IMPUNIDADE, PROPINAS, FRAUDES

IMPUNIDADE, PROPINAS, FRAUDES, ROUBALHEIRA, ASSALTOS E ETC.
Estamos no Brasil
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Sugestões para ajuste fiscal deste ano e dos seguintes:
– Vender o AeroLula, optar por um modelo mais simples.
– Cortar Salários pela metade, dos Ministros, Presidentes, Governadores, Embaixadores, Senadores, Deputados e dirigentes de estatais.
– Continuar cortando “altos salários” seja lá de onde for.
– No futebol, altos dirigentes, fazer também algumas intervenções.
– Diminuir a equipe de governo e principalmente as viagens.
– Os acompanhantes do Governo Federal, em viagens ao exterior, podem ser cortados pela metade e ainda ficaria muito grande. Veja o exemplo de delegações de outros países.
– Diminuir o número de ministérios, Secretarias, de Deputados, Senadores, Vereadores e por aí.
– Dar menos dinheiro para outros países. Obras fora do Brasil, nem pensar.
– Não gastar mais nenhum tostão na transposição do Rio S. Francisco.
– Por fim a roubalheira na Petrobrás e em outras estatais.
– Acabar com tudo que só serve para desviar dinheiro público.
– Evitar ao máximo, desvio de bilhões em verbas, em todos setores.
No mesmo esquema, os Governadores e Prefeitos deverão acompanhá-la.
– Impedir saída dos minerais estratégicos do País e trabalhar para conseguir o enriquecimento do Urânio.
– Terminar as obras paralisadas, o mais rápido e gastando menos possível, moralizando o sistema.
– Acabar com a metade das ONGs dos Parlamentares, que são nada mais, na menos que um buraco sem fundo, não fazem nada.
– Não deixar o dinheiro público ir para o ralo.
– Colocar a PF na “cola” da Caixa Loterias, investigar os ganhadores de prêmios por mais de uma vez.
– Controlar os empréstimos do BNDS e nada a “Fundo Perdido”, não estamos mais no tempo de por dinheiro na mão de qualquer um, muito menos sem comprovação de gastos ou aplicação.
– Acabar de vez com essa “roubalheira generalizada e impune”.
– Diminuir os impostos para melhorar a arrecadação. É bom que se diga: “Nunca houve neste país uma equipe de governo que arrecadasse tanto.” Quase dois trilhões de reais. (www.impostometro.com.br) E gastasse ainda mais.
– E os crimes, assaltos cinematográficos e tantas balas perdidas? Solucionar isso de vez. Como? Não sei. Talvez criando novas equipes de investigação. Visitem EUA ou outro País.
– Parar de falar que Pré-Sal é “salvação da lavoura”. Isso não leva a nada.
– Mandar estes marqueteiros de última geração, para aquele lugar…
– Gastar menos na propaganda de Governo.
– Pegar os corruptos e corruptores e soltar em alto mar onde existir
 muitos tubarões.
– Autorizar só obras que vá realmente beneficiar a população.
– Empreiteiras no cabresto, isto é: nada de superfaturamento propina e roubalheira. E se uma obra afundar, cair ou explodir; ninguém receberá nada em pagamento, mais que justo.
– Deixar de mentir para os eleitores, isso ajudaria muito.
Se não der resultado é melhor pedir o boné do SMT e sair da cadeira.
“Só assim deixaremos de ser piada no exterior”

De um brasileiro indignado

VEREADORES EMBOLSARAM AS VERBAS INDENIZATÓRIAS

VEREADORES EMBOLSARAM AS VERBAS INDENIZATÓRIAS
Imagem Google

Não se sabe o porquê do espanto. Só no Norte de Minas? Não! No Brasil inteiro. Desde que criaram as tais verbas indenizatórias, há alguns anos, em quase todos os municípios brasileiros há este tipo de fraude.

Foi investigado só agora, por que estava atingindo a Receita Estadual por sonegação fiscal, do contrário estariam lá a cada mês pegando o seu dinheirinho.

Desde que as Câmaras começaram a criar as tais verbas indenizatórias, tomando de exemplo as Assembleias Legislativas, que de tudo foram aparecendo: Nota Fria, Nota Quente, Nota Branca, Notinha, Notão, Gasolina, Supermercado, Mercearia, Farmácia, Cultura (nada!).

Contabilizado a quantidade de gasolina de um mês daria para os carros das Câmaras rodarem um ano, já fizeram estas contas. Num município, que não vou dizer o nome, as notas estavam tão altas que dava para ir a lua e voltar umas três vezes.

Como os Senhores Vereadores e Contadores estavam viajando, rodavam dia e noite, noite e dia. Era nota de tudo, menos bebidas, que era proibido, mas mesmo assim enchiam o carrinho de cervejas, os mais puros vinhos do Chile e até cachaças de Salinas, produzidas ali mesmo no Norte de Minas, mas na notas saia outra coisa, tudo bem secretinho, para ninguém descobrir a fraude.

Está tudo esclarecido em vários processos, que acabam dando em nada, eles fingem que devolvem e fica por isso mesmo e continuam dilapidando o erário público, todos sabem disso.

Sem contar os Executivos que desviam até da merenda escolar, da saúde, educação, em tudo. Está nos jornais, todo dia.

O povo doente, sem remédios e Prefeituras enterrando caixas cheias de medicamentos vencidos. Por quê? Compras em excesso em licitações fraudulentas.

Eles conseguem fazer de tudo para entregar  aos seus capachos os resultados de uma licitação fraudada, marcada, sei lá mais o que. Levam uns trocados (também os Servidores) e fica por isso mesmo.

Estava indo tudo bem até que apareceu a “Operação Caximanha” (que nome mais estranho)  e alguns Vereadores de Bocaiúva, não percebendo a “manha”, naquela manhã, foram todos pegos de surpresa.

O próprio nome da operação pode ter diversos significados: 1) Expressão “caxa” designa ou situação muito favorável ou benéfica; satisfação;  já “Manha” 1. Macete, técnica – 2. Malícia, esperteza e outro resultado que nem vou dizer, é melhor vocês mesmos verificarem no dicionário. “Caximanha” então deve ser Caixinha da Esperteza, mas neste caso a Polícia foi mais esperta.

Como disse no início, não se assustem desde que foram criadas as tais Verbas Indenizatórias que existe este tipo de coisa e não é só na área municipal, também na área estadual.

A nível estadual os Deputados usam mais a verba indenizatória para gastos com serviços de divulgação, serviços de gráfica, alimentação parlamentar (seja lá o que for isso), combustíveis, alugueis e principalmente consultorias, pesquisas e estudos técnicos. Dá mais dinheiro, são caras. Gostaria de ser um Consultor de Pesquisas e Estudos Técnicos, se fosse não estaria aqui ralando para escrever estas linhas.

A Assembleia (de Goiás) também não exige esses documentos dos parlamentares e efetua o pagamento da verba mediante uma simples folha de papel, onde se relacionam essas despesas de modo genérico.

“A verba indenizatória é considerada unanimemente, no Brasil, como uma excrescência, dentre as muitas que se multiplicam no interior dos Poderes Legislativos federal, estadual e municipal “, já dizia  Welliton Carlos, no Diário da Manhã, em 24;03;2013.

Uma tonelada de “caximanhas” para todos.

Amanhã o bicho vai pegar, vamos falar sobre as Fraudes nas ONGs. Aguardem. (Antes de escrever o artigo já estou recebendo ameaças). Podem ficar tranquilos, não vou citar nomes, só os municípios. Está bem, nem vou citar os municípios…
Manoel Amaral

www.casadosmunicipios.com.br