OS FRANCESES NO BRASIL I

OS FRANCESES NO BRASIL I

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Terra da Copa do Mundo

“A sociedade é muito hipócrita… só lembra-se de ser brasileiro durante a copa.” Gustavo Sousa – Site: Pensador
O Brasil é o país do futebol, nesta época ninguém pensa em mais nada.
No mês de junho será feriado do dia primeiro ao dia trinta. Ninguém fará mais nada além do pensar em futebol.
Que venham os turistas, não nos responsabilizamos por nada.
E aquele turista francês que aqui chegou e foi fazer turismo no Amazonas? Acabou comido por uma onça pintada!
E o outro que foi para o Pantanal, queria ver a natureza e acabou engolido por uma sucuri de 12 metros.
Outro turista, não muito versado em águas de nosso país, entrou num rio, louco para fazer xixi e quando acabou sentiu uma dormência no pinto; era aquele peixinho que não mede mais que meio centímetro que subiu pelos seus canais. Segundo a Wikipédia é:
O Candiru (Vandellia cirrhosa), também chamado de canero ou peixe-vampiro, é um peixe de água doce que pertence ao grupo comumente chamado de peixe-gato.
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Para retirá-lo só através de operação, do contrário a pessoa morre. E lá no mato não tem hospital.
Fora mais de  duzentos que foram mordidos por escorpiões, cobras e formigas gigantes.
Um grupo foi cercado por índios que levaram tudo, deixando-os só de cuecas e calcinhas.
No centro de São Paulo, a maior cidade da América Latrina, vários foram assassinados por balas perdidas, sem chance de serem processados. Corpos não reclamados foram enterrados em vala rasa, sem nenhuma identificação.
Os que foram para as favelas fumar uns “browns” ou cheirar “polvilho” tiveram toda a grana roubada.
Já aqueles trouxas que procuravam aluguel de camas mais baratos foram mortos e seus corpos jogados no mar com uma pedra amarrada ao pescoço.
Outros vieram para o turismo sexual e acabaram enganados por travestis que lhes roubaram todo o dinheiro e outros pertences.
Então, se tiver querendo fumar um cigarrinho tranquilo, debaixo de uma árvore, sem ladrão, nem ninguém para incomodar é só ir par a “boca do fumo” e solicitar o a “erva do diabo” que todos sabem o que é.
Em cada estado tem um nome, para evitar complicação, resolvemos informar o nome da maconha e suas denominações.

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Para os turistas menos informados, aqui em nosso país a maconha ou o seu cigarro podem ser chamados por: Aliamba, Americana, Banza Belo, Belota Bhang, Bina, Birra, Birro, Bóia, Borete, Breu, Bunfa, Camarão, Cangonha, Canja, Canjinha, Capim, Capuchet, Carne-seca, Caroço, Caroçuda, Chá, Chiba, Chibata, Chirona, Churriado, Come-e-dorme, Congo, Diamba, Douradinha, Erva do norte, Erva maldita, Erva maligna, Erva Fininho, Fumo, Jero brabo, Fumo d’angola, Fumo louco, Grama, Jaraqui, Jasco, Jerê, Jererê, Kif, Lombra, Malva, Manga, Manga rosa, Marola, Maronha, Massa, Mato louco, Half, Liamba, Rama, Tarugo, Terere, Tijolo, Melro, seco, Mexicana, Ópio de pobre, Palhão, Planta do diabo, Xibaba, Xinfra.
Manoel Amaral

Osvandir.blogspot.com.br

O ESTRANHO FENÔMENO

O ESTRANHO FENÔMENO
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Naquela pequena cidade do nordeste os fenômenos continuaram.
Aquelas crianças entre 14 a 17 anos continuavam a cair no chão, sem mais nem menos, com dores musculares.
Outras com dores de cabeça, sufoco no sistema respiratório, no peito, palidez, calafrio, dificuldades para caminhar, náusea.
Havia quem sentia paralisia muscular, aumento nos batimentos do coração, aumento da pressão arterial, desmaio, inquietação.
Todas ficavam com medo de morrer.
O terror estava instalado! Ninguém tinha mais sossego. Os pais em polvorosa, sem saber o que fazer.
Porque as meninas estariam gritando, em transe ou seria  ilusão coletiva?
Ao retomarem os sentidos não se lembravam de mais nada, apenas um vazio em suas mentes.
Quando acontecia com uma, todas ficam em pânico acreditando que também estariam sujeitas aos fenômenos paranormais.
Osvandir tomou conhecimento destes estranhos fenômenos partiu para aquela cidade a fim de encontrar uma solução.
Procurou se informar pela internet e ficou sabendo  que em duas cidades já haviam acontecido a mesma coisa: Itatira, em 2010 no Ceará e em novembro de 2007, em Chalco, próximo à Cidade do México.
Ficou sabendo que tudo é muito rápido, começa com um calafrio, depois as mãos ficam trêmulas, os batimentos do coração ficam acelerados, dá sede, um sufocamento toma conta do tórax, as pernas não seguram o corpo e aos poucos vem o desmaio.
Junto às famílias tomou conhecimento da rotina das alunas: iam de casa para escola, depois da aula passavam numa sorveteria e de lá seguiam para casa.
Fato observado é que todas estavam na puberdade que é um período em que ocorrem mudanças biológicas e fisiológicas.
E todas as vezes que sofriam aqueles ataques estavam no ciclo da  menstruação que pode durar de 3 a 8 dias, com perda de sangue, dor abdominal, alterações de humor e mamas sensíveis.
Pode haver ainda cansaço, sensação de inchaço e irritabilidade.
As mães davam um “Chá de Zabumba” para amenizar os efeitos da menstruação.
Acontece que o Chá de Zabumba, usado em infusão é alívio de espasmos musculares, bronco dilatação; mas também provoca delírios, perda de consciência e alucinações.
No livro “A Erva do Diabo” Carlos Castañeda, informa os efeitos deste chá que pode causar alucinações visuais e delírios incontroláveis.
Estava fechado o caso: não havia histeria coletiva, reação psicossomática ou histeria em massa e nem transes, apenas efeito do chá da planta alucinógena.
O relatório foi encaminhado para a Delegada local que solicitou das mães que não mais usassem os chás da erva do diabo.
Manoel Amaral
www.casadosmunicipios.com.br