DIA DE PEDIDO DE DESCULPAS

DIA DE PEDIDO DE DESCULPAS

Imagem Google
Nosso verdadeiro amigo é aquele que não nos desculpa nada e nos perdoa “tudo.
Hoje é dia de pedir desculpas a todos.
Desculpe-me pais, filhos, irmãos, tios, avós, mais velhos, patrões, colegas, amigos, professores e aos meus próximos.
A todos peço desculpas, o mundo precisa disso.

Por um mundo melhor!

Manoel Amaral
www.afadinha.com.br  (o livro da Lulu)

BOB ESPONJA, PATRIC E LULA MOLUSCO

Imagem Google


E Bob Esponja tomou uma decisão: largaria aquele bar, junto com seu amigo Patric e Lula Molusco, resolveram subir para a superfície.

Depois de muitas bolhas avistou terra, terra que não acabava mais.

Ali aportando no continente, viram uns humanos quase pelados.

Os habitantes perguntaram pelos navios, os brindes, a comida e outras quinquilharias. Bob ficou surpreso, eles falavam a sua língua.

–Quem são e onde estamos ?

Disseram que eram os Canindés e que o local era a Terra de Santa Cruz.

Patric, o seu melhor amigo, encontrou um bom lugar para morar. Uma casinha redonda, como a sua, toda coberta de uns finos fios, um Senhor informou que era capim Sapé.

Lula Molusco ficou sabendo que tinha um índio muito parecido com ele nestas boas  terras das mulheres peladas.

Eles, os nativos, informaram ainda que haviam outras comunidades para dentro do continente.

Ficaram com aqueles anfitriões por alguns dias e depois partiram em busca do ouro perdido, isto é, da esperança perdida. Só que eles não podiam afastar-se muito das praias, pois toda hora deviam tomam um bom banho para recuperar as forças.
O Bob não estava nem ligando, mas seus companheiros não aguentavam nem um quilômetro sem entrar na água. Patric era o mais prejudicado.

Até que Lula Molusco estava adaptando-se bem naquelas terras. Com quatro tentáculos, subia morros e pulava pedras, com muita disposição.

Ao longe avistaram uma comunidade, bem maior que a do fundo do mar. 
Imaginaram: é ali que vamos passar uma boa temporada.

Lá chegando o Lula Molusco foi logo perguntando pelo índio seu Xará, mas ele vivia em outra tribo, muito longe dali.

Patric  estava muito feliz, arranjou muitos amigos humanos por ali. Corria na praia, voltava até onde estavam  morando.

Aquele reino não era o do seu mundo, ali tinha muitas mulheres bonitas, comidas a vontade, sem precisar trabalhar.

Até o Bob Esponja, que sempre vivia fabricando hambúrguer, agora adorava uma soneca naquelas redes.

O chefe “Beiço Comprido” da tribo dos Canindés ficara para trás, agora por aqui o cacique era “Boi Deitado”. Bonachão, não queria saber de briga com ninguém. Gostou daqueles três novos amigos.

Mas muita calmaria é sinal de perigo, uma tribo de índios antropófagos aproximava da região.

(Continua…)

Manoel Amaral

Visite estes sites
http://www.osvandir.com.br/
http://osvandir.blogspot.com.br/
www.casadosmunicipios.com.br

O PEQUENO GRANDE BANDIDO

O PEQUENO GRANDE BANDIDO


Começou a roubar quando tinha apenas 10 anos, hoje com 16 já é um grande bandido, com uma ficha policial quilométrica.

Continua beneficiando-se de nossa retrógrada lei. Alguns dizem que em matéria “di menor” temos as melhores leis do mundo.

No entanto alguma coisa não está funcionando, os menores estão cada vez mais envolvidos nos crimes: desde roubo de carros até assassinatos.

Muitos milhões de reais envolvidos e eles entram na cadeia num dia e  saem no outro como se nada tivessem acontecido.

Não são crianças, não são jovens, são marmanjos transvestidos “di menor”.
Sabem roubar, matar, esconder, atirar, espalhar o terror em qualquer lugar. Sabem muito bem o que estão fazendo. Poderiam ser julgados como em outros países como a França (a partir dos 13 anos), Itália, Japão e Alemanha (14 anos), Egito (15 anos) e Argentina (16 anos).

O Brasil precisa rever urgentemente a sua moderníssima legislação. Do jeito que vai, brevemente até criancinhas de 5 anos estarão assaltando nas ruas.
Os menores estão todos com barbas na cara, sabem estuprar, sabem até explodir caixa de bancos e roubar o dinheiro. 

Ultimamente calcularam mal, derrubando até o prédio. Se sabem tudo isso podem sim ser processados,  julgados e ficar na cadeia para “curtir” (não é assim que dizem?) seus crimes. Nada de redução de pena, nada de privilégios, nada de benefícios. Se fosse fácil, até trabalho forçado seria bom para aprenderem mais cedo que a vida vale mais do que imaginam.

É a Revista Veja que confirma: um em cada dez homicídios é cometido por menor.

Agora eles estão se especializando até em sequestro relâmpago. Aquela modalidade em que pegam o motorista, rodam a cidade inteira passando nas melhores lojas e fazendo compras com o cartão do sequestrado. Ou então exigem a senha e sacam todo o dinheiro do coitado. 

E eles não perdoam nem os idosos. (E ainda vem um inteligente Deputado querendo que os carros que transportem idosos tenha um adesivo alusivo (êpa!)). Aí que todos nós iremos para o beleléu, para a cidade dos pés juntos, passando desta para melhor (?).

Assalto à mão armada já praticam há muito tempo. Entram em bancos, mercearias, shopping e até em joalheria, levam tudo e ainda prendem os proprietários. Se o dinheiro for pouco, atiram e matam as pessoas, como se elas fossem animais de caça (que hoje até é proibido). Não perdoam nem a Zona Rural.

As mães, os pais e os parentes ficam calados porque também podem morrer ou por um lado ou por outro.

As meninas também estão entrando no crime, vão de 12 a 18 e entraram para competir com os meninos. Começam na escola, brigando com todo mundo. Filmam, colocam no ar, pela internet. 

Alguns pais incentivam, acham graça:
–Que menina danada, sabe lutar bem. – Depois começam a usar drogas, aí vem o inferno familiar, os pais não podem fazer nada. Se podem, não fazem.

Os drogados sempre dizem que podem parar quando querem, mas na realidade eles mesmos sabem que não é verdade.

Se preparem Senhores pais: vem aí uma droga muito pior que o Crack. Mais possante, efeito instantâneo, arrasador, mais barata e fabricada em laboratório, em grande escala.

Ninguém tem interesse real em mudar nada disto. Envolvem muitos bilhões de dólares. É uma teia, uma coisa puxa a outra. E ainda temos internet para divulgar tudo, não é mesmo?

Salvem-se ou morram afogados!

Manoel Amaral

Texto faz parte de nossa obra:
Manual para Campanha Eleitoral Vereador