LIVROS MAIS VENDIDOS

LIVROS MAIS VENDIDOS NO SENADO E NA CÂMARA FEDERAL

Neste mês apuramos que os livros mais vendidos no Senado e Câmara foram os seguintes:
Como Você era antes de mim
O Que Tem Nas Geladeiras Senado?
Por Que Fizeram O Que Fizeram?

O Diário de Helena 


O Deputado No Trem


Felicidade está morrendo


Fator de Enriquecimento ilícito
O Orfanato sem Verbas Federais
Tá Gravando?
O seu Anjo da Guarda
Lava Rápido
Depois de Você só eu
O Homem Mais Inteligente da Câmara
Eduardo Cunha
Democracia & Demonologia
Vamos todos pra Ruah
A Batalha da Delação Premiada

Cidade dos Eternos Conflitos


Verdades e Mentiras, Proprinas e Delação

 

A Espiã do Senado


Osvandir e o Grampo Misterioso

ABRIL VERMELHO – FINAL

ABRIL VERMELHO IV – FINAL



Abril começou quente, muito vermelho e terminou branco muito frio. 
Temperatura abaixo de zero, tanto na política como no tempo mesmo. Um friozinho passando pelo nariz e correndo a espinha.

Os hospitais estão cheios, como sempre, Rinite atacando aos mais fracos: crianças e velhos.

Os Deputados votaram contra a Presidenta, foi um banho de democracia. Disseram muita bobagem.

E o termo de posse de Lula como Ministro da Casa Civil não deu muito certo. Era uma maneira de se livrar da prisão. A nomeação que não houve gerou revolta em todo país. Uma faixa: Lula chefe da quadrilha, cadeia nele!

A bolsa sobe e o dólar cai. A bolsa cai e o dólar sobe.

Alguns líderes acham que o governo já acabou.

Só faltava essa: caxumba na cadeia no complexo da papuda.

E aquela manchete no jornal de São Paulo: Vagina contra o vírus do Zika.

Aqui também tem “terror como instrumento político.”
Samarco continua um “mar de lama”.

Ciclovia desaba no Rio e mata dois. Gestores culpam ressaca. Deve ser ressaca dos engenheiros.

Sérgio Moro ente os 100 mais influentes do mundo. (Revista Time).

E Dilma foi para os EUA, mas não denunciou golpe e nem conspiração.

No “apagar das luzes” a presidenta nomeia quatro novos ministros, comparece a inaugurações de obras e distribui terras na Reforma Agrária.

Neste final do mês o site da Anatel ficou fora do ar. Retaliação contra limite na internet.

E TEMER já prepara o seu governo, nada a temer.

www.casadosmunicipios.com.br



Osvandir sobre Manoel Amaral


Osvandir sobre Manoel Amaral
Escrito por: Guilherme Maia Amaral
Letícia Maia Amaral
Maria Luíza Santos Amaral
Terezinha Cleusa Maia Amaral
(Em ordem alfabética para não dar briga ;] )
Vim aqui hoje para falar sobre um grande camarada. Assim como eu, ele adora ufologia. Acorda de manhã, lê o jornal do dia e vai para o computador escrever. Muito sábio esse jovem, é até membro da Academia Divinopolitana de Letras e já escreveu vários livros. Meio impaciente, às vezes – na verdade, muitas vezes -, mas muito engraçado. Inventa os melhores apelidos para as mulheres da casa, como Ratinha Bobinha, Bebé, Joana… É muito orgulhoso de sua netinha, de 11 anos, escritora. Orgulha-se também de sua linda filha de 18 e dos seus três meninos de – mais ou menos – 30 anos bem vividos. Ama sua esposa e adora bater um papo com sua inteligente nora. Os colegas de sua filha acham que ele tem a cara feia, que é bravo, mas quando o conhecem o adoram.
Ele é um cara maneiro, gosto dele para caramba. Assiste séries e filmes com seu filho e explica, caso ele não entenda algo. O cara manja de qualquer assunto. Sempre que pode ajuda seus filhos, mesmo que o assunto não seja dinheiro (risos).
E esse cara é tão foda que tem até um personagem dos Simpsons em homenagem a ele – a única diferença é que ele não é careca:

Mas voltando ao assunto, ele é tão foda que consegue fazer amizades com pessoas que estão ao lado dele, em qualquer lugar. Ele é muito inteligente e tem resposta para quase tudo (porque ninguém é perfeito, né?!). Mas para o texto não ficar maior do que já está…
Esse parceiro é o Manoel. Parabéns! Desejo-lhe tudo de bom nesse dia. Que tenha muita paz, saúde, muitos anos de vida e que continue sempre escrevendo suas histórias criativas. Espero que fique muitos anos por aqui para compartilharmos grandes momentos juntos ainda.
Grande abraço, 
Osvandir.

BACALHAU COM BATATINHA

BACALHAU COM BATATINHA
Imagem Google
“Batatinha quando nasce
Se esparrama pelo chão…”
Ela era uma jovem Colombiana, de 22 anos, da cidade de Honda, sentindo fortes dores no abdômen, foi internada no hospital do centro da cidade.
Uma equipe médica que a atendeu ficou assustada ao examinar suas partes íntimas: havia um grelo de batatinha querendo sair a qualquer custo.
Interrogada ela informou que colocou a batatinha lá dentro por orientação de sua mãe. Era um novo método contraceptivo.
“Minha mãe disse que, se eu não quisesse ficar grávida, deveria colocar a batata lá e eu acreditei.”
A batata ficou lá por duas semanas, tempo suficiente para germinar. Encontrou um lugar úmido, escuro e bem aconchegante.
A batata tinha germinado e estavam crescendo raízes dentro do corpo da jovem, daí as dores.
O vegetal foi retirado sem nenhuma complicação segundo informou o International Business Times.
Isto serve de alerta para todos que vivem enfiando tudo em qualquer buraco e também para as mães para que orientem melhor as suas filhas sobre educação sexual.
Moral: Se não aprender em casa vai ficar sabendo pelo Facebook, o que é muito pior.

Manoel Amaral

A ONÇA COR-DE-ROSA

A ONÇA COR-DE-ROSA

Imagem Google

A onça cor-de-rosa, criada em laboratório experimentalmente, está atuando bem no ambiente em que foi colocada.

A ideia foi de Clos, aquele francês que veio assistir a Copa das Copas, mas acabou encantando-se tanto com este país que saiu com o Osvandir por aí, em busca de aventuras.

Como ele é neto do Inspetor Jacques Clouseau, aquele da Pantera Cor-de-Rosa, achou que a onça da mesma cor, talvez resolvesse os problemas dos fazendeiros e os Javaporcos.

Pegaram o sêmen de um macho da pantera norte-americana, muito esperto e cruzaram com nossa onça do Pantanal. O resultado foi muito bom, derivou-se um animal com o peito rosado que estava liquidando os malditos javaporcos da região.

Assim sendo foram produzidos em laboratórios vários filhotes que vão liquidar o assunto.

–E por falar nisso o nosso herói resolveu ir para o Pantanal.
–Ver o jogo?  
–Não, fotografar os jacarés.

Osvandir acompanhou Clos nesta aventura. Acho que foi uma desventura só.

Em cada parada era uma confusão. Chegando ao primeiro bar na beira da estrada ele queria uma coisa e saía outra. Foi muito difícil saber o que ele queria. Acabou comendo um bolinho de mandioca muito apimentado, pensando que seria um produto similar ao de sua terra.

O recurso foi usar o tablet para fazer algumas traduções. O Smartphone também ajudou, mas tinha hora que aprontava uma confusão danada.

Foi fotografando tudo que encontrava pela frente e ainda estava colocando no Facebook. Mandando para seus amigos, lá da França.

Num dos rios em que navegaram havia piranhas, aquele peixe devorador e que nada em grupo.

Quando vão atravessar a boiada num rio cheio desses peixes, levam um boi doente e jogam na água. Enquanto elas devoram o animal, os outros atravessam o rio, é o Boi de piranha.

No Pantanal existem muitos jacarés e pássaros. O jaburu é um deles que reina naquela região.

O barco carregado de mantimentos leva os dois pescadores de araque para o local de acampamento.

De repente esbarra numa pedra, Osvandir e Clos caem na água, do outro lado da margem vários jacarés entram no rio para atacar os dois intrépidos passageiros.

O rapaz que dirigia o barco deu vários tiros nos répteis, informou que alguns atingem mais de 6 metros de comprimento e 300 quilos.

Disse ainda que: “–É um animal carnívoro, se alimenta de quase todos os animais da floresta, desde peixes até aves e mamíferos. Alimentam-se inclusive de piranhas.”

“–Tem um couro muito cobiçado, é uma carne saborosa, apreciada por muitos moradores da região. Por isso estÁ na lista de animais ameaçados de Extinção.” 

Saindo do Pantanal os dois foram para um Hotel, em Belo Horizonte, onde tomaram conhecimento da descoberta de uma diamante cor-de-rosa.

Manoel Amaral
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O GOLPE DOS CARTÕES DE CRÉDITO



Ligo a TV e o Programa anunciava: Presa Quadrilha que usava cartão de crédito para gerar ponto que poderiam ser convertidos em passagens aéreas, diárias de hotel e outros benefícios.
Ai pensei: – Mas isso não é crime, está no contrato dos cartões de crédito – mas o programa foi desenrolando tudo e chegou onde estava a criminalidade.
Eles rodaram o mundo, uma família composta por quinze pessoas, conheceram a França, Suíça, Estados Unidos e muitos outros países.
Em três anos eles viveram um sonho que todos desejariam viver, Num ano torraram  R$39, milhões de reais.
Quem bolou o golpe foi um jovem de apenas 27 anos, técnico em informática, por sinal uma armação cheia de criatividade.
Teriam descoberto como multiplicar suas milhas aéreas.  O golpe era muito melhor do que estas histórias de cinema, eles vendiam e compravam deles mesmos, gerando pontos em centenas de cartões de crédito.
Forjavam gastos para poder usar cartões de crédito e, assim, criar milhas numa cascata. Uma viagem gerava gastos e assim os gastos criavam mais pontos nos cartões.
Haviam descoberto o “moto contínuo” nos preciosos Cartões de Crédito. Os bancos e as empresas dos cartões não estão nem aí para as despesas, quanto mais melhor. Os juros são altíssimos, daí pode surgir e prosperar estes golpes.
Usaram uma maneira simples de burlar todo mundo: emitindo boletos bancários falsos em que muitas vezes o pagador e o credor eram a mesma pessoa.
Como eram 15, poderiam emitir muitos boletos por mês e ninguém suspeitava de nada e isso tudo poderia ser convertidos em passagens aéreas, diárias de hotel e milhares de benefícios.
Tudo isso acontecendo numa rua pacata do Rio de Janeiro, onde foi planejado um dos maiores golpes com Cartões de Crédito.
Inventavam gastos irreais no cartão de crédito e criavam milhas.
Todos os boletos eram pagos com cartões de crédito, gerando mais e mais pontos para aquela família feliz que ficava viajando o ano inteiro, sem contar a casa cheia de objetos que compravam usando os pontinhos acumulados.
O dinheiro fazia um zig-zag entrando numa conta e saindo noutra da família, nunca deixando de gerar algumas milhas, para as próximas viagens. Trocavam estas milhas por passagens aéreas e estavam ganhando dinheiro negociando até com as agências de Turismo.
Foi aí que entrou em ação a PF e Ministério da Fazenda, investigando algumas contas que não fechavam. Colheram provas e um vasto arsenal de cartões de créditos, boletos bancários, passagens aéreas, notas fiscais e muitos documentos bancários.
E eu aqui pensando nos meus magros pontinhos, que nunca deram nem para uma passagem para o meu adorado Portugal.  Terra dos vinhos, dos azeites, dos azulejos azul e branco, dos pasteis doces e dos doces-doces das confeitarias.
Nem pensei em Lisboa, mas uma cidadezinha do interior, daquelas com menos de 10 mil habitantes; já estava bom.
Mas pobre é, e sempre será pobre.
Manoel Amaral

PALAVRAS ASSASSINAS

O PODER DA PALAVRA ESCRITA
 Imagem Google
O jogo não dera certo, de repente a seleção contrária disparou a fazer gols e ninguém a segurava.
Foi uma decepção, veio o primeiro, o segundo, o terceiro, o quarto e assim até o nono.
Ninguém sabia o que tinha acontecido. O goleiro estava pasmo, nem ele acreditava.
Aquele campeonato tinha ido por água abaixo e muito rápido.
Nada adiantou os treinos, as massagens, as corridas, as palestras de ânimos e a fala da psicóloga, sem contar os médicos de plantão.
O capitão não sabia onde enfiar a cara, o treinador apresentou a sua demissão.
A torcida, da euforia passou a histeria, queria estrangular qualquer um para cristo.
Foi aí que começaram a surgir boatos na internet, mais especificamente no Twitter e no Facebook.
Alguém tinha adentrado no estádio antes do jogo e colocado qualquer coisa na água dos jogadores, um comprimido calmante.
Então era isso, quem tomou daquela água antes, durante e após o jogo foi ficando com o corpo mole, pedindo cama.
Estava estabelecida a época da caça, sem mais nem menos apareceu no Facebook um cara suspeito.
As câmeras espalhadas pela entrada do estádio e internamente não registraram coisa nenhuma de anormal. Mas espera aí, ali estava o suspeito, roupa preta, era um ninja.
Logo apareceu o seu primeiro retrato falado. E todos foram “à caça das bruxas.” Voltamos à Idade Média!
Com um pedaço de pau numa mão e na outra aquela foto borrada, que poderia ser qualquer pessoa.
Começaram no entorno do estádio, olharam num bar, entraram no comércio local e nada!
Estava escurecendo. O estádio quase fechando as portas. Eureca! Ali estava o homem. Era o Zelador, o seu nome? Ninguém sabia.
Começaram a espancá-lo e o caso virou manchete de todos os jornais da região, do país e até do exterior.
Foi encontrado por um passante, ensanguentado, quase morto internado num posto de saúde municipal, daqueles que não tem nada, nem esparadrapo, muito menos médico de plantão.
O povo ficou na dúvida: seria aquele mesmo o homem culpado?
Também nada ficou comprovado sobre o calmante na água.
Ninguém perguntou pela família do pobre homem que faleceu ali naquelas macas sujas de sangue seco, velho, de outros pacientes.
Tudo começou com umas palavras assassinas jogadas maldosamente nas mídias sociais e absorvidas avidamente pelo povão que gosta de ver o sangue correr.
Manoel Amaral

JAVAPORCO, A FERA

OSVANDIR E CLOS NA COPA DO MUNDO

Imagem Google

A Viagem de Clos

Jean Clouseau, o neto do Inspetor Jacques Clouseau, aquele da Pantera Cor-de-Rosa, acabara de chegar e mal desfizera as malas, um fato levou Osvandir e o recém-chegado amigo, para o Sul do país.

É que muitos fazendeiros estavam sendo atacados por uma fera diferente. Era meio javali e meio porco, o javaporco, uma nova espécie gerada por cientistas brasileiros, para produção de carne exótica. O javaporco — resultado do cruzamento do javali selvagem com o porco caipira.

Acontece que esta fera saiu muito “pior que a encomenda”. Os fazendeiros já estavam sofrendo grandes prejuízos em suas plantações de soja, milho e feijão, produzidas pelo Agronegócio.

Quando os lucros foram diminuindo devido aos constantes ataques, os fazendeiros pressionaram os sindicatos e estes os governos municipais, estaduais e a área federal do meio ambiente.

Na viagem Osvandir mostrava para Clos uma reportagem que viu pela internet:

A Maldição dos javaporcos aflige cidades da região

O javaporco é um animal selvagem que pesa aproximadamente 200 quilos.
Ele é o resultado de cruzamento em laboratório com o porco caipira. Comem de tudo: pomares, mandioca, soja, feijão, milho, hortas, adubo.

Os bandos quebram cercas comuns e elétricas, estouram arame farpado, mastigam canos que levam água para as comunidades e ainda pisoteiam nascentes de córregos.

Produtores dos Estados do Rio Grande do Sul, Paraná, Santa Catarina e São Paulo já estão sofrendo as consequências dos estragos dos Javaporcos.

Em francês eles são conhecidos como sangliers, conforme informou Clos.

Estão invadindo tudo e vindo do Sul para o Centro-Oeste. Não tem como detê-los. São fortes, grandes e amedrontam os outros animais.

Se encontram pelo caminho, porcas de rebanhos domésticos, as engravidam gerando filhotes de raça selvagem. Percorrem todas as plantações, livremente, pois não encontram ninguém e nem predadores para detê-los.

Os produtores e agricultores acham que a situação está fora de controle.

Como são animais fortes, rápidos e muito astutos; armadilhas, rojões e espantalhos já não os assustam mais. Passam por uma fazenda deixando um rastro com as lavouras destruídas.

Além do mais, eles provocam a aceleração do processo de erosão do solo e pisoteiam as nascentes, comendo capins e brotos de árvores.

A onça pintada é a predadora que consegue deter os javaporcos adultos, mas muitos destes animais também podem destruir o controle, passando a atacar os bezerros, cabras e ovelhas.

O javaporcos comem insetos, ovos, ataca pequenos animais e destrói tudo que vê pela frente. Sobrevivem até as queimadas, nem tem medo de cães e sabem nadar e atravessam qualquer obstáculo.

Com o passar do tempo os fazendeiros vem notando que os bichos estão com as presas cada vez maiores, atingindo a dez centímetros.

Entram nos depósitos e silos comendo sementes, não perdoando nem o adubo por causa do sal. Devoram minhocas como sobremesa.

Numa fazenda no interior do Paraná atacaram as plantações e comeram mais de mil sacos de milho que já estavam na época de colheita.

Onde existe irrigação eles arrancam os canos e destroem todo sistema de captação de água.

Quando Osvandir e Clos chegaram numa fazenda lá no Sul, um bicho escapou de uma armadilha e com  um grande salto, passando por cima dos dois, pulando quase dois metros de altura.

O perigo é que os caçadores da região acabam errando a pontaria, matando outros animais dos fazendeiros.

Cada fêmea é capaz de parir de cinco a dez porquinhos selvagens.
Osvandir ficou mais assustado do que gente que caça onça, Clos ficou paralisado tentando achar uma solução, até que Osvandir olhou para Clos. Esse olhar bem conhecido é sinal de ideias.

Os javaporcos correram em direção dos dois, mas Osvandir subiu bem depressa numa árvore e Clos foi junto. Já que javaporco não consegue subir em árvores, os animais  afastavam a certa distância depois corriam de volta com cabeça baixa para acertar na árvore querendo derrubá-la. 

Osvandir e Clos custaram a safar-se dessa, o recurso foi correr bastante e chegar até a sede da fazenda de Joca.

A solução apontada por Osvandir e Clos foram as seguintes:

1 – Por lei o abate de animais nocivos não é crime, contratar então equipes bem treinadas para matá-los aproveitando-se a carne.

2 – Criação em cativeiro de onça pintada para caçar os javaporcos, com controle por chips instalados por pessoas habilitadas.

3 – Incentivo a Restaurantes para trabalharem com carne exótica de javaporco.

Maria Luíza e Manoel Amaral

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11 DICAS PARA SOBREVIVER NA INTERNET

11 DICAS PARA SOBREVIVÊNCIA NA INTERNET

Imagem Google

1 – A principal, verifique a procedência. Não fique postando textos ou imagens de outros autores sem antes analisar muito bem. Coloque sempre o nome do autor.

2 – Leia e corrija os textos que anda postando, todo mundo está de olho.

3 – Lembre-se que uma postagem é para sempre! Só através de processo judicial o Facebook apaga o que te prejudica. Mesmo assim fica muita coisa nos arquivos dos inimigos.

4 – Pese muito bem o que vai publicar, use a lei das “Três peneiras”. Não vou mostrar isso, você deverá encontrá-la.

5 – Não publique nada que possa prejudicar alguém.

6 – Não responda a comentários maliciosos. Conhece aquela? B(*)ta quanto mais mexe mais fede.

7 – Em hipótese alguma publique fotos de pessoas nuas ou em posições desagradáveis. Você já sabe muito bem o que vai acontecer.

8 – Pare de postar, partilhar, curtir ou abrir estes vídeos idiotas, sem graça nenhuma e talvez esteja até transmitindo vírus. A moda agora é publicar vídeo de brigas nas escolas.

9 – Agora que vamos iniciar a Campanha Eleitoral, lembremo-nos da Lei do Marco Civil e a Legislação Eleitoral. Você não conhece? Então vá pesquisar, não vou facilitar nada para você. Depois se pegar “uma cana”, não diga que não avisei.

10 – Não fique clicando por todo lado, comentando o que não entende. Poderá arrepender-se amargamente mais tarde.

11 – Coisas gratuitas, principalmente e-books? Saia fora, eles querem é pegar o seu e-mail e depois vai virar uma “sarna para se coçar” até o fim de seus dias.

Esta lista pode aumentar, faça o seu comentário e acrescente mais uma.

Manoel Amaral

(Nestes vocês podem clicar!)

OSVANDIR CHOROU

OSVANDIR CHOROU!

A D. Oldair, tia do Osvandir, foi quem nos contou essa história, baseada em fatos reais:


A família estava passando por muitos problemas; o marido desempregado por mais de um ano, seis crianças para cuidar. A filha mais velha, com apenas 11 anos já ajudava em tudo, naquele barraco emprestado por um vizinho de bom coração. A mulher de Joãozito foi internada para fazer exames, ficou sabendo que a coisa andava preta para seu lado: o primeiro exame constatou um tumor no seu seio direito. Retirado material para análise, ficou comprovado que era maligno.

Internada às pressas no Hospital do Câncer, para as primeiras sessões de quimioterapia e radiação,  logo os seus cabelos foram caindo. Isabelita foi visitá-la, mas foi impedida de entrar no hospital pela burocracia. “Crianças com menos de 12 anos não podem entrar”, repetiu o moço da portaria.

Como esperta que era, esperou um cochilo do porteiro e entrou, procurou o quarto 1313 e lá encontrou a sua pobre mãezinha entre aqueles equipamentos do hospital. Notou que ela usava um lenço amarrado a cabeça e perguntou: “Pra que isso mamãe?” A mãe disse que era parte do tratamento hospitalar.

Isabelita falou dos irmãos, todos sentiam a sua falta e do pai que cada vez bebia mais. Mas no meio de tanta notícia ruim apareceu uma boa, e aí Izabelita era só sorrisos: “vou começar amanhã num novo emprego, mamãe, vou vender doces e frutas na rodovia, pertinho daquele posto de gasolina.”

Noutra visita à mãe, dizia que estava ganhando o suficiente para levar alimento para os outros cinco irmãos e seu pai. A sua mãe pediu-lhe que abrisse a gaveta do móvel do quarto e retirasse a sua bolsa. Tentou recostar-se na cabeceira da cama, não conseguiu, pediu ajuda, as enfermeiras a colocaram na posição solicitada. Abriu a bolsa, pegou uma caneta e uma velha foto sua e do marido, escreveu, com as mãos trêmulas, uma mensagem no verso. Entregou a foto para Isabelita.

A menina saiu do hospital com aquela foto junto ao coração. Ao chegar a sua casa, pegou um lápis de seu irmão e também escreveu uma frase logo abaixo da que sua mãe escrevera.

Os dias foram passando rapidamente e Isabelita ali naquele ambiente nada bom para crianças, mas ela sabia se defender muito bem. Quando alguém tentava qualquer coisa, ela dizia: “antes de me fazer mal, pense em sua filha ou sua irmã”. E o resultado era impressionante, aquelas palavras, ditas com tanta simplicidade e inocência, atingia os corações das pessoas.

Ela ficou famosa no local, apareceu até numa reportagem sobre menores que trabalham nas estradas. Muitos que circulavam por ali conheciam a história de sua família e contribuíam independente de receber qualquer mercadoria.

Mas o tempo voava e a doença de sua mãe agravara, o câncer atingira várias partes do corpo. Debilitada, ela já não conhecia quase ninguém, os remédios sempre muito fortes a deixava dopada o dia inteiro.

Numa das visitas, nova confusão na portaria que não permitia a sua entrada. Com pena, outro porteiro, deixou a criança entrar. Isabelita pode ficar só alguns instantes com sua mãe. Ela estava pálida, da cor dos alvos lençóis do hospital. Conseguiu apenas levantar a mão direita parecendo dizer adeus.

Isabelita voltou para casa muito triste, colocou comida na mesa para seus irmãos e perguntou pelo pai, ninguém sabia onde ele estava.

No outro dia Isabelita levantou-se mais cedo, com vários pensamentos na cabeça, algo lhe dizia que vida de sua mãe estava no fim.

Correu ao hospital, mas não conseguiu entrar, ficou por ali observando até a tardinha, quando notou uma ambulância saindo. Procurou informações e ficou sabendo que aquele carro levava o corpo de uma mulher para o necrotério.

Aquela mulher fora enterrada em cova rasa, com despesas pagas pela Prefeitura local.

No outro dia Isabelita sumiu; ninguém tinha notícia dela, o irmão de nove anos esteve no seu ponto de trabalho e não conseguiu nenhuma informação.

Andando por uma vala da rodovia encontrou uma fotografia de sua mãe e de seu pai. Atrás da foto uma mensagem: “Isabelita querida, cuide bem de seus irmãos”.

Logo abaixo outra frase: “Pode deixar mamãe, vou cuidar bem dos meus irmãos e do papai.”

Manoel Amaral 
Dezembro de 2007