COMO COLOCAR TÍTULOS EM SUAS HISTÓRIAS

COMO COLOCAR TÍTULOS EM SUAS HISTÓRIAS

Imagem Google

Seria bom escrever todo o texto e só depois pensar no título, mas pessoalmente sempre faço o contrário primeiro coloco o título e só depois vou pensar na história.

Nas crônicas deve ter tudo a ver com o assunto, já nos contos deve ser bem chamativo, do contrário, não conseguirá nenhum leitor.

Nestes tempos de internet o título também deve ser curto, no máximo umas três palavras.

Em Portugal os títulos, quase sempre, são muito longos.

Seja criativo, mas não deixe de ver os jornais, as manchetes chamam os leitores, principalmente os jornais mais populares. E agora com os eletrônicos, os títulos tem uma importância enorme.

Se você está escrevendo uma história infantil é muito importante prestar atenção ao título, do contrário não venderá o seu livro.

Isso é muito interessante, mas já tenho visto uns títulos idiotas que mesmo assim vendem (deve ser à custa de muito marketing).

Tem um conto meu com o seguinte título: A personagem que matou o 
autor.

O SUBTÍTULO

Veja algumas capas de livros e verá que abaixo do título vem um texto, é o subtítulo. É para ajudar a chamar mais a atenção do leitor e complementar o título.

Manoel Amaral

www.casadosmunicipios.com.br

OSVANDIR EM VENEZA III

OSVANDIR EM VENEZA III

Capítulo III

GUARDA NEGRA
É tão triste Veneza,
Quando ouço no ar,
Barcarolas que vem,
Minha dor realçar.
(Agnaldo Timóteo - É tão triste Veneza )
Ao chegar a loja maçônica Osvandir  foi escoltado por um irmão-aprendiz, até uma grande sala azul, era a “sala dos passos perdidos”, nas quatro paredes tinha uma porta, contando com a porta por onde chegou. O rapaz pediu que ele esperasse ali e assim que ele, aprendiz, saísse o Osvandir deveria escolher uma das portas, abrí-la e entrar.
Assim que o rapaz partiu, Osvandir escolheu a porta que tinha no frontão o desenho de uma estrela com sete pontas, em cada uma delas o símbolo astrológico dos planetas. Começando em cima e no sentido anti-horário,  o símbolo do Sol, Vênus, Mercúrio, Lua, Saturno, Júpiter e Marte.
Ao entrar pela porta foi recebido por nada mais, nada menos, que pelo o irmão Sereníssimo Grão Mestre da Fratellanza Italiana, Osvandir não podia ver o rosto do homem, pois o mesmo estava encoberto por um capuz negro, com duas pequenas aberturas para os olhos. O homem olhou para ele e perguntou por que  procurava saber sobre a Guarda Negra, Osvandir então contou sobre o apuro que o seu amigo Sandi estava passando e os acontecimentos no mosteiro, e  sabia que só através das informações seculares que a Guarda possuía ele conseguiria elucidar o misterioso caso.
O Sereníssimo então falou que para isso era preciso estar com a consciência desperta, adquirida através da abertura das sete chaves, onde cada etapa consistia em descobrir a chave da porta seguinte, mas que nos tempos que correm é preciso ser mais tolerante com os não iniciados e que o Osvandir poderia perguntar o que achasse necessário.
Osvandir começou perguntando sobre o livro, manual, que tinha pertencido a biblioteca do rei Salomão, o Grão Mestre olhou para ele e disse que o manual servia para montar um aparato científico que possibilitaria entender a formação do universo. Então Osvandir perguntou se isso tinha a ver com os terríveis acontecimentos dos monges do monte Etna e, se sim, de que maneira.
O homem foi até uma lousa, que ficava na parede em frente ao Osvandir, e desenhou um esquema, uma espécie de diagrama, dizendo que na época do rei Salomão foi observado um grande clarão no céu, o que os astrônomos hoje em dia chamam de uma Super Nova, e que esses mesmos cientistas calculavam que a explosão de uma supernova deveria liberar uma enorme quantidade de neutrinos.
Confuso, Osvandir, indagou o que esses tais neutrinos tinham a ver com o mosteiro? O Grão Mestre disse que na verdade o mosteiro abrigava um sofisticado detector de partículas, que existia uma antiga mina de sal nas entranhas da montanha e que o aparato científico tinha sido montado ali para detectar os neutrinos emitidos pela grande explosão inicial do universo, o Big Bang.
A quantidade de partículas capturada pode estar relacionada com questões fundamentais: O Universo teve um começo? Ele está em expansão? Um dia o Universo vai se contrair ou vai continuar se expandindo? Se ele se contrair, depois vai ter um começo de novo?

E ao que parece, pelo estado mental totalmente alterado, os monges esclareceram essas questões, e que os governantes “senhores do mundo” estavam a todo custo tentando manter em sigilo absoluto essa verdade.
Osvandir agradeceu e partiu rejuvenescido e em sua mente veio a figura de Corto Maltese, o marinheiro, e como diria ele, o personagem criado por Hugo Pratt, ” há em Veneza três lugares mágicos e secretos: um na “rua dos amores e dos amigos”, outro junto da “ponte das maravilhas” e o terceiro na “calle dei marrani”, perto de “san geremia”, no velho gueto. 

Quando os venesianos estão fartos das autoridades, vão até esses lugares secretos e, abrindo as portas ao fundo desses pátios, partem para sempre para universos maravilhosos e para outras histórias.”

Jose Ildefonso 

O ASSASSINO DO FACEBOOK III

O ASSASSINO DO FACEBOOK – III

A morte da estudante

“Facebook: Aproximando quem está longe, afastando quem está perto.”

Assim que aquele senhor saiu da danceteria, Osvandir pegou o seu copo com todo cuidado e disse para o barman que levaria como prova de uma possível identificação de um criminoso.
Já no seu quarto de hotel espalhou aquele pozinho branco em toda a sua superfície e constatou três sinais de digitais. Com uma fita adesiva conseguiu retirar as digitais do copo.
Fotografou aquilo tudo e juntou ao arquivo das fotos. Pelo exame das fotos pode notar que o homem tinha uma altura aproximada de 1,80m, era magro e cabelos grisalhos.
Estaria por ali a procura da próxima vítima?
Quando saiu perguntou para várias pessoas se sabiam o nome dele, apenas uma soube informar o nome, mas não sabia o endereço.
Apressando o passo Osvandir pode ver que ele entrara num daqueles hotéis baratos dali da região.
No outro dia foi até lá e perguntou ao porteiro se havia alguém com aquelas caraterísticas por lá.
— Tem o Agenor, mas ele não usa calça jeans de jeito nenhum. Gosta de terno preto, camisa branca e gravata.
Descartada a possibilidade de ser Agenor assassino da loura, foi em busca de outras informações.
Osvandir ainda não tinha terminado o seu trabalho de pesquisa do primeiro assassinato quando o seu auxiliar anunciou o segundo. Um jovem estudante fora encontrada no mesmo local do primeiro.
Praticamente com as mesmas características: loura, 1,80m, belas pernas e bumbum arrebitado.

Só que neste caso ela parecia mais jovem. Cabelos mais curtos e não usava batom vermelho e nem soltava espuma pela boca.

Numa semana, dois assassinatos e os corpos ali no mesmo local. Isto tudo fez Osvandir supor que seria um Serial Killers.

Aquele psicopata voltara a atacar e mais uma moça caíra nos seus braços assassinos.

Estaria ele usando o Facebook para marcar estes encontros? Tudo indicava que sim. Ali era fácil de marcar os encontros naquela região.

Desta vez o perito raspou as unhas da vítima em busca de pele do assassino para revelar o seu DNA.

Algumas peças essenciais ao inquérito foram coletadas por Osvandir e pelos policiais.

Novamente o solado de um calçado muito conhecido há algum tempo: o Vulcabrás 752. Porque será esta fixação por este tipo?

Enquanto as análises do DNA não ficavam prontas, o jeito era pesquisar nas pensões e hotéis dali da região.

Numa das caminhadas pelas ruas próximas viu um homem conversando com uma jovem. As características eram idênticas as do procurado.

Manoel Amaral

A MULHER DE BRANCO DE OURO PRETO

O baile estava muito animado, corria o ano de 1999, Osvandir resolvera passar as férias naquela belíssima cidade de Ouro Preto.

Uma linda garota aproximou-se de sua mesa e uma conversa foi iniciada:

__ De onde você vem? – Quis saber a garota.
__ Sou do Centro-Oeste de Minas. – Respondeu Osvandir, já meio entusiasmado.
__ E você, é daqui mesmo ou de outra cidade?
__ Sou de uma cidadezinha do interior. Moro no Internato há alguns anos.

Beberam muito, dançaram bastante e na hora de ir embora, como estava fazendo muito frio, Osvandir cobriu aqueles ombros desnudos da jovem, que usava um longo vestido branco, com o seu blusão.

Seguiram de carro até as proximidades da Capela de Nossa Senhora das Dores, aí ela disse:
__ Moro por aqui…
__ Você já vai descer, não quer conversar mais?
__ Preciso entrar antes do amanhecer, já é muito tarde, depois conversamos mais.

Osvandir nem sabia o nome dela, correu atrás e perguntou:
__ Como é o seu nome? – Ela já sumia na esquina daqueles velhos casarões da rua, mas respondeu:
__ Meu nome é Maria Cândida.

Uma lufada de vento, de arrepiar, atravessou a rua e levantou os seus cabelos. Sentiu um clima de terror. Tudo por ali tão estranho.
Pensou: __ Amanhã volto para conhecê-la melhor.

No outro dia voltou, procurou informar-se sobre um internato para mulheres. Encontrou um, próximo a linda igreja barroca. Foi até a secretaria e perguntou sobre Maria Cândida.

Consultaram a listagem de internos e não encontraram nenhuma Maria Cândida. Aí perguntaram:
__ Ela estava de branco?

O medo percorreu a espinha dorsal de Osvandir, mas mesmo assim respondeu:
__ Sim, ela estava de branco, por quê?
__ Você não sabe? É a famosa Mulher de Branco, faleceu há muitos anos. Poderá comprovar o que digo, veja no cemitério ao lado da igreja, a sua tumba.

Ao sair daquele local, Osvandir foi visitar o cemitério indicado. Procurou muito, mas lá no canto direito, num velho túmulo estava escrito na lápide:
Maria Cândida, nascida em 1800 e falecida em 1823.

E seu blusão? Que fim levou?
Ao chegar ao Hotel uma secretária entregou-lhe o blusão dizendo que uma linda jovem, de branco, dissera que era para entregar para você.

Foi aí que Osvandir passou acreditar na lenda da Mulher de Branco de Ouro Preto.

MANOEL AMARAL

Untitled

OSVANDIR E A MULHER DA MALA II
Capítulo II
As Malas
“Nós somos nossos defeitos”. (Osvandir)
(Para o Amigo Al, da Bahia)

Muitos leitores queriam saber o que continha naquelas duas malas da Mulher de Branco.

O Osvandir fez uma investigação sobre este assunto, vamos ver a seguir a sua conclusão: Parece que tinha um pedaço de pano branco, com manchas de sangue, vazando para fora da mala maior.

Aquilo seria um crime? Ou apenas o assoamento de nariz, em época de Gripe Suína? Poderia ser outra coisa também: resto de roupa íntima, em dia de menstruação.

Pegou o ônibus, desta vez em Bom Despacho, tinha feito uma venda importante, deveria ir aquela cidade para receber o valor de vários computadores para uma Lã House, adquirido por uma livraria, e também um Notebook, para um açougue. As coisas são assim mesmo, inusitadas.

Vinha vindo tranqüilo no ônibus, cheio de estudantes, com uniformes azuis e brancos, de uma escola famosa na cidade.

Ao estacionar na Rodoviária de Nova Serrana, lá estava a Mulher de Branco, conversando com o motorista, desta vez um outro, para nós desconhecido.

Muito gentilmente ele atendeu aquela senhora, pobre senhora.

Com todos estes pensamentos na cabeça, Osvandir olhou para traz e viu aquela mulher: magra, olhos azuis claros, rosto comprido, seios pequenos, quase aparecendo sobre aquelas vestes esvoaçantes contra o vento de agosto, dando adeus para todos.

O olho clínico de Osvandir não saiu daquelas malas. A curiosidade mata mais que gripe suína. Ele não conteve e acabou puxando uma daquelas malas, a menor, para bem perto de si.

Na descida, no trevo para Igaratinga, levou consigo, a dita mala, a menorzinha.

Estava aflito, o que teria ali dentro. Ela estava até leve pelo tamanho. Quando parou num posto, foi ao banheiro e levou a pequena mala, uma maleta.

Ao abri-la levou um tremendo susto, até quis gritar! Mas pensou bem e se conteve.

Pensou em deixá-la ali, em qualquer lugar bem visível. E se a Mulher de Branco viesse buscar a mala? Pegou carona no carro do primeiro colega que encontrou e seguiu para Divinópolis.

__ E aí companheiro? O que tem dentro desta mala velha e suja?
__ Segredo, mistério!
__ Ora vai, conta aí, Osvandir!

Foi então que Osvandir resumiu toda a história e o motorista, não gostou do assunto, porque disse que a Mulher de Branco, estava aparecendo no Povoado de Água Limpa, logo à frente.

Foi só ele acabar de falar, olhe ela lá antes da Curva do Cachorro Morto.

Osvandir estremeceu, não esperou ela pedir a mala. Jogou-a pela janela. Ela foi rápida, pegou-a, ainda no ar e sumiu…

__ Mas e o segredo da mala? Agora você pode contar. Ela foi embora mesmo.
__ Certo, vou revelar: dentro da mala tinha apenas alguns retratos antigos, um de casamento e outros de filhos do casal, uma carta que não li e uma blusinha de crianças de uns dois anos.

Manoel Amaral
http://osvandir.blogspot.com
http://recantodasletras.uol.com.br/autores/osvandir
www.textolivre.com.br/contos

OSVANDIR E A MULHER DA MALA I – Conto de Terror

Capítulo I
A Mulher de Branco
(Para o amigo Al, da Bahia)

Osvandir seguia, via ônibus, pela rodovia BR-262, para a cidade de Pará de Minas-MG, saindo de Nova Serrana.

Lá para as bandas do Povoado dos Limas, pertencente ao Município de Igaratinga, uma senhora, de branco, deu sinal, o motorista parou no acostamento e ela perguntou:

__ Vai passar em Pará de Minas?
__ Vamos. – Respondeu o trocador, com cara de jovem que vive assustado o dia inteiro, devido os assaltos constantes, nestas linhas.
__ Pode levar estas malas para mim, até o entroncamento de Pará de Minas? Alguém vai pegá-las naquele local.– Completou aquela mulher magra e de olhos grandes.
__ Pode deixar que entregamos. – Respondeu o motorista, um cara bonachão, gordinho, de bigode fininho, parecido com aqueles artistas de filmes italianos.

A mulher sumiu numa estradinha que não sabemos onde ia dar. Já era quase noite, mas o sol ainda dava sinal de sua presença, atrás do Morro Agudo.

O ônibus seguiu sacolejando por aquelas estradas, ora entrando num acostamento para descer ou entrar passageiros ou então em algum Povoado para uma pequena parada.

__ Quanto pago até Torneiros? – Disse um passageiro que já estava aflito para chegar em casa e devorar um queijinho de Minas, agora Patrimônio Mundial ( pode?).
__ A passagem é R$3,50, mas porque esta aflição? – Aquele trocador estava achando que seria mais um ladrão que estava apenas disfarçando…
__ É que tenho que apartar algumas vacas e já está ficando tarde…

Nesse meio tempo entra uma senhor, cabelos grisalhos, com um saco (uns 5 quilos) de feijão e alguns ovos numa cestinha. Colocou aqueles ovos, várias dúzias, ali no piso do corredor. Já imaginaram o que poderá acontecer na saída de algum passageiro? Pois foi isso mesmo que aconteceu: um rapazinho distraído pisou no balaínho e alguns ovos foram para o beleléu.

A mulher, muito bondosa, disse ao rapazola que não tinha importância, era para presente, mas o feijão ainda estava a salvo.

Numa curva em “S”, aquele saco de feijão que estava desamarrado, esparramou no assoalho transformando-se numa verdadeira arma para derrubar qualquer um.

Um moleque pisou com seu tênis, moderno, de amortecedor, escorregou e bateu com a testa na cadeira de número 13. Reclamou do número da cadeira, disse que o dito dá azar.

Uma moça, bonita, de batom vermelho, acudiu o rapaz e limpou o sangue que escorria em sua testa. Ele agradeceu e disse que era técnico em informática, deu-lhe um cartão e pediu para procurá-lo em Pará de Minas, consertava tudo, até impressoras antigas.

Osvandir seguia ali quietinho, mas de olho naquelas malas que estavam bem perto do motorista. Já estava quase chegando na entrada para a cidade onde elas deveriam ser entregue.

Mais uma subida, uma descida, uma curva à direita, um baixadão e lá estava o ponto onde alguém estaria esperando aquelas malas, que parecia não conter coisa agradável dentro.

Algumas máquinas, construindo uma terceira pista, atrasaram um pouco aquela viagem. As pás carregadeiras estavam levando terra para aterrar um buraco bem ao lado da rodovia.

Lá estava alguém a espera das malas. Uai! Mas que coisa interessante! Parece que era a mesma mulher que entregou as (mal)ditas lá atrás, no Povoado dos Limas…

Aproximando mais, Osvandir pode conferir que era mesmo aquela mulher, magra, olhos grandes, roupa fina e branca. Estava escuro, mas deu para reparar esses detalhes porque o trevo era bem iluminado.

O ônibus parou, a mulher pediu as malas, o motorista solicitou ao trocador que descesse e as entregasse aquela pessoa as duas malas grandes. Nem prestaram atenção naquela estranha mulher.

__ Muito obrigado seu motorista. – Disse aquela mulher, magra e de olhos grandes.
__ De nada, minha senhora. – Respondeu o motorista e trocador, sem nem mesmo olhar para quem as recebia…

Fica aí a história para o leitor decifrar este mistério.

Manoel Amaral
http://osvandir.blogspot.com/
http://recantodasletras.uol.com.br/autores/osvandir
www.textolivre.com.br/contos

OSVANDIR & HARRY POTTER NO BRASIL

ENTREVISTA COM HARRY POTTER

Num barzinho da cidade, Osvandir resolveu fazer uma mini-entrevista com Harry, antes de sua partida:
1 – Quem é Tom Riddle? Tom Riddle é Voldemort, o Bruxo das Trevas, que matou os pais de Harry. Chamado pelos bruxos normalmente de Você-Sabe-Quem. Ele também é um “sangue-ruim”, mas tem ódio disso. Se tornou um bruxo poderoso com o idealismo de criar uma raça pura. Dividiu sua alma em sete partes para se tornar imortal pois tem medo da morte.

2 – Quem foi Dumbledore? Dumbledore foi o maior bruxo de todos os tempos. Também diretor da Escola de Magia e Bruxaria de Hogwarts durante anos, aonde preparou Harry para a batalha final – para derrotar Voldemort.
3 – Quem são os “Trouxas” ? Os “Sangue-ruins”? Trouxas são pessoas normais, que não são bruxas. “Sangue-ruins” são pessoas que tem um dos pais bruxo e o outro “Trouxa”.
4 – Quando Harry nasceu? Ele nasceu em 30 de Julho de 1980.
5 – Como JKR teve a idéia de criar HP? De acordo com ela, Harry simplesmente apareceu em sua cabeça, enquanto ela fazia uma viagem de trem para Londres.
6 – O que é Orcrux? Horcrux é o objeto aonde se deposita uma parte da alma, para que o objeto possa arranjar um modo de voltar à vida após a morte do indivíduo. Voldemort dividiu sua alma em sete, sendo uma delas o Diário que pertenceia a Gina em Harry Potter e a Câmara Secreta. O Diário sugava a alma da Gina enquanto ela o usava. Quando Gina morresse, Voldemort voltaria.
7 – Nome dos livros: HARRY POTTER e a Pedra Filosofal – HARRY POTTER e a Câmara Secreta – HARRY POTTER e o Prisioneiro de Azkaban – HARRY POTTER e o Cálice de Fogo – HARRY POTTER e a Ordem da Fênix – HARRY POTTER e o Enigma do Príncipe – HARRY POTTER e as Relíquias da Morte
8 – Nome dos Filmes já lançados: HARRY POTTER e a Pedra Filosofal – HARRY POTTER e a Câmara Secreta – HARRY POTTER e o Prisioneiro de Azkaban – HARRY POTTER e o Cálice de Fogo – HARRY POTTER e a Ordem da Fênix. Filmes que vão lançar: – HARRY POTTER e o Enigma do Príncipe – HARRY POTTER e as Relíquias da Morte (parte 1) – HARRY POTTER e as Relíquias da Morte (parte 2)
9 – Quem são os “Comensais da Morte”? Comensais da Morte são seguidores do Lord das Trevas, Voldemort. É um exército de Bruxos que seguem seus ideais a comando de Voldemort.
10 – Em que época HP foi para Escola da Magia, tinha quantos anos? Foi para Hogwarts pela primeira vez quando tinha onze anos, em 1991. O ano letivo começa em Setembro, e acaba em Maio do ano seguinte.
11 – Quantos anos ele tem hoje? Todos estão com 29 anos. Hermione Granger faz aniversário junto comigo (19 de Setembro de 1980), Rony Weasley faz aniversário em algum dia de março, nasceu em 80 também. Dumbledore morreu com quase 120 anos, em 1997.
12 – Como fazer para não misturar o ator do cinema com o personagem dos livros? No cinema eles são bonitos xP
13 – Qual a mensagem final da série para os jovens? Harry Potter deixa a mensagem sobre o amor e a amizade, que é a coisa mais importante que há. Nos ensina sobre a morte, dizendo que ela é como dois amigos separados pelo oceano, mas que vivem uns nos outros mesmo com a distância. Também nos ensina que a morte não é o fim, e quem nós amamos continuam a nos amar.
“Afinal, para a mente bem organizada, a morte é a próxima grande aventura.”
Harry Potter e a Pedra Filosofal
THALLES/Manoel

OSVANDIR & HORRY POTTER NO BRASIL

Capítulo IX
A DESPEDIDA
Todos temos luz e trevas dentro de nós.
O que nos define é o lado com o qual escolhemos agir.
Harry Potter e a Ordem da Fênix

Com a mala na mão, de novo perdidos no meio do mato, procuraram uma estrada, naquele local que tinha muita água. Deram sorte, avistaram uma rodovia asfaltada.

O primeiro carro que apareceu Osvandir pediu carona. Era uma linda mulher, que parou o carro no mesmo instante. Desconfiada, pensando ser assaltante, ela arrancou da cintura um 38, apontou para Harry e foi logo perguntando:
__ O que vocês querem?
__ Estamos procurando uma cidade qualquer, ficamos perdidos aqui no meio desta floresta, disse Osvandir.
__ Entrem, mas se tentarem qualquer coisa, podem se dar mal. Sou Delegada de uma cidadezinha aqui por perto e estou indo para Belém.
__ Está bem Doutora Delegada, não vamos tentar nada, só queremos chegar até onde você vai e tudo bem.

Osvandir deu graças à Deus de ter encontrado aquela mulher ali numa estrada de tão pouco movimento.

Acomodados num hotel em Belém, Harry e Osvandir procuraram descansar. Depois de um bom tempo, tomaram banho e desceram para almoçar.

A sugestão do dia era Tacacá, uma comida regional muito diferente, preparada com o tucupi (caldo da mandioca, previamente fervido com alho e chicória), goma (mingau feito com uma massa fina e branca, resultado da lavagem da mandioca ralada) e jambu (planta considerada afrodisíaca). É um prato originário dos índios.

Tinha arroz, feijão de vários tipos, bife a cavalo (com um ovo frito em cima), batata frita, frango ao molho pardo, peixe frito e ao molho. Uma infinidade de comida diferente da que estavam acostumados no dia a dia.

Osvandir preferiu ficar com o tradicional mesmo, comeu alguma salada, depois um pouco de feijão, arroz e peixe frito.

Já Harry, experimentou alguma coisa diferente do que conhecia e até gostou do Tacacá.
Depois do almoço, uma breve passada pelo “Ver-o-Peso” para algumas compras de pequenos presentes, a seguir, uma caminhada pelo centro, a tarde preferiram andar de barco.

No outro dia Harry resolveu não ir para o Pantanal, depois que ficou sabendo por algumas pessoas que lá também tinha muita água.

Arrumou as suas malas e resolveu partir. Ir para sua terra. Como se daria isso não sabiam.
O sinal na sua testa de HP começou a sangrar e o implante atrás da orelha esquerda de Osvandir também começou a incomodar. Um magnetismo forte começou a pairar no ar.
Harry testou a vassoura e não obteve nenhum resultado.

Osvandir procurou pelo Gerente do hotel e perguntou sobre os esportes radicais nas proximidades de Belém e ele informou que um pessoal trabalhava com balões.

Ligaram e marcaram um encontro para um voo livre sobre um determinado local.

Osvandir explicou para Harry o que pretendia fazer: levá-lo até uma certa altura de balão, onde ele poderia desfrutar por alguns minutos da paisagem, depois pela sua vassoura mágica tentaria decolar, levando alguma de sua compras. Se tudo desse certo, ele poderia voltar para casa e Osvandir poderia sentir a emoção de voar e ainda olhar a linda paisagem do local.

Entraram logo no balão e seguiram para o mais alto possível. Parece que o tempo estava ajudando, uns raios fortes estavam descendo sem no entanto atingir o balão. Um rodamoinho começou a formar-se, Osvandir disse:
__ É agora ou nunca!
E ele saiu voando em sua vassoura penetrou nas nuvens escuras e sumiu.

O chefe da equipe do balão ficou impressionado, engoliu um seco ar das alturas e disse:
__ Mas como ele fez isso?
__ Ele é um bruxo, tem poderes mágicos.
__ Só vi isso no cinema! Se contar para meus amigos nunca vão acreditar.

Osvandir desceu do balão voltou para o hotel e de lá foi para o Aeroporto Internacional de Belém, de onde partiu para sua casa.

Passado alguns dias uma linda coruja branca pousou no quintal da casa do Osvandir com alguma coisa nas patinhas.

Era uma mensagem que dizia em código:
“3´ PO551V3L 3NCONTR4R 4 F3L1C1D4D3 M35MO N45 HOR45 M415 SOMBR145, 53 L3MBR4R D3 4C3ND3R 4 LUZ.”H4RRY POTT3R

MANOEL AMARAL

OSVANDIR & HARRY POTTER NO BRASIL

Capítulo VIII
OS FEITIÇOS DE HARRY
“Não vale a pena mergulhar nos
sonhos e esquecer de viver.”
Harry Potter em
O Prisioneiro de Azkaban

Lá numa cabana Harry abriu sua mala e pegou a sua inseparável vassoura e disse uma palavra mágica “Accio vassoura“, a vassoura partiu em sua direção.

Foi aí que ele resolveu testar as outras palavras mágicas: Pegou a varinha e apontou para si mesmo e disse: Desilusio e ficou completamente invisível.

Então ali tudo tinha voltado ao normal, quem sabe ele estava próximo de casa?!

Falou logo a Osvandir sobre seus poderes, os dois saíram pela ilha, mais precisamente pela praia. Muitos peixes pulando na água. Uma canoa abandonado e com parte da madeira quebrada, logo que a viu foi dizendo:
__ Praia da Canoa Quebrada, este nome não me é estranho, disse Osvandir.
__ Seria alguma praia de seu País?
__ Sei não Harry. Deve ser, é uma associação que veio à minha cabeça.

Engraçado, apesar de saberem que ali era uma ilha fluvial, dava a impressão que estavam em alto mar. Não dava para enxergar o outro lado do rio.

Resolveram adentrar na floresta a procura de uma água mais limpa para beber.

Um urso polar, branco, vinha em desabalada carreira, quando encontrou Harry e Osvandir, perto de uma grande árvore. Os dois subiram rapidamente naquele grosso tronco, para fugir da fera.

Harry pegou a sua varinha mágica e gritou: Eks-Peli-Ármus, o urso deu um pulo para trás e foi parar muito longe.
__ Que animal é esse?
__ É um urso polar. Já fui atacado por animal parecido com este. Tenho até hoje os sinais de suas garras em minhas costas.
__ Vou tentar transforma-lo num animal amigo. Apontou a varinha para aquela fera e gritou: Expecto Patronum.

Uma fumaça preta tomou conta do local, não dava para enxergar nada. Parecia que algo estava se movimentando próximo da árvore.
__ Que é isso? Assustado, gritou Osvandir.
__ É um animal amigo, da minha terra da magia, trata-se do hipogrifo, ele poderá tirar a gente daqui deste local.
__ Mas como? Ele voa? É muito grande, tem a cabeça de uma enorme águia e o corpo de cavalo, nunca vi nada igual! Falou espantado, Osvandir.

Desceram os dois daquela árvore e fizeram uma pequena reverência demonstrando boas intenções. O hipogrifo retribuiu a reverência, indicando que os dois poderiam aproximar-se.

Assim que caminharam em direção do fabuloso animal, um Dementador apareceu, surgindo no meio de uma fumaça preta e jogou Osvandir ao chão e estava tentando sugar toda a sua felicidade. Aquele ser maligno é representante da depressão, dos maus pensamentos e da aflição.
Harry apontou a varinha mágica para aquela figura e gritou uma palavra que não foi compreendida por Osvandir.

Aquele vampiro de alma saiu do corpo do Osvandir e sumiu na mata.

A paz voltou a reinar naquele local, encontraram a água que procuravam e levaram o hipogrifo para o acampamento, recomendando a todos que não se aproximassem do animal.

Os náufragos ficaram maravilhados com o estranho cavalo com cabeça de águia e duas possantes asas.

O Dr. Jack, líder do pessoal que caíra do avião estava tentando entrar em contato com algumas autoridades, através de um aparelho de rádio que conseguiram nos destroços de um avião, mas só um barulho muito estranho é o que se ouvia.

Estava faltando comida, Osvandir disse para o pessoal que tinham encontrado uma fonte de água potável próximo dali, cerca de dois quilômetros.

Mediante o inusitado da situação e daquelas figuras malignas que estava aparecendo no local Harry resolveu sair dali através do hipogrifo.

Conversou com Osvandir, perguntando o que ele achava, este concordou. Os dois montaram no animal voador e saíram, primeiro em voo rasante, para ver se ele agüentava os dois rapazes.
Como a ave voou normalmente, resolveram despedir do pessoal e dizer que iriam mandar socorro quando chegassem numa cidade qualquer.

Assim foi dito e cumprido. Quando Harry e Osvandir encontraram a primeira cidade, desceram, esconderam o animal numa toca e dirigiram a Delegacia da cidade, notificaram ao Delegado e pediu que avisasse ao Prefeito e demais autoridades sobre o desaparecimento do avião 518.

Ninguém acreditou neles, achavam que estavam querendo publicidade.Retornaram ao local onde tinham escondido o hipogrifo não o encontraram. O que teria acontecido?

MANOEL AMARAL

OSVANDIR & HARRY POTTER NO BRASIL

Capítulo VI
HARRY POTTER NÃO GOSTOU!
“A verdade é uma coisa bela e terrível,
por isso deve ser tratada com grande cautela.”
Harry Potter e a pedra filosofal.

Agora que Harry já estava lendo mais ou menos o português, Osvandir mostrou para ele o primeiro e o segundo capítulo de sua história no Brasil, que estava sendo publicada na internet em seu blog.

Ele leu, pediu algumas explicações ao Osvandir e disse o seguinte:
_ Vou pedir ao seu escritor que reveja os textos e sejam reformulados.

Ele escreveu a história como se eu fosse de um tempo diferente, e isso acaba sendo a linha de desenvolvimento da minha história.

__ Mas amigo, você é mesmo de uma época diferente. Estamos em 2009 e você saiu de sua terra há muito tempo, está no Brasil, um país totalmente diferente do seu.
__ “As pessoas que não gostam de mim, não vão ler – e as que gostam vão achar que você subestimou a inteligência dos leitores. A imagem que você tem de Harry Potter é a mesma que a maioria das pessoas que não leu, tem. Acham que era infantil, um menino que morava na cada dos tios e era maltratado… Mas de repente ele sabe que é um Mago e vai pra uma “maravilhosa Escola de Magia”. Não funciona assim, Osvandir. Harry é famoso por uma razão. E a razão se explica na profundidade da trama.”
“Os meus pais foram mortos pelo Lord das Trevas. Ao longo de meus livros, é explicado que Tom Riddle era um menino que foi criado num orfanato Trouxa (não-bruxo), sem saber que era bruxo. Seu pai trouxa morreu e sua mãe bruxa estava tão doente que preferiu deixá-lo no orfanato para a segurança do próprio bebê quando ela moresse. Ele cresceu junto aos outros garotos normais, mas ele tinha poderes que nenhum outro menino tinha. Para conseguir o que queria, ele machucava os garotos usando magia, roubava, queimava e torturava. Então Dumbledore, que já era professor em Hogwarts veio ao orfanato Trouxa para contar ao jovem Tom Riddle que ele era um bruxo de verdade.

“Quando Tom Riddle entrou na escola, ele tirava só boas notas e era um aluno exemplar. Então ele veio a descobrir que seu pai era “Trouxa” (Trouxa é quem não tenta ser feliz), e que seu pai abandonou sua mãe, a deixou morrer e o abandonou. Então ele começou a desprezar todos os “Trouxas”. Enquanto estudava em Hogwarts, ele estudava escondido sobre Magia Negra, e planejava um jeito de ser imortal – porque ele temia a morte.
Ele saiu da escola com um grupo de amigos que tinham a mesma idéia que ele, odiavam “Trouxas” – e consequentemente os descendentes de “Trouxas” – chamados vulgarmente de sangues-ruins, ou sangue-de-lama. Ele cresceu, aprofundou-se na magia, então descobriu um feitiço chamado Horcrux. A Horcrux era uma garantia de vida “eterna”. Quando alguém faz uma Horcrux, ela “salva” sua alma num objeto para quando seu corpo venha falecer, o outro pedaço de sua alma ainda continue na Terra. Mas para fazer uma Horcrux, precisa-se de matar uma pessoa. Voldemort matou sete inocentes, apenas para certificar que dividiria sua alma em sete e que não haveria como ele morrer.””Então ele ascende e com seus ideais começa matar as pessoas “Trouxas” e “sangue-ruins”, afim de fazer uma raça pura. Uma raça só de Bruxos. Ele seria como o Hitler de nosso tempo.
Ele e seus soldados (chamados de “Comensais da Morte”) mataram muita gente. Tom se auto-nomeou Voldemort (é em latim, e a tradução literal é “Vôo da Morte”, porque ele escapou da morte). As pessoas porém temiam dizer o nome dele. Então um exército do bem, chamado A Ordem Da Fênix, lutou contra Voldemort durante a ascensão dele. Mas Voldemort foi atrás de um por um, para matar cada um deles. Até que ele ouviu uma profecia dizendo que o filho de um dos membros da Ordem da Fênix, que nasceria no dia 31 de Outrubro de 1980, derrotaria o Lord das Trevas.””Então Voldemort vai atrás da família Potter, para matar o pirralho. Mas algo dá errado, a mãe de Harry dá sua vida por Harry, e Harry ganha uma proteção.
Quando Voldemort lança o feitiço no pequeno Harry, de um ano de idade, o feitiço volta e faz com que Voldemort morra. (infelizmente ele tinha outros meios de voltar, como citei acima, as Horcruxes. Uma delas, você deve conhecer, é o Diário da irmã de Rony, em Harry Potter e a Câmara Secreta).””Agora, JK Rowling brilhantemente nos faz perguntar a nós mesmos, “Voldemort teria sucumbido se ele não tivesse dado ouvidos a profecia?”. Então Voldemort retorna (por uma Horcrux) no O Cálice de Fogo, e recomeça então a ascensão.”__ Agora Osvandir, olha a profundeza da história. O que vou contar aqui é sobre o final da série, então leia se quiser saber o final, mas não saia contando pra todo mundo…”

“Harry chega em seus 17 anos e sai da escola. Sua missão, como Dumbledore deixou antes de morrer, era destruir todas as Horcruxes. O momento mais profundo e filosófico da série é, quando Harry descobre que ele vai ter que matar Voldemort. E no final de tudo, ele descobre que sem querer Voldemort deixou uma parte da alma dele dentro de Harry. Se Harry não se sacrificasse, ele seria possuído por Voldemort. Harry dá a própria vida, entregando-se a morte. O único jeito de Voldemort morrer era matando sua última Horcrux em Harry.”Harry se sente extremamente traído, antes da morte. Pois tudo que Dumbledore dissera fora para prepará-lo para esse final. Ele se sentiu como se tivesse sido criado para ser morto no final, como um boi para o abate.”

Depois destes esclarecimentos Harry cansado e emocionado disse:__ Viu??? Essa é a história de Harry Potter, não aquilo que você ouve ou vê na TV. Se for continuar escrevendo sobre Harry Potter tem de mostrar esse lado da história. Do contrário será apenas mais uma ofensa aos fãs da série, que já são contrariados demais com os filmes.__ Vou imediatamente comunicar com o Manoel e solicitar as correções…
__ Não estou dizendo que não gostei da sua história. Mas agora que você sabe da verdade, o ângulo de sua história não muda? Desculpe se te ofendi de alguma forma, ou o desapontei. Eu realmente achei as suas histórias muito boas. Mas além do erro “temporal”, a imagem de Harry Potter está errada, e não é só na sua cabeça, e sim na cabeça de todos que não leram a série.__ Beleza Harry, vamos corrigir tudo. Vou mandar retirar as palavras e textos que não dizem a verdade. Nem todos os nossos leitores conhecem a sua verdadeira história, foi muito bom o seu esclarecimento.

Quando olharam pela janela já estavam chegando a Belém. O tempo passou tão rápido que nem deu tempo de perceberem.

Thalles/Manoel