OSVANDIR E A INFLUENZA

“Tudo por dinheiro, até gripe suína criada em laboratório…”
Porcina, tia do Osvandir

Um avião saíra da Argentina, seguia pelo espaço, levando 154 pessoas de vários paises, para uma Convenção sobre o meio ambiente no Canadá.

Um dos passageiros começou a passar mal e foi ao banheiro. Tossia muito, tinha dor de cabeça, seus olhos estavam vermelhos e tinha febre alta. Olhou para cima, havia um tubo de ar condicionado que tinha ligação com o recinto onde acomodavam as demais pessoas.

Como bom terrorista que era, tossiu bastante ali, naquele recinto fechado, até cair desmaiado. A sua missão estava cumprida. Milhões de pessoas, em vários paises, seriam contaminadas por aquele vírus mortal.

Daí meia hora todos os passageiros estavam tossindo e com os rostos vermelhos. O piloto e o co-piloto, como estavam isolados, nada sofreram. Foram alertados pela aeromoça.

Imediatamente entrou em contato com a Central do Aeroporto; em retorno recebeu um comunicado de que o avião não poderia pousar no Canadá. Deveria retornar ao país de origem.

Quando tudo parecia perdido, eis que aparece Osvandir com suas idéias malucas. Quando ficou sabendo do ocorrido por seus informantes secretos, voou direto para a Argentina, chegando primeiro que o avião infectado.

Uma maleta preta, esquisita, brilhava na sua mão direita. O que seria aquilo? Só poderia ser mais um truque do Osvandir.

Ao chegar em Buenos Aires, o Aeroporto Internacional Eizeiza já estava todo isolado. Ninguém poderia desembarcar quando o avião suspeito pousasse.

Logo ao chegar, apresentou as suas credenciais aos policiais que formavam o cerco naquele local.

Alguns tiraram fotos de Osvandir com seus celulares. Mas logo foi requisitado pelos cientistas de plantão para apresentar a sua solução para mais este caso.

Entre vai e vem, conversa pra lá e pra cá, mais um cafezinho ou uma taça de vinho, os cientistas acabaram concordando com as idéias práticas do nosso herói internacional.

Seguindo suas instruções, assim que o avião pousasse, apenas o piloto, co-piloto e a aeromoça que não estavam infectados, deveriam descer.

Acontece que anteriormente, em laboratório brasileiro, Osvandir pode observar que um mosquito da Dengue quando picava alguém que estivesse acometido de gripe suína, H1N1, ou gripe A, por incrível que pareça, essa pessoa, não morria. O mosquito levava o vírus junto com o sangue sugado.

Então agora todos já sabem que dentro daquela maleta transportada por Osvandir estavam dezenas de mosquitos da dengue.

Com o esquema todo montado, assim que o avião pousou, com toda precaução, a caixa foi injetada no seu interior. Um breve silêncio se ouve, depois os passageiros ficaram apavorados, mas foram tranquilizados e que não precisariam ficar preocupados pois sairiam dali com vida.

Os mosquitos da dengue, daqui de nosso país, cumpriram a sua missão, sugaram o sangue de todos os passageiros.

Depois de uma hora, um a um, foram descendo daquele avião, já com melhoras visivelmente notada em seus rostos.

Terminada a missão, o avião foi totalmente desinfetado por inseticida.
Alguns mosquitos escaparam para a floresta mais próxima.

Dias depois Osvandir leu uma notícia preocupante num jornal:
“Dr Leonard Horowitz , cientista, denuncia que vírus da gripe suína foi fabricado em laboratório, combinando pelo menos três cepas de temíveis vírus, inclusive, o da gripe espanhola.”

Outro jornal completava o assunto:
“O surto está sendo provocado por uma combinação jamais vista, um super vírus (H5N1) formado por quatro tipos diferentes combinados em apenas um supertipo, o super vírus é composto por um vírus aviário, um humano e dois suínos (um de origem europeia e outro asiático).”

MANOEL AMARAL

A GRIPE ESPANHOLA

A GRIPE ESPANHOLA
“Não hay medicina para el miedo”
Provérbio Escocês
Logo depois da 1ª. guerra mundial, já na década de vinte, a gripe espanhola matou muita gente.
Em S. Gonçalo Velho, distrito de Pará de Minas a gripe ou peste, como era conhecida, assolou a região. O cemitério não comportava tantas covas.
Nos Povoados de Braúna, Campo Alegre, Prata, Quilombo, Venâncios, Moinhos e Curral, em toda a zona rural, em geral, os velhos e as crianças eram os primeiros a tombarem.
Muitos se salvaram como foi o caso do Senhor Marciano, pai do Senhor Matozinho Silva, lá do Povoado de Braúnas.
Numa manhã de junho ele amanheceu tossindo e com febre alta, ficou uma semana doente, cada dia piorando mais. Não saiu da cama. Dizia que tinha fogo por dentro. Os intestinos ardiam, queimava o estômago. Não conseguia nem fumar.
Os sintomas eram muito parecidos com a gripe comum: febre alta, cansaço, dores musculares, tosse, fadiga, surgiram pessoas com vômitos e diarréias.
Só uma água geladinha que vinha da grota, era aceita pelo corpo.
A dor de cabeça aumentava, ficava latejando. As juntas doendo e fogo por dentro.
O médico receitou alguns remédios e os chás caseiros também, nada adiantou, o seu corpo só debilitando.
Naquela manhã, depois de várias noites em claro, tomou uma decisão.
_ “Mulher, prepare uma cuia cheia de sal amargo com água da grota”
A mulher lá foi buscar a água, desceu com dificuldade as trilhas da fazenda encheu a cabaça e subiu o morro. Em casa procurou a cuia, pegou o vidro de sal amargo, tirou umas quatro colheres pôs junto da água.
Senhor Marciano bebeu aquela “coisa ruim”, que desceu a garganta abaixo como bombeiro apagando o fogo. Foi “tiro e queda” no outro dia o homem estava de pé na cozinha, as 5 horas, querendo o café da manhã.
Sua esposa fez logo um cafezinho, trouxe o queijo e biscoitos. O homem devorou tudo, depois daquelas férias do estômago…
As dez horas já queria o almoço. Um franguinho caipira foi abatido, o angu e o quiabo já estavam à mesa.
_ “Meu pai comeu até não poder mais, não teve mais nada, viveu o resto de seus dias sem nenhuma doença grave”, afirmou o nosso amigo Matozinho.
MANOEL AMARAL

OSVANDIR E A GRIPE SUINA (A)

Capítulo VI
O NEGÓCIO DO MEDO
“O medo é a maior das doenças,
porque paralisa o corpo e a mente.”
(Avô do Osvandir)

Osvandir acaba de receber mais um e-mail sobre a Gripe Suína (A -H1N1), repassa para que todos continuem analisando-os:

“Sabiam que o vírus da gripe das aves, foi descoberto há mais de 10 anos, no Vietnã?
Sabiam que desde então morreram apenas 100 pessoas em todo o mundo, em todos estes anos?
Sabiam que os norte-americanos foram os que alertaram sobre a eficácia do Tam… como preventivo?
Sabiam que o Tam… apenas alivia alguns sintomas da gripe comum?
Sabiam que a sua eficácia perante a gripe comum está questionada por grande parte da comunidade científica?
Sabiam que o governo brasileiro divulgou que tem estoque do remédio Tam… para atender a 9 milhões de pessoas?
Sabiam que perante um SUPOSTO vírus mutante como o H5N1, o Tam… apenas aliviará a doença?
Sabiam que quem comercializa o Tam… é o laboratório Roche (de origem Suíça, mas cuja fábrica nos EUA é uma das maiores do mundo).
Sabiam que quem comprou a patente do Tam… em 1996, foi a GILEAD SCIENCES INC.
Sabiam que o Presidente da GILEAD SCIENCES INC, hoje o seu principal acionista é DONALD RUMSFELD, ex Secretário da Defesa dos EUA.
Sabiam que a base do Tam… é o anis estrelado?
Sabiam que a ROCHE foi quem ficou com 90% da produção mundial desta planta.
Sabiam que as vendas do Tam… passaram de 254 milhões de dólares em 2004 para 1000 milhões em 2005?
Dá para imaginar quantos milhões mais, pode ganhar a ROCHE nos próximos meses, se continuar o negócio do medo?
Ou seja, o resumo da história é o seguinte: Os amigos da América decidem que um fármaco como o Tam… é a solução para uma pandemia que ainda não aconteceu.
Que este fármaco não cura nem a gripe comum.
O vírus não afeta o homem em condições normais.
Rumsfeld vende a patente do Tam… à ROCHE e esta lhe paga uma fortuna. ROCHE adquire 90% da produção do anis estrelado, base do antivírus.
Os governos de todo o mundo ameaçam com uma pandemia e compram da ROCHE quantidades absurdas do produto.
Estaremos loucos ou somos idiotas?”
Osvandir achou este texto meio estranho, mais parece uma propaganda. Verifiquem que o nome do remédio contra a gripe aparece em quase todos os parágrafos. Repetiram o dito nome por dez vezes. Não seria a lei da repetição para fins de fixação? O nome ainda estava grafado em letras maiúsculas…
Acho que somos uns idiotas, divulgando mundo afora, de blog em blog o nome do remédio. Um ótimo meio de propaganda gratuita!
Lembram de lançamento de filmes, séries (Lost)? Eles dizem que houve um vazamento de informação sobre umas cenas e patati patatá enquanto isso nós, bobos aqui, vamos divulgando aquilo tudo, o que não passa de um golpe publicitário dos produtores.

MANOEL AMARAL

OSVANDIR E A GRIPE SUINA

OSVANDIR E A CONSPIRAÇÃO
Capítulo V
A FARSA

Osvandir está sempre recebendo e-mails de amigos. Esta semana recebeu este, que repassa para apreciação de todos.

Gripe Suína – Uma Farsa?
Por defeito profissional eu gosto de números e apanhei algumas surpresas com a gripe suína. Falava-se que o número de mortos já tinha ultrapassado a centena e meia e saiu um artigo da Organização Mundial de Saúde a informar que eram 16.

Curiosamente na mesma página da NET em que eram referidos os números da OMS, continuava a insistir-se nas 156 mortes.

A verdade, não sei, mas este artigo lança algumas suspeitas…
E os negócios das farmacêuticas envolvem BILIÕES …
Basta usar um pouco a imaginação , para tirar conclusões pessoais .
Sinceramente desejo ,que o vírus seja mais fictício do que real …
Nota : Qualquer vírus da gripe, mata mesmo… !!! A probabilidade de ser mortal é que não é das mais elevadas…

Pessoal, antes de qualquer coisa, gostaria de deixar bem claro que moro na Cidade do México [sou de São Paulinho] e estou vivendo toda essa tensão sobre a suposta gripe suína. Hoje recebi um e-mail que está circulando na internet de que a gripe suína [influenza] é uma farsa.
Ou seja, esta história da gripe suína foi inventada pelos governantes dos países para desviarem atenção do povo dos problemas reais. Por isso, decidi traduzir este texto do Espanhol ao Português para que vocês leiam e tirem suas próprias conclusões. O texto oferece muitas
razões para se duvidar desta gripe.

“No dia 2 de Abril, deste ano, durante a reunião do grupo do G7, integrado por USA, Reino Unido, Canadá, Alemanha, Itália e Japão, se concluíram o seguinte: 1) a economia mundial necessitava uma mudança;

2) o FMI destinaria 500,000 milhões de dólares para ajudar às economias emergentes (países pobres dispostos a colaborar). Pois bem, os dados estavam no ar; 3) Logo veio a reunião privada do presidente Obama e Felipe Calderón [presidente do México] no dia 16 e 17 de Abril.

Coincidentemente, na sexta-feira, dia 23 de Abril, o presidente do México, Felipe Calderón, convocou uma reunião de emergência com seu gabinete, e pela noite o secretário de saúde, José Ángel Córdoba Villalobos, anunciava em cadeia nacional a aparição do vírus da influenza, e as medidas imediatas, como, por exemplo, a suspensão das aulas em todos os níveis na Cidade do México e no estado do México.

No dia 24 de Abril, o G7 declarava que a economia mundial deveria estar em marcha este ano, e que se lançariam todas as ações necessárias. Finalmente, segunda-feira, dia 27 de Abril, a empresa farmacêutica Sanofi Aventis anuncia que injetaria 100 milhões de Euros em uma nova planta de vacinas e doaria 236,000 doses ao México como apoio ao controle da influenza.

De todo o anterior, tiramos as seguintes conclusões:

1)Há 2 anos a indústria farmacêutica [Sanofi Aventis] a nível mundial tinha problemas financeiros pela baixa venta de remédios;

2) Se não se cria guerras, se cria [ou se inventa] doenças [“a economia mundial deveria se por em marcha”];

3) O México seria um perfeito trampolim para lançar a doença da influenza. Daqui [do México, é óbvio] sairiam turistas a diferentes partes do mundo. E curiosamente, os países que dizem ter doentes infectados pelo vírus da influenza, estiveram no México. E os países que estão reforçando a segurança sanitária são os países que integram o G7. Que curioso, não? O que acontecerá na semana que vem? Muito provável será a suspensão das atividades em todas as empresas da Cidade do México e em algumas outras cidades da República Mexicana. Já as aulas estão suspendidas até o dia 06 de Maio, onde o governo fará uma análise da farsa e verá [convenientemente] que siga sem aulas;

4) Pare para pensar qual é o assunto mais falado e comentado neste últimos dias: a influenza ou a crise financeira? Isto, de antemão, é um alívio para o Banco Mundial e para as bolsas do mundo.

Em outras palavras, essa história do vírus da influenza é uma farsa que os governos do mundo inventaram para desviar a atenção do povo dos problemas reais pelos quais a sociedade verdadeiramente está passando.

Vocês se lembram das histórias passadas, como, por exemplo, do chupacabras, do fim do mundo, ano 2012, Planeta X e dos óvnis?

Pois é, amigos, tudo isso foi invenção dos governos para distrair a atenção de suas populações e encobrir certas coisas para que a sociedade não se interasse.

Vemos as notícias nas TVs e vemos como as ventas das farmácias cresceram [remédios e máscaras se vende como nunca]. Imagina como devem estar rindo as pessoas [governantes] que inventaram isso ao verem as pessoas pelas ruas da Cidade do México, amedrontadas com suas máscaras. Alguém pode objetar que a Cidade do México estaria perdendo muito com estas paralisações. Não. Pois, para isso existe o fundo que destinou o FMI. Agora imagine os lucros da farmacêutica a nível mundial. Isso é algo para se pensar.

O presidente do México sempre está anunciando que tantas pessoas já morreram em decorrência da gripe suína, porém [o autor deste texto que é mexicano, se pergunta] onde estão os mortos e onde estão concentrados os doentes? Estes dados os governo mexicano não menciona.

Coloco os seguintes pontos para reflexão:

1) Se realmente é tão contagiosa essa gripe, como e onde estão as famílias dos mortos? [ninguém sabe];

2) Se a influenza suína é uma mutação do vírus original dos porcos, então o início da infecção deveria ter começado no campo não na cidade;

3) Por que não mostram alguma entrevista com algum doente contagiado?

[realmente nunca mostraram. Vi que entrevistam a familiares, dizendo que seu familiar está doente e que já está estável graças aos medicamentos; porém, se o familiar esteve em contato direto com o vírus, então, por que não fica doente ou em quarentena?] ;

4) Por que até agora não disseram o nome do antivírus que está “curando” as pessoas doentes? Alguém conhece algum doente real?

Para quem diz que Osvandir só fala besteira seria bom darem uma olhada nestes sites:
http://www.dihitt.com.br/noticia/gripe-suina–uma-teoria-da-conspiracao-explica-muita-coisa#lermais

http://rodrigoenok.blogspot.com/2009/05/gripe-suina-foi-desenvolvida-em.html

http://blogcasamata.blogspot.com/2009/04/gripe-suina-bioterrorismo-ou-acaso.html

E estes vídeos completam as teorias do Osvandir:
http://www.sintrascoopa.com.br/?p=1635

MANOEL AMARAL

OSVANDIR E A GRIPE A

OSVANDIR E A GRIPE “A” NO MÉXICO

Capitulo IV
A MUTAÇÃO
Hoje, vamos apresentar somente vídeos para vocês conhecerem mais sobre a Gripe “A”. Em especial um completo trabalho do site de Ana Luisa Cid, onde encontrarão depoimentos das primeiras pessoas atacadas pela gripe. Tem o vídeo, mas se clicar no canto inferior direito, verá o texto da mesma matéria, em espanhol.

OSVANDIR E A GRIPE ”A” NO MÉXICO

Capítulo III
PANDEMÔNIO

Pandemônio significa “confusão total”.
São aquelas situações em que cada um diz uma coisa,
todo mundo discute e parece que ninguém se entende.
O silêncio dos que desistem e se calam é
o grito de vitória de todos os demônios.
Max Gehringer

Osvandir estava já de partida do México, mas resolveu verificar se havia no noticiário alguma aparição de Discos Voadores mais recentes, naquelas regiões do País.

Numa rápida pesquisa na internet encontrou vária aparições de ufos no México nos meses de janeiro a abril de 2009, com algumas imagens bem interessantes. Vale a pena ver os vídeos a seguir:
http://colunistas.ig.com.br/area51/tag/disco-voador/

http://www.realufos.net/2009/02/ufo-mexico-feb-2009.html

http://usuariovirtual.blogspot.com/2009/02/misterio-no-mexico-ovni-com-forma.html

http://www.youtube.com/watch?v=6WeDpjYNLkQ

OSVANDIR E A GRIPE SUINA (A)

Capítulo II
O PÂNICO

“Mesmo depois de tudo que os cientistas aprenderam sobre a gripe,

desde a catastrófica pandemia ocorrida entre 1917 e 1919,
uma coisa continua a mesma: a natureza previsivelmente
imprevisível dos vírus responsáveis por ela.”

Já dizia o avô do Osvandir que o medo é o nosso pior inimigo. Mas a boataria sobre o México continua em todos os jornais do mundo, sem dó nem piedade.
Muitos desejam mesmo é o pânico, com objetivos financeiros, é claro!

O povo simples, com a D. Maria, no seu dia-a-dia, não encontra mais no mercadinho os produtos que deseja.

A internet já está explorando os incautos internautas, vendendo remédio contra a Gripe A, em sites clandestinos.

“O que se vê são pessoas assustadas lotando postos de saúde, buscando vacinas e estocando máscaras e remédios.”

“O pânico assume dimensões preocupantes e se configura uma urgência psicológica.”
“A grande maioria das pessoas, cerca de 70%, fica como que letárgica, sem reação, sem orientação.”

“O imaginário popular se contamina muito rapidamente. As pessoas acabam desenvolvendo um comportamento coletivo neurótico que não ajuda em nada”, “Comportamento exagerado de pânico e de fantasias mais catastróficas como a da humanidade ser dizimada” conforme alerta Juliana Borges.

Osvandir segue seu destino para “uma comunidade da região montanhosa do centro do México, no estado de Veracruz, é suspeita de ter gerado o surto do vírus da gripe suína que afeta todo o país, como denunciam seus habitantes e rejeitam as autoridades locais.”

E ele leu mais na internet: “O ministro da Saúde mexicano, José Ángel Córdova, considerou que não seria correto querer culpar por esses casos a comunidade de La Gloria, onde existe uma grande exploração de porcos.””No entanto, foi descoberto que outro menor contraiu o vírus da gripe suína e sobreviveu, no que seria o primeiro caso da doença no país.Segundo a empresa de consultoria americana Veratect Consulting, que realizou estudos sobre esses casos, um deles correspondia à influenza suína: o de uma criança de quatro anos chamada Edgar Hernández.” (Bol Notícias)

Vide o vídeo:

http://www.youtube.com/watch?v=_zKJUO9XCms&feature=related

A comunidade procurada por Osvandir fica localizada no Estado de Veracruz é La Gloria. Possui apenas uns 3.000 habitantes, localizada entre montanhas.

O foco principal da doença, a própria população sabe, são algumas fazendas de criação de porcos que existem na região.

O fedor se espalha por dezenas de metros da região. Deve estar tudo contaminado, o ar, a terra, os porcos, o milho, a ração, a água…

No início de março algumas crianças começaram a sentir alguns sintomas parecidos com os da gripes, é o que diz alguns moradores da região, quando foram entrevistados por Osvandir.

Algumas delas sofriam de problemas respiratórios que foram agravados com outros sintomas da gripe.

João Manuel, um dos moradores daquelas redondezas diz o seguinte:
__ Há anos somos incomodados por terríveis cheiros vindos da fazenda.

Os donos da fazenda dizem que os animais estão todos vacinados e seguem todas as regras sanitárias do município e as leis federais. Afirmam que os fiscais sanitários não encontraram nada de anormal na sua criação de porcos na sua última visita.

Até Barack Obama, o presidente dos EUA, já disse:
“it’s not a case for alarm, but it’s a case for concern”: (“não há razão para alarmes, há razão para preocupação”).

Mas o povo do mundo inteiro está alarmado e muito preocupado.

A preocupação é tanta que um Prof. João Vasconcelos Costa, Doutor e agregado em Medicina (Microbiologia), de Portugal disse que: “Os vírus hoje viajam de avião, trata-se de um tipo de vírus contra o qual há dezenas de anos que não há qualquer resistência imune, nem há vacinas rapidamente disponíveis.”

Osvandir ficou sabendo mais ainda quando leu o blog do cientista:
“Já imagino o que vai haver por aí de pânico em relação ao consumo decarne de porco! Mesmo que a gripe fosse suína, não era pela carne que se transmitiria. Mas, como chamei a atenção, “suína” é neste caso umareferência enganosa, tem a ver só com a origem. Quem a vai ter são oshumanos, não os pobres suínos.”

O site do Professor tem vários artigos sobre a gripe e num deles diz:
“Todas as grandes pandemias de gripe tiveram origem no porco, como esta (em alguns casos, como agora se esperava, na Ásia, com passagem prévia das aves para o porco): a espanhola, a asiática, a de Hong Kong.”

“O que aparece é um novo vírus humano – insisto, humano, transmissível de homem a homem – com origem no porco mas no outro lado do globo, no México. Também não é um H5N1 e por isto, como eu e muitos escrevemos na altura, era tolice investir em vacinas contra um vírus que ninguém sabia o que viria a ser – mas sim um H1N1, desaparecido da história da virologia há quase um século. Foi o tipo de vírus que causou a terrível pandemia de 1918, a espanhola, que matou mais gente na Europa do que a guerra mundial que tinha terminado pouco antes.”

É melhor todos irem direto para a página do citado Professor:
http://jvcosta.planetaclix.pt/moleskine.html#10

E bom fim de semana!

MANOEL AMARAL

FONTE DE PESQUISAS

http://g1.globo.com/Noticias/Ciencia/
http://www.jornalotempo.com.br/
http://www.uol.com.br/
http://volperine.multiply.com/
http://www.carlosbracho.com/
The Guardian e da AP
João Vasconcelos Costa ( Portugal). Peste Suína
http://jvcosta.planetaclix.pt/moleskine.html#10
Atila Lamarino, Doutorado em evolução de HIV-1.
Eliana Márcia Martins Fittipaldi TORGA, www.defesacivil.mg.gov.br
Jared Diamond – Livro: Armas, Germes e Aço – Os Destinos das Sociedades Humanas (Veja outros livros deste autor)
Reinaldo José Lopes – Globo – Pestes Animais
Arsénio de Pina – www.asemana.cv/ – Gripe A
http://realidadeoculta-novo.blogspot.com/
portal.Saude.gov.br – Muita Informação para viajanteshttp://www.vaicomtudo.com/2009/04/gripe-suina-sintomas.html -Sintomas Gripe

OSVANDIR E A GRIPE SUINA (A)

Cap. I
A PANDEMIA
Pandemia é o nome que damos para
uma epidemia generalizada
.

Osvandir foi rápido até o aeroporto de Belo Horizonte e seguiu para São Paulo, Aeroporto de Congonhas onde seguiu para o México, City, as 13,00 horas, pela American Aierlines.

Reservou passagem de volta para o dia 15 de maio, totalizando a ida e volta o valor de R$3.335,00, parcelados suavemente.

Osvandir ficou pensando na farra das passagens aéreas, aquele “festival de pilantragens que deputados e senadores vêm promovendo com o nosso dinheiro”, nas palavras de Revista Veja de 29/04/2009.

Vários deputados viajando com filhas, esposas, netas, bisnetas, avós, primos e todos os parentes mais próximos, para paises longínquos, fazendo turismo com o dinheiro do povo. Ou então pagando contas de celulares de filhos e parentes e empregados domésticos de gabinete.

Estão confundindo o público com o privado, paises como os EUA só pagam as passagens de ida e volta a suas origens, nada mais.

E o Congresso não aprova nada de importante, por isto estão no fundo do poço, brigando ao invés de legislar.

Osvandir tirou aqueles pensamentos nefastos da cabeça, já que ele mesmo teria que arcar com o pagamento das despesas de viagem e estadia nos dias que passaria no México.

Avião vasio, quase nenhum passageiro, todas as aeromoças muito solicitas, atendendo a todos a qualquer momento. Dotado de muita modernidade, que Osvandir ainda não conhecia. Vários aparelhos de TV ligados, à disposição dos passageiros. Impossível dormir na viagem. Muitos filmes, reportagens e nada sobre a Gripe Suína, agora chamada de Gripe “A”.

Aeropuerto Internacional de la Ciudad del México, Benito Juárez, já estava a vista.
Uma longa pista de pouso refletia suas luzes e sinais. Muitos aviões cruzando o espaço aéreo.

Osvandir, de repente lembrou de um avião que teve um pouso forçado em Guadalajara, com 108 passageiros, no dia 28 de abril passado, ficou preocupado.

Mas a American Aierlines, tem um bom passado, poucos acidentes e muito bem cuidada na área de revisão dos aviões, tudo parece novo.

Apenas um pássaro passou de raspão nas turbinas, mas não teve nenhuma conseqüência maior. O pouso foi tranqüilo, sem nenhum problema para os passageiros.

Na entrada dos portões, cada um recebeu uma máscara azul para se proteger contra a temida gripe e um boletim com informações.

Osvandir seguiu para a fileira de táxis, perguntou sobre hotéis, mais próximo do aeroporto.

Mostraram-lhe um guia com vários hotéis no centro da cidade. Osvandir optou por um com linhas mais modernas, porém com preços bem baixos.

O taxista foi direto para o endereço escolhido, fez um preço especial, sem nem mesmo ser solicitado. Deve ser pela falta de passageiros.

Ao descer do veículo recebeu um cartão pessoal de Manuel, o prestimoso motorista, agradeceu-lhe as gentilezas e disse que ligaria se precisasse.

Dois carregadores de malas já estavam na porta do hotel prontos para capturar mais um turista, em tempo de vacas magras.

O número do apartamento foi meio surpreendente 313. É um número que quase ninguém gosta. No entanto já nos dizia Monica Buonfiglio que “o 13 representa o recomeço, já que é o número do sistema organizado e do término. Este número é o símbolo do determinado e particular, associado à finalização (benéfica).”
E continuava:
“O número 13 está associado a Morte e é considerada uma das mais intrigantes cartas do Tarot. O número 13 é negativo e fatalista para alguns; para outros, é um número de sorte. Sugere transformação, renovação e transmutação. Esta carta não significa necessariamente uma mudança negativa. Pode estar ligada a fatos agradáveis: casamento, nascimento, viagem para outro país.”

Mas como estava num país desconhecido e devido às circunstâncias, resolveu se precaver. Nada de extravagâncias, alimentação balanceada, muita salada, menos carnes. Muito suco e água.

Nas ruas, Mexicanos da capital ,estão todos assustados com a gripe suína. O clima da Cidade afetada pela epidemia, é desolador. Muitas escolas não têm aulas, jogos de futebol e outros esportes foram cancelados. Até cinema está proibido. Nos restaurantes não se vê viva alma, tudo abandonado. Diminuíram até os beijos.

Osvandir resolveu viajar para o interior no epicentro onde gerou a primeira morte pela gripe.

E no Jornal Diário do México uma constatação da OMS:

No exportamos influenza: OMS
Ginebra.- La Organización Mundial de la Salud (OMS) reconoció ho
que no todos los casos de influenza humana que se están reportando
son “importados” de México, pues la gente viaja por todo el mundo y se
verán casos relacionados con diferentes países. ‘No creo que
todos los casos relacionados con iajes (e influenza) provengan de México,
al menos el día de hoy nos hemos enterado de un caso relacionado con viajes a
Estados Unidos’, respondió a Notimex este martes el director adjunto de la OMS,
Keiji Fukuda. Diário do México – 06/005/2009

MANOEL AMARAL
Leia os outros capítulos:

FONTE DE PESQUISAS

http://g1.globo.com/Noticias/Ciencia/
www.jornalotempo.com.br
www.uol.com.br
http://volperine.multiply.com/
João Vasconcelos Costa ( Portugal). Peste Suina
Atila Lamarino, Doutorado em evolução de HIV-1.
Eliana Márcia Martins Fittipaldi TORGA, www.defesacivil.mg.gov.br
Jared Diamond – Livro: Armas, Germes e Aço – Os Destinos das Sociedades Humanas

(Vejam outros livros deste autor)
Reinaldo José Lopes – Globo – Pestes Animais
Arsénio de Pina – www.asemana.cv/ – Gripe A

OSVANDIR & HORRY POTTER NO BRASIL

Capítulo IX
A DESPEDIDA
Todos temos luz e trevas dentro de nós.
O que nos define é o lado com o qual escolhemos agir.
Harry Potter e a Ordem da Fênix

Com a mala na mão, de novo perdidos no meio do mato, procuraram uma estrada, naquele local que tinha muita água. Deram sorte, avistaram uma rodovia asfaltada.

O primeiro carro que apareceu Osvandir pediu carona. Era uma linda mulher, que parou o carro no mesmo instante. Desconfiada, pensando ser assaltante, ela arrancou da cintura um 38, apontou para Harry e foi logo perguntando:
__ O que vocês querem?
__ Estamos procurando uma cidade qualquer, ficamos perdidos aqui no meio desta floresta, disse Osvandir.
__ Entrem, mas se tentarem qualquer coisa, podem se dar mal. Sou Delegada de uma cidadezinha aqui por perto e estou indo para Belém.
__ Está bem Doutora Delegada, não vamos tentar nada, só queremos chegar até onde você vai e tudo bem.

Osvandir deu graças à Deus de ter encontrado aquela mulher ali numa estrada de tão pouco movimento.

Acomodados num hotel em Belém, Harry e Osvandir procuraram descansar. Depois de um bom tempo, tomaram banho e desceram para almoçar.

A sugestão do dia era Tacacá, uma comida regional muito diferente, preparada com o tucupi (caldo da mandioca, previamente fervido com alho e chicória), goma (mingau feito com uma massa fina e branca, resultado da lavagem da mandioca ralada) e jambu (planta considerada afrodisíaca). É um prato originário dos índios.

Tinha arroz, feijão de vários tipos, bife a cavalo (com um ovo frito em cima), batata frita, frango ao molho pardo, peixe frito e ao molho. Uma infinidade de comida diferente da que estavam acostumados no dia a dia.

Osvandir preferiu ficar com o tradicional mesmo, comeu alguma salada, depois um pouco de feijão, arroz e peixe frito.

Já Harry, experimentou alguma coisa diferente do que conhecia e até gostou do Tacacá.
Depois do almoço, uma breve passada pelo “Ver-o-Peso” para algumas compras de pequenos presentes, a seguir, uma caminhada pelo centro, a tarde preferiram andar de barco.

No outro dia Harry resolveu não ir para o Pantanal, depois que ficou sabendo por algumas pessoas que lá também tinha muita água.

Arrumou as suas malas e resolveu partir. Ir para sua terra. Como se daria isso não sabiam.
O sinal na sua testa de HP começou a sangrar e o implante atrás da orelha esquerda de Osvandir também começou a incomodar. Um magnetismo forte começou a pairar no ar.
Harry testou a vassoura e não obteve nenhum resultado.

Osvandir procurou pelo Gerente do hotel e perguntou sobre os esportes radicais nas proximidades de Belém e ele informou que um pessoal trabalhava com balões.

Ligaram e marcaram um encontro para um voo livre sobre um determinado local.

Osvandir explicou para Harry o que pretendia fazer: levá-lo até uma certa altura de balão, onde ele poderia desfrutar por alguns minutos da paisagem, depois pela sua vassoura mágica tentaria decolar, levando alguma de sua compras. Se tudo desse certo, ele poderia voltar para casa e Osvandir poderia sentir a emoção de voar e ainda olhar a linda paisagem do local.

Entraram logo no balão e seguiram para o mais alto possível. Parece que o tempo estava ajudando, uns raios fortes estavam descendo sem no entanto atingir o balão. Um rodamoinho começou a formar-se, Osvandir disse:
__ É agora ou nunca!
E ele saiu voando em sua vassoura penetrou nas nuvens escuras e sumiu.

O chefe da equipe do balão ficou impressionado, engoliu um seco ar das alturas e disse:
__ Mas como ele fez isso?
__ Ele é um bruxo, tem poderes mágicos.
__ Só vi isso no cinema! Se contar para meus amigos nunca vão acreditar.

Osvandir desceu do balão voltou para o hotel e de lá foi para o Aeroporto Internacional de Belém, de onde partiu para sua casa.

Passado alguns dias uma linda coruja branca pousou no quintal da casa do Osvandir com alguma coisa nas patinhas.

Era uma mensagem que dizia em código:
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MANOEL AMARAL

OSVANDIR & HARRY POTTER NO BRASIL

Capítulo VII
OS PERIGOS DA FLORESTA

“O que ele mais teme é o próprio medo”.
Dumbledore – O Prisioneiro de Azkaban

Seria bem mais fácil usar o método dos bruxos da Escola da Magia para o transporte, como em O Cálice de Fogo; Harry e seus amigos estavam no alto do morro e quando colocaram as mãos naquela bota gigante (que também é conhecida comO Chave de Portal) e foram parar onde estavam realizando-se o Torneio de Quadribol, mas estamos no Brasil e os poderes de nosso herói não funcionam por aqui. Então temos que usar o avião, apesar das chuvas e dos perigos de um pouso forçado.

Os dois entraram naquele moderno avião, onde cada passageiro podia ver um filme, ouvir músicas ou simplesmente dormir, se conseguisse.

O destino seria Belém, no Estado do Pará, mas… Sempre existe um mas, o tempo fechou novamente. Não havia condições de pouso depois de longas horas de voo.

Tudo escureceu, o avião balançando, as máscaras de oxigênio foram acionadas. As aeromoças dizendo que estava tudo bem, quando não estava nada bem.

Um voo rasante sobre a floresta Amazônica, muito devastação lá em baixo. Criação de gado acabando com tudo! Índios da nação Raposa do Sol ficaram preocupados. O avião ia cair… Uma fumaça preta começou a aparecer na asa direita. Alguma coisa estava funcionando mal.

Um das turbinas despencou no meio da floresta, o avião inclinou, rodou, parafusou, o piloto fez de tudo para fazer um bom pouso, queria ser herói como aquele americano, mas ali não havia campo de aviação, só mato e água existente não oferecia condições para um pouso sem perigo para os tripulantes.

Gritaria geral. Parecia que estavam num campo de futebol em dia de decisão de campeonato. Choro por todo lado. Tudo despencando. Quando tudo parecia que ia pousar bem, o avião partiu ao meio (nada haver com Lost, aquele seriado onde ninguém entende nada) e arrastou-se por mais de cinqüenta metros.

A sorte foi que naquele voo existiam poucas pessoas, algumas cancelaram a passagem com medo da Gripe Suína (Gripe A).

Verificando os destroços, os números dos passageiros e outros detalhes, chegaram à conclusão que não havia nenhum morto. Apenas alguns com ferimentos mais grave, que foram atendidos por um médico chamado Dr. Jack.

Eram apenas 16 pessoas, incluindo o piloto e as aeromoças, todos perdidos no meio da floresta.
O Exército levou a cabo a maior operação de busca de todos os tempos, (frase linda essa) sem no entanto ter conseguido encontrar qualquer vestígio do avião.

Os passageiros e tripulação da Cinaeco 518-BR foram oficialmente declarados mortos, de acordo com as notícias da mídia oficial.

Esta afirmação parece ir contra aquilo que alguns blogs noticiavam dizendo que o avião tinha sido encontrado mas não existiam sobreviventes. No entanto, é possível que os acontecimentos tenham sido deturpados para desviar foco de outras notícias, como escândalos no Congresso, descoberta de grandes carregamentos de drogas, etc.

Outros afirmam que foram encontrados os sobreviventes e não os destroços do avião.
Existiam ainda os que diziam que eles tinham sido seqüestrados por uma tribo de índios desconhecida e que os destroços do avião foram habilmente camuflados por uma ramagem.
E diziam mais que pertences dos passageiros foram todos recolhidos e levados por tal tribo que chegaram como formiguinhas, carregando tudo para um local desconhecido.

Talvez existisse mesmo uma conspiração por parte dos poderosos, no sentido de falsear os acontecimentos com a intenção de desviar o foco das notícias.

Estaria aquele avião transportando alguma carga secreta? Ou tudo não passaria de obra de traficantes ricos, que não moram na favela e dirigem o tráfico em todo país?

No meio do mato os fatos eram totalmente diferentes. Os prisioneiros levados para uma ilha entre dois rios, onde os poderes de Harry, incrivelmente, começaram a funcionar. Ele sentia muita dor naquela cicatriz, em forma de raio, na testa.

Osvandir, que tem, também, três cicatrizes atrás da orelha esquerda, começou a passar mal. Os seus três pontinhos estavam entrando em ação como se fossem três chips mandando alguma informação para algum lugar. Ele sentia isso pela primeira vez, desde aquela abdução numa estrada que ia para São Paulo, quando viu um Disco Voador.

Aquela ilha era meio estranha, em sua praia dava para ver vários destroços de aviões, automóveis, caminhões, navios, lanças, canoas.Alguns destes objetos estavam bem velhos e outros muito recentes. Existia lá um pedaço de avião onde se lia as seguintes palavras: Tam, Tam, Tam! Não deu para Osvandir entender nada.

MANOEL AMARAL