LIVRO DIGITAL BRASIL É UMA PIADA…

LIVRO DIGITAL NO BRASIL É UMA PIADA…
(DE MAU GOSTO)

Capa do meu último livro.


Amigos leitores, o livro digital no Brasil é mesmo uma piada de mau gosto.
Houve casos em o e-book saia mais caro que os livros impressos, não acreditam? É verdade.

Todas as editoras têm medo de perder a mamata e estão sempre adiando a decisão da venda em e-books.
Agora que os escritores independentes podem negociar diretamente com a distribuidora no caso a Amazon, o Google (nos EUA), na Europa tem a Amazon e outros distribuidores; no Brasil tem a Amazon e algumas Editoras que eles estão caindo na realidade. Começam a enfrentar o futuro somente agora.

Mas falávamos dos e-books mais caros que os impressos, isso nalgumas editoras brasileiras que não tem interesse nenhum em vendê-los. Esta prática iria diminuir muito a sua receita.

Os meus livros estão caminhando em direção à Europa, via e-book. Estou negociando com a Amazon, para um comércio mundial.

Se no Brasil não vende, vamos vendê-los para outros países.

Se aqui e-book é motivo de piada, noutros países o assunto é tratado com mais seriedade. Se aqui é coisa do futuro lá fora já é realidade.

Sou criticado por tomar essa posição, vendendo meus livros por $4,99, $2,99 ou $1,99, não me importo. É melhor vender muitos livros a um preço baixo do que não vender nada com preço alto.

Que os livros de todos os escritores  brasileiros sejam taxados em dólares e sejam lançados no mundo inteiro. Seria bom para os leitores e para os autores.
O livro Cinquenta Tons de Cinza do autor E. L. James é um grande sucesso de ficção e literatura, custo aproximado do ebook na Iba de R$21,90. (www.iba.com.br/livro-digital-ebook).
O mesmo livro, versão impressa na Livraria da Folha custa R$29,90.

Uma busca rápida encontrei o livro 1822, de Laurentino Gomes, versão impressa por R$27,90 no Walmart R$27,90 na Siciliano. Na Saraiva sai por R$16,90 em formato digital.

Manoel Amaral

Untitled


CUIDADO COM O FACEBOOK


“Os sistemas utilizados para o armazenamento de fotos alguns anos atrás nem sempre apagavam as imagens postadas na rede em um período razoável de tempo, ainda que não estivessem mais disponíveis para visualização nos perfis”, afirmou Frederic Wolens, porta-voz do Facebook
.
Se você é um daqueles infelizes que vive postando fotos no Facebook, em blogs ou no antigo Orkut, saiba que mesmo retirando (apagando) os arquivos, eles não são totalmente eliminados.

No mesmo segundo que posta tem uma pessoa do outro lado que já vai copiando tudo e enviando para mil e um amigos.

Ninguém está a salvo disto. É quase impossível aos programas, como Facebook e Orkut controlarem isso.

Neste momento alguém pode estar utilizando o Ctrl “C” e “V” copiando uma linda fotografia sua, tirada na praia.

Outros poderão ainda, estar falsificando o seu texto, assinando em baixo e passando para frente.

Já tive esta desagradável surpresa de encontrar em outro blog uma crônica minha assinada por um tal de José e bem piorada.

As fotos são trabalhadas, de todas as maneiras possíveis, com inúmeros programas utilizados.

Não entendo nada de programação e outros tais, tais, mas sei muito bem que o que publicamos dificilmente sairá da internet, mesmo depois de você tomar os cuidados de eliminar em todos os recantos, há alguma possibilidade daquele arquivo ficar escondido…

Portanto amigos, usuários do viciante Facebook, muito cuidado ao postar qualquer coisa por lá. Principalmente textos difamatórios.

Alguns casos podem gerar processos de indenização, danos morais e muitas outras despesas para o seu já minguado dinheiro.

E o pior: Tem bandidos do lado de lá dos muros das prisões analisando isto tudo com a intenção de chantagear alguém com a finalidade de ganhar uma grana extra.

Cuidado com os falsos sequestros: eles (os bandidos) ligam de uma penitenciária qualquer, fazem umas perguntas básicas, o nome de uma filha ou filho. A seguir voltam a ligar se dizendo ser do Corpo de Bombeiro, e informam que o veículo em que sua filha(o) viajava sofreu um acidente na estrada.

Lógico que você cai como um patinho, sua filha saiu de madrugada para a capital.

Na terceira chamada eles já mudam o tom e dizem que é um sequestro relâmpago, estão com sua adorada filha e exigem R$500.000,00, indicando o local onde deverá ser colocado o dinheiro.

A medida mais correta a tomar é não fazer nada que eles pedem e ir logo perguntando qualquer coisa, desarticulando o bandido. Informar que vai ligar para a polícia a fim rastrear o número do telefone.

No meio deste barulho todo ligue para sua filha e verifique se ela já chegou em casa. Caso afirmativo mande este bandido para “puta que o pariu!” E chame a polícia mesmo!
Manoel Amaral

Abaixo apresento algumas dicas de amigos, que dizem como apagar fotos no Facebook:
Dicas
Uma maneira mais fácil, clique em fotos do lado esquerdo de seu perfil, vá em fotos do perfil, clique na foto, leve o mouse em cima da foto, nisso ira aparecer abaixo da foto opções, vc clica em opções e apaga pronto! Jordean Aguiar
COMO EXCLUIR FOTOS DO FACEBOOK
1º PASSO LADO ESQUERDO CLICAR EM (fotos) QUE FICA ABAIXO DO MURAL E INFORMAÇÕES,
2º PASSO CLICAR EM ( Fotos do perfil),
3º PASSO CLICAR NA FOTO,
4º E ULTIMO PASSO CLICAR NESTE ÍCONE ( * ) QUE SE ENCONTRA AO LADO DO X NA COR CINZA LOCALIZADO NO LADO DIREITO SUPERIOR DA FOTO COM O NOME AO LADO E DEPOIS CLICAR EM EXCLUIR ESTA FOTO, OK? ABRAÇO! Carlos Gomes Cameras Segurança · Rio de Janeiro

Link: http://www.veleirodigital.com/facebook/como-excluir-fotos-facebook.php

COMO PUBLICAR O SEU PRIMEIRO LIVRO

COMO PUBLICAR O SEU PRIMEIRO LIVRO


“O primeiro livro a gente nunca esquece”
Osamir, avô do Osvandir
Você ficou um ano escrevendo o seu primeiro livro, foi muito difícil. Levantava às 6h da manhã e se dedicava uma hora por dia só para escrita. Duzentas páginas de puro suor. Na sua maneira de entender, o melhor romance do mundo. O público alvo de 8 a 80 anos. Histórias verídicas que aconteceram com sua família nos últimos 50 anos.
Agora e como fazer para publicá-lo?
Cuidar da Revisão por profissional competente, não envie original para alguém da família que é professor de português. Isto é assunto para quem entende.
Ainda tem a formatação do livro, o registro dos direitos autorais, a obtenção do ISBN, capa, impressão até a divulgação e comercialização. 
Decidir sobre a capa que pode ser uma foto antiga da família ou da cidade. Pode-se contratar um desenhista ou um que já faça este serviço na área digital, não estes que fazem simples montagens de imagens. Têm editoras que desenham a capa de graça.
Este tipo de  livro será lido só pela família do escritor. Não se iluda é a mais pura verdade. Nem espere ser contratado por uma grande editora porque isto não vai acontecer. Nem precisa enviar os originais, pura perda de tempo. O tipo de seu livro não se enquadra em nenhuma delas.
Não inunde o seu livro com fotos, isto encarece a produção.
Solicite orçamento em várias gráficas ou editoras de sua cidade. Se preferir use a internet, mas tome cuidado com editoras picaretas.
Encomende inicialmente uns cinquenta exemplares, para teste. Eles vão querer te vender mil exemplares, com argumento que fica mais barato a unidade. Não caia nesta a  não ser que tenha garagem para estocar livros não vendidos.
Venda e receba antecipadamente cotas para cada um dos parentes interessados.
Se seu livro é de poesias deve tomar conhecimento que “poesia vende muito pouco no Brasil, uns 10% do total das vendas”. Um exemplo de quem vende bem nesta área: Adélia Prado.
Contos é mais ou menos o mesmo percentual. O que vende melhor é mesmo o romance.
Uma área promissora é a infanto-juvenil, mas que merece certo conhecimento do escritor. Não é só contar uma historinha e pronto.
Impresso a cores fica caríssimo. Muitas fotos ou desenhos. Poucas  páginas.
Conheço bons escritores, com livros nas melhores editoras, porém pobres. Dez por cento que pagam do direito autoral, não traz riqueza para ninguém.
Aqui só ganha dinheiro quem é conhecido no mercado: Paulo Coelho, por exemplo, que tem editora própria e batalhou muito para isso. Nada veio de graça e nem caiu do céu.
O pior de tudo que a maioria dos escritores são maus vendedores. Bom era Monteiro Lobato. Onde não existia livrarias ele colocava os livros nas farmácias e mercearias.
Todo escritor novato precisa de um empurrão: tem que ser alguém já conhecido do povo. A TV também ajuda muito: tente o Jô Soares. Vai esperar muitos anos, mas quem sabe um dia chega lá.
Pela internet, com os e-books tudo é mais fácil. Monte uma página, um site ou blog e vá colocando pequenos pensamentos no Twitter,  no Facebook ou no já velho Orkut com o seu endereço eletrônico que pode dar ótimos resultados. Envie e-mails para os amigos. Ganhar muito dinheiro pode esquecer. Dá para as despesas, o que já é ótimo.
Se conseguir destaque na internet, fatalmente será chamado pelos maiores programas e aí é só: “fazer a fama e deitar na cama”, eu disse cama e não lama. O Faustão divulga livros, mas tem muito dinheiro por trás disso, só grandes editoras.
Aqueles livros bonitos, com títulos chamativos, em destaque, que você vê nas livrarias, não duvide, eles pagam por aqueles espaços.
Participar de Antologias, Concursos Literários ou sites que aceitam textos para publicação, tudo isso é bom para divulgar o nome. Evite os que cobram taxas. Nem entre naqueles que são para profissionais. Não perca o seu tempo. Prêmio Jabuti é para escritor, não para aprendiz.
Agora meu amigo, se você já fez tudo isso e não colheu nenhum resultado, ou o livro é muito ruim ou falhou nalguma parte.
Conselho final: Crie um blog e vá publicando as suas poesias, crônicas ou contos. Pode até contar uma piadinha de vez em quando. Depois junte tudo e transforme num e-book e passe a vender aí mesmo no seu blog. Fácil não?
Se quiser visitar o meu blog:
http://osvandir.blogspot.com.br – (há seis anos na internet.)
Imagem: Banco Google

OSVANDIR NO PLANETA MARTE

Capítulo II
A FALTA D’ÁGUA

Passado o susto veio a preocupação: como adaptar-se rápido ao clima e surpresas do planeta vermelho.

O dirigentes ficaram apreensivos com mais gente e mais problemas para todos. A água já era considerada como produto raro, contrabandeada e controlada pela máfia espacial. Descobriram alguns vulcões extintos em cujas crateras foi encontrada água em estado sólido. A retirada deste precioso líquido era muito dispendiosa. O preço de uma garrafinha de 500 ml estava valendo praticamente 1/10 do dia de trabalho.

O trabalhadores braçais usavam apenas um clip no nariz para adaptar-se ao ar do planeta e roupas especiais, quando trabalhavam nas minas; os demais não usavam nada, trabalhavam como Agentes Administrativos, dentro das construções previamente preparadas pelos americanos, verdadeiras latas de sardinha, com incríveis tubos de ligação, uma verdadeira teia.
A ventilação deixava muito a desejar. As músicas perturbavam, pois os ouvidos não estavam acostumados com aqueles ruidos espaciais do Electro, um aparelho que distribuia som e imagem por todo canto.

Com seu caderno eletrônico nas mãos, um sucessor do Kindle, da Sony, Osvandir vagava de seção em seção colhendo fotos, fatos e boatos.

Fez uma pequena visita aos indianos e chineses e ficou horrorizado com o que ouvia. Disseram que alguns habitantes de outros planetas também estavam explorando outros tipos de minérios em vários locais do planeta.

Aquilo tudo era uma verdadeira confusão. Pegou um Aero-car, aparelho que voava a baixa altura e pode observar que realmente o planeta virou um verdadeiro caos, com todos tipos de seres: humanos, desumanos e extraterrestres.

Naquela pequena viagem sobre planeta, pousou num aglomerado de seres vindos do Planeta X, mais conhecido como Nebiru, que tinham a aparênciam dos humanos, um pouco mais vermelhos, como os indios brasileiros, mas bem mais escuro. Como diziam os chineses: “os marrons”.

Eles tinham os dedos das mãos presos por uma membrana e atrás das orelhas três perfurações de três centímetros cada uma, as guelras. Disseram que moravam no fundo do mar, de onde vieram. Até que os olhos pareciam mesmo, olhos de peixe, fora isto, o resto era como qualquer pessoa.

Com a ajuda de um bom tradutor, do Google, novo aparelho lançado no mercado, conseguiaa falar com vários deles e descobriu que tinham um nível cultural excelente, apenas um grande defeito para quem vai viver vários meses em comunidades fechadas: eram muito brigões. Qualquer discussão já gerava um briga dificilmente dominada pelos “homens da farda vermelha”, como eram conhecidos os Soldados do Sistema (SS).

Conversava animadamente com uma garota marrom, quando inesperadamente surgiu por detrás de uma porta um jovem com um pedaço de ferro nas mãos e foi logo atacando a todos. Com um simples movimento das mãos, técnica aprendida no Nordeste do Brasil, com o velho Mestre Moura, Osvandir conseguiu dominar aquele revoltoso ser… humano.
Retirando-se daquele local resolveu voltar para o seu Setor 9, bem distante dali.

Quando estava avistando a sua área de trabalho, qualquer coisa explodiu no Aero-car.
(Continua…)
Manoel Amaral