IGAÇABA: URNA FUNERÁRIA DOS ÍNDIOS

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Na maioria dos estados brasileiros são encontradas urnas funerárias indígenas.

Ontem estivemos em Leandro Ferreira, M/G, terra do Pe. Libério e lá no museu dos milagres encontramos várias urnas funerárias indígenas.

Trata-se de um enorme pote (ou vaso) de barro em cujo interior os índios colocavam os ossos de seus ancestrais.

Em São Gonçalo do Pará, na mesma região, também existem algumas fazendas que têm estes tipos de vasos.

João Ferreira do Amaral, morador de São Gonçalo, tem vários artefatos: cachimbos, cacos de cerâmica, machadinhas de pedra, bolinhas de barro e um estranho botão de pedra. Tudo encontrado nas suas andanças como trabalhador rural na região.

Foi ele mesmo quem nos contou que sabe a localização de várias urnas funerárias naquela região.

Os fazendeiros não divulgam e nem gostam que pesquisadores revelem a localização de tais artefatos indígenas.

Eles têm medo que de repente os seus sítios se transformem em atração.

Merece mais atenção dos pesquisadores estes tipos de objetos indígenas.

Manoel Amaral
www.casadosmunicipios.com.br

HISTÓRIA DE SÃO GONÇALO DO PARÁ/MG

HISTÓRIA DE SÃO GONÇALO DO PARÁ/MG

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Vamos começar tudo a partir de 1717, quando Dom Pedro Miguel de Almeida Portugal e Vasconcelos (Conde de Assumar) saiu de Lisboa em viagem para o Brasil, aqui aportando em junho de 1717, no Rio de Janeiro.

“No dia 8 de Setembro, dedicado à celebração da Natividade de NOSSA SENHORA, mandou um emissário levar às Minas, a Certidão de sua posse.”

“No dia 26 de Setembro de 1717, mandou outro emissário às Minas, para avisar a todos os administradores de sua próxima visita. A viagem tinha como objetivo primordial conhecer e verificar as condições de trabalho nas Minas de Ribeirão do Carmo, hoje cidade de Mariana, nas Minas de São João Del Rei e de Vila Rica de Ouro Preto.”

Encontraram a imagem de N. S. Aparecida, nas águas do rio Paraíba, no dia 16 de outubro, segundo alguns ou no dia seguinte, dia 17, quando da visita do Conde Assumar, naquela região.

Em dezembro de 1719, estoura a revolução em Pitangui e vai até janeiro de 1720. No ano 1720, desmembrou-se a Capitania de São Paulo em duas, sendo criada a de Minas Gerais.

O Conde de Assumar manda soldados até o Povoado  para acalmar os revoltosos, na luta cortam as cabeças e espetam em paus no “Capão das Cabeças Cortadas”, sítio próximo de Pitangui.

O Chefe, Domingos do Prado, para não ser morto, foge para Goiás.

Daí podemos dizer que começou a história de nossa terra natal São Gonçalo do Pará: Felipe de Freitas e alguns que trabalhavam com o chefe dos revoltosos, nos garimpos de ouro, com medo dos soldados do Conde, seguiram rio acima até encontrarem a entrada do Ribeirão dos Morais.

O resto todo mundo já sabe. Se não sabe basta adquirir  o meu livro “História de São Gonçalo do Pará”, por apenas R$20,00, que enviarei pelos correios.

Manoel Amaral

manoel.amaral@gmail.com para os pedidos