PREVISÕES PARA 2015

DIVERSAS PREVISÕES E PROFECIAS PARA 2015
Imagem Google
Osvandir pesquisou, anotou, perguntou, entrevistou e vejam só o que ele pode apurar para o ano de 2015.  As fontes são secretas, como sempre, um mago do Amazonas, um astrônomo e um físico de São Paulo, um vidente, uma Mãe de um terreiro da Bahia, um escritor do Rio, um índio do Mato Grosso e vários outros estudiosos do assunto.


Tufões, maremotos e terremotos, passarão pelos EUA.
Um político safado baterá as botas para tirar a lama do Petrolão.
Atentado a bomba no Iraque, Paquistão ou Israel.
Israel promete não fazer mais guerra contra os fracos.
Ob ama o povo americano.
Terremoto na China ou no Japão destruirá uma cidade.
Maremoto pode acontecer no mar, próximo de alguma praia.
Arrastão: marginais vão “limpar” 1.500 pessoas na praia.
Mais um escândalo, políticos roubarão a caixinha de Natal.
Alguns políticos brasileiros terão prisão de ventre.
A turma do “colarinho branco” ficará sem a gravata.
Os EUA não invadirão mais nenhum país este ano.
A Amazônia deixará de ser cobiçada pela Inglaterra e por outros países.
As balas perdidas do Rio e São Paulo serão encontradas.
A dengue será extinta, pelo brilhante ideia dos Prefeitos em colocar os desocupados para espantar os mosquitos para a terra de Obama.
A AIDS terá uma vacina baseada no cocô de galinha preta.
Os traficantes vão doar grandes quantias em dinheiro, para a saúde pública.
Não haverá mais acidentes em nossas estradas que estão em ótimas condições.
Choverá muito no deserto de Atacama, ao norte do Chile.
Um vulcão extinto entrará em erupção, semeando lava no mar, formando uma ilha misteriosa.
Um meteoro cairá próximo ao México, aumentando, em consequência, o tamanho da ilha de Cuba, para desespero dos EUA.
Os minérios nióbio, urânio e outros importantes na era espacial, serão muito bem controlados pelo Governo Brasileiro.
Os Bancos vão baixar os juros dos cartões e cheques especiais.
As empreiteiras prometem gordas doações para eleição de 2016
Gasolina vai baixar de preço.
Governo diminuirá os impostos em 2016.
Deputados votarão o fim da reeleição em 2100!

Um avião cairá no congresso brasileiro.
Arqueólogos encontrarão numa ruína na Austrália novas profecias Maias para o ano de 2015.
As bolsas do mundo inteiro sofrerão queda neste ano, comemorando os 86 anos da “Quebradeira de 1929”.

Manoel Amaral
www.afadinha.com.br

O PAPEL DO PAPEL

O PAPEL DO PAPEL
Livros

Dias desses adentrei numa livraria a procura de um livro de história, onde encontrei um texto muito interessante sobre a “Social Democracia Europeia.”
O vendedor disse-me que aquele ele não tinha, mas mostrou-me uns primorosos livros infantis. Papel couché de alto brilho, brancura e opacidade inigualáveis, foi a melhor qualidade na impressão que já vi. Fiquei encantado!
Mas como é meu costume, virei o livro e fui verificar a contracapa e como eu suspeitava: era impresso na China. Vários outros que folheei, todos eram de lá.
Quando ia xingar a Deus e todo-mundo, fiquei sabendo pelo mesmo vendedor que também a Índia, Coreia, Colômbia e Chile, estão produzindo livros didáticos para o Brasil. Quase caí de costas!
Da primeira eu já sabia há muito tempo, mas destes outros países, alguns até nossos vizinhos, eu não sabia.
O pior é que o próprio Governo participa disso encomendando livros didáticos, que são produzidos noutros países.
Ai vem o Senhor Fabio Arruda Mortara, presidente da Associação Brasileira da Indústria Gráfica (Abigraf), e diz que “as editoras foram às compras no exterior, com base no argumento de que as gráficas editoriais brasileiras não teriam condições de entregar todas as encomendas dentro dos prazos estabelecidos nos editais.” (Mas hein?)
E não acabou: Karine Pansa, da Câmara Brasileira do Livro declara:
“Gostaríamos que houvesse menos importações em todos os segmentos, não só o livreiro, para o bem do desenvolvimento do Brasil”. E acrescenta: “Sabemos que os editores estão buscando a possibilidade de impressão em outros países porque o custo Brasil é prejudicial nesse momento à produção nacional”.
Estupefato, não acreditei o que lia no Jornal Estado de São Paulo e 

o presidente do Fundo Nacional de Desenvolvimento da Educação (FNDE), José Carlos Wanderley Dias de Freitas, acrescentou:

“Se a editora vai fazer a impressão no Brasil, na China, na Europa ou na América do Sul, é um problema dela.”
Não é não Senhor Presidente, o problema é de todos nós: ficamos sem montanhas (minérios), sem matas (madeira), sem empregos (tem muitas empresas fechando as portas).
A Presidenta diz que pretende reduzir a “carga tributária” no país: “Elas (as medidas) têm por objetivo justamente assegurar, através de questões tributárias e financeiras, maior capacidade de investimento para o setor privado”. (Revista Exame)
É preciso trabalhar com cuidado, do contrário não adiantará nada, reduzirão os impostos para as empresas, mas estas continuarão cobrando os mesmos preços dos consumidores, como é muito comum por aqui.
Papel Higiênico

Se lá em cima eu quase chorei, com esta aqui eu quase morri de rir:
“O principal órgão de supervisão de qualidade da China detectou colônias de bactérias em parte do papel higiênico reciclado fabricado no país asiático e destinado à exportação, informa nesta sexta-feira a imprensa local.”
Muito cuidado na compra de papel higiênico, os chineses exportam para a Europa e Estados Unidos, mas pode estar exportando clandestinamente para o nosso pais, como fazem com brinquedos e outras bugigangas
Se o papel higiênico reciclado, lá da China está contaminado, imaginem o nosso. Será que temos fiscalização?
Todos adoram a reciclagem, vamos proteger o meio ambiente, mesmo que a nossa b(*)da fique quente!
Papel-Jornal

O Brasil produz pouco papel-jornal, não atendendo a demanda por isso tem que importar da Finlândia, da Noruega e Canadá.
Será que existe alguma grande revista brasileira que também está sendo impressa na China, Chile, Colômbia, Coreia ou Índia?
Agora mesmo estaremos lendo revistas, jornais, livros e tudo mais impressos em outros países. E o nosso papel? E nossas indústrias?
Foram todas esmagadas pelos concorrentes.
Por hoje é só. Voltarei qualquer dia desses se o nosso recanto ou o meu blog não acabar nas mãos dos chineses…
Manoel Amaral
FONTE:

http://periscopio.bligoo.com.br
Jornal Estado de São Paulo

OSVANDIR E A GRIPE CANINA

“Se apenas limpando as mãos com álcool se elimina o risco do vírus da gripe,

tomando cachaça então, ele nem chega perto!”

(Do tempo da Gripe Suína)

Um grande laboratório americano se movimentou para criar novos antivírus contra a nova gripe.

Tudo começou na China, onde o povo se alimentava de carne de cães. Numa de suas misturas, um vírus muito resistente surgiu, era derivado da multiplicidade da Gripe Aviária com Gripe Suína.

Alguns animais começaram a ficar doentes, com febre alta e morriam em três dias. Disseram que era uma mutação do antigo vírus de 1918, (gripe Espanhola), só que agora com nome de Gripe Canina.

Cientificamente recebeu o número B(CH1N4). As pessoas que trabalham com cães, sujeitas a uma exposição intensa, corriam o risco de contrair a gripe canina.

Foram infectados os seres humanos e daí para o resto do mundo foi apenas um pulo. Agora o vírus viajava de avião. Os chineses deixaram de comer carne de cachorro, que era muito comum na região asiática.

Os sinais são semelhantes aos da gripe suína, porém, mais agudos e incluem febre acima de 38°, moleza, falta de apetite e tosse. Coriza clara, garganta seca, náusea, vômito e diarréia também podem acontecer; assim como, dores de cabeça, irritação nos olhos e dor muscular e articular.

Milhões de pessoas estavam enchendo os hospitais do mundo inteiro.

Osvandir este na China e constatou que tudo começou num local onde criavam cães para abate. Aquele fedor de urina, ração e os trabalhadores, mesmo bem equipados, estavam sujeitos as doenças de todos os tipos.

Foi numa pequeno povoado, no meio das belas montanhas chinesas, que uma criança amanheceu com febre, letargia, falta de apetite e tosse. Algumas pessoas com a gripe canina (conhecida cientificamente como CH1N4) também tiveram coriza, garganta seca, náusea, vômito e diarreia.

Lembram-se da Gripe Suína? Febre repentina, febre superior a 38 graus, febre que durava 3 a 4 dias, fadiga, prostração, dores musculares pelo corpo, dores nas articulares, dor de cabeça, dor de garganta, coriza (nariz escorrendo), tosse seca (sem catarro), Diarreia, vômitos.

Depois que a febre terminava a tosse podia durar mais 3 a 4 dias

A doença podia evoluir para uma pneumonia. Neste caso os sintomas da pneumonia seriam: febre alta, tosse, dor nas juntas, alterações da pressão arterial, confusão mental, mal-estar generalizado e falta de ar.

Pois é, a Febre Canina (CH1N4) também tinha estes sintomas todos e ainda outros mais que deixavam as pessoas prostradas nas camas dos hospitais.

Espalhou pelo mundo inteiro. Logo apareceu um laboratório muito conhecido e foi lançando uma vacina chamada “Flumita que foi vendida para todos os países. Prefeituras e Câmara Municipais empenhados em comprar e aplicar no povo, enchiam seus departamentos de saúde do tal remédio, gastando milhões dos municípios.

Muitas maquinações, Congressos e Câmaras dos Deputados envolvidos em tramoias para arrancar dinheiro em negociatas sujas.

Corrupção correu solta em todos os lugares deste planeta. Muitos homens públicos (cândidos) foram subornados pelos laboratórios.

Milhões de dólares, euros e reais foram gastos para debelar a doença.

Muitas pessoas morreram sem receber o medicamento. Na china faleceu um terço da população. Nos Estados Unidos e Inglaterra já com as finanças abaladas, sofreram baixas terríveis. Milhões de pessoas morreram.

Estavam enterrando os cadáveres com tratores, devido a grande quantidade por todos os lados.

No Brasil, a crise foi muito pior, não havia estruturas para atender tantas pessoas vitimadas. Quem podia comprava e tomava a caríssima vacina “Flumita”. O povo pobre falecia nas ruas, sem encontrar lugar nos hospitais.Ao invés do álcool gel, (que também enriqueceu algumas empresas), do tempo da Gripe Suína, agora diziam que teriam que usar sabonete à base de azeite português ao lavar as mãos.

Até que alguns cientistas brasileiros conseguiram isolar o vírus e fabricar (nos seus excelentes laboratórios estatais) a nova vacina CAMIFLU. Parece-nos que necessitava de um extrato de uma flor raríssima do Amazonas.Todos queriam o tal medicamento.

Os laboratórios privados brasileiros surrupiaram a base (receita) para fabricação do Camiflu e passaram a fabricar toneladas e mais toneladas dos produtos e vender para Europa, África, Ásia (principalmente), Américas do Norte, Central e Sul.De repente no mundo inteiro já tinha aquela vacina pequenininha que valia ouro e várias empresas enriqueceram da noite para o dia.

Daí surgiu o boato que o tal vírus da Gripe Canina (CH1N4), tinha sido criado em laboratório!


Manoel Amaral

OSVANDIR E A SEMANA SANTA

QUEM MATOU ESTE HOMEM?

“The State of Israel is at war with the Palestinian people,

people against people, collective against collective.”

Benjamin Netanyahu (primeiro ministro de Israel)


Pelos cálculos, ele nascera em 1976, em Belém-PA, Brasil. Tornara-se conhecido pela sua grande sabedoria. Desejava a paz das Nações. Vivia nas favelas ou periferia das cidades, em companhia dos pobres.


Viajava sempre para Israel e seus arredores. Visitava os palestinos, via as suas misérias, o muro, as bombas, os tanques, explosões a toda hora.


Ensinava ao ar livre, debaixo do que restou das árvores do território palestino, bem como atendia a pedidos para palestrar em grandes recintos fechados, com modernas técnicas de comunicação.


Pregava o igualitarismo radical, tanto em níveis socioeconômicos (alimentação e o uso da água para toda a população), como o religioso-político (liberdade religiosa e política). Essa combinação poderia ter levado a execução deste homem.


Vamos resumir a sua história: saiu do Brasil aos 30 anos. Perambulou pelo mundo, visitando a Índia, a China, a Rússia, praticamente toda Europa. Teve um carinho especial com aquele povo sofrido da África, visitando constantemente aquela região.


Conversou com grandes líderes do G20 para que ajudassem os países mais pobres.


Arrecadou e mandou toneladas de alimentos para o Haiti, Nordeste Brasileiro e onde havia falta de comida. Levou sua palavra de consolo a muitas regiões do planeta.


Pregou nos mais afastados recantos da terra. Atravessou, oceanos, rios e lagos a procura de alguém que precisasse de sua palavra, nestes tempos de aflição.


Passou uma temporada nos Estados Unidos, falando ao povo, em tempos de crise.

Pregou aos grandes como perdoar e fazer a caridade. Ensinou aos pequenos como suportar a dor e continuar vivendo.


Previu que grande crise mundial viria, mas que seria suportada pela população.

Disse aos barões da coca, traficantes, assassinos, colarinhos brancos, políticos e banqueiros corruptos, e demais bandidos que se não mudassem de vida, veriam seu mundo ruir num piscar de olhos.


Foi sentenciado de morte pelos poderosos, queriam que ele fosse banido de Israel. Passou a viver mais tempo do lado palestino, cuidando dos doentes e criancinhas abandonadas.


Criou e sustentou várias escolas e creches ao longo da Faixa de Gaza.

Ajudou muitos peregrinos que iam visitar Jerusalém e que encontravam-se em dificuldades.


Criticava as bases políticas, religiosas, sociais e econômicas de Israel.

Achava que o Rio Jordão e suas águas pertenciam a todos. Pregava sobre a desigualdade social.


O Povo Palestino em menor número, pobre, estraçalhado pelos foguetes de Israel, só poderiam revidar através de atos de terrorismo. A sua religião ensina as crianças a seguir seus líderes, transformando-se crianças em homens bombas.

Homem sereno e transcendental, sozinho, dolorosamente humano.


Naquele dia, numa sexta-feira, foi preso, carregado até o muro das lamentações, torturado, arrastado por jipes de guerra.


Levaram-no até aos portões de entrada para a Palestina. Pela lei dos Judeus seria o seu castigo o apedrejamento, no entanto foi amarrado numa cerca elétrica de arame farpado.


Colocaram uma coroa feita de arame de aço perfurante na sua cabeça e declararam-no Rei dos Judeus.

Quando estava agonizando um soldado israelense deu uma saraivada de balas com sua metralhadora e perfurou-lhe todo seu peito e informaram para a imprensa que o tiro partira de uma arma dos palestinos.


No muro ao lado uma frase: “Quem vive pelo fuzil, pela metralhadora morrerá!”


Manoel Amaral

OSVANDIR EM RECUPERAÇÃO

Esta semana Osvandir não viveu nenhuma aventura, pois está de repouso, em recuperação, a memória um pouco abalada pela abdução, mas enviou-nos estes dois textos, que achamos muito importantes:
MUDANÇAS DO TEMPO
O gelo cai, em blocos, na Antártida, os esquimós vêm os ursos fugindo da catástrofe natural e sentem medo.
Na China e Myanmar, terremotos matam pessoas, destroem tudo e abalando as finanças dos países. No nordeste também, terremotos em todas as escalas.
As águas do mar revoltas, as ondas sobem muitos metros, como nunca visto. O pescador da Indonésia fica apreensivo.
Na Amazônia, o barco encalha no banco de areia, em virtude da seca. Os turistas apavorados, com fome, com sede, são salvos pela Marinha Brasileira.
O incêndio segue devorando tudo, as casas dos ricaços, dos grandes astros e dos políticos. Nos Estados Unidos eles sentem a fúria da natureza. No meio dos destroços a desolação.
Na Arábia Saudita, no deserto, uma tempestade de areia abala toda a região. Os beduínos com espanto, dizem que nunca viram nada igual.
Na África, em meio à seca e o calor insuportável, uma nuvem de gafanhoto sai devorando o que restou das plantações. O povo sofrido, sem comida, sem abrigo, pede água e alimento.
E no Rio de Janeiro, a dengue avança como nunca havia acontecido antes, muitas pessoas perderam a vida, outras foram salvas pela coragem dos médicos.
“Por que povos tão diferentes, que vivem em ambientes às vezes tão diversos, podem ter comportamento e atitudes semelhantes?”
Deixamos esta pergunta para você, caro leitor, responder!
O MENINO DO FUTURO
Jonny desceu do espaço e foi cair mesmo perto da casa de Julinho de 8 anos, que brincava no calçadão novo da cidade.
A conversa foi iniciada rapidamente, mesmo sem apresentações.
__ De onde você veio? Disse Julinho.
__ Venho do futuro, respondeu Jonny.
__ Aceita um chiclete?
__ Não, obrigado.
Julinho rasgou o papel, jogou-o no chão e começou mascar, mascar e mascar…
Jonny começou a discorrer sobre o futuro, onde vivia:
__ O nosso mundo, no futuro está com sérios problemas: sem água, sem petróleo, sem outras energias, muito lixo acumulado. O povo está até pensando em mudar para outro planeta…
__ Pra quê, meu irmão, aqui é bão demais. Amanhã eu vou colocar um pircing, todo mundo está colocando…
__ O piercing poderá deformar o seu corpo amanhã, ou provocar uma infecção.
Jonny olhou desconsolado para Julinho, que acabara de jogar o resto do chiclete no chão.
A calçada nova, da rua, estava toda manchada de restos de lixo, aí ele falou:
__ Se os jovens fizeram algo de bom, no ambiente que vivem, isso refletirá no futuro. Se cada um deixar de jogar lixo nas ruas teremos um mundo melhor!