ATAQUE AS TORRES QUADRIGÊMEAS

ATAQUE  AS TORRES QUADRIGÊMEAS

Torres-gemeas-foto ATAQUE  AS TORRES QUADRIGÊMEAS






















“Interessante que eles nunca mostraram os
restos dos aviões que “bateu no Polígono” e do que “caiu no
mato”.
Elas eram mais conhecidas
como torres quadrigêmeas: a Norte, a Sul, a Leste e a Oeste, compunha o Centro Empresários
Unidos – 
CÉU e complexo comercial localizado na maior cidade da 
América latina.
 

A Torre Norte, a mais alta do complexo,  um dos maiores da capital, com 158 metros de altura e 152 mil m² de área
construída.

A Torre Leste teve que
ser reprojetada internamente para abrigar um hotel de luxo.

A Torre Oeste  usada
para escritórios assim como a Norte.

O complexo ainda possuía as Torres Sul com 18
andares
Naquele fatídico dia 11/11/11, elas foram pelos os ares. A
princípio ninguém entendeu nada. Como poderiam aqueles aviões não ser
detectados pelos radares que perscrutam os céus de norte a sul? Teriam usado
controle remoto?

O Presidente apelidado de “Arbustos” se escondeu no mato e
depois reapareceu. Fez discursos, chorou, mostrou ser valente. Disse que iria
atacar todo mundo terrorista.

“Alá Queda”, facção terroristas estava perdida, o
presidente não daria tréguas.

Um mês antes do ataque, fizeram um seguro trilionário contra
fogo, ataque terrorista e tudo mais para aquele complexo comercial, também
denominado
Centro Empresários Unidos
– 
CÉU.

Depois do ataque foram saber quem tinha feito o seguro.
Adivinhem? Fora o irmão do Presidente, preocupado que estava com o ritmo que as
coisas andavam…

Num jornal de um país vizinho, um engenheiro aeronáutico,
disse ser praticamente impossível um avião bater frontalmente contra uma das
paredes da torre, só poderia acontecer em sonho.

Vários fatos falsos foram criados para desviar a atenção da
massa. Aquele país era especialista nestas coisas, desde o seu descobrimento
quando incriminaram um ataque a uma caravana de brancos. Os brancos se vestiram
de índios. Tudo não passava de uma armação para incriminar os pobres selvícolas
e levá-los para aquelas horrorosas reservas indígenas.

Na
Baía dos Leitões também foi usando aviões daquele país, disfarçados,
pintados com as cores de outro país.

Muitos já consideravam o
caso como “A Farsa de 11 de novembro”. Vários filmes e livros foram escritos.
Juntando vários vídeos da internet um brilhante militar de outra nação chegou a
conclusão que aquele ataque fora orquestrado pelos sistemas de segurança do
próprio país. Notou até que a partir daquela data as verbas secretas para
ataque a terroristas triplicaram. Muitas leis sobre aquele assunto passaram
facilmente pelo Congresso e pelo Senado.

O pessoal do Polígono, área central de segurança do país, armaram todo
aquele esquema. Os três aviões chocariam com os edifícios e uma hora depois, as
torres seriam implodidas, porque o choque das naves não seria suficiente para
derrubá-las.

Houve um erro de cálculos,
eram três aviões e caíram quatro torres, todas dinamitadas. O
prédio ao lado, a Torre Sul – ruiu verticalmente,
em 7 segundos, por meio de implosão perfeita. O engenheiro Jonas Tomás assinala
que implosões convencionais não consegue isso, nem em sonho.

Ficou completamente convencido de que as quatro torres
foram destruídas por demolição controlada, implodidas com explosivos de forte
poder destrutivo.

Como isso foi comprovado?
No pó recolhido por algumas pessoas, foi constatado
alta concentração
de
nanothermite (combinação de alumínio com óxido de ferro atinge temperaturas
de 2400º C)
, produto de grande poder explosivo,
normalmente usado em demolições controladas
para cortar as colunas de aço das estruturas. 

O calor gerado por queima do
carburante de aviões não é, nem de longe, capaz de fazer derreter as estruturas
dos andares atingidos, para nem falar dos demais, e tudo ruiu em bloco.

Uma das provas da demolição
controlada é que vários pedaços das torres ficaram incrustados nos prédios
vizinhos.
O coronel-aviador F. Lazer, da Força Aérea, está
100% convencido de que as quatro torres do
Centro Empresários Unidos – CEU, foram
destruídas por demolição controlada, implodidas com explosivos. A implosão realizada só podia ser feita por pessoal
especializado e preparada durante meses. Têm de ser
calculados os locais onde os
explosivos de extraordinário poder
calorífero (nanothermite) serão colocados. Essa
técnica fez
derreter as vigas de aços especiais,
sem o que as torres não cairiam como caíram. Foram literalmente pulverizadas,
algo
impossível sem essa técnica, à luz das leis da física elementar, como lembra o
Oficial.
Uma nuvem do tipo piroclástica de concreto pulverizado que é
muito mais comum de ser vista em erupções vulcânicas do que em desabamentos de
edifícios, subiu aos céus e depois baixou.
Um
ministro de Estado do próprio país, duvidava claramente da autoria da tragédia
e dizendo  que iria publicar um livro a respeito.
Retiraram todos os destroços
antes de os investigadores estudarem a cena do crime. Foram enviados para
muitos lugares diferentes, difíceis de serem identificados.
 No mesmo dia foi lançado míssil
sobre uma ala do Polígono, centro de poder e investigação do país. Houve uma
polêmica danada, a informação oficial dizia que se tratava de um avião, mas as
fitas de gravação provavam o contrário. Fora mesmo um míssil, fraquinho, com
pouco poder de destruição, só para queimar alguns computadores velhos que foram
reunidos naquele local. Só para fazer cena e aumentar o terror contra a
população.
Um jornal
nacional preparou uma pesquisa onde ficou constatado que 80% do povo não
acreditava na versão oficial.
 Ficaram sabendo que no dia do ocorrido, judeus
ligados a suas comunidades não foram trabalhar no prédio.
Quinze dias antes do ataque os sistemas de segurança do país reservaram
mais da metade das salas na Torre Sul.
“Alá Queda”, a facção terrorista dirigida por Masoma nunca
confirmou a autoria daquele ataque. Sempre negou.
“O poder tirânico da oligarquia financeira, que
controla a grande mídia e os formadores de opinião que a esta tem acesso,
demonstra, está obtendo os resultados da desinformação massiva quando submete a
humanidade á sua tirania,” – falou um deputado da oposição.

Manoel
Amaral

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Manoel

Teste

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sonetose&blogspot.com.br

Amigo Manoel o OSVANDIR é um sujeito culto, inteligente e tem senso de humor,
é um pesquisador nato, grande conhecedor das maracutaias deste e de outros países.
Gostei muito do texto é criativo e com uma pitada de humor.
Parabéns pelo texto.
Grande abraço.
Almir.

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sonetose&blogspot.com.br

Amigo Manoel o OSVANDIR é um sujeito culto, inteligente e tem senso de humor,
é um pesquisador nato, grande conhecedor das maracutaias deste e de outros países.
Gostei muito do texto é criativo e com uma pitada de humor.
Parabéns pelo texto.
Grande abraço.
Almir.

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Manoel

Viu Almir, não é tão difícil comentar no meu blog.
Basta seguir as regras.
Tem várias modalidade de leitura: clic no alto, às esquerda,
você verá que tem até um modelo Magazine, no estilo de jornal.

Abraços
Manoel Amaral

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ADAMS DAMAS

E como diz o ditado: "há mais coisas entre o céu e a terra do que sonha nossa vã filosofia"(creio que era algo assim!). Encontra forma bastante criativas de discutir o que acontece no mundo. Ótimo texto!

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Manoel

Hoje em dia estariam dizendo: Há mais coisas entre o céu e a terra do que avião de carreira".
Obrigado pelo comentário

Abraços
Manoel

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Mestre em Educação,Cultura e Organizações Sociais (FUNEDI/UEMG)

interessante…osvandir !

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