OSVANDIR & O DIA EM QUE A INTERNET ACABOU

Capítulo I

O RAIO AZUL

Um lindo raio azul cobriu aquele céu cheio de nuvens brancas. Tudo parou de funcionar. Os aviões pousaram em locais improvisados, apenas os pássaros permaneceram no espaço. A energia elétrica desapareceu.

As águas do mar ficaram revoltas, alguns vulcões voltaram a jorrar aquela lava, derretendo tudo a sua frente. Algumas ilhas afundaram, outras apareceram, mudando o Mapa do Mundo.

Novas Ordens foram criadas, maneiras antigas ressuscitadas. Gostos e desgostos em discussão. As cidades ficaram quase vazias. Não tinham o que fazer por ali, sem energia elétrica. Os bancos voltaram a utilizar aquelas velhas máquinas Facit de calcular, resgatadas dos museus e porões.

As máquinas de escrever Ollivetti ou Halda ficaram valorizadas. Os papéis diminuíram e muito caros. Todos os rascunhos foram aproveitados. Papel carbono, para cópias, era raro no mercado. No comércio em geral, passaram a utilizar o jornal velho para embrulhar as coisas.

As feiras de verduras se tornaram grandes feiras de troca. Tinha de tudo, até relógio de pulso movido a corda.

Os celulares eram abandonados nas mesas dos bares e serviam de brinquedos para crianças. Tinha até um jogo premiava quem atirasse o seu mais longe, no meio do brejo. Um artista plástico criou uma casa só destes aparelhos e gabinetes de computadores.

As bebidas fortes como cachaça, que não dependia da energia elétrica para a fabricação, voltaram ao mercado. O açúcar saiu da praça e entrou a rapadura no lugar. O café até ficara mais gostoso. Saíram os pães, roscas; as padarias estavam vendendo apenas biscoitos de polvilho e bolos de fubá do legítimo moinho d’água.

Aos poucos, os carros foram parando, quando acabava a gasolina.
Aqueles mais modernos, nem chegaram a funcionar, por causa dos circuitos elétricos. Estava até engraçado, os carros antigos valiam mais que os novos. Os Jipes ficaram, muito raros e caros, só os grandes fazendeiros os possuíam. Os antigos “Ferros Velhos” transformaram-se em “Ferros Novos”.

Criaram um óleo de mamona que fazia os veículos a diesel funcionarem perfeitamente, até os tratores.

Os jovens, agora sem internet, sem nada para fazer, sem shopping para visitar, foram plantar horta nos lotes vagos e acharam até divertido a nova distração. Os campos de futebol viraram currais para criação de ovelhas ou cabritos. Voltou o futebol de campinho de várzea.

Os astrônomos, ufólogos, jornalistas e outros correlatos foram plantar batatas ou fazer coisa melhor para sobreviver. Sobraram poucos cientistas, as profissões perderam o valor. Os professores estavam muito requisitados, mas o ensino era bem diferente.

(Continua, se eu sobreviver…)

Manoel Amaral

Leia mais Osvandir em: http://www.textolivre.com.br/component/comprofiler/userprofile/Manoel

UMA AVENTURA DE OSVANDIR EM VENEZA

OSVANDIR EM VENEZA


Capítulo III

O GRÃO MESTRE

É tão triste Veneza,
Quando ouço no ar,
Barcarolas que vem,
Minha dor realçar.
(Agnaldo Timóteo - É tão triste Veneza )
Ao chegar a loja maçônica Osvandir foi escoltado por um irmão-aprendiz, até uma grande sala azul, era a “sala dos passos perdidos”, nas quatro paredes tinha uma porta, contando com a porta por onde chegou. O rapaz pediu que ele esperasse ali e assim que ele, aprendiz, saísse o Osvandir deveria escolher uma das portas, abrí-la e entrar.
Assim que o rapaz partiu, Osvandir escolheu a porta que tinha no frontão o desenho de uma estrela com sete pontas, em cada uma delas o símbolo astrológico dos planetas. Começando em cima e no sentido anti-horário, o símbolo do Sol, Vênus, Mercúrio, Lua, Saturno, Júpiter e Marte.
Ao entrar pela porta foi recebido por nada mais, nada menos, que pelo o irmão Sereníssimo Grão Mestre da Fratellanza Italiana, Osvandir não podia ver o rosto do homem, pois o mesmo estava encoberto por um capuz negro, com duas pequenas aberturas para os olhos. O homem olhou para ele e perguntou por que procurava saber sobre a Guarda Negra, Osvandir então contou sobre o apuro que o seu amigo Sandi estava passando e os acontecimentos no mosteiro, e sabia que só através das informações seculares que a Guarda possuía ele conseguiria elucidar o misterioso caso.
O Sereníssimo então falou que para isso era preciso estar com a consciência desperta, adquirida através da abertura das sete chaves, onde cada etapa consistia em descobrir a chave da porta seguinte, mas que nos tempos que correm é preciso ser mais tolerante com os não iniciados e que o Osvandir poderia perguntar o que achasse necessário.
Osvandir começou perguntando sobre o livro, manual, que tinha pertencido a biblioteca do rei Salomão, o Grão Mestre olhou para ele e disse que o manual servia para montar um aparato científico que possibilitaria entender a formação do universo. Então Osvandir perguntou se isso tinha a ver com os terríveis acontecimentos dos monges do monte Etna e, se sim, de que maneira.
O homem foi até uma lousa, que ficava na parede em frente ao Osvandir, e desenhou um esquema, uma espécie de diagrama, dizendo que na época do rei Salomão foi observado um grande clarão no céu, o que os astrônomos hoje em dia chamam de uma Super Nova, e que esses mesmos cientistas calculavam que a explosão de uma supernova deveria liberar uma enorme quantidade de neutrinos.
Confuso, Osvandir, indagou o que esses tais neutrinos tinham a ver com o mosteiro? O Grão Mestre disse que na verdade o mosteiro abrigava um sofisticado detector de partículas, que existia uma antiga mina de sal nas entranhas da montanha e que o aparato científico tinha sido montado ali para detectar os neutrinos emitidos pela grande explosão inicial do universo, o Big Bang.
A quantidade de partículas capturada pode estar relacionada com questões fundamentais: O Universo teve um começo? Ele está em expansão? Um dia o Universo vai se contrair ou vai continuar se expandindo? Se ele se contrair, depois vai ter um começo de novo?

E ao que parece, pelo estado mental totalmente alterado, os monges esclareceram essas questões, e que os governantes “senhores do mundo” estavam a todo custo tentando manter em sigilo absoluto essa verdade.
Osvandir agradeceu e partiu rejuvenescido e em sua mente veio a figura de Corto Maltese, o marinheiro, e como diria ele, o personagem criado por Hugo Pratt, ” há em Veneza três lugares mágicos e secretos: um na “rua dos amores e dos amigos”, outro junto da “ponte das maravilhas” e o terceiro na “calle dei marrani”, perto de “san geremia”, no velho gueto. Quando os venesianos estão fartos das autoridades, vão até esses lugares secretos e, abrindo as portas ao fundo desses pátios, partem para sempre para universos maravilhosos e para outras histórias.”

Jose Ildefonso

UMA AVENTURA DE OSVANDIR EM VENEZA

Cap. II

A GUARDA NEGRA

“Uma nova ordem mundial vai emergir da atual crise econômica.”
Primeiro-ministro britânico, Gordon Brown
“Veneza foi o lugar aonde o homem brincou de ser Deus.”
Guto Graça

Ainda na ala de desembarque do aeroporto de Roma, Osvandir ficou sabendo que alguns voos, inclusive o seu com destino a Veneza, estavam atrasados. a ideia era de Roma seguir em um táxi-aéreo até o aeroporto de Treviso, que fica situado a 30 km da cidade de Veneza.

Uma vez em Treviso, pegaria um trem, ideia do próprio Osvandir, um romântico por natureza, cujas as partidas são em Paris e acontecem todos os dias as 20h30, na Gare de Bercy, uma estação ao sul da Catedral de Notre Dame e que, excepcionalmente nesta semana, faria parada em Treviso antes de finalmente chegar até Veneza.

Depois de muitas horas de leitura dos jornais, regadas ao legítimo capuccino e se interando das últimas notícias do terremoto que assolou a cidade de Áquila, no norte da Itália, finalmente Osvandir embarcou no táxi-aéreo, especialmente fretado para ele, com destino a Treviso.

Cansado da viagem, mas feliz por estar novamente na Veneza das antigas histórias, Veneza das ruelas, das pontes sobre os canais, Veneza da “escada louca” ou “escada turca”, onde os personagens da comunidade armeno-judaico-egípcia se reuniam a beira do poço de hera, no “pátio secreto”, ou do “arcano”. Conta a lenda, que para lá entrar era preciso abrir sete portas, e cada uma delas tinha gravado o nome de um shed, demônio da casta dos Shedim criada por Adão quando foi separado de Eva, após o seu ato de “desobediência”.

Ainda nesse estado, meio sonhando acordado, Osvandir voltou rapidamente à lucidez, em um insight, lhe veio a mente o nome Aurélia, só podia ser isso, o nome da proprietária da coleção de livros raros era uma alusão a outra Aurélia, a borboleta, a guardiã da sabedoria gnóstica, que oferecia seu saber a cada um que o desejasse em milhares de reflexos coloridos.

Osvandir pegou o celular e ligou para o seu amigo Sandi, o jovem médico que estava sendo perseguido, dia e noite, por um mercenário na tentativa de silenciar qualquer informação a respeito da estranha doença que vinha atacando os monges do monte Etna. A ligação estava muito ruim, mas Osvandir conseguiu que o amigo, que era nascido na cidade de Toledo, Espanha, se lembrasse das maravilhosas histórias que os mais velhos contavam em sua infância, em uma delas estava a chave que explicava a loucura dos monges.

Agora mais tranquilo, Osvandir resolveu aproveitar e tomar um banho na banheira relaxante do hotel. Pediu uma garrafa de vinho e em sua mente, como em um filme antigo, surgia as palavras proféticas: na vida dos homens que querem saber há sempre as sete portas secretas. Osvandir sabia que a manhã seguinte seria de muito trabalho e aproveitou o bom vinho em seu banho regado a sais e água morna.

Logo ao alvorecer procurou uma R.:L.:Hermes, ou como são mais comumente chamadas, loja maçônica, precisava obter mais informações da lendária Guarda Negra que a séculos pertence á Maçonaria e que anteriormente pertencia a uma ordem monástica militar, a dos Templários.

Começava aí a explicação que o seu perseguido amigo Sandi tanto procurava.

Jose Ildefonso

Postado por OSVANDIR às 4/09/2009 09:26:00 AM 1 comentários



Capítulo I

NOVA ORDEM MUNDIAL
“A Nova Ordem Mundial tornou-se inevitável”

Arthur Compton
(Adaptação)

O Osvandir acordou com a campainha do telefone celular. Meio sonolento olhou para o relógio no pulso esquerdo, eram quatro horas da manhã. Sentou-se na pequena cama de campanha rapidamente e atendeu o chamado.A voz do outro lado só disse duas palavras “Força Omega”.

Osvandir desligou o celular, caminhou até o caixote, que servia de armário, onde estava uma pasta de couro de camelo, abriu-a e apanhou o envelope azul. Olhou bem, o papel estava um tanto quanto amassado, e então abriu o envelope com cuidado.

A ordem era bem clara: Parta imediatamente para Veneza e se junte à Força Omega.Durante o longo voo ele foi repassando o objetivo da importante missão que ele fora convocado, seguir a pista de uma rara e valiosa coleção antiga de livros científicos, todos vindos de uma mesma e singular biblioteca, tão misteriosa que o especialista do grupo especial Pepe, o Sábio, viajara antes na tentativa de evitar que uma organização criminosa arrematasse os livros.

Porém, o assassinato da dona da coleção, a enigmática Aurélia, e um inexplicável incêndio onde os livros se encontravam guardados até a hora do leilão, acarreta a precipitação da operação que o Osvandir agora integra.

Ao chegar em Roma, Osvandir, logo descobre que há uma insidiosa intriga envolvendo um livro, na verdade um manual, que pertenceu ao Rei Salomão, mergulhando em um mistério que já vem do tempo dos Templários e envolve práticas sigilosas, levadas a cabo em um laboratório alquímico, atualmente abandonado e soterrado nas entranhas de uma montanha em Adis-Abeba, na Etiópia.

Enquanto isso, em outra parte do país, uma doença desconhecida coloca um remoto mosteiro erguido nas alturas do monte Etna em polvorosa: os monges se tornam psicóticos e assassinos canibais.

Um jovem médico toledano, Justino Sandi, é chamado pelas autoridades do país e, ao chegar ao local, torna-se alvo de um assassino mercenário a mando de forças clandestinas que pretendem silenciar o assunto do mosteiro a todo o custo.

O único aliado de Sandi é o líder da Força Omega, nada mais nada menos que o Osvandir. Como chefe da força de operações especiais ele tinha recebido um prêmio pela última missão cumprida, e por isso estava de férias escalando o Everest, o telefonema inesperado tinha pego-o no pequeno alojamento do refúgio dos alpinistas.

E agora está nas mãos dele salvar o amigo médico, Sandi, enquanto a Força Omega procura desmascarar a trama que há vários séculos procura destruir a atual Nova Ordem Mundial e alterar o destino da humanidade para sempre.

Ildefonso Souza

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OSVANDIR E A CRISE MUNDIAL

“O fim do mundo começou…” Avô do Osvandir

Estamos no ano de 2012, um grande planeta aproxima-se da terra. Isto fora previsto há uns 30 anos atrás, mas ninguém dera ouvidos para o fato. Não tomaram medidas para alterar o curso do astro.

A lua saiu da sua rota, o cataclismo alterou os pólos da terra, O pólo Norte estava em outro lugar, grande choque na crosta terrestre. As calotas polares derreteram e aumentou o nível das águas do mar. As cidades litorâneas desapareceram. Minas Gerais virou mar, lindas praias apareceram por todo lado, crianças inocentes brincando na praia, alheias aos acontecimentos.

Vários eventos acontecendo: bolas de fogo caindo por toda parte, sol soltando labaredas de milhares de quilômetros, clima insuportável.
Ninguém saberia dizer se faria sol ou chuva. Chuva de granizo por todos os cantos da terra.

Os vulcões, gêiseres, maremotos e terremotos agitavam os continentes.
Até vulcão extinto voltou a soltar fumaça de quilômetros e lava correndo para o mar.

Na China, Japão e em toda Ásia não passava um dia sem um terremoto. A população em polvorosa, um desastre difícil de narrar. Ondas gigantes destruindo cidades inteiras, milhares de mortos por todos os lados.

A crise financeira mundial viu bancos quebrando, empresas falindo, comércio retraindo e empregos sumindo. O Dólar e o Euro sofriam desvalorização diária. Os países ricos, de repente se tornaram pobres. Por incrível que pareça o Real continuava como a única moeda estável. O emprego moderno desapareceu, muitos voltaram para a zona rural, praticando aqueles trabalhos de seus avós.

O Presidente que daria solução para o mundo, não estava agüentando tantos problemas.

As doenças chegaram em todos os países, cada vez mais fortes. Gripes desconhecidas, sarampo, febre, alergia, AIDS, vaca louca, um vírus novo, criado na internet atacava quem ficava muito tempo no teclado e uma série de males para atormentar o povo, já quase sem esperança.

A mudança climática já se fazia notar em toda parte. Bactérias causando temporais de chuva ácida espalhando o terror pelo planeta.

Na África grandes incêndios queimando milhares de quilômetros quadrados, deixando para trás um calor arrasador e um chão completamente limpo, sem nenhuma vegetação, só cinzas. Centenas de pessoas desaparecidas e animais completamente torrados.

Na América do Sul grande perda com a produção agropecuária ameaçada pela seca mais grave dos últimos 50 anos, cujo prejuízo chegou a bilhões de dólares, causando conflito entre produtores e Governo. O que sobrou, veio a chuva e levou.

Intensa onda de calor que atingiu a Ásia e a Austrália, provocando caos total, deixando sem eletricidade milhões de pessoas, afetando a circulação dos trens e o trânsito em geral.

Grande parte do mundo já sentia as conseqüências da falta de água doce. A Amazônia já estava suprindo o resto do mundo. Navios de vários países vinham aqui buscar água.

A internent virou um mundo a parte. Os spans enchiam as caixas dos internautas e ninguém sabia de onde vinham, aquilo virara um inferno, tudo cruzando na tela do computador. Os atuais foram engolidos por outros softs maiores e melhores, dos próprios governos. Cada qual queria alcançar o internauta primeiro. A era do “olho que tudo vê” havia chegado. Chegamos a tal ponto que tudo girava em torno do computador. Todos recebiam uma senha e começava pelo número 666.

A guerra agora era praticada na rede. Não precisava de exército, tanques, soldados e nem canhão. Os hackrs mandavam foguetes para onde queriam, uma espécie de Guerra do Golfo, ampliada, alcançando o mundo inteiro. Era um Apocalipse Total!

As grandes agências mundiais de espionagem não precisavam mais viajar, pesquisar, estava tudo na internet para quem quisesse ver.

Um brasileiro de 14 anos, inventou um simples programinha que engoliu os grandes softwares financeiros. Ele tinha a capacidade de retirar de cada banco e cada conta bancária um valor predeterminado e transferir para outras contas indicadas. O menino ficou bilionário.

As grandes profecias dos Maias sobre o ano de 2012, Nostradamus e dos Profetas Bíblicos se cumpriram. A terra estava um verdadeiro inferno, um Juízo Final!

No meio de tanta desgraça, Osvandir resolveu consultar um Profeta do Cerrado de Mato Grosso. Pegou o carro elétrico, pois não existia mais gasolina como combustível, seguiu para uma pequena cidade do interior e lá estava o Profeta falando para o povo.

Aguardou até que ele terminasse o discurso e foi perguntar-lhe o que seria do mundo.
__ Quando teremos uma pausa de tanto sofrimento pelo mundo?
__ Haverá uma reunião para a Nova Ordem Mundial entre os grandes líderes e aí aparecerá o Grande Irmão (Big Brother), um fato novo será anunciado e todos os povos terão paz.
__ Mas quem é este Grande Irmão?
__ Ele não é deste mundo. Ele virá para trazer a tranqüilidade para o povo.

Osvandir saiu dali pensando: seria o Grande Irmão um ET? Foi consultar no computador mais próximo. Clicou no buscador e lá saiu: O “Grande Irmão” (ou “Irmão Mais Velho”, em inglês: “Big Brother”) é um personagem fictício no romance 1984 de George Orwell.

Não satisfeito pesquisou em vários sites e chegou a conclusão que o Grande Irmão era o Google, que tem os dados de todas as pessoas do mundo e sabe o que todos querem comprar ou vender, namorar, casar ou enrolar. Sabe de tudo da vida de cada cidadão.

De repente, quando estava chegando a esta conclusão conclusiva, sentiu uma coisa pesada cair em sua testa. Assustou-se. Acordou.

Estava debaixo de um pé de jaca, próximo de uma igreja, no interior de Minas, onde pesquisava o aparecimento de um estranho Disco Voador em formato retangular, que aparecera em um canavial.

Por via das dúvidas levantou-se, entrou na igreja e foi rezar.

Manoel Amaral