HISTÓRIA DE SÃO GONÇALO DO PARÁ/MG

HISTÓRIA DE SÃO GONÇALO DO PARÁ/MG

Imagem Google

Vamos começar tudo a partir de 1717, quando Dom Pedro Miguel de Almeida Portugal e Vasconcelos (Conde de Assumar) saiu de Lisboa em viagem para o Brasil, aqui aportando em junho de 1717, no Rio de Janeiro.

“No dia 8 de Setembro, dedicado à celebração da Natividade de NOSSA SENHORA, mandou um emissário levar às Minas, a Certidão de sua posse.”

“No dia 26 de Setembro de 1717, mandou outro emissário às Minas, para avisar a todos os administradores de sua próxima visita. A viagem tinha como objetivo primordial conhecer e verificar as condições de trabalho nas Minas de Ribeirão do Carmo, hoje cidade de Mariana, nas Minas de São João Del Rei e de Vila Rica de Ouro Preto.”

Encontraram a imagem de N. S. Aparecida, nas águas do rio Paraíba, no dia 16 de outubro, segundo alguns ou no dia seguinte, dia 17, quando da visita do Conde Assumar, naquela região.

Em dezembro de 1719, estoura a revolução em Pitangui e vai até janeiro de 1720. No ano 1720, desmembrou-se a Capitania de São Paulo em duas, sendo criada a de Minas Gerais.

O Conde de Assumar manda soldados até o Povoado  para acalmar os revoltosos, na luta cortam as cabeças e espetam em paus no “Capão das Cabeças Cortadas”, sítio próximo de Pitangui.

O Chefe, Domingos do Prado, para não ser morto, foge para Goiás.

Daí podemos dizer que começou a história de nossa terra natal São Gonçalo do Pará: Felipe de Freitas e alguns que trabalhavam com o chefe dos revoltosos, nos garimpos de ouro, com medo dos soldados do Conde, seguiram rio acima até encontrarem a entrada do Ribeirão dos Morais.

O resto todo mundo já sabe. Se não sabe basta adquirir  o meu livro “História de São Gonçalo do Pará”, por apenas R$20,00, que enviarei pelos correios.

Manoel Amaral

manoel.amaral@gmail.com para os pedidos

HISTÓRIA DE N. S. APARECIDA

História da N. S. da Conceição Aparecida
A Padroeira do Brasil


No início de Outubro de 1717, chegou a notícia de que o novo Governador da Província de São Paulo e Minas (Conde de Assumar)  passaria, em sua viagem, pela vila de Guaratinguetá.

Controvérsias: Data da Pesca: 16 de outubro, o Conde de Assumar ainda não tinha chegado a Vila.

Documentos de Portugal aRevista do Serviço do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional, nº 3, de 1939, publicou nas páginas 295 a 316, o Diário completo da jornada feita por Dom Pedro de Almeida, chegando à Vila de Guaratinguetá no dia 17 de Outubro e lá permaneceu até o dia 30.” 
A estátua encontrada no rio Paraíba, era de terracota, feita de barro cozido no forno, rica em óxido de ferro, razão pela qual tomou a cor canela e não esta cor escura das estátuas de gesso feitas hoje em dia.

O autor da estátua foi possivelmente “um monge beneditino escultor, Frei Agostinho de Jesus, que vivia em Santana do Parnaíb, a cujo estilo é bem definido: lábios sorridentes, covinha no queixo, flores em relevo nos cabelos e broche com perolas no cabelo, e todos estes detalhes existem na imagem aparecida do rio.”

As duas partes da imagem foram definitivamente reunidas no ano de 1946, quando um especialista as uniu com um pino de ouro interno e completou o acabamento externo.”

A estátua passou por uma destruição considerável em 1978, quando, num atentado, foi quebrada em 200 fragmentos. Foi totalmente reconstituída pelas mãos da especialista em restauração do Museu de Arte de São Paulo, Maria Helena Chartuni.”

Manoel Amaral

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