PRECARIEDADE TRANSPORTE ESCOLAR


A precariedade do transporte brasileiro é muito grande e como dizia aquela Revista Francesa (France Football):
“- A atual presidente Dilma Rousseff garantiu que faria um trem-bala, nos moldes do TGV Francês, que ligaria 4 cidades-sede: SP-RJ-BH-Brasilia. A promessa está gravada em redes sociais. (http://www.estadao.com.br/noticias/esportes,governo-garante-trem-bala-pronto-ate-a-copa-de-2014,381839,0.htm )”
E o trem bala não saiu e nem vai sair, ficou só na promessa!
E não é só o caso do trem bala não, as Prefeituras prometem e não resolvem o caso do transporte escolar.
Todos os dias os jornais publicam fotos de acidentes de veículos escolares. Viajam sem cinto de segurança, com alunos sentados no assoalho e a maioria até sem freio e farol.
Alguns veículos não atendem os critérios básicos, nem tem a faixa lateral de identificação.
Nenhum tem um assistente, e o motorista  nem sempre pode descer para recolher os alunos. “Eu até desço, mas, está sem freio de mão, então fica perigoso.” – Afirma o motorista de uma Kombi velha.
Muitos veículos estão rodando em caráter de emergência, enquanto  o principal está quebrado há muito tempo.
O ideal seria como consta na Portaria do DETRAN nº 1153, de 26-8-2002 Artigo 3º.
Mas o que acontece é superlotação, ausência de cinto de segurança, defeito na porta, extintores de incêndio vencidos, pneus carecas, falta de vedação contra poeira, problemas nos freios e até ônibus que rodam há mais de 30 anos.
Tem, na Zona Rural, até caminhão “pau de arara” que transporta estudantes, com assentos frouxos e uma lona furada que serve como teto.
Graves acidentes acontecem todos os dias no país inteiro, onde ferem muitas crianças. 
Quanto a situação das escolas municipais sugiro ver vídeo do Programa Fantástico, deste domingo, apesar de focalizar apenas parte do Nordeste, no seguinte link:

B. CASSIDY & S. KID – III

B. CASSIDY & S. KID – III

O Primeiro Assalto

Cidade grande, diferente das que assaltavam no Brasil. Kid já foi logo para o centro financeiro, ali nos arredores da Praça 24 de Setembro.

Viu muitos bancos, mas optaram por um pequeno, para experimentar. 

Analisaram as saídas, o trânsito e outros detalhes que ia anotando no seu caderninho de bolso.

Cassidy estudava a possibilidade de contratar algumas pessoas para ajudarem na empreitada. Sondava nas periferias da cidade. Comprou um carro, mesmo sabendo pouco da língua.

Pretta fez um depósito na agência e anotou todos os detalhes internos. Inclusive ficou muito amiga de um dos seguranças, que a convidou para sair à noite.

Ela fotografou, disfarçadamente, as câmaras de segurança de todo o saguão e da parte onde estavam os caixas e o cofre.

Trabalho terminado deu abraço apertado no segurança e soltou um suspiro apaixonado, coisa que ela sabia fingir sempre.

Dois dias depois voltou ao banco para concluir alguns detalhes que Cassidy achou importante.

Reuniram à noite nas imediações da Av. San Martín, no bairro Equipetrol, para devorar o churrasco à boliviana na Casa Típica de Camba.

Kid ressabiado pela dor de barriga que sentiu na viagem, comeu pouca carne, preferindo mais as saladas.

Ficou combinado que o assalto seria numa quinta-feira, do início do mês, quando o movimento financeiro era maior, dia de pagamento dos aposentados.

Estudaram duas opções: entrar à noite, explodir os caixas eletrônicos e tentar abrir o cofre ou invadir o banco durante o dia, o que acharam mais perigoso.
Pretta sugeriu que ela entraria ao meio-dia, pela frente e os dois amigos entrariam pelos fundos, por causa da porta giratória detectora de metal, rendendo os velhinhos, sem atirar em ninguém.

Kid achou melhor explodir tudo à noite e sair com o dinheiro, indo direto para alguma floresta que encontrassem.

Manoel Amaral