A MORTE VEIO DO ESPAÇO

A MORTE VEIO DO ESPAÇO

CAPÍTULO III

O ASTEROIDE

É a primeira vez, há mais de trinta anos, que um objeto tão grande passaria tão perto da terra. Vieram astrônomos do mundo inteiro para observá-lo, diretamente das terras do Tio Sam.

Oportunidade melhor não poderia surgir do que essa. Com seus possantes telescópios dirigidos para aquela região tentando não perder nada.

Foi aí que um deles percebeu que uma pequena explosão surgiu na parte inferior do asteroide. E mais outra, cujos clarões eram perfeitamente percebidos da terra.

Ampliando a imagem notou que poderia ser foguetes. E acertou, eram mesmo os foguetes da NASA que estava tentando alterar a rota daquele asteroide que virou manchete nos jornais do mundo inteiro.

O satélite descontrolado estava recebendo mensagens e não as processava. Continuava atirando por todos os lados.

Tudo estava indo como planejado pelos cientistas. O encontro era eminente. Canais de TV, jornais, internet, já haviam descoberto o truque da NASA. Manchetes pipocavam por todos os lados:

ASTEROIDE VAI EXPLODIR SATÉLITE MILITAR”

Houve uma explosão, um choque, metais derretidos, pedaços caindo por todos os lados e o asteroide seguiu como se não tivesse sofrido nenhum arranhão.

O satélite avariado continuou atirando, desta vez para lua, até que a NASA, pudesse dar um fim nesta engenhoca infernal.

E a nossa lua sob constante ataque de raios lasers, de uma arma terrestre.

Até quando ela irá suportar?

Manoel Amaral

A MORTE VEIO DO ESPAÇO

A MORTE VEIO DO ESPAÇO

CAPÍTULO II

PENTÁGONO VIRA CINZAS

E não durou muito a preocupação, na manhã seguinte o poderoso edifício fortemente guardado por muitos anos, num segundo, foi torrado por um dos maiores raios do satélite. Não sobrou nem escombros, tudo ficou derretido e um enorme buraco. Nem os andares mais profundos ficaram para contar a história.

Passado alguns dias e a arma atacando o mundo inteiro, um simples cidadão resolveu ver o buraco do Pentágono e cavaca daqui, cavaca dali, encontrou umas pepitas de ouro. O enorme buraco transformou-se na maior mina de ouro, em céu aberto, do planeta. Maior que a Serra Pelada, do Brasil.

Num dos filmes do ano 87, “O Milagre veio do Espaço”, de Steven Spielberg, pequeninas naves espaciais vinham à noite recuperar tudo que fora destruído durante o dia, naquele prédio destinado a demolição, pois o proprietário do terreno ergueria ali um conjunto de edifícios moderníssimos, de vários andares. Os pequenos discos-voadores ajudavam os velhinhos, moradores do local, a organizar o que os vândalos contratados por um testa-de-ferro destruíam.

Agora a morte estava vindo dos céus, através de um satélite militar enlouquecido.

Sete grandes vulcões já estavam em erupção, os gases já apresentavam um grande perigo para as pessoas, animais, agricultura e propriedades. Erupções vulcânicas podem produzir quantidades letais de gases tóxicos, como o Dióxido de Enxofre, Dióxido de Carbono e Ácido Fluorídrico.

Maremotos causavam tsunamis em todo planeta. O clima estava todo alterado.

O jornal de hoje, 8 de novembro, anunciava:

“Um asteroide número 2005 YU55, de 400 metros de comprimento, passará perto da Terra na terça-feira (8/11), em uma aproximação rara que não representa risco de impacto para o planeta. Quando eles se aproximar, às 21h28 (horário de Brasília) desta terça-feira (8) ele estará a apenas 324.600 quilômetros da superfície da Terra – mais próximo que a Lua.”

Estava armado o esquema de que a NASA precisava, sigilosamente ela enviou alguns foguetes contra o asteroide, para que este entrasse em rota de colisão contra o satélite que causava tantos problemas.

Manoel Amaral



OSVANDIR E O GRANDE DESASTRE

Capítulo I

A AMEAÇA

“Não sei como será a terceira guerra mundial,
mas sei como será a quarta: com pedras e paus.”
(Albert Einstein)

Ouviu-se pela mídia que ataques simultâneos seriam desfechados por terroristas, em todo o mundo.

Os paises com melhores meios de detecção de bombas ou outras ameaças, estavam em alerta.

O plano divulgado é que seriam detonadas várias bombas em todos continentes.

Na América do Sul: São Paulo (Brasil), em seguida Buenos Aires (Argentina), Bogotá (Colômbia) e Belém (Brasil).

Cidades mais populosas da América do Norte: Toronto (Canadá), New York (EUA), México City e San Francisco (EUA).

Principais pontos da Europa: Roma (Itália), Madrid (Espanha), Londres (Inglaterra), estendendo-se para o lado de Varsóvia (Polônia), Moscou (Rússia) e Estocolmo (Suécia).

Pontos estratégicos da Ásia: Teerã (Irã), Nova Delhi (Índia), Hong Kong e Beijing (China).

Na África procuraram pontos representativos: Cairo (Egito), Dakar (Senegal), Porto Novo (Nigéria), Mogadishu (Somália) e Luanda (Angola).

No continente australiano apenas uma bomba-vírus disparada até Canberra, seria o suficiente para exterminar toda a população.

Os pontos já estavam todos assinalados por GPS, no mapa eletrônico de posse dos terroristas.

Quando começariam os ataques? Ninguém sabia! A tensão aumentava quando qualquer fato corriqueiro acontecia.

Os jornais impressos atingiram record de vendas diariamente. A mídia em geral estava em polvorosa. Na internet, determinados sites sobre guerra, tiveram milhões de visitações diárias.

Capítulo II

A BOMBA

“Triste época! É mais fácil desintegrar
um átomo do que um preconceito.”
(Albert Einstein)

Essas mini-bombas seriam enviadas por satélites e espalhariam milhões de vírus que exterminaria cada ser humano em 24 horas.

Era algo mais impactante do que qualquer bomba já fabricada.

Não haveria explosão, os animais e plantas não seriam afetados. Nem a terra ficaria poluída, apenas o ar, por um determinado tempo.

Os primeiros sintomas de quem fosse atacado pelo vírus seria “a febre muito alta e vômitos, olhos ficariam avermelhados, a pele do rosto adquiriria uma tonalidade amarelada e apareciam em seguida, manchas vermelhas que logo se transformariam em feridas, o corpo começaria a inchar e ficaria muito agressivo e confuso.”

Uma experiência foi realizada na África, em laboratório, o paciente “começou a vomitar sangue escuro e a sangrar sem parar pelo nariz. Movia-se de uma forma estranha, parecia fora de si, seus órgãos se desfaziam, estava morrendo aos poucos.”

Em outro laboratório a pessoa “sangrava por todos os orifícios de seu corpo. Quando o paciente morria, o vírus necessitava então de um novo hospedeiro e atacava o mais próximo.” As contaminações eram muito rápidas e pelo ar.

Qualquer coisa no DNA humano atraía o vírus pois só eles eram atacados. Os animais, mesmo convivendo com eles não ficavam infectados.

E essa bomba-vírus seria espalhada por todos os cantos da terra.

Tudo isso se transformou num quebra-cabeça para os dirigentes de todas as nações do mundo. Quem estaria por trás deste maquiavélico plano? E quem poderia impedir que tal guerra bacteriológica iniciasse?

Os mais modernos armamentos se tornaram inúteis nesta guerra espacial

Capítulo III

O EXTERMÍNO
“Duas coisas são infinitas: o universo e a estupidez humana.
Mas, no que respeita ao universo,
ainda não adquiri a certeza absoluta.”
(Albert Einstein)

O extermínio seria total, apenas as pessoas que estivessem em voo, estariam salva enquanto no espaço, depois que pousassem seriam contaminadas.

Osvandir seguia para a Europa, a fim de participar de um seminário sobre Ufos, em Portugal, quando soube do plano.

Pensou em desviar este satélite de sua rota e colocá-lo em colisão com algum asteróide.

Ligou para NASA, procurou saber quais satélites tinha condições de lançar bombas sobre a terra. Agora que o monopólio acabou, quase todos os países estão lançando satélites para várias finalidades, ficou difícil classificá-los.

Somente alguns com estas condições, localizou logo qual seria o principal suspeito.

A Estação Espacial Internacional ajudou informando a rota do satélite. Feito os cálculos, Osvandir chegou à conclusão que poderia enviar um foguete da terra e colocar o satélite em chamas, mas mesmo assim correria o risco de alguns vírus se espalharem pela atmosfera terrestre.

Aí os fatores externos entraram em ação. Um asteróide conhecido por uma sigla numérica, surgiu lento, em direção à terra. Prejudicou a rota de vários engenhos espaciais e finalmente atingiu o temido satélite numa explosão, ficou no céu, por várias horas um circulo de cor esverdeada.

Os crédulos dizem que seria obra de ETs de outras galáxias, ajudando aos terráqueos, mas quem observou direitinho, por telescópio, antes da explosão, um fino raio ultravioleta partiu de uma outra direção e atingiu o satélite.
Osvandir que foi um deles pensou: — De onde partiu aquele fino raio ultravioleta?

MANOEL AMARAL

OSVANDIR E O LCROSS NA LUA

Imagem Google

“Mesmo partida a lua jamais deixará de brilhar”
(Simair, primo de Osvandir)

Outubro de 2009

Foi quando o Lunar Crater Observation and Sensing Satellite (LCROSS), atingiu a lua pela primeira vez, levantando uma poeira de vários quilômetros, em 09 de outubro de 2009, perto da cratera de Cabeus, onde tudo começou.. Com objetivo de estudar a possibilidade de encontrar água na lua os cientistas começaram a enviar cada vez mais satélites de observação para aquele astro.

Os cientistas estavam bastante contentes com a quantidade de dados que recebiam.

Muito sensível, ele fotografava, analisava o solo, enviava um mapa do calor e outros dados de suma importância para as futuras viagem dos astronautas da NASA.

Em alguns meses, todos os dados analisados, para perceberem se havia moléculas de água, constando uma camada de gelo na superfície.

Muitos esperavam imagens fantásticas, mas foram surpreendidos por fotos de simples poeira lunar, levantada pelo impacto daquele aparelho.

Os cientistas, preocupados com a infinidades de dados recebidos, nem se atinavam por possíveis falhas nos sistemas de informações.

Naquele mês o Presidente da maior nação do mundo recebera o Prêmio Nobel da Paz, muitos não entenderam a finalidade daquele título. Até o nome do Presidente Lula fora cogitado, mas a turma de puxa-sacos maior, pendia para o Norte Americano. “Aquele era o Homem!”

Setembro de 2010

Todos estavam preocupados com guerras, fome, falta de alimentos, transtornos na natureza. Furacões, maremotos, chuvas, desmonoramentos, pessoas sem teto; anunciando péssimas notícias para os próximos anos. No Brasil aquela marolinha, com eleições para Presidente.

As experiências na Lua continuaram. Mais uma vez ninguém verificou os efeitos danosos provocados no satélite.

Os foguetões continuaram subindo e impactando o solo lunar. A poeira continuava a subir num espetáculo, cada vez mais observado por astrônomos e cientistas da NASA.

Agosto de 2011

Neste ano muito sucesso foi obtido com o lançamento de dois foguetes contra uma cratera na superfície da Lua.

“O objetivo da missão continuava o mesmo, testar os detritos criados pelo impacto para verificar a presença de água no solo lunar.”

“A comprovação da presença de água congelada no satélite facilitaria a instalação de uma futura base para a exploração na Lua, diziam os cientistas.”

Alguns astrônomos que observavam o impacto a partir de telescópios ainda continuavam decepcionados com as imagens captadas.

“Os cientistas esperavam que cada lançamento criava cerca de 350 toneladas de detritos, jogados a uma altura de até dez quilômetros.”

As missões do Satélite de Sensoriamento e Observação de Crateras Lunares (LCROSS, na sigla em inglês) com um custo estimado de US$ 79 milhões (cerca de R$ 138 milhões) cada, continuaram a seguir para a lua.

E o objetivo era sempre o mesmo: “ajudar a abrir o caminho para o retorno de astronautas americanos à Lua até 2020.”

Novembro de 2012
Tudo estava indo muito bem, até que numa observação de rotina, nos foguetes, encontram uma bomba no meio daquelas fiações quilométricas.

Era uma sabotagem de alguns paises do “eixo do mal”, que desde os primeiros lançamentos já estavam enviando essas bombas de alto efeito no solo.

Em pouco mais de dois anos, várias bombas de alto poder destrutivo estavam sendo enviadas para nosso satélite e ninguém sabia de nada.

Até que um dia a lua começou a sentir os efeitos destas explosões e vários pedaços de granito foram atirados ao espaço e ela dividiu em duas partes. A menor subdividiu-se em vários pedacinhos, girando, como aqueles asteróides que estão entre Marte e Júpiter.

Os poetas ficaram tristes, olhar para o espaço e ver a lua partida, partia os corações. Não havia mais lua cheia, apenas meia lua.

Agora que tudo estava mudado, a NASA e seus cientistas começaram a lancar foguetes com possantes câmeras para estudar… o cinturão de asteróides de Marte…:

Nasa lança sonda para estudar asteróides

“Cabo Canaveral – Uma sonda pioneira, que pode servir de modelo para futuras missões interplanetárias, subiu ao céu na quinta-feira a bordo de um foguete não-tripulado Delta 2, com o objetivo de explorar dois asteróides entre Marte e Júpiter.”

MANOEL AMARAL
osvandir.blogspot.com.br