CIBERCRIMINOSOS

CIBERCRIMINOSOS

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R$ 2,5 bilhões, um dos maiores roubo a banco da história.

O Jornal The New York Time informou que o relatório do Kaspersky Labs revelou um esquema de “assalto digital” a banco muito interessante.

Os hackers realizam o maior roubo a banco da história. Os prejudicados eram os bancos e não os seus clientes.

Mais de 30 países foram assaltados, menos o Brasil.

Estima-se que em alguns meses mais de US$900 milhões foram roubados.
Como “assalto digital” este foi um dos mais sofisticados esquemas, sendo o maior de história de roubo a bancos.

Os cibercriminosos usaram os mais sofisticados esquemas de roubo a bancos até agora descobertos.

Esse seria o maior e mais sofisticado roubo a bancos da História, em termos de táticas e métodos.

Eles se infiltram em computadores de funcionários de bancos através de malwares e ficam monitorando por um tempo todas as atividades realizadas no computador para identificar padrões de transações e tudo mais.

Até hoje, nenhuma quantia maior que US$ 10 milhões foi transferida para não levantar grandes suspeitas.

Todo esse dinheiro acaba sendo pulverizado em várias contas de laranjas em diversos países pelo mundo. Em seguida, a grana é sacada em caixas eletrônicos.

Acreditam que pelo menos 100 bancos tenham sido invadidos. A maioria está na Rússia, mas instituições financeiras nos EUA, Japão, Suíça e outras nações também foram atacadas.

Manoel Amaral
FONTE:

PARA BANDIDO TODO DIA É DIA DE ABRAÇO

PARA BANDIDO TODO DIA É DIA DE ABRAÇO

http://radiosuperfm.net/

Se vocês, minhas jovenzinhas de 15 a 18 anos, estão numa bela festa e um bonito rapaz vem com os braços abertos anunciando um abraço, saia fora. Estará prestes a ser roubada.

Eles aparecem, geralmente são bonitões, começam conversando, depois querem abraçar a todos. No ato do abraço eles vasculham suas bolsas e bolsos.

Só numa festa destas daí, contou-se mais de mil Smartfones roubados. 

Contados apenas as pessoas que reclamaram na direção.

Então, se estiver numa festa chique, daquelas 0800, onde você pode beber todas e não pagar nenhuma, tome mais cuidado ainda. Seus pertences desaparecerão frente aos seus olhos e perceberá somente quando já não tem mais condições de reclamar com mais ninguém.

Na rua, quando tem muita gente olhando demonstrações de alguma coisa, tome mais cuidado ainda com sacolas, celulares, carteiras.

Eles estão ali observando e sem você perceber lá se foi o seu suado dinheirinho.
Os punguistas de hoje estão muito mais espertos que os do passado. Batem a carteira na sua cara e você nem percebe nada.

Enfiam a mão no seu bolso e leva o seu dinheiro. Abre e vasculham as bolsas femininas e levam só as coisas caras. Eles têm olhos nos dedos.

Se estiver indo ao banco para sacar uma quantia maior, é sempre bom levar uma pessoa consigo.

Não saia acompanhada de crianças, elas poderão distrair a sua atenção e lá se foi um prejuízo.

Nos supermercados, shoppings, grandes lojas, a atenção deve ser redobrada. Não pare na rua parecendo uma barata tonta, porque quando voltar ao normal estará de mão vazias.

Não dê papo para quem você não conhece. Se te fizerem uma proposta muito boa, pode ter a certeza que é roubo.

Não caia mais no “conto do vigário”, “conto do paco”, “conto do bilhete premiado”, isso é coisa do passado. Chame a polícia.

Fuja do “Hoje é dia de abraço grátis”, por trás disto por estar um caloteiro.

Manoel Amaral

www.afadinha.com.br

OS LIVROS MAIS VENDIDOS

OS LIVROS MAIS VENDIDOS NO BRASIL EM 2014

Osvandir na Amazônia (Pedra da Morte Livro 1)

9 Nov 2013
por Manoel Ferreira do Amaral
FICÇÃO
Se eu Ficar: Viva para roubar
O sangue na Câmara
A culpa é das estrelas do Partido
O Guardião do Templo
Jogos vorazes política
Cidades de Concreto
Empresa Roubada
Cinquenta tons de Vermelho
Tudo em chamas
Correr ou morrer
Dinheiro Roubado
Super faturamento de Contrato
Osvandir no Amazonas
NÃO FICÇÃO
Nada a perder
A capital no século XXI da Corrupção
Propinas não têm limites
Tudo ou Nada:
Sonho grande todo Deputado tem
A história da garota da Câmara
As Deliciosas Receitas do Tempero no Congresso
O Diário de Demi Lava a jato
Não sou uma dessas Deputadas
Diário de um Petrolão
Guia Politicamente Incorreto da História do Brasil
A Elite Branca
Memória da Ditamole
AUTO AJUDA
Ansiedade  das empreiteiras
Não se apega ao dinheiro, não
Geração de Valor.
As 25 leis brasileiras de sucesso
As regras de ouro no Senado
O monge e o Presidente
Quem roubou dólares de mim?
O Poder da Escolha do Candidato
Eu não consigo Roubar
A arte roubar com propina
Presidenta Blindada
Deputados inteligentes enriquecem juntos…
Terapia Financeira no Senado
Os Segredos do doleiro Milionário
Observação: Os livros grafados em vermelho estão com os títulos originais.

Fonte: Revista Olha, Arma-zona e outras livrarias.

ABANDIDA

A BANDIDA
 “O bandido sempre volta do local do crime.”
(Detetive Osamir)
Aquela mulher que nascera no Rio Grande do Sul não era brincadeira não, comandava uma quadrilha que vivia assaltando restaurantes e tudo que encontrava pela frente, que pudesse render um bom dinheiro.
Era loura, bonita, valente,  andava bem vestida e com acessórios de grife. Mandava e os demais obedeciam. Sacava a arma que estava nas costas e entregava para um de seus colegas de crimes e anunciava o assalto.
Dirigia tudo como se tivesse fazendo uma coisa simples, não tinha medo de enfrentar muitas pessoas ao mesmo tempo. Dizia que seria aquele local e pronto, os outros obedeciam sem pestanejar.
Ivone tinha apenas 35 anos e uma ficha criminal quilométrica. Fora detida várias vezes pela polícia por estelionato,  receptação e lesão corporal.
Uma ONG que trabalhava com ressocialização de detentos contou que numa de suas saídas ela não voltou mais e continuou a sua vida de crimes no Rio de Janeiro. Tem até no Youtube um vídeo que mostra a criminosa cantando para os demais detentos.
Mas no assalto ao restaurante da Tijuca, no Rio, eles se deram mal, três foram baleados, um foi para o hospital e acabou morrendo. Os outros dois ficaram estirados no chão. E a chefe da quadrilha estava entre os mortos.
Interessante que os outros componentes da quadrilha que estavam do lado de fora do restaurante foram ver se a Ivone realmente tinha morrido.
Como se não bastasse essa ousadia, eles também foram até o Instituto Médico Legal [IML] para fazer o reconhecimento do corpo dela.
Ainda tiveram a cara de pau de ir ao velório da colega de quadrilha.
Eles foram presos pela polícia quando choravam no enterro…
Foi muita burrada junta.

Manoel Amaral

O LADRÃO ATRAPALHADO

O LADRÃO ATRAPALHADO

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Um ladrão Zé Mané, novo ainda, sem prática nenhuma, mas querendo assaltar a qualquer custo, saiu entrando e saindo do comércio local, com grana no bolso.

Mas o negócio estava tão frequente que os donos desconfiaram do idiota do ladrão e resolveram dar-lhe o troco.

Numa manhã ele entrou numa padaria e quando disse:
–É um assalto, passe a grana – a menina do caixa gritou e logo apareceram uns rapazes e desceram o pau no dito cujo.

Escaldado da primeira tentativa do dia resolveu partir para outra.
Desta vez entrou num comércio menor e aproveitou que quem estava no balcão era uma mocinha e sozinha.

Disse que queria dinheiro, com a cara coberta pela metade, pela sua blusa e achou que assustou. Que nada, a moça partiu para cima dele,  gritou pelas pessoas que passavam por ali e ele apanhou de novo.

Outro dia ele foi parar no hospital por tentativas frustradas de assaltos a pequenos comerciantes.

Mas lá no centro ele se deu mal, na primeira loja que entrou o gerente já sabia da sua existência,  chamou todos os empregados e o prenderam no banheiro. Chamaram a polícia, mas logo foi solto e continuou com a sua peregrinação de desastres.

Mas não parou por aí e disse:
–Oba, oba! Já sei, vou para o primeiro posto de gasolina que encontrar.

Arrumou um pedaço de galho seco e lá se foi atrás do dinheiro para comprar drogas. O viciado precisa sempre de grana para manter o seu vício, o traficante não vende fiado. Quando vende acaba matando o cliente por falta de pagamento.

Bom, o assaltante atrapalhado não acertava uma. Era mesmo um azarado. Assim que se aproximou do Posto Xexéu levou um susto. Havia policiais por todo lado. Correu e se escondeu num matinho de dum lote vago.

Os policiais acabaram de pegar  outro seu colega que assaltava de moto, muito mais prático.

Então ele resolveu inovar. Arrumou (roubou) uma bicicleta antiga, daquelas sem nenhum recurso, com uma catraca velha.

Fez um pequeno assalto com bom resultado, conseguiu arrumar uma graninha.
Mas como sempre ele “não dava uma dentro”, caiu na bobagem de assaltar o Supermercado PP (Pague Pouco).

Quando ele olhou estava cercado pelos empregados, tentou ainda safar-se montando na velha bicicleta, sem fôlego, não conseguiu chegar nem na esquina.

Foi amarrado  num poste com bicicleta e tudo até a polícia chegar. Desta vez foi preso e pode até ser solto no final da semana.

Enquanto isso os comerciantes tem folga deste “di Menor”.
Manoel Amaral

O CASSINO DO GOVERNO FEDERAL



O jogo (em cassino) no Brasil é proibido, já as loterias são liberadas e veja só a quantidade de jogos que já temos, sem contar as outras raspadinhas e os bilhetes da federal e os estaduais.
É uma jogatina só. Se o pobre tem R$2,00 vai correndo a lotérica mais próxima e faz uma “fezinha” na Mega Sena.
Jogo do bicho nem se fala mais, foi ultrapassado, coisa de pobre, que confia em tudo.
Tinha uma que eu gostava muito era Loteria Esportiva, mais conhecida por Loteca. Gostava de ver na televisão a zebrinha falar: –Deu zebra! Conhecida desde a década de setenta. E aqueles cartões perfurados, muita gente tentava fraudar, cortando com gilete.
Abaixo a arrecadação da Caixa com a jogatina:
Em 2007, R$ 5,2 bilhões,
Em 2008, R$ 5,8 bilhões ,
Em 2009, R$ 7,3 bilhões,
Em 2010, R$ 8,8 bilhões,
Em 2011, R$ 9,7 bilhões,
Em 2012, R$10,4 bilhões,
Em 2013, R$ 11,4 bilhões.
Calculem bem: 11, 4 bilhões, é muito dinheiro, que é esparramado para todo lado. Tem fiscalização nisso tudo?
Há alguns anos tentaram montar uma CPI, mas acho que não deu em nada, nunca mais ouvi falar no assunto. Foi abafada, com certeza!
Urgentemente é preciso que alguém cobre seus deputados e senadores para instalar nova CPI das loterias da Caixa.
Não é preciso acreditar naquelas lendas bobas da internet que dizem: Uma única pessoa ganhou 550 vezes na loteria esportiva.”
Ou outra que diz: “que ganhou 107 vezes, outro que ganhou 327 vezes e outro que ganhou 206 vezes. Todos esses casos são escabrosos
E tem a pior de todas: cidadão que ganhou 107 vezes no mesmo dia, em sete modalidades de loteria, em vários estados diferentes da Federação”.
Na época dos Anões do Orçamento, fins da década de oitenta, tinha o tal de João Alves que ganhava toda semana nas loterias.
Os envolvidos roubaram mais de R$ 100 milhões públicos, com esquemas de propina, para favorecer governadores, ministros, senadores e deputados. “ Wikipédia
“Liberavam para as empreiteiras a inclusão de verbas orçamentárias para grandes obras, em troca de polpudas comissões.”
Para lavagem do dinheiro o dito João Alves dizia que havia ganhado na loteria. Na realidade ele comprava bilhetes premiados.
O deputado federal Anthony Garotinho (PR-RJ), em maio de 2013,  disse que “os jogos da Caixa Econômica Federal estão sendo utilizados para lavagem de dinheiro.
O Senador Álvaro Dias também já fez denuncias a respeito de fraudes nas loterias da Caixa, podendo ser verificado no vídeo abaixo.
O TCU apontou: falhas e demonstrou a necessidade de aprimorar os procedimentos de controle do sistema de loterias, com vistas a coibir a prática de lavagem de dinheiro.”
Agora vem a Copa do Mundo em Junho e podem ter certeza, novos tipos de jogos vão ser explorados, inclusive pela internet.
Manoel Amaral
www.casadosmunicipios.com.br
Fonte: Jornal do Brasil
Wikipédia
https://www.youtube.com/watch?v=3XWuKkUuF_U

ROUBANDO O PRÓXIMO

GANHE DINHEIRO ROUBANDO DO PRÓXIMO

Não estou aguentando tantos pedidos de dinheiro na internet, no Facebook, ou através dos e-mails. Penso até em trocar meu e-mail comercial.

Todos os dias são correntes, pirâmides, Marketing Multi-nível, Trabalho em Casa, sei lá mais o quê. Tantos títulos (para enganar as pessoas), mas no fim é a mesma coisa: arrancar dinheiro do seu bolso.

Não precisa nem abrir estes e-mails, vai excluindo ou jogando no spam, ou simplesmente faça como eu, deixe lá, não mexa!

Ainda mais que pode ser um vírus, como saiu um terrível estes dias… (por isso que sua máquina estava ficando cada vez mais lenta.)

Muitos só a fim de fincar a mão no seu bolso e pegar uns trocadinhos.
Tem hora que estão pedindo uns trocadões, muito dinheiro mesmo por um curso que eu cobraria R$100,00 eles estão querendo faturar logo U$200,00 (isso, duzentos dólares), a moeda brasileira nem vale nada para eles.

E é tudo repetido, um vai copiando do outro e roubando até as imagens fabricadas nos Google, Flickr e outros arquivos de imagens gratuitas. Não querem nem gastar dinheiro com pagamento de royalties.

Todos agora são professores, até jovens de 14 anos estão dando cursos para adultos ensinando a ganhar dinheiro na internet, trabalhando em casa.

Isto deu muito certo nos EUA, mas saturou por lá, agora acharam por bem infestar nosso país com esta praga (pior que Gripe Suína que foi fabricada em laboratório lá no México).

Todas elas (as correntes, as aplicações, as pirâmides) prometem dinheiro fácil para todos.

Ganhar dinheiro sem trabalhar, com muita facilidade, pode desconfiar. A vida é dura, para vencer tem que trabalhar, o maior problema é que com tanto incentivos e bolsas, os mais jovens e os marmanjos também, não querem saber de “pegar no pesado.”

Já avisei não aviso mais: DINHEIRO NÃO DÁ EM ÁRVORES E NEM CAI DO CÉU, principalmente em céu brasileiro.

Salve-nos Santo Expedito e Santa Catarina! Os protetores dos aflitos.

Manoel Amaral

A MÍDIA E A LISTA

A MÍDIA E A LISTA
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A Polícia Geral, na “Operação Folhagem”, conseguiu incriminar os principais jornais do país: “O Mundo”, “O Estado Gasoso”, o “Galho” e a revista “Objetiva”.

No outro dia saiu em primeira página o seguinte:
O PRESO TEM A MANIA DE FILMAR, GRAVAR E FOTOGRAFAR TUDO

Reportagem de Celia Cimael

Foi uma cascata, tudo desmontando. O complexo jornalístico daquele país, que mandava e desmandava, de repente estava desmoronando.

Não conseguia mais derrubar ministros e nem assacar as verbas públicas.

O Presidente fora informado que na revista semanal sairia tudo sobre um de seus Ministros. Era trama pura, montagem de fotos, dinheiro esparramado na mesa, gravações indevidas, numa arapongagem descaradamente ilegal.

Eles faziam tudo para continuar mandando, eram apenas  quatro famílias que locupletavam a si e os seus seguidores.

Empreiteiras que não contribuíssem com o caixa, com grandes anúncios, eram logo denunciadas. A chantagem corria a solta.

Elegiam Presidentes, Governadores, Senadores, Deputados, Prefeitos e Vereadores das grandes cidades.

O povo votava influenciado por pesquisas eleitorais fajutas, criminosas, alteradas a favor do grupo.

Quando um de seus prestigiados era eleito, aí começavam os trabalhos de arrecadação do grupo: desde coleta do lixo (que é um bom negócio) até fornecimento de alimentação para presos (outro bom negócio). Eles atuavam em todas as áreas que pudesse dar algum lucro, com pouco trabalho.

Passavam pela saúde, educação, meio ambiente, obras e vários outros setores que poderiam fraudar as licitações, ganhando empresas de seus grupos.

Viviam “dependurados em verbas farta dos cofres público” e das “ricas propagandas pagas nos grandes jornais, rádios e TVs” era o que dizia um blogueiro.

De outra feita, num estado mais distante ficavam de olho nas gordas verbas do plano do governo, ano eleitoral, verba esparramada por todo lado e eles capturando tudo para o seu rebanho.

Quando é contrariada ela contra-ataca, como no filme Guerra nas Estrelas.

E como tem equipamentos caríssimos para suas arapongagens, filmagens,  gravações fajutas e amplo laboratório digital para falsas montagens de fotos e voz.

Quando de montagem de CPIs eles trabalham para que tudo dê errado e seja esquecido como em outros casos de corrupção. Compravam voto no maior descaramento da história.

Agora todos estavam comprometidos com aquele alto empresário que tinha a mania de gravar conversas, filmar e fotografar tudo que se passava no seu escritório.

A lista era muito grande, gente do alto e baixo clero, como dizem lá na capital.

Grandes jornais, Rádios, TVs atolados até o pescoço. Políticos eleitos ilegalmente por todos os meios, estavam com o coração nas mãos.

A qualquer hora poderiam perder o mandato, o pior seria ficar por 4, 5 ou 10 anos na cadeia. Todos queriam cela especial, por causa dos cursos superiores. Mas a maioria iria mesmo para cela comum.

No outro dia, o pivô de toda confusão apareceu morto na prisão. Disseram que morreu enforcado por sua gravata amarrada na cabeceira da cama. Coisa estranha, nem deu para ele ficar de pé, ficou ajoelhado.

ManoelAmaral

http://osvandir.blogspot.com

OS POBRES VELHINHOS

ABANDONADOS, MALTRATADOS, ROUBADOS E ASSASSINADOS:             OS IDOSOS


Os filhos, para agradar, usam uma infinidade de nomes para os seus velhos: Terceira idade, melhor idade, idade especial ou idoso; pura bobagem. Velho é velho, aqui ou em qualquer lugar do mundo.

Tem as suas deficiências: está ouvindo pouco, comendo menos, andando emborcado, desequilibrado, nem consegue raciocinar direito.

Outro dia vejo pela TV mais um, entre os milhares de casos, de um velhinho de mais de oitenta anos que foi ludibriado por um mau caráter, bem vestido, se dizendo tratar de um representante de banco. É bom frisar que banco não envia ninguém a sua casa.

Chegou, pediu para entrar, falou que o cartão da vítima estava com problemas, que iria providenciar a troca para que tudo ficasse bem.

O inocente, de cabeça branca, com o peso da idade nas costas, entregou o seu cartão, sem pestanejar e ainda agradeceu ao malandro.

Alguns dias depois recebeu a péssima notícia que o pagamento da sua aposentadoria, estava faltando alguns reais, para ele muito dinheiro.

Procurou logo a família, gente simples, que nem sabia o que fazer. O advogado orientou para que procurassem o banco, que não deu muita atenção ao assunto.

Voltaram ao advogado, que novamente foi parar naquele banco, exigiu o cancelamento do cartão e emissão de outro.

Houve então, como o velho não tinha assinado nada, o cancelamento daquele empréstimo.

O velhaco senhor, todo engravatado foi avisado pela financeira que o negócio não deu em nada. Que tratasse de pagar do seu bolso o gordo financiamento. Ele escorregou por entre as linhas daquele contrato e devolveu o que tinha recebido.
Mas nem sempre é assim e estes vagabundos, estão por aí, a cada dia aplicando novos golpes, difíceis de serem acompanhados e resolvidos pela polícia. A cada dia eles inventam uma nova maneira de assaltar a quem trabalhou a vida inteira e agora acha que pode descansar.

Se pensam que os velhinhos, os de melhor idade, estão a salvo da família, estão muito enganados. Volta e meia estão enrascados com parentes que querem por a mão na sua grana.

Outro dia mesmo foi um neto que no descuido do idoso, passou a mão na dinheirama e foi gastar com drogas.

Outro caso comum é o procurador que recebe uma quantia e repassa apenas a metade e estamos conversados…

Tem gente que fica de olho e na saída do banco, conversa vai, conversa vem e quando o coitado chega em casa, suado, cansado, pernas doendo, cabeça girando e sua filha pergunta:
— Pai cadê o dinheiro?
— Ele bate a mão no bolso e nada por ali.

Foi assaltado e nem percebeu. Deve ter sido aquele elegante Senhor, engravatado, acima de qualquer suspeita, que ofereceu-lhe um sorvete na esquina.

Agora a comida ia diminuir, o cigarro também e o amor de filha, irritada, estaria comprometido.
O Governo Federal e os Estaduais abriram as pernas e permitiram os mais variados descontos em folha, inclusive destes empréstimos, até por telefone; onde já se viu uma coisa dessas. O cidadão não assina documento nenhum e no noutro dia lá está o dinheiro em sua conta.

E se o indivíduo que ligou não for a pessoa que está dizendo ser? Apenas pegou os seus dados em qualquer lugar, na internet, achou na rua ou roubou pura e simplesmente.

As financeiras estão por aí, em todas as esquinas, nos melhores pontos, competindo com os grandes bancos. São muitas, fervilham nas grandes cidades e anunciam em todos jornais, rádios e televisão: Dinheiro a juros baixíssimos, escondem no pacote as altas taxas administrativas cobradas do idiota que pega um empréstimo para pagar outro.

A moda agora e juntar todos os seus empréstimos e pagar tudo num só. A vantagem? Só das Financeiras!

Você por acaso já viu Bancos e grandes empresas fazer alguma coisa vantajosa para o cliente? Enfiam a faca de qualquer jeito, querem é arrecadar ou vender.

Haja vista os altíssimos lucros, só no Brasil, dos quatro maiores bancos. Nem vou citar nomes, isso não adianta, só serve de propaganda para eles.

Para que falar mais? Não vamos fugir do assunto. Velho é velho e pronto!

Manoel Amaral

THE NEW WEST – IV – A CAIXA DE PANDORA


THE NEW WEST – IV

A CAIXA DE PANDORA

“Operação Caixa de Pandora, foi criada em 2009, para reprimir fraudes em licitações no governo do Distrito Federal.”

Envolvimento de servidores públicos, empresários e até integrantes do Judiciário.

“A Operação Caixa de Pandora da Polícia Federal, acabou com o Mensalão de DEM em Brasília e levou à prisão do ex-governador José Roberto Arruda”

Foram apreendidos computadores, mídias, documentos, além de 700 mil reais, 30 mil dólares e 5 mil euros. Foi uma de maior impacto da PF.

“O esquema de corrupção seria uma espécie de “pedágio” que Arruda cobrava de empresas interessadas em conseguir contratos com sua gestão. O dinheiro arrecadado, segundo o inquérito da Polícia Federal, era dividido entre ele, o vice-governador, Paulo Octávio, secretários e assessores.”

De acordo com a operação da PF, o dinheiro que Arruda repassava a políticos vinha de empresas privadas que prestavam serviço ao governo do DF. Aqui uma coisa interessante, o dinheiro distribuído não saía da área pública.

“As empresas pagavam “por fora” para garantir a os contratos e continuidade dos serviços. O ex-governador, por sua vez, pagava aos aliados e adversários políticos para garantir estabilidade no governo e aprovar os projetos que queria. Com o apoio político, facilitava os contratos e licitações das empregas que forneciam o dinheiro.”

“Entre a pilha de coisas recolhidas, estavam agendas com anotações de pagamentos a políticos, livro-caixa com a contabilidade que os investigadores suspeitam ser de propina, dossiês sobre corrupção em empresas públicas e secretarias, além de um mapa com loteamento político de mais de três mil cargos no governo do DF, remessas de dinheiro para o exterior e acertos para fraude em licitações públicas.”

Ao todo, o processo principal já tem cerca de 40 mil páginas, fora os apensos e os avulsos.


Manoel Amaral

Fonte: Do R7, em Brasília; Revista Veja; Folha de S.Paulo