OSVANDIR & HARRY POTTER NO BRASIL

Capítulo VII
OS PERIGOS DA FLORESTA

“O que ele mais teme é o próprio medo”.
Dumbledore – O Prisioneiro de Azkaban

Seria bem mais fácil usar o método dos bruxos da Escola da Magia para o transporte, como em O Cálice de Fogo; Harry e seus amigos estavam no alto do morro e quando colocaram as mãos naquela bota gigante (que também é conhecida comO Chave de Portal) e foram parar onde estavam realizando-se o Torneio de Quadribol, mas estamos no Brasil e os poderes de nosso herói não funcionam por aqui. Então temos que usar o avião, apesar das chuvas e dos perigos de um pouso forçado.

Os dois entraram naquele moderno avião, onde cada passageiro podia ver um filme, ouvir músicas ou simplesmente dormir, se conseguisse.

O destino seria Belém, no Estado do Pará, mas… Sempre existe um mas, o tempo fechou novamente. Não havia condições de pouso depois de longas horas de voo.

Tudo escureceu, o avião balançando, as máscaras de oxigênio foram acionadas. As aeromoças dizendo que estava tudo bem, quando não estava nada bem.

Um voo rasante sobre a floresta Amazônica, muito devastação lá em baixo. Criação de gado acabando com tudo! Índios da nação Raposa do Sol ficaram preocupados. O avião ia cair… Uma fumaça preta começou a aparecer na asa direita. Alguma coisa estava funcionando mal.

Um das turbinas despencou no meio da floresta, o avião inclinou, rodou, parafusou, o piloto fez de tudo para fazer um bom pouso, queria ser herói como aquele americano, mas ali não havia campo de aviação, só mato e água existente não oferecia condições para um pouso sem perigo para os tripulantes.

Gritaria geral. Parecia que estavam num campo de futebol em dia de decisão de campeonato. Choro por todo lado. Tudo despencando. Quando tudo parecia que ia pousar bem, o avião partiu ao meio (nada haver com Lost, aquele seriado onde ninguém entende nada) e arrastou-se por mais de cinqüenta metros.

A sorte foi que naquele voo existiam poucas pessoas, algumas cancelaram a passagem com medo da Gripe Suína (Gripe A).

Verificando os destroços, os números dos passageiros e outros detalhes, chegaram à conclusão que não havia nenhum morto. Apenas alguns com ferimentos mais grave, que foram atendidos por um médico chamado Dr. Jack.

Eram apenas 16 pessoas, incluindo o piloto e as aeromoças, todos perdidos no meio da floresta.
O Exército levou a cabo a maior operação de busca de todos os tempos, (frase linda essa) sem no entanto ter conseguido encontrar qualquer vestígio do avião.

Os passageiros e tripulação da Cinaeco 518-BR foram oficialmente declarados mortos, de acordo com as notícias da mídia oficial.

Esta afirmação parece ir contra aquilo que alguns blogs noticiavam dizendo que o avião tinha sido encontrado mas não existiam sobreviventes. No entanto, é possível que os acontecimentos tenham sido deturpados para desviar foco de outras notícias, como escândalos no Congresso, descoberta de grandes carregamentos de drogas, etc.

Outros afirmam que foram encontrados os sobreviventes e não os destroços do avião.
Existiam ainda os que diziam que eles tinham sido seqüestrados por uma tribo de índios desconhecida e que os destroços do avião foram habilmente camuflados por uma ramagem.
E diziam mais que pertences dos passageiros foram todos recolhidos e levados por tal tribo que chegaram como formiguinhas, carregando tudo para um local desconhecido.

Talvez existisse mesmo uma conspiração por parte dos poderosos, no sentido de falsear os acontecimentos com a intenção de desviar o foco das notícias.

Estaria aquele avião transportando alguma carga secreta? Ou tudo não passaria de obra de traficantes ricos, que não moram na favela e dirigem o tráfico em todo país?

No meio do mato os fatos eram totalmente diferentes. Os prisioneiros levados para uma ilha entre dois rios, onde os poderes de Harry, incrivelmente, começaram a funcionar. Ele sentia muita dor naquela cicatriz, em forma de raio, na testa.

Osvandir, que tem, também, três cicatrizes atrás da orelha esquerda, começou a passar mal. Os seus três pontinhos estavam entrando em ação como se fossem três chips mandando alguma informação para algum lugar. Ele sentia isso pela primeira vez, desde aquela abdução numa estrada que ia para São Paulo, quando viu um Disco Voador.

Aquela ilha era meio estranha, em sua praia dava para ver vários destroços de aviões, automóveis, caminhões, navios, lanças, canoas.Alguns destes objetos estavam bem velhos e outros muito recentes. Existia lá um pedaço de avião onde se lia as seguintes palavras: Tam, Tam, Tam! Não deu para Osvandir entender nada.

MANOEL AMARAL

OSVANDIR E A VIAGEM

Imagem Google

Uma história bem construída, é igual a um relógio, com uma porção de peças interligadas, todas as quais são necessárias para moverem umas às outras.
(AL… Zuckerman



Enquanto Osvandir gritava de dor, com um osso da costela, quebrado, aquele pequeno, lá perto do rim esquerdo e as costas toda arranhada pelas garras do urso polar, sem contar com o corte, acima da orelha esquerda, resultado de um tiro desferido pelo seu colega, que na realidade era para atingir o feroz animal; Fernando Sawyer ria muito da situação.
Arrancaram duas unhas do estranho animal, para guardar de recordação desta inesquecível aventura.
Em Cabo Canaveral a situação não estava boa para os cinco brasileiros. Sem documentos, foram conduzidos para interrogatório. Dr. Mendes solicitou a presença de algum representante da Embaixada do Brasil para acompanhar os depoimentos.
Ele já havia explicado aos policiais que estavam todos fazendo turismo, que foram assaltados e perderam malas, dinheiro e documentos. Porém esta história não estava convencendo os policiais. Com a chegada do representante de nossa embaixada, Dr. Mendes, em particular, contou-lhe apenas parte da aventura. Até porque ele não iria mesmo acreditar na verdade.
Resolvida a situação, todos foram embarcados no próximo avião para São Paulo. Dali cada um seguiu para sua casa: AL foi para sua adorada Bahia, Manoel e Fábio seguiram para Minas Gerais. ILDE resolveu permanecer alguns dias na casa de Dr. Mendes para discutirem sobre filmes de ficção, seriados LOST e JERICHO, Big Bang, física quântica, galáxias, viagens espaciais e outros assuntos de interesse dos dois. Nas horas vagas iriam montar as maquetes de foguetes e aviões acompanhado de muito vinho e licor.
Na Ilha de Bost, Osvandir e seu amigo retornaram para o acampamento da praia. Dr. Jack ao vê-los, foi logo ao encontro dos dois. Notando os ferimentos cuidou de lavá-los, colocando algumas plantas e cobrindo-os com pequenos tecidos. Deu-lhes de beber da água da fonte da cachoeirinha.
Fernando, mais disposto, contou toda a história do Portal do Tempo ao Doutor, que não queria acreditar. Ele achava que os “Outros” haviam capturados os cincos amigos do Osvandir.
À noite, foi um sacrifício enorme para nosso herói conseguir dormir. Ele ainda continuava a delirar, dizendo que via Discos Voadores, Mãe do Ouro, Sondas, Naves Espaciais e Estrelas Pulsantes. Dizia frases em aramaico, língua antiga, da época de Jesus.
De madrugada, um clarão muito forte surgiu sobre as barracas da praia. Todos assustados saíram gritando. Só Osvandir não saiu. Continuou dormindo. As aventuras do dia anterior tinham esgotado suas forças. As luzes acendiam alternadamente: azul, vermelho, verde.
Quando já estava amanhecendo as luzes se apagaram num piscar de olhos. Ninguém viu mais nada. Nem fumaça, som de motor, nada. O que seria aquilo? Helicóptero? Avião? Balão? Ninguém aventurava a dizer o que seria…
Como o espetáculo acabou, cada um seguiu o seu trabalho. O gordo Harley foi pescar. Dr. Jack saiu com Fernando para verificar o Portal do Tempo. David Felipe, seu filho Vincent e seu cão, foram caçar preás na mata. Até o Charlie Garrafinha resolveu tocar o seu violão. Kate Nat que há muito não aparecia, resolveu desfilar na praia. Alex Sayid e Papai Locke Macarroni foram consertar o aparelho de rádio que encontraram no avião.
Pedro Benjamin, mais conhecido por Bem, foi visto próximo do paredão dos Maias.
O dia estava terminando, todos estavam voltando para o acampamento. Foi Gyselle Shannon, que sempre acordava quando estava escurecendo, que notou um silêncio muito grande na barraca do Osvandir. Resolveu olhar e saiu gritando:
__ O Osvandir sumiu! Dr. Jack, Dr. Jack!
Locke chegou primeiro, analisou o local e achou tudo muito estranho. No teto da barraca havia um buraco de um metro de diâmetro, a lona estava chamuscada. A cama estava normal, mas as cobertas encontravam-se estendidas pelo chão. Sua conclusão foi a seguinte:
__ Parece que algo capturou o rapaz pelo teto. Vejam o buraco!
O que teria acontecido? Pergunta que todos queriam a resposta.
Com a chegada de Dr. Jack várias hipóteses foram aventadas. Locke falou que poderia ser aquele dinossauro T-Rex que engoliu o piloto na semana passada ou então aquela fumaça negra que anda na mata, assustando as pessoas.
Toda ilha foi vasculhada, até o paredão dos Maias foi visitado. Nada foi encontrado.
__ Ontem à noite, na hora das luzes, alguém viu alguma diferente coisa sobre a barraca? Perguntou Dr. Jack.
__ Eu vi um foco de luz branca, leitosa e muita fumaça, envolvendo a barraca do Osvandir, por volta das três horas da madrugada, disse Danielle Jaqueline, a francesa.
Todos não tiveram mais dúvidas sobre o destino do Osvandir:
__ Ele foi seqüestrado pelos “Outros” ou abduzido pelos ETs da Montanha Negra.
(Continua…) Manoel
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OSVANDIR E A BOLA PRETA

BIG BANG BOST II (BBB) – 1ª TEMPORADA

“O futuro pertence aos sonhadores” (Osvandir)

Quando todos estavam preparando-se para dormir, um barulho muito grande foi ouvido lá no meio do canavial.

Seria um monstro a sacudir aquelas matas ao redor da ilha?. Dr. Jackello, Kate, Papai Lockerroni e Charlie Garrafinha foram verificar o que era aquilo.

Andaram na mata, desceram a vala, subiram até certa altura do morro, onde havia uma fumaça preta. De início nada foi encontrado.

Assim que Osvandir pulou um pequeno riacho seco, viu ao longe um torvelinho. Correu muito e conseguiu chegar primeiro ao local.

O que viu deu para impressioná-lo: uma enorme bola preta, parecia queimada, atravessada por um cano maciço, com inscrição dos números 4, 8, 15, 16, 23 e 42 além de alguns desenhos da antiga civilização Inca. Havia uma espécie de fita isolante de uns 10 cm de largura cobrindo-a por todo lado.

Com toda precaução Osvandir mediu a radioatividade do terreno próximo e do estranho material, vindo não se sabe de onde. Achou interessante, o impacto do objeto não causou muito estrago no terreno.

Dr. Jackello disse tratar-se de um pedaço do avião, uma turbina, ao que Marcão Locke não concordou , achava que o material seria parte de um estudo secreto sobre magnetismo do Exército Americano.

Charlie Garrafinha, apelido que ganhou logo no início quando chegou a ilha porque ficou encarregado de abastecer o pessoal com água potável, informou que já tinha visto coisa parecida no meio da sucata de materiais dos “Outros”, quando esteve no seu Acampamento.

Tão logo o pessoal foi chegando, ouviram um barulho de passos no canavial. Kate assustada deu o alarme:

___Algumas pessoas vestidas de branco, com armas nas mãos, estão vindo.

Dr. Jackello agarrou Kate e sairam correndo por entre colunas de pedras e logo foi seguido pelos amigos.

Os “Outros” já vinham preparados com uma espécie de maca para o transporte da bola preta. Juntaram tudo, inclusive os pequenos fios e saíram dali com a maior rapidez.

Quando Charlie Garrafinha estava enchendo as garrafas d’ água, apareceu Michael Felipe com seu o filho Walt e o cão Vincent, que também ficaram assustados com o fumacê lá no alto da serra.

O dia já amanhecia e já haviam chegado ao seu acampamento na beira da praia, ao lado daqueles destroços do Avião Oceanic Airlines, vôo 815.

Estavam todos tomando o lanche da manhã e contando as novidades da noite anterior e o caso da estranha bola preta, de repente um avião Airbus, verde e amarelo, começou a fazer um pouso forçado no canavial… (continua)

Manoel