CIBERCRIMINOSOS

CIBERCRIMINOSOS

Imagem Google


R$ 2,5 bilhões, um dos maiores roubo a banco da história.

O Jornal The New York Time informou que o relatório do Kaspersky Labs revelou um esquema de “assalto digital” a banco muito interessante.

Os hackers realizam o maior roubo a banco da história. Os prejudicados eram os bancos e não os seus clientes.

Mais de 30 países foram assaltados, menos o Brasil.

Estima-se que em alguns meses mais de US$900 milhões foram roubados.
Como “assalto digital” este foi um dos mais sofisticados esquemas, sendo o maior de história de roubo a bancos.

Os cibercriminosos usaram os mais sofisticados esquemas de roubo a bancos até agora descobertos.

Esse seria o maior e mais sofisticado roubo a bancos da História, em termos de táticas e métodos.

Eles se infiltram em computadores de funcionários de bancos através de malwares e ficam monitorando por um tempo todas as atividades realizadas no computador para identificar padrões de transações e tudo mais.

Até hoje, nenhuma quantia maior que US$ 10 milhões foi transferida para não levantar grandes suspeitas.

Todo esse dinheiro acaba sendo pulverizado em várias contas de laranjas em diversos países pelo mundo. Em seguida, a grana é sacada em caixas eletrônicos.

Acreditam que pelo menos 100 bancos tenham sido invadidos. A maioria está na Rússia, mas instituições financeiras nos EUA, Japão, Suíça e outras nações também foram atacadas.

Manoel Amaral
FONTE:

LIVRO DIGITAL BRASIL É UMA PIADA…

LIVRO DIGITAL NO BRASIL É UMA PIADA…
(DE MAU GOSTO)

Capa do meu último livro.


Amigos leitores, o livro digital no Brasil é mesmo uma piada de mau gosto.
Houve casos em o e-book saia mais caro que os livros impressos, não acreditam? É verdade.

Todas as editoras têm medo de perder a mamata e estão sempre adiando a decisão da venda em e-books.
Agora que os escritores independentes podem negociar diretamente com a distribuidora no caso a Amazon, o Google (nos EUA), na Europa tem a Amazon e outros distribuidores; no Brasil tem a Amazon e algumas Editoras que eles estão caindo na realidade. Começam a enfrentar o futuro somente agora.

Mas falávamos dos e-books mais caros que os impressos, isso nalgumas editoras brasileiras que não tem interesse nenhum em vendê-los. Esta prática iria diminuir muito a sua receita.

Os meus livros estão caminhando em direção à Europa, via e-book. Estou negociando com a Amazon, para um comércio mundial.

Se no Brasil não vende, vamos vendê-los para outros países.

Se aqui e-book é motivo de piada, noutros países o assunto é tratado com mais seriedade. Se aqui é coisa do futuro lá fora já é realidade.

Sou criticado por tomar essa posição, vendendo meus livros por $4,99, $2,99 ou $1,99, não me importo. É melhor vender muitos livros a um preço baixo do que não vender nada com preço alto.

Que os livros de todos os escritores  brasileiros sejam taxados em dólares e sejam lançados no mundo inteiro. Seria bom para os leitores e para os autores.
O livro Cinquenta Tons de Cinza do autor E. L. James é um grande sucesso de ficção e literatura, custo aproximado do ebook na Iba de R$21,90. (www.iba.com.br/livro-digital-ebook).
O mesmo livro, versão impressa na Livraria da Folha custa R$29,90.

Uma busca rápida encontrei o livro 1822, de Laurentino Gomes, versão impressa por R$27,90 no Walmart R$27,90 na Siciliano. Na Saraiva sai por R$16,90 em formato digital.

Manoel Amaral

A COLÔNIA DIGITAL

“No passado, os guerreiros hábeis tornavam-se,
eles próprios, invencíveis. Depois, esperavam as
oportunidades para destruir o inimigo.”

A Arte da Guerra de Sun Tzu,

Já fazia anos que eles estavam no espaço. Eram jovens, não conheciam o seu planeta de origem.
Tudo ali era digital. Não tinha jornais, revistas, livros impressos. Grandes telões davam as notícias do dia. Escolas adaptaram o antigo quadro negro, do planeta mãe, para enormes telas brancas que funcionavam ao toque das mãos.

O ensino também era implantado no cérebro, em chips, por blocos: geografia, história, matemática, química, biologia, línguas e ciências espaciais.

Naquela Colônia cada um fazia o seu trabalho previamente estabelecido por computadores e ninguém reclamava.

Um dia um jovem rebelde veio mostrando a todos os colegas um livrinho em papel antigo e todos da turma ficaram curiosos. Tinha muitas palavras que eles desconheciam, mas era curioso pegar aquelas páginas amareladas pelo tempo e descobrir o que continham.

O primeiro livro que conheceram chamava-se A Arte da Guerra de Sun Tzu, escrito na China há séculos. Depois apareceram livros de poesia e ninguém sabia para que serviam. Uma garotinha apaixonada foi quem descobriu: copiou um texto e enviou para o namorado. Aquilo dali para frente virou uma febre. Queriam mais e mais livros de poesias.

O fornecedor, aquele jovem rebelde, os descobrira numa velha biblioteca do planeta Terra. Como era um dos únicos que estavam sempre viajando pelo espaço, teve oportunidade de conhecer os livros em papel.

Mas o Olho Mágico, não gostara nada disso. Dizia que os livros em papel estariam disseminando ideias loucas, provocativas e contra o Regime Central. Queriam implantar outro regime de governo na Colônia.

Todos os livros recolhidos, entre eles muitos clássicos da antiguidade, foram para a fogueira eletrônica.

Os robôs que serviam de guarda ao Sistema estavam agora aparelhados para recolher todo tipo de livro impresso que encontrassem.

Para sanar este problema os espertos jovens digitalizavam a maioria dos livros que recebiam. Mas o legal mesmo, eles diziam, era ler no livro em papel. E desafiavam os robôs colocando capas coloridas que os qualificavam como produtos eletrônicos. Alguns até liam à noite para não serem surpreendidos.

A maioria dos livros já estava lançada na rede de comunicação extranet, onde todos ficavam plugados dia e noite.

Cada dia novas maneiras de ler o livro em papel era repassadas, ao pé do ouvido, para todos. Os guardas eram enganados de todas as maneiras. Até na hora das aulas eles conseguiam passar pequenas listas com textos, indicando outros livros interessantes.

Tudo estava indo muito bem, até que aquele jovem rebelde resolveu por em prática o que leu no primeiro livro que circulou na Colônia: A Arte da Guerra de Sun Tzu.

Armou uma torre de livros bem na praça central e no meio daquela confusão, todos querendo apanhar o seu, foi aí que ele conseguiu desativar vários robôs.

Criou uma equipe e começaram a desmontar todos eles, não tinham armas, mas tinham inteligência e armavam emboscados para as máquinas que não sabiam raciocinar como eles.
Numa daquelas emboscadas descobriram uma grande nave espacial escondida num enorme galpão.

O jovem rebelde elaborou um plano de fuga daquela Colônia. Um grupo, muito maior do que os androides, furaram o cerco e embarcaram naquela nave. Já sabia navegar pelo espaço devido as suas experiências anteriores.

Dirigiram para o Planeta Azul, demorou dois dias, mas foram dias felizes e todos vinham com um livro nas mãos.

No planeta puderam conhecer várias bibliotecas reais e livros por todos os lados, sem o perigo de serem molestados. Ao contrário, eram incentivados a ler.

Manoel Amaral