeito fica obrigado”, tudo foi revogado, porque não devemos elaborar leis para “amarrar” o Executivo.
Os Poderes devem ser independentes e harmônicos entre si.” (Art. 2º Constituição Federal)

Um deve ser o amparo, ajudar o outro. Nunca querer sobrepujá-lo. Os dois devem servir ao povo criando lei justas e aplicáveis.

Cada Lei Orgânica Municipal, também chamada de Constituição Municipal, tem a obrigação de “assegurar o exercício dos direitos sociais e individuais, a liberdade, a segurança, o bem-estar, o desenvolvimento, a igualdade e a justiça, visando a construção a nível municipal de uma sociedade mais justa, fraterna e democrática, com o auxílio e participação da comunidade.” Lei Orgânica Municipal de Cascavel, Paraná.

“Nós, vereadores, em conjunto com a população, com o objetivo de construir e assegurar uma sociedade livre, justa e fraterna, decretamos e promulgamos, sob a proteção de Deus, a Lei Orgânica do Município de Bauru.”  Março/1990 – Rodolpho Pereira Lima 

Para finalizar lembramos que:
Poder Executivo
– Função típica: administrar a coisa pública (república);
– Funções atípicas: legislar e julgar.
Poder Legislativo
– Funções típicas: legislar e fiscalizar;
– Funções atípicas: administrar (organização interna) e julgar.
Manoel Amaral

O CANDIDATO QUE GANHOU A ELEIÇÃO

O CANDIDATO QUE GANHOU A ELEIÇÃO


Candidato: palavra que vem do latim, “cândido,
ou seja, puro, sem pecado, desprovido de ganância e
maldade que visa o bem comum e não pessoal.”
Feliz está o candidato que ganhou a eleição. Foi tanta emoção, tanto apoio (forçado), que quase morreu do coração.
Trabalhou tanto. Nem vamos falar nos cafés vencidos, biscoitos duros, conversas fiadas, pedidos dos eleitores, dinheiro gasto, campanha contra o tempo, outros concorrentes e tudo mais.
Vários cabos eleitorais ajudando em todos os bairros, interessados na partilha de cargos.
Vereadores rasgando a sola do sapato para elegê-lo e ficar na lona, sem nada. Aguardar a próxima. Quem sabe uma migalha na Prefeitura para servir de consolo.
Nem vamos falar da decepção com os eleitores de duas caras, que mostram uma e depois aplicam a outra. Prometem votar em todo mundo e não votam em ninguém. Às vezes nem títulos têm, ou são analfabetos, votam errados em números que não existem.
Candidato a Prefeito é bem mais fácil que Vereador. Todos ajudam quem tem ou não tem interesse.
As coligações e aquele batalhão de pessoas tentando convencer outro batalhão de indecisos.
As pesquisas (compradas) são despejadas em todos os lugares, convencendo até poste a votar no dito cujo.
Em cidade pequena é ainda melhor, poucos são os que votam e muitos os que ajudam.
Os candidatos de primeira viagem são logo orientados pelos experientes chefes de campanha (!).
As mulheres, não acostumadas, sofreram várias cantadas e quebraram muitos saltos de sapatos. As rasteirinhas deram uma verdadeira rasteira nelas, mas chegaram à reta final, ilesas.
No início, os santinhos não chegavam, era aquela ansiedade, quando chegavam tinham muito erros. Eram distribuídos assim mesmo, não havia tempo para correção. As gráficas todas cheias de promessas não cumpridas.
O programa photoshop ajudou muitos candidatos. Uns ficaram até irreconhecíveis. Algumas plásticas aqui, outras acolá. Botoque no cantinho dos olhos. Sobrancelhas levantadas, cílios e pelos das sobrancelhas arrancados e uma porção de truques levaram os candidatos à vitória.
Os prometidos patrocínios chegaram rápido e canalizado para a sua candidatura. Os candidatos a Vereadores ficaram a ver navios.
Os apelidos não ajudaram em nada, pelo contrário, atrapalharam. Hoje as urnas eletrônicas não querem saber de nome, sobrenome ou apelido, só engolem números e vomitam resultados.
Muitos eleitores não sabiam em quem votar devido ao grande número de papéis na cidade. Partidos então, um montão. Nem sabemos para que tanto partido. Três ou quatro já seriam ótimos.
Os bons, os maus e os que não tinham a menor ideia de nada, estavam ali, sendo malhados pelo povo, como se palhaços fossem.
Santinhos, cartazes, eram todos massacrados, rabiscados, amarrotados e jogados no lixo. Sem contar os bigodinhos, óculos, dentes de vampiros, chapéus e outros nomes impublicáveis, eram acrescentados em tudo que era distribuído ao eleitor.
Todos queriam um candidato perfeito. Não existe candidato perfeito, todos têm os seus defeitos e qualidades.
Era uma festa! Agora só papel, papel e mais papel. E nem serve para rascunho, está escrito dos dois lados.
Muitos candidatos inexperientes distribuíram páginas inteiras nas ruas. Não adianta o povo não lê. Quanto menos texto melhor. O que vale são as imagens. Jornal tem que ter muitas fotos e um texto pequeno. No caso da internet, quanto menor o texto, melhor.
Ah, ia esquecendo. E alguns candidatos que largaram a rua e enveredaram na internet. Ficaram só facebookando, tuitando, youtubando e internetando. Pura bobagem, em cidade pequena não surtiu efeito nenhum. Também curtir, sair seguindo alguém, vendo pequenos e horríveis vídeos caseiros ou pesquisando site e blog de candidatos não quer dizer voto garantido.
Ainda bem que os vencedores deram um basta ao Facebook, coisa de quem não tem o que fazer. Ora pois, pois; ficar clicando a noite inteira não traz nenhum eleitor para as urnas.
Muitos ficaram pelo meio do caminho: assassinados, enfartados, sequestrados, “acidentados”, tudo por paus-mandados.
E depois das eleições, a posse e finalmente as contas para pagar.
Manoel Amaral
Veja o “Candidato que perdeu as eleições” no link abaixo:
http://osvandir.blogspot.com.br/2012/10/o-candidato-perdeu-eleicao.html