O FRANCÊS QUE NÃO ENTENDEU O BRASIL II e porque ele fugiu correndo…


Este adorável francês Jean chegou aqui ao Brasil, dois meses antes da maior Copa do Mundo.

Depois de andar por todo lado resolveu visitar um parque nacional, foi lá para Mato Grosso, na Chapada dos Veadeiros (êpa!), um local lindo para visitar.

Por onde se pode encontrar ainda o pau-terra-vermelho, o caju-do-cerrado, o murici, e as mandioqueiras. No meio da mata tem até pau-d’arco roxo (raro), copaíba, aroeira e tamanqueira. Muito buriti e babaçu por todos os lados.

Entre os animais que podem ser encontrados por lá: a onça pintada, o cervo-do-pantanal, o veado-campeiro, lobo guará. Tem ema, urubu-rei e o gavião real. Se der sorte pode até encontrar a anaconda gigante.

E o nosso pobre turista não tem a menor noção destas coisas, só conhece o local por fotos, cinema e TV.

Lá vai ele e mais dois colegas embrenhando-se na mata a procura de um bom lugar para acampar.

Acho que eles nem leram as placas que é proibido fumar nas áreas de visitação.

Também eles já haviam embrenhado no mato, sem guia nem nada. Acharam que poderiam seguir mata-a-dentro sem se perder.

Ali não havia sinal de celular e a noite já vinha de mansinho.

Seguiram pela trilha de Seriema, a mais curtinha, um ótimo local para banho.
Deram azar por que esta trilha é uma das menos visitadas, poucas pessoas passam por ali.

Saíram fora do indicado, a procura de um poço para refrescar do calor.
Perderam-se na floresta, pouca comida, sem sinal de celular, não conheciam o local. Anoiteceu.

De manhã os três franceses tentaram voltar, mas quanto mais andavam, não saiam do lugar e cada vez perdiam mais a noção do tempo e localização.

Uma onça pintada rosnou atrás das moitas, Jean escorregou na casca de uma fruta e caiu. O animal, que procurava outra vítima, deu um salto e conseguiu pegar um coelho selvagem.

Uma ema passou rápido, quase não foi percebida, estava a procura de alimentos como folhas, brotos, sementes, insetos e pequenas serpentes e animais.

Os três turistas foram resgatados pelo Corpo de Bombeiros, depois de várias horas perdidos naquela mata.

Manoel Amaral
www.casadosmunicipios.com.br

OSVANDIR E A QUEDA DE UFO EM MATO GROSSO

Capítulo I
Operação Prato

“Fui pressionada a convencer as pessoas atingidas pelas luzes conhecidas por chupa-chupa de que elas estavam sendo vítimas de uma alucinação coletiva e que aquilo que elas viram nunca existiu”, médica Wellaide Cecim Carvalho, Operação Prato

Osvandir estava em Cuiabá, viajaria no outro dia para Chapada dos Guimarães, palco de uma paisagem fantástica e mística.

Mas passeando pelas ruas da capital encontrou um velho senhor, parecia um militar reformado, em conversa reservada ficou sabendo que ele trabalhou na Operação Prato na década de setenta, no Estado do Pará, quando ufos atacavam as pessoas e extraiam sangue.

Alguns acham que que lá havia ufos e contato com Ets; outros já dizem que a Operação Prato foi pura enganação! Queriam que a gente pensasse que existiam naves extraterrestes, quando na realidade estavam levando os nossos minérios mais preciosos: o nióbio e o urânio!
Alex informou ao Osvandir que tudo aquilo teve início a partir da década de 70, quando se deu uma enorme onda destes objetos aéreos sobre a Amazônia. O fato despertou a curiosidade dos militares e do Governo Federal.
Naquela época ele esteve participando das operações militares na região e conhecia muito bem o “modus operandi” deles, onde e como atuavam.

Lidava com área terrestre ou nas águas. Quando acontecia qualquer fato estranho a equipe, imediatamente deslocavam-se para aquele local e tomavam as primeiras providências.

Nesta operação ficou conhecido como Alex, apelido que resolvemos conservar para o resto da história.

Capítulo II
Operação Prato Mato Grosso
Para surpresa de Osvandir disse que fazia onze anos que um disco voador caira próximo de Nova Brasilândia, cidadezinha com cerca de 6.000 habitantes, no Estado de Mato Grosso.

Relata como a população viu o fato: “Uma luz forte no céu. Um clarão e um estrondo. As pessoas em polvorosa, corriam pelas ruas da cidade.”

__ Foi na noite do dia 1º de junho de 1997, um domingo, por volta de 20 horas. Estes fatos continuam vivos na minha memória. A partir daquele dia vários repórteres e ufólogos visitavam a cidade na esperança de encontrar alguma coisa. Ela ficou conhecida em todo país, até no exterior. O caso ainda está envolto em mistério, completou Alex.

__ Como era o objeto? Perguntou Osvandir.
__ Uma luz no céu chamou a atenção. Era como uma estrela cadente, mas muito maior. A bola de fogo cruzou os céus, passando por sobre os paredões de Chapada dos Guimarães e sobre as casas da cidade. Em seguida, ouviu-se um barulho muito forte. O objeto teria caído em uma fazenda nas proximidades da Serra Azul.

Continuando a história, Alex disse “que em uma das residências, moradores revelaram que o chão tremeu e os quadros nas paredes balançaram. Não houve pânico, mas receio sobre o que poderia ter acontecido. Sem demora, aquele passou a ser o assunto preferido nas ruas estreitas da cidade.”

Todos tipos de teorias passaram a surgir. Alguns pensavam que seria um disco voador que havia acidentado naquela região.

O fato é que militares e homens de preto passaram a tomar informações de todos e pediam para a população ignorar o fato.

Até um fotógrafo que na noite de domingo, dia primeiro de junho, conseguira fotografar uma forte luz que se dirigia para a serra, teve seu filme confiscado.

Na manhã seguinte o movimento já era muito grande e esconder aquilo tudo seria difícil se não contassem com ajuda de militares americanos.

Alex conhecia muito bem como aquilo funcionava. Um aperto aqui, uma mentira dali e tudo ficava esquecido. Disseram que aquilo era um balão que havia incendiado.

A história acabou chegando a capital e uma grande quantidade de equipes de reportagem e de pesquisadores saíram à procura do tal objeto.

Em Nova Brasilândia, o povo dizia que o tal objeto caíra mesmo, próximo da serra, mas ninguém sabia precisar o local exato.

Um fazendeiro, que veio para a cidade fazer a entrega de leite informou que o objeto teria caído numa fazenda próxima da sua. Garantiu que era um disco grande e ficara bem avariado, com pedaços esparramados por todo lado e a metade enterrada, devido o impacto da queda.

Capítulo III
A Queda do Ufo

Alex informou ao Osvandir que quando chegou ao suposto local de manhã, os militares já estavam lá desde as dez horas da noite anterior.

Alguns animais foram abatidos e espalhados pela rodovia para assustar as equipes de TV. Colocaram placas informando sobre radioatividade.Prepararam muito bem o local, tudo foi recolhido, não restou nenhuma prova da queda da nave. Grandes caminhões ainda estavam ali, fechados por uma lona preta.

Sorrateiramente pode olhar um deles e viu uma quantidade enorme de pedaços metálicos. No outro caminhão menor, viu três caixas de madeira de 1,20 m de comprimento por 0,60 cm de largura.

No veículo seguinte viu dois militares, com uniforme desconhecido, tinha um emblema com um círculo azul e algumas letras de cor branca que não pode identificar devido os vidros escuros. Na parte traseira viu dois seres parecendo crianças de 8 anos, mas muito magras, boca pequena, braços longos, cabeça oval, cor marrom clara e três pequenas saliências na cabeça. Eles estavam assustados e tentavam sair do veículo.

Quando Alex ia descobrir mais alguns detalhes da operação viu alguns militares dirigindo-se para aqueles veículos e muito bem armados.

Deu meia volta e saiu daquele local, pegou seu carro que estava a alguns metros dali e voltou para cidade.

O acobertamento foi muito grande. As testemunhas ficaram assustadas e assim não queriam dar mais informações.

A notícia correu o mundo e até hoje aparecem pessoas interessadas no assunto. Os fatos foram plantados de uma maneira que todos que pesquisassem o local, não chegariam a conclusão nenhuma. Muitas pistas falsas foram distribuídas na cidade e nos terrenos próximos da queda, afirmou Alex.

Capítulo IV
Osvandir investiga a queda

Osvandir perguntou ao Alex se teria disponibilidade para viajar até aquela cidade no dia seguinte, ele disse que sim.

Saíram de Cuiabá às 7,00 horas, viajaram 190 km, na hora do almoço já estavam lá.

Osvandir fez algumas anotações sobre a cidade, almoçaram e depois de uma soneca partiram para o local da queda do disco voador.

Até que chegaram rápido, pois atualmente existe uma nova estrada de terra, mas muito boa.

Desceram do veículo e Alex foi informando onde foi o impacto e os locais onde havia possibilidade de maiores pedaços de metal.

Os militares fizeram um serviço perfeito, pegaram tudo numa limpeza geral.

De repente Osvandir viu qualquer coisa brilhando com o reflexo solar, correu e notou a ponta de uma espécie de cano curvo parecido com um “S”, tinha aproximadamente 60 cm.

Analisando melhor pode notar que tinha alguns sinais bem elaborados mas desconhecidos. Parecia um tipo de alfabeto e até quem sabe alguns números e alguns desenhos, círculos, triângulos e quadrados.

Colocou aquele material num saco e seguiu direto para Cuiabá com o seu amigo. Ao descer do carro já foi interrogado por dois senhores muito bem trajados que ali estavam à sua espera. Confiscaram o pedaço de metal.

A sorte é que Osvandir não perdeu tudo, havia anotado num pedaço de papel os símbolos que encontrara no metal. Abaixo o que restou desta aventura:


Manoel Amaral

Fonte Imagem:

ufomania.spaces.live.com

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