AS AVENTURAS DAS DUAS JOVENS

AS AVENTURAS DAS DUAS JOVENS

A primeira era uma conceituada Advogada na região.

A segunda uma simples gari da Prefeitura local.

As duas eram vistas sempre conversando e nos finais de semana a segunda era vista na casa da primeira fazendo serviços de faxina.

Numa reviravolta do destino a segunda conseguiu ganhar o prêmio máximo da Mega-Sena da Virada.

Aparentemente a Advogada se envolveu com traficantes e acabou presa. Ela dizia que era inocente.

Agora Magali estava por cima e Cristine por baixo na roda da vida.

Mas mesmo na prisão ela, a Cristine, a Advogada, conseguia burlar a portaria e saia para fazer pequenos passeios pela cidade.

Num deles encontrou a ex-gari, agora com a grana toda, num bar, a tomar só Whisky e outras bebidas caras.

Ela contou a amiga que estava desfrutando muito bem do prêmio que ganhou. Comprara vários imóveis, um carro importado, fizera doação para uma entidade que cuidava de presos e que realmente precisava.

A outra contou os problemas por que passava e achava que haviam “armado” alguma coisa contra ela. Nunca se envolvera com traficantes, sua área era a trabalhista, sem vínculo algum com a outra classe.

A milionária naquele vidão que pediu a Deus, levantando tarde, comendo do bom e do melhor. Não tinha acostumado era viver sempre com dois guarda-costas no seu pé. Mudou-se para uma fazenda de criação de peixes onde havia várias lagoas naturais e cachoeiras por todo lado.

Magali contratou um bom Advogado para defender a amiga. E acabou descobrindo a origem de tudo. Era um cara que um dia a convidou para sair e ela recusou. Aí já encontraram drogas no seu carro e em sua casa, assim de uma hora para outra. Cada vez piorando a sua situação perante a justiça.

Provas testemunhais e câmaras de seguranças filmaram alguns elementos colocando coisas estranhas no seu veículo. Os mesmos foram flagrados pulando o muro de sua residência.

Mediante estas provas e o bom comportamento da presa, esta foi solta e continuou o seu trabalho e cada vez mais se tornando uma brilhante Advogada, chegou até a receber uma medalha do Governo do Estado.

Já a segunda, a ex-gari agora milionária, vários problemas aconteceram, o mais recente foi um sequestro, onde os bandidos exigiam vários milhões de reais para soltá-la, mas com a intervenção de Cristine, a polícia acabou pegando os sequestradores sem nenhum pagamento.

Mas os problemas não pararam por aí, o IBAMA multou a milionária por estar usando as lagoas para criação de peixes exóticos e corte de árvores para construções em sua fazenda.

Outra vez Cristine entra em ação e a salva de maiores problemas.

Agora a que enfrentava problemas era a Advogada: um cliente antigo recebera uma indenização e reclamava que os honorários recebidos eram muito altos. Mas tudo estava no contrato.

A ex-gari, milionária, Magali, resolveu fazer uma viagem para o Egito. Não gostou dos camelos fedorentos e nem do Hotel. Criou problemas com a direção.
 Quando souberam que era a mais nova milionária brasileira, satisfizeram todas as suas vontades.

Só visitava as pirâmides numa Hilux do ano e assessorada por uma equipe que ia mostrando tudo para a ilustre visitante.

Entediada por tudo aquilo, resolveu viajar para Austrália a fim de conhecer as suas belezas e os famosos cangurus.

Foi de moto até o deserto de Atacama, no Chile e pode perceber a beleza da noite naquele local que há muito tempo não cai uma gota d’água.

Passou por Argentina, quando falaram para ela que fazia parte do programa visitar o famoso Cemitério, onde estavam enterrados grandes personalidade do País, ela disse que não. Iria para outras bandas: num bar onde apresentariam os dançarinos de tango.

Chegando a Foz do Iguaçu ficou encantada com a beleza daquelas águas caindo nas cataratas.

Quando tudo parecia perdido para as duas amigas, refugiaram-se num Motel e foram as duas para a cama.

Manoel Amaral

www.afadinha.com.br

O PESCADOR E A RODA DE CAMINHÃO

“Dez pneus cheios e um coração vazio”
(Motorista de carreta)

Um caminhão passou em alta velocidade pelo asfalto…

Um pescador desceu calmamente a ladeira e posicionou-se num recanto logo abaixo da velha ponte. Ali, naquele local, ele pescava muitos peixes há uns vinte anos, hoje apenas alguns só para distração.

Trouxera uma velha capanga de brim marrom, que já estava quase branco pelas constantes lavagens. Uma lata de isca e uma velha enxadinha com cabo curto, que só servia mesmo para arrancar minhocas.

O seu jeito especial de pescar, às vezes, conseguia levar para casa uns peixes maiores. Mas o tempo estava ruim, havia chovido no dia anterior e o rio muito cheio.

Parou alguns instantes para tomar o seu cafezinho e fumar um cigarrinho de fumo baio, fraquinho, só para espantar os mosquitos que cada vez aumentavam mais.

Os veículos na rodovia já começavam a incomodar, logo ele que fugia de casa por causa de barulho. Desceu então para o poção que estava a uns cem metros abaixo.

Algumas piabas começaram a beliscar a isca, as águas faziam um semicírculo no remanso e vários peixes ficavam por ali para abocanhar algumas frutinhas do mato.

Tudo num silêncio maravilhoso, apenas alguns cantos de pássaros em extinção. Na semana passada vira um tucano pousado num galho seco, coisa que há muito tempo não via por ali. Pensou consigo mesmo: ― Os pássaros estão voltando, quem sabe os peixes também apareçam no rio.

Nesse meio tempo uma capivara com seus filhotes passaram bem pertinho dele, numa trilha que ia para um milharal. Os velhos tempos estaria mesmo voltando, ou tudo aquilo seria uma ilusão?
Ele notara mesmo que muitas aves e animais selvagens estavam visitando quintais nos arredores das cidades.

Há dez quilômetros da ponte um caminhão vinha em alta velocidade. Antônio, o bom motorista, sempre mandava revisar o seu veículo e conhecia bem a estrada, mas com as chuvas muitos trechos pioraram.

Numa daquelas conhecidas curvas, um buraco maior apareceu e ele não teve como desviar a tempo.

Uma roda desprendeu-se do eixo e seguiu pelo asfalto, sem que o motorista notasse. Era uma grande descida, João atravessou a ponte e seguiu o seu destino.

A roda seguiu girando pelo asfalto, antes de chegar a ponte ela entrou à esquerda e desceu a ladeira.

O pescador estava lá no seu pesqueiro, compenetrado, os peixes aumentaram. Já estava com a capanga cheia. Improvisou um gancho de um galho para acomodar o restante das piabas e mandis.

Como estava ficando tarde a família ficou preocupada. O seu filho mais novo foi à sua procura.
Encontrou o velho morto, no rio, agarrado a um galho de ingá.

Havia um corte na sua cabeça, logo acima da nuca. Ficou por entender como aquilo teria acontecido.

Deixou o corpo encostado numa árvore e pesquisou em volta. Logo abaixo, cerca de cem metros, uma roda de caminhão, tombada ao lado de um cupinzeiro.

Manoel Amaral

OSVANDIR E AS HISTÓRIAS DE PESCADORES

JOSINO E A ÁGUA FRIA
Parte III
“Existe apenas um momento exato para ir pescar, e esse momento é sempre que você puder.” (Diron Talbert)

Aquele dia ele não estava bem, falou para todo mundo que não ia voltar mais para casa.
A briga foi feia com seu irmão mais velho, tudo por causa de dinheiro emprestado. Ele pescava muito, mas quando trabalhava, guardava o dinheiro, era muito econômico, não gastava com qualquer coisa.

Pegou um pedaço de corda, a rede de dormir, a espingarda velha, a barraca, varas de pescaria, biscoitos fritos e alguns pedaços de bolo de fubá. Foi ao quintal, cavou próximo a uma bananeira, onde estava mais úmido, conseguiu umas minhocas boas. Colocou-as numa lata de óleo vazia, com uma alça de arame, cobriu-as com um pouco de terra e seguiu para a beira do rio.

Caminhou tristonho por um quilômetro, voltou a ficar alegre quando viu um joão-de-barro construindo sua casinha num galho de uma mangueira.

No milharal, já em ponto de colheita, viu um revoada de pássaros, pensou tratar-se de pombos, na realidade eram as trocais que se alimentavam de milho.

Próximo do arrozal, em vôo baixo, um bando de aves agitava o local. Rolinhas, melros, tico-ticos, pássaros-pretos, tizius, papa-capins, canarinhos e até pardais estavam ali, comendo arroz ou outras sementes de capim.

Josino era cabeçudo, quando dizia que iria sumir, estava com a intenção de ficar alguns dias por ali. Chegou ao rio, não quis pescar de imediato, apesar dos peixes estarem pulando de um lado para o outro na água.

Deixou a sacola com os biscoitos e a lata de iscas dependurados num galho, as varas jogou-as em qualquer lugar.

Pegou a barraca e armou-a num local bem plano, subiu numa árvore de ingá, que crescia na beira do barranco, cortou um galho que se estendia sobre as águas e colocou uma ponta da rede nele. Procurou uma árvore mais próxima e com um nó de escoteiro, caprichado, amarrou a outra ponta.

Tudo pronto, pensou logo em tirar uma soneca. Acontece que não contava com os truques do destino que às vezes pode mudar tudo.

Uma luz forte apareceu sobre as árvores, uns pássaros denominados naquela região de anus pretos voaram por todos os lados. Josino se assustou, pisou na velha espingarda que disparou, o tiro partiu a corda da rede e um pesado corpo foi parar na água do rio.

Um grito ecoou por toda vargem e Josino todo molhado resmungou:
__ Se soubesse que a água estava tão fria não tinha armado a rede!

Manoel

OSVANDIR E AS HISTÓRIAS DE PESCADORES

Parte I
CHUVA ESTRANHA
“A pesca assemelha-se à poesia: é necessário nascer pescador.”(Izaak Walton)

Todo fim de ano Osvandir viaja para o interior de Goiás, sua terra natal.
Ali ainda contam todo tipo de história de pescador, de assombração, de caminhoneiro, de mentiroso e outras mais, afirma ele.

Numa destas rodas, à beira do fogo, um senhor franzino, bigode branco e fino, cerca de sessenta anos, contou uma história complicada.

Diz ele que no povoado de Arranca Toco, no interior do interior, lá bem longe, onde a TV e nem o computador ainda não poluíram a mente de ninguém, existia um teimoso pescador que às vezes ficava horas e horas à beira do rio e não conseguia pescar nada que valesse a pena.

Era nervoso e por pouca coisa estava sempre brigando com a família. Xingava todo mundo, pegava as varas, os anzóis, a lata de iscas e ia pescar.

Quando pescava muito num lugar, o peixe rareava, resolvia mudar de lugar e onde pescava ultimamente, perto da cachoeira Véu de Noiva estava acontecendo isso. Nada de piabas, só mosquitos.

Numa destas idas e vindas ficou sabendo de umas luzes que estavam aparecendo lá para os lados da fazenda Céu Azul, do Senhor Jerônimo. Resolveu ir até aquele local para analisar os fatos.

Naquele dia, apesar das discussões costumeiras, ele saiu cedo, despreocupado, iria fazer uma grande pescaria. Havia chovido a noite e a água estava um pouco turva, boa para certos tipos de peixes que ficam pulando toda hora para abocanhar um inseto ou alguma frutinha que dá na beira do rio.

Pegou uma minhoca bem grande, iscou o anzol, já bem gasto pelas centenas de vezes utilizado e começou a pegar peixes de todos tipos e tamanhos. Alguns que nunca vira naquela região, saiam grudados no anzol.O pescador nem tinha como levar para casa tudo que estava pescando.

Um barulho estranho veio das árvores do outro lado do rio, apesar da calmaria, parecia um redemoinho. Uma chuva de peixes caiu do céu, depois de uma ventania forte, que tombou várias árvores e formou um misterioso círculo no canavial mais próximo.

Josino, o insistente pescador, descobriu logo porque tinha tanto peixe no rio e alguns que nunca tinha visto.

No meio da estrada ficou cheio de peixes de todos tamanhos, pegou alguns e ia colocando na sacola mas notou que nenhum deles se mexia. Olhou melhor e pode constatar que estavam mortos há um bom tempo.

Não entendeu nada, voltou ao local do poço onde pescava e colocou na sacola somente os estavam vivos.

De volta para o povoado contou para a turma o que aconteceu e ninguém acreditou.

Quando saiu, seguindo para sua casa, alguém falou:
__ Isso é história de pescador!

Parte II
O PODER DAS ÁGUAS
“Existe uma tênue diferença entre pescar e ficar na margem, em pé como um idiota.” (Abraham Lincoln)

Josino, o nervoso pescador, depois de mais uma desavença em casa, mesmo tendo chovido muito a noite inteira, resolveu ir pescar que era a coisa que entendia muito bem. Cada peixe um tipo de isca, anzol apropriado e vara certa. Tem até peixe que nem se pega com anzol.

Desta vez ele ficou só observando o rio, a enchente tomava conta de todo o espaço do terreno. Muitos objetos da cidade mais próxima estavam descendo rio abaixo: sofás, colchões, geladeiras, fogões. Muitos animais domésticos também lutavam contra as águas.

No povoado de Pedra Grande “Seo” Souza bebia o último gole de pinga num boteco de fim de rua, sempre acompanhado de seu inseparável cavalo de nome Gigante, apesar de ser pequeno.

O Senhor Quim, conhecedor da região, insistiu para que Souza não prosseguisse viagem, poderia até ficar em sua casa naquela noite.

Teimoso, o cavaleiro bêbado, seguiu para a beira do rio, onde ficava sua fazenda lá do outro lado.

Ao aproximar-se das águas o velho animal empacou. Com espora no lombo nadou cerca de cem metros, foi levado pela correnteza, rio abaixo. Nadou para beira de um barranco onde um galho de uma frondosa árvore arrancou o cavaleiro dos arreios do “poderoso” Gigante. O cavalo seguiu rodando, com o poder das águas.

Josino olhou para o lado direito e viu um animal arreado, que conhecia muito bem, debatendo-se no meio da enchente.

Resolveu largar a pescaria e seguiu rio acima. Não tinha esperança de encontrar o Senhor Souza, vivo.

Andou quinhentos metros no meio de barro, mato, canavial e na curva do rio vislumbrou uma árvore grande com qualquer coisa na copa.

Era gozado e trágico ao mesmo tempo, Souza lá estava num galho da árvore, imaginando estar montado em seu cavalo, mais parecia o D. Quixote do sertão.

Josino lembrou que quando subia notou uma corda dependurada numa galhada, voltou lá e com um pouco de astúcia conseguiu retirá-la da árvore. Enrolou-a de maneira que ficasse mais fácil o transporte e voltou correndo para onde se encontrava o cavaleiro perdido, que lutava contra as águas.

Amarrou um pedaço de pau curto e grosso na ponta da corda e jogou-a para o lado da árvore. A primeira tentativa não deu resultado, quase perdeu-a. Entrou mais um pouco na água e atirou novamente mirando bem o centro da copa da árvore. Deu sorte, o pau enroscou-se num dos galhos da árvore.

Josino gritou para Souza amarrar bem a ponta da corda em algum ponto mais resistente. Daí a pouco vinha aquele velho homem debatendo-se na água, a sua amarração não ficou bem feita, o nó soltou-se; acontece que o pescador, precavido, havia amarrado a outra ponta num velho toco no meio do mato.

São e salvo, Souza chegou ao povoado em companhia do pescador Josino e foi logo convidando todos para tomar uma rodada de pinga.

Quando contou o que aconteceu e Souza ali confirmando, alguém do meio da turma disse:
__ Isso que é verdadeira história de pescador!

Manoel

OSVANDIR E AS CHUVAS ESTRANHAS

CHUVA DE SANGUE

Até 27 de fevereiro de 1903, grande quantidade de matéria, vermelha como sangue, caía na Bélgica, Holanda, Alemanha, Suíça, Austrália, Inglaterra, Oceano Atlântico, Áustria, Canárias e na Rússia sendo que em alguns casos quase toda a matéria era orgânica, aproximadamente dez milhões de toneladas.

CHUVA DE PEIXES VIVOS

Em um dia claro e quente de maio do ano de 1956, peixes vivos precipitaram-se do céu em uma fazenda em Chilatchi, Alabama, EUA. Testemunhas disseram ter visto os peixes caírem de uma certa nuvem que se formou a partir de um movimento espiralado “vindo do nada”.

CHUVA GELATINOSA

Em agosto de 1994, a cidade de Oakville, em Washington recebeu uma chuva de uma substância gelatinosa, transparente que cobriu o lugar de aproximadamente 640 habitantes. Um oficial de polícia teve que parar a viatura pois a substância era viscosa e começou a ‘colar’ no pára-brisa impedindo a visão. No dia seguinte, caiu doente.

CHUVA DE PETRÓLEO

Chuva no deserto? Isso aí, e também não consegui entender. O ponto final foi à chuva de petróleo que caiu sobre os soldados na Guerra do Golfo. Eles ficaram indiferentes mesmo sabendo que andavam e estavam encharcados de um produto altamente inflamável. A falta de conexão com a realidade abala ainda mais a força da narrativa.

CHUVA ÁCIDA

Chuvas em regiões muito poluídas podem carregar certas substâncias presentes no ar, provocando efeitos bastante danosos. Estas precipitações, que podem ocorrer sob a forma de chuva, geada, neve ou neblina, são chamadas de chuvas ácidas.
A chuva ácida pode contaminar o solo, as plantações, os rios e os lagos, que levam as substâncias venenosas trazidas da atmosfera até locais muito distantes de seu ponto de precipitação.

CHUVA DE PEDRA

Há cerca de uns 10 anos, caiu uma forte chuva de pedra em Nova Serrana-MG, destruiu até telhados de galpões industriais. A maioria dos carros foram danificados. Nunca se viu pedras de gelo tão grandes.

CHUVA DE PEIXES EM MINAS

Em fevereiro de 2007, CHUVA de PEIXES caiu em PARACATÚ-MG, esse fenômeno deveria ser melhor explicado. Várias pessoas presenciaram o fato.

CHUVA DE BALAS PERDIDAS

O Rio vive mais um capítulo (a chuva de balas perdidas que já fez mais de 30 vítimas inocentes em uma semana) da violência urbana que já dura há décadas.

CHUVA DE LIXO ESPACIAL

Fevereiro 2008 – Um grande satélite de espionagem dos Estados Unidos perdeu energia e propulsão, e poderá colidir com a Terra entre fevereiro e março, informam fontes do governo americano. Um foguete será lançado para destrui-lo, pois seus tanques de combustíveis contém substâncias letais.
CHUVA DE TRAFICANTES
1960/2008 – Uma chuva de traficantes continua caindo nas favelas do Rio e São Paulo e até hoje estão lutando contra a polícia.

CHUVA DE DINHEIRO

AGOSTO 2005 – Essa não caiu na rua ou na mão do povo. Ficou nas mãos de poucos privilegiados. É o caso do maior assalto a Banco no país. Até hoje não se sabe onde foi parar a maior parte do dinheiro.
Ladrões cometeram um assalto ao Banco Central do Brasil, em Fortaleza, no Ceará, entre 6 e 7 de agosto de 2005. Foi provavelmente um dos maiores assaltos a banco do mundo e o maior assalto a um banco brasileiro. A escavação demorou cerca de três meses.
Segundo a Polícia Federal, com base em estimativas a partir do peso das notas roubadas (3,5 toneladas), foram roubados aproximadamente R$164,7 milhões. As notas todas empilhadas daria uma altura de quase 33 km.

CHUVA DE TAPIOCA

Um político, com o seu cartão corporativo, pagou conta de tapioca.

CHUVA DE POLÍTICOS CORRUPTOS

Uma chuva de políticos corruptos caiu sobre Brasilia.

CHUVA DE BURACOS

Sem contar a dita chuva, uma grande quantidade de buracos estão atrapalhando os motorista que trafegam por nossas estradas.

CHUVA DE MOSQUITOS

Janeiro
2008 – Uma chuva de mosquitos da febre amarela abateu sobre o Estado de Goiás.

CHUVA DE DROGAS

Em Fevereiro de 2008 uma chuva de drogas de todas espécies caiu nas quadras, pistas, ruas e nos salões de bailes de carnaval do país.

CHUVA DE CARTÕES CORPORATIVOS

1998/2008 – Uma chuva de cartões corporativos foram distribuídos aos funcionários do primeiro escalão do Governo Federal, desde FHC e continuam dando problemas até hoje.

CHUVA DE CHAVES

Uma chuva de Chavez está sempre caindo na Venezuela.

CHUVA DE ÓVNIS

Janeiro/Fevereiro 2008 – Muitos óvnis já apareceram nos canaviais de Riolândia-SP.

CHUVA DE VOTOS

Fevereiro 2008 -Nos Estados Unidos uma chuva de votos caiu nas urnas, todos em favor do Candidato Obama.

CHUVA DE AGENTES

Muitos espiões internacionais estão envolvidos no roubo de documentos da Petrobrás. Dá até filme no estilo de James Bond.

CHUVA GELATINOSA

Uma forte chuva gelatinosa caiu sobre a cidade de Riacholândia. Osvandir foi investigar e encontrou uma avião caido no canavial, todo cheio de gelatina.

Manoel Amaral
www.afadinha.com.br

================================================
FONTE: O Osvandir faz questão de indicar as fontes de tudo que publica:
FORT, Charles. O Livro dos Danados. Trd. Edson Bini, Marcio Pugliesi. São Paulo, Hemus, 1978.
http://www.fenomeno.matrix.com.br/fenomeno_fenomenos_1_agua-peixe.htm
http://fortran.dec.uc.pt/~saag/chuvaas.htm
http://br.answers.yahoo.com/question/index?qid=20080127034420AAbcIPp
Perguntas Yahoo
WIKIPÉDIA
Cadernos de anotações do Osvandir