TEM ALGUÉM AÍ QUE TEM MEDO DE PLÁGIO?

TEM ALGUÉM AÍ QUE TEM MEDO DE PLÁGIO?
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É o seguinte: se você começou a escrever, não publicou nenhum livro e já está morrendo de medo de suas ideias serem roubadas, plagiadas, é melhor não continuar como aprendiz de escritor.

Vá pescar, trabalhar em bicos e bocas. Largue a escrita para quem é audacioso. Sabe que vai ganhar pouco (10%) do valor do livro, mas mesmo assim aventura-se. Luta por um espaço no meio de tantas publicações no país.

Plágio “é a apresentação feita por alguém, como de sua própria autoria, de trabalho, obra intelectual etc. produzidos por outrem”, conforme nos ensina o Dicionário Houaiss da Língua Portuguesa. É o mesmo que furto.

No país existem plágios mais na área musical e Acadêmica.
Na literatura o último que ouvi falar foi:

1 – J. K. Rowling :
Está sendo processada por herdeiros do escritor Adrian Jacobs, que alegam que no livro Harry Potter e o cálice de fogo usou partes consideráveis do romance The adventures of willy the wizard – No. 1 Livid Land, escrito em 1987;
2 – Stephenie Meyer:
 As acusações de plágio são variadas, e vão desde a cópia de porções generosas de Nocturne de Jordan Scott, similaridades com a série Diários de Um vampiro de L. J. Smith, como a utilização de vários elementos de Night World publicados de 1996 a 1998;
Estou publicando o link abaixo que é para vocês tomarem conhecimento de outras acusações de plágio:
O custo de plagiar pode ser alto para a editora, enquanto que o de publicar com contrato é zero.
Não tenha medo, assim, de enviar sua obra para análise por editoras constituídas, que existam como empresas comerciais com endereço, CNPJ e reputação, elas não vão correr o risco de plagiar a sua obra.

Não seja bobo, Editora nenhuma correrá o risco de publicar uma obra sua sem autorização, quando é tão fácil a assinatura de contrato. Fica bem mais barato.

Não fiquem aporrinhando, na internet, fazendo perguntas idiotas sobre este assunto.

Manoel Amaral
Visite meu site comercial:
www.casadosmunicipios.com.br


MENINA DE 11 ANOS ESCREVE LIVRO

MENINA DE 11 ANOS ESCREVEU UM LIVRO
Neste dia 18 de abril quando comemoramos o Dia Nacional do Livro Infantil, resolvemos publicar a história desta valente menina:

Todos os dias, durante dois meses, em 2013, Maria Luíza, foi para o computador e escreveu o livro: A Fadinha de Tooncitynei. A capa e os desenhos são de sua autoria, todos feitos no computador, em um programinha bem antigo (Paint).


Os originais levados pelo avô, que também é escritor, para correção, ouve uma surpresa: pouca coisa a modificar ou corrigir. A linguagem parecia de gente grande.

A menina é mesmo um gênio, texto limpo, histórias convincentes.

A só falta agora publicá-lo e tudo já começou; primeiro será impresso e depois como e-book numa editora de destaque.

Quanto à edição impressa, está estudando as propostas de várias editoras, caso inédito no país. Normalmente é o autor quem vai em   busca das editoras e é rejeitado na maioria delas. Quando encontra alguma só sobre sistema de demanda e pagamento adiantado.

O livro conta a história de uma escola de fadas e as dificuldades dos alunos em aprender todos os truques para tornarem estes entes tão queridos das crianças.

Maria Luíza, esta pequena escritora, lê muito, em média dois ou três livros por semana.


–Quando você resolveu escrever o livro? – Pergunta alguém.

–Desde 2013, fim do ano, que passei todos os capítulos para o computador. 
Chegava da aula e entrava no Word para escrever. Foi uma luta diária, não podia parar, queria terminar o livro até o fim do ano e consegui. Agora meu avô está cuidando do resto. Pretendo lançá-lo no Dia das Crianças, ou antes.

E ela quer imprimir o livro, com aproximadamente 50 páginas, bem barato, de maneira que a maioria das crianças de sua escola possam adquiri-lo. 

Ela aceita doação de livros infanto-juvenis, para entrar em contato com a autora mirim: manoel.amaral@gmail.com

Manoel Amaral

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TODO AUTOR ADORA UM COMENTÁRIO
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Se você leu um texto, mas não comentou, não acrescenta nada para o crescimento do autor.

Todo escritor adora um comentário nem que seja maldoso, de que adiante você ficar curtindo, curtindo, compartilhando e esquecendo-se do mais importante que é o comentar.

Comentário atrai outros colegas que comungam a mesma ideia e além do mais podem fazer perguntas que serão esclarecidas pelos autores.

Um comentário bem feito é apreciado por todos e às vezes mais que o próprio artigo, crônica ou conto.

Um comentário poderá se transformar numa crônica ou artigo, dependo do assunto ou então servir para base para uma nova matéria.

Portanto se curtiu comente, se leu comente e se partilhou comente também!

MANOEL AMARAL

COMO PUBLICAR O SEU PRIMEIRO LIVRO

COMO PUBLICAR O SEU PRIMEIRO LIVRO


“O primeiro livro a gente nunca esquece”
Osamir, avô do Osvandir
Você ficou um ano escrevendo o seu primeiro livro, foi muito difícil. Levantava às 6h da manhã e se dedicava uma hora por dia só para escrita. Duzentas páginas de puro suor. Na sua maneira de entender, o melhor romance do mundo. O público alvo de 8 a 80 anos. Histórias verídicas que aconteceram com sua família nos últimos 50 anos.
Agora e como fazer para publicá-lo?
Cuidar da Revisão por profissional competente, não envie original para alguém da família que é professor de português. Isto é assunto para quem entende.
Ainda tem a formatação do livro, o registro dos direitos autorais, a obtenção do ISBN, capa, impressão até a divulgação e comercialização. 
Decidir sobre a capa que pode ser uma foto antiga da família ou da cidade. Pode-se contratar um desenhista ou um que já faça este serviço na área digital, não estes que fazem simples montagens de imagens. Têm editoras que desenham a capa de graça.
Este tipo de  livro será lido só pela família do escritor. Não se iluda é a mais pura verdade. Nem espere ser contratado por uma grande editora porque isto não vai acontecer. Nem precisa enviar os originais, pura perda de tempo. O tipo de seu livro não se enquadra em nenhuma delas.
Não inunde o seu livro com fotos, isto encarece a produção.
Solicite orçamento em várias gráficas ou editoras de sua cidade. Se preferir use a internet, mas tome cuidado com editoras picaretas.
Encomende inicialmente uns cinquenta exemplares, para teste. Eles vão querer te vender mil exemplares, com argumento que fica mais barato a unidade. Não caia nesta a  não ser que tenha garagem para estocar livros não vendidos.
Venda e receba antecipadamente cotas para cada um dos parentes interessados.
Se seu livro é de poesias deve tomar conhecimento que “poesia vende muito pouco no Brasil, uns 10% do total das vendas”. Um exemplo de quem vende bem nesta área: Adélia Prado.
Contos é mais ou menos o mesmo percentual. O que vende melhor é mesmo o romance.
Uma área promissora é a infanto-juvenil, mas que merece certo conhecimento do escritor. Não é só contar uma historinha e pronto.
Impresso a cores fica caríssimo. Muitas fotos ou desenhos. Poucas  páginas.
Conheço bons escritores, com livros nas melhores editoras, porém pobres. Dez por cento que pagam do direito autoral, não traz riqueza para ninguém.
Aqui só ganha dinheiro quem é conhecido no mercado: Paulo Coelho, por exemplo, que tem editora própria e batalhou muito para isso. Nada veio de graça e nem caiu do céu.
O pior de tudo que a maioria dos escritores são maus vendedores. Bom era Monteiro Lobato. Onde não existia livrarias ele colocava os livros nas farmácias e mercearias.
Todo escritor novato precisa de um empurrão: tem que ser alguém já conhecido do povo. A TV também ajuda muito: tente o Jô Soares. Vai esperar muitos anos, mas quem sabe um dia chega lá.
Pela internet, com os e-books tudo é mais fácil. Monte uma página, um site ou blog e vá colocando pequenos pensamentos no Twitter,  no Facebook ou no já velho Orkut com o seu endereço eletrônico que pode dar ótimos resultados. Envie e-mails para os amigos. Ganhar muito dinheiro pode esquecer. Dá para as despesas, o que já é ótimo.
Se conseguir destaque na internet, fatalmente será chamado pelos maiores programas e aí é só: “fazer a fama e deitar na cama”, eu disse cama e não lama. O Faustão divulga livros, mas tem muito dinheiro por trás disso, só grandes editoras.
Aqueles livros bonitos, com títulos chamativos, em destaque, que você vê nas livrarias, não duvide, eles pagam por aqueles espaços.
Participar de Antologias, Concursos Literários ou sites que aceitam textos para publicação, tudo isso é bom para divulgar o nome. Evite os que cobram taxas. Nem entre naqueles que são para profissionais. Não perca o seu tempo. Prêmio Jabuti é para escritor, não para aprendiz.
Agora meu amigo, se você já fez tudo isso e não colheu nenhum resultado, ou o livro é muito ruim ou falhou nalguma parte.
Conselho final: Crie um blog e vá publicando as suas poesias, crônicas ou contos. Pode até contar uma piadinha de vez em quando. Depois junte tudo e transforme num e-book e passe a vender aí mesmo no seu blog. Fácil não?
Se quiser visitar o meu blog:
http://osvandir.blogspot.com.br – (há seis anos na internet.)
Imagem: Banco Google

O PAPEL DO PAPEL

O PAPEL DO PAPEL
Livros

Dias desses adentrei numa livraria a procura de um livro de história, onde encontrei um texto muito interessante sobre a “Social Democracia Europeia.”
O vendedor disse-me que aquele ele não tinha, mas mostrou-me uns primorosos livros infantis. Papel couché de alto brilho, brancura e opacidade inigualáveis, foi a melhor qualidade na impressão que já vi. Fiquei encantado!
Mas como é meu costume, virei o livro e fui verificar a contracapa e como eu suspeitava: era impresso na China. Vários outros que folheei, todos eram de lá.
Quando ia xingar a Deus e todo-mundo, fiquei sabendo pelo mesmo vendedor que também a Índia, Coreia, Colômbia e Chile, estão produzindo livros didáticos para o Brasil. Quase caí de costas!
Da primeira eu já sabia há muito tempo, mas destes outros países, alguns até nossos vizinhos, eu não sabia.
O pior é que o próprio Governo participa disso encomendando livros didáticos, que são produzidos noutros países.
Ai vem o Senhor Fabio Arruda Mortara, presidente da Associação Brasileira da Indústria Gráfica (Abigraf), e diz que “as editoras foram às compras no exterior, com base no argumento de que as gráficas editoriais brasileiras não teriam condições de entregar todas as encomendas dentro dos prazos estabelecidos nos editais.” (Mas hein?)
E não acabou: Karine Pansa, da Câmara Brasileira do Livro declara:
“Gostaríamos que houvesse menos importações em todos os segmentos, não só o livreiro, para o bem do desenvolvimento do Brasil”. E acrescenta: “Sabemos que os editores estão buscando a possibilidade de impressão em outros países porque o custo Brasil é prejudicial nesse momento à produção nacional”.
Estupefato, não acreditei o que lia no Jornal Estado de São Paulo e 

o presidente do Fundo Nacional de Desenvolvimento da Educação (FNDE), José Carlos Wanderley Dias de Freitas, acrescentou:

“Se a editora vai fazer a impressão no Brasil, na China, na Europa ou na América do Sul, é um problema dela.”
Não é não Senhor Presidente, o problema é de todos nós: ficamos sem montanhas (minérios), sem matas (madeira), sem empregos (tem muitas empresas fechando as portas).
A Presidenta diz que pretende reduzir a “carga tributária” no país: “Elas (as medidas) têm por objetivo justamente assegurar, através de questões tributárias e financeiras, maior capacidade de investimento para o setor privado”. (Revista Exame)
É preciso trabalhar com cuidado, do contrário não adiantará nada, reduzirão os impostos para as empresas, mas estas continuarão cobrando os mesmos preços dos consumidores, como é muito comum por aqui.
Papel Higiênico

Se lá em cima eu quase chorei, com esta aqui eu quase morri de rir:
“O principal órgão de supervisão de qualidade da China detectou colônias de bactérias em parte do papel higiênico reciclado fabricado no país asiático e destinado à exportação, informa nesta sexta-feira a imprensa local.”
Muito cuidado na compra de papel higiênico, os chineses exportam para a Europa e Estados Unidos, mas pode estar exportando clandestinamente para o nosso pais, como fazem com brinquedos e outras bugigangas
Se o papel higiênico reciclado, lá da China está contaminado, imaginem o nosso. Será que temos fiscalização?
Todos adoram a reciclagem, vamos proteger o meio ambiente, mesmo que a nossa b(*)da fique quente!
Papel-Jornal

O Brasil produz pouco papel-jornal, não atendendo a demanda por isso tem que importar da Finlândia, da Noruega e Canadá.
Será que existe alguma grande revista brasileira que também está sendo impressa na China, Chile, Colômbia, Coreia ou Índia?
Agora mesmo estaremos lendo revistas, jornais, livros e tudo mais impressos em outros países. E o nosso papel? E nossas indústrias?
Foram todas esmagadas pelos concorrentes.
Por hoje é só. Voltarei qualquer dia desses se o nosso recanto ou o meu blog não acabar nas mãos dos chineses…
Manoel Amaral
FONTE:

http://periscopio.bligoo.com.br
Jornal Estado de São Paulo

O LIVRO IMPRESSO NÃO VAI ACABAR

“O LIVRO IMPRESSO NÃO VAI ACABAR”

“No passado, os guerreiros hábeis tornavam-se,

eles próprios, invencíveis. Depois, esperavam as

oportunidades para destruir o inimigo.”

A Arte da Guerra de Sun Tzu, 500 A.C

A COLÔNIA DIGITAL


Já fazia anos que eles estavam no espaço. Eram jovens, não conheciam o seu planeta de origem.

Tudo ali era digital. Não tinha jornais, revistas, livros impressos. Grandes telões davam as notícias do dia. Escolas adaptaram o antigo quadro negro, do planeta mãe, para enormes telas brancas que funcionavam ao toque das mãos.

O ensino também era implantado no cérebro, em chips, por blocos: geografia, história, matemática, química, biologia, línguas e ciências espaciais.

Naquela Colônia cada um fazia o seu trabalho previamente estabelecido por computadores e ninguém reclamava.

Um dia um jovem rebelde veio mostrando a todos os colegas um livrinho em papel antigo e todos da turma ficaram curiosos. Tinha muitas palavras que eles desconheciam, mas era curioso pegar aquelas páginas amareladas pelo tempo e descobrir o que continham.

O primeiro livro que conheceram chamava-se A Arte da Guerra de Sun Tzu, escrito na China há séculos. Depois apareceram livros de poesia e ninguém sabia para que serviam. Uma garotinha apaixonada foi quem descobriu: copiou um texto e enviou para o namorado. Aquilo dali para frente virou uma febre. Queriam mais e mais livros de poesias.

O fornecedor, aquele jovem rebelde, os descobrira numa velha biblioteca do planeta Terra. Como era um dos únicos que estavam sempre viajando pelo espaço, teve oportunidade de conhecer os livros em papel.

Mas o Olho Mágico, não gostara nada disso. Dizia que os livros em papel estariam disseminando ideias loucas, provocativas e contra o Regime Central. Queriam implantar outro regime de governo na Colônia.

Todos os livros recolhidos, entre eles muitos clássicos da antiguidade, foram para a fogueira eletrônica.

Os robôs que serviam de guarda ao Sistema estavam agora aparelhados para recolher todo tipo de livro impresso que encontrassem.

Para sanar este problema os espertos jovens digitalizavam a maioria dos livros que recebiam. Mas o legal mesmo, eles diziam, era ler no livro em papel. E desafiavam os robôs colocando capas coloridas que os qualificavam como produtos eletrônicos. Alguns até liam à noite para não serem surpreendidos.

A maioria dos livros já estava lançada na rede de comunicação extranet, onde todos ficavam plugados dia e noite.

Cada dia novas maneiras de ler o livro em papel era repassadas, ao pé do ouvido, para todos. Os guardas eram enganados de todas as maneiras. Até na hora das aulas eles conseguiam passar pequenas listas com textos, indicando outros livros interessantes.

Tudo estava indo muito bem, até que aquele jovem rebelde resolveu por em prática o que leu no primeiro livro que circulou na Colônia Digital: A Arte da Guerra de Sun Tzu.

Armou uma torre de livros bem na praça central e no meio daquela confusão, todos querendo apanhar o seu, foi aí que ele conseguiu desativar vários robôs.

Criou uma equipe e começaram a desmontar todos eles, não tinham armas, mas tinham inteligência e armavam emboscados para as máquinas que não sabiam raciocinar como eles.

Numa daquelas emboscadas descobriram uma grande nave espacial escondida num enorme galpão.

O jovem rebelde elaborou um plano de fuga daquela Colônia. Um grupo, muito maior do que os androides, furaram o cerco e embarcaram naquela nave. Já sabia navegar pelo espaço devido as suas experiências anteriores.

Dirigiram para o Planeta Azul, demorou dois dias, mas foram dias felizes e todos vinham com um livro nas mãos.

No planeta puderam conhecer várias bibliotecas reais e livros por todos os lados, sem o perigo de serem molestados. Ao contrário, eram incentivados a ler.

MANOEL AMARAL