COMO COLOCAR TÍTULOS EM SUAS HISTÓRIAS

COMO COLOCAR TÍTULOS EM SUAS HISTÓRIAS

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Seria bom escrever todo o texto e só depois pensar no título, mas pessoalmente sempre faço o contrário primeiro coloco o título e só depois vou pensar na história.

Nas crônicas deve ter tudo a ver com o assunto, já nos contos deve ser bem chamativo, do contrário, não conseguirá nenhum leitor.

Nestes tempos de internet o título também deve ser curto, no máximo umas três palavras.

Em Portugal os títulos, quase sempre, são muito longos.

Seja criativo, mas não deixe de ver os jornais, as manchetes chamam os leitores, principalmente os jornais mais populares. E agora com os eletrônicos, os títulos tem uma importância enorme.

Se você está escrevendo uma história infantil é muito importante prestar atenção ao título, do contrário não venderá o seu livro.

Isso é muito interessante, mas já tenho visto uns títulos idiotas que mesmo assim vendem (deve ser à custa de muito marketing).

Tem um conto meu com o seguinte título: A personagem que matou o 
autor.

O SUBTÍTULO

Veja algumas capas de livros e verá que abaixo do título vem um texto, é o subtítulo. É para ajudar a chamar mais a atenção do leitor e complementar o título.

Manoel Amaral

www.casadosmunicipios.com.br

O UFO LUMINOSO

EMBUS (DAS AR) TES

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“Os drones representam o que há de mais moderno em

aeronaves não tripuladas de finalidade estratégica militar

em países cujas forças armadas utilizam os recursos

de tais artefatos.” (Fábio Bettinassi)

Osvandir foi para São Paulo, mais precisamente para a cidade de Embu das Artes. Notícia dos jornais, da TV e internet chegavam ao seu conhecimento. No seu e-mail pipocavam comentários do mundo inteiro.

Seria uma nova onda de aparecimentos? Uma invasão? Ia começar tudo de novo? A INVASÃO DOS MARCIANOS? O susto de 1950 estaria voltando? Orson Welles estaria certo?

Estas perguntas toda giravam na cabeça do pobre Osvandir. Ninguém sabia direito o que era.

– Seria um drone?
Que é um considerado um drone?

Já num fórum na internet discutiam:
“–Eu não acredito que seja drone pelos seguintes motivos:
* O objeto foi filmado em Embú das Artes e não num país de primeiro mundo onde esses brinquedos são vendidos e a população possui um poder aquisitivo capaz de adquirir um dispositivo como esse.
* O objeto ficou muito tempo em pleno voo inclinado num angulo de 45 graus sem mostrar instabilidade, aparelhos rádio-controlados são instáveis.
* o operador teria muitas dificuldades em mantê-lo estático com o aparelho voando em alta altitude.
* Supondo que seja um drone, como o seu proprietário conseguiu pousá-lo sem contato visual, já que as luzes apagaram com ele em voo?
* Alguém arriscaria quebrar esse brinquedo só para fazer as pessoas pensarem que se trata de uma nave extraterrestre?”

“–Seria o objeto de Embu das Artes um aeromodelo?”

“–O vídeo de Embu das Artes é muito claro, contudo não temos maiores informações a respeito do paradeiro do objeto (Caíu? Voou para longe? Desapareceu?)”.

“–Seria este OVNI meramente um aeromodelo, ou seria mesmo algo mais espetacular, como uma aeronave experimental, ou até mesmo um veículo alheio à nossa cultura terrestre?”

Outro mais exaltado já afirmava: “–Basta eu dizer que é fake e é fake mesmo. entendeu???? Este video é fake e dos piores. aqui não há ovni nem ovet. simplesmente é uma brincadeira de alguém querendo gozar com nossa cara.”

– KKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKK

“–Possibilidade de ser balão está descartada pra mim, pois o balão não possui estabilidade e o vento o desloca facilmente.”

“–Na minha opinião, de acordo com o vídeo mais os relatos das testemunhas o objeto avistado não seria um drone.”

Mesmo que este objeto for um aeromodelo, um balão, ou coisa similar, e não uma nave extraterrestre, se ele ainda não foi identificado, então deve ser sim considerado como OVNI.
Estes comentários todos fez Osvandir lembrar-se do “O Caso Roswell” tão divulgado na internet e nas revistas de ufologia no mundo inteiro.

“O Caso Roswell, ou Incidente em Roswell diz respeito a uma série de acontecimentos ocorridos em julho de 1947 na localidade de Roswell, Novo México, EUA.” (Wikipédia).
Pela tentativa de acobertamento de alguns e mencionarem logo que tratava-se de balão, como aconteceu no caso acima.

Tanto barulho por nada, na realidade o famoso ufo de Embú era um balão noturno, com bateria de celular e leds coloridos.

Manoel Amaral

Fonte: www.viafanzine.jor.br/ufovia
Vídeo: http://ovnihoje.com/2011/07/disco-voador-filmado-em-embu-das-artes-sp-brasil/

OSVANDIR E O UFO DA CASCATINHA

“Realidade e ficção, aqui amalgamadas
por um tênue fio de fantasia.”
Ronaldo Cagiano

Osvandir não estava mesmo nos seus melhores dias. Quando abriu o guarda-chuva chinês, uma rajada de vendo o levou de uma só vez. Ficou apenas com o cabo nas mãos. Pensou: — Estas porcarias baratas só dão nisso, a gente fica na chuva.

Entrou no seu veículo, engrenou a ré e quase bateu numa moto. Subiu no passeio, ficou muito nervoso, quase acertou um poste.

Saiu em disparada pela rua de baixo, ao alcançar uma pequena ponte e logo após uma subida forte, de terra com cascalho solto, deixou para trás, o último bairro da cidade.

Estava com pressa, ultrapassou a estradinha onde devia entrar, à esquerda. Virou o carro numa operação nada convencional, conseguindo alcançar aquele desvio que procurava.

Chegou numa encruzilhada e agora? Seguir em frente, à direita ou à esquerda? Sua mãe sempre dizia, em caso de dúvida siga à direita. Seguiu, era uma estrada sem saída. Voltou e seguiu em frente.

De longe dava para ouvir o barulho da cascatinha. Aproximou mais do local e avistou umas pedras. O córrego estava lá embaixo, a uns cem metros. Era ali mesmo o local indicado pelo pessoal.

Primeiro resolveu refrescar a cabeça nas águas da pequena cascata.
O poço não era tão fundo, mas todo cuidado era pouco, por causa das pedras. Não precisava ir muito perto da queda, o vento trazia aquela aragem até a gente.

O posto de observação dos Óvnis era logo abaixo das pedreiras. Tinha sinal de fogueiras por ali. Os restos de uma barraca de plástico preto ainda resistiam ao vento.

Não precisou esperar muito depois que escureceu. Várias luzes começaram aparecer do lado da matinha. No brejo um fogo azulado, que conhecemos por fogo fátuo, aumentava à proporção que escurecia.

Ouviu um zuuuuuummmmm. Não percebeu de onde vinha. Colocou a câmera digital em punho, pronta para fotografar até um inseto, por menor que fosse.

Olhou para cima, céu estrelado, nada de discos voadores. Um silêncio sem fim. Parecia que ele estava praticamente surdo. Nem um grilo cantava. Nem coruja aparecia nos buracos daquele cupinzeiro no meio do pasto.
Encostou-se às pedras, dormiu. Acordou assustado, um barulho no meio do mato. Foi verificar, era um coelho que corria de um predador.

Voltou ao seu posto de observação. Tinha muitos mosquitos, fez como os pescadores: pegou uma bosta de vaca, bem seca, colocou fogo, a fumaça espantou os insetos.

Novo barulho, nem ligou, deveria ser alguma cobra pegando algum rato ou um preá fugindo de gato do mato.

Cochilou, assustou-se, olhou o relógio, não passara nem cinco minutos e imaginara que haviam decorrido várias horas.

Um clarão muito forte surgiu pelo o lado do despenhadeiro. Subiu mais rápido que a velocidade da luz. Não deu tempo nem de ajeitar a câmara.

Naquele silêncio, um medo, uma tremedeira, suor frio, tudo de uma só vez atacaram Osvandir.

Levantou-se, bateu o pé no chão, sem nem saber por quê. Apontou a câmara para o lado do Cruzeiro do Sul, deu um giro de noventa graus e focalizou outras estrelas. Notou um pontinho cintilante que se aproximava numa velocidade incrível. Desta vez ele não iria perder nenhuma foto. Foi afastando e fotografando. Inadvertidamente clicou no “modo fotografar”, que na realidade filmava. Tropeçou naquele cupinzeiro, embaraçou-se num cipó e saiu rolando ladeira abaixo, com a câmera na mão. O impacto da queda de mais de quinze metros acabou desligando-a.

Verificando o que fotografara, notou que havia feito um filme de sua própria queda. Uma pedra, um cupinzeiro, um mourão de cerca, umas folhagens e nada mais. Nada mais? Na última cena da filmagem havia um ponto negro, bem nítido, entre duas estrelas.

A prova estava ali, na última foto. Passou para o computador, consultou seus amigos e todos foram claros:
— Trata-se de um inseto.

Manoel Amaral

LIVROS DO OSVANDIR

CAPAS DOS LIVROS DO OSVANDIR I & II

PRIMEIRO VOLUME – Preço: R$14,90 – 266 páginas
AS AVENTURAS DE OSVANDIR I
ÍNDICE:
Dedicatória
Prefácio
A Ceia de Natal
O Etezão – Varginha
Operação Pires – OP
O Cometa
No Mundo da Magia
O Banco do Brasil
Osvandir no Espaço
O Mistério do Triângulo – Fábio
Implantado em Itaúna Pepe
O Carro Preto
Assombração – Bahia – AL
Aventuras em Portugal – Marina
Histórias de Fim de Ano
Caçando Ufos
Roubo de Cargas
Naves em Riolândia
Carnaval, Canavial e Arrozal
Ufos em Foz do Iguaçu – Letícia
Óvni em Itaúna
O Chupa-Cabra
Lobisomem
Portal do Tempo
O Curioso Retorno
Pasárgada
A Viagem
Abdução
Aventura na Amazônia
Fontes Pesquisas
A Casa Assombrada – AL
Osvandir e Osvaldir (Globo)
Osvandir no Ceará – Moura
O Grampo Misterioso – Kelly
Notas sobre autor.

SEGUNDO VOLUME: 104 páginas – Preço: R$9,90

AS AVENTURAS DE OSVANDIR II
ET e Estes Discos Voadores
O Dia em que a internet acabou
Osvandir em Israel
Quem matou este homem
O Vendedor de lingüiça
Atos Secretos
O Seqüestro
O Objeto Misterioso
A Madame e o Cão
As Luzes Faiscantes
Luzes no Morro
Bola de Fogo no Céu
Feitiços e Encantos
A Mulher da Mala
LOCROSS na Lua
O Vendedor de Adubos
O Mosquito Estranho
A Faca e o Porco
O Folclore
O Defunto
Bila & Nico
O Pardal e o Louva-Deus
O Fogo que não se apaga
Notas sobre o Autor
PARA COMPRAR BASTA INDICAR OS VOLUMES QUE
INFORMAREMOS AGÊNCIA PARA O DEPÓSITO PRÉVIO:

OSVANDIR E LUZES NO MORRO

Após aquele tiroteio todo e cada um tomando o seu posto, o Professor mandou chamar Osvandir para continuar a conversa sobre as luzes.

De volta para junto do Chefe, passou a ouvir suas histórias:

“Eu já morei lá em baixo, sou filho de classe média alta, estudei até o 2º ano de engenharia. Meus pais preocuparam muito comigo, hoje eles não preocupam mais”. E o Professor contou uma interessante história, a sua história:

“Naquele tempo eu era jovem, cheio de fantasias e aqui no morro imperava um ditadura de dois irmãos: o Zé Baixinho e Branquelo. Eu namorava uma linda garota de 21 anos. Um dia o Branquelo se engraçou com ela e pediu ao Zé Baixinho para me matar. Acontece que o serviço foi terceirizado, arranjaram dois garotos da parte mais baixa do morro. Era mais ou menos 19,00h, tempo chuvoso e frio. Eles roubaram um carro e me colocaram no porta-malas. Andaram uma meia hora e fizeram uma parada. Fiquei apreensivo, abriram as portas, ouvi um barulho de chave no porta-malas. Assim que foi aberto, saí correndo e escondi-me numa moita. Estava muito escuro, eles vieram procurando e dando tiros de revólver. Num dado momento saí em disparada e os dois dando tiros atrás. Encenei uma queda cinematográfica e rolei pela ribanceira. Fui parar perto de um córrego e fiquei lá quietinho, para ver o que acontecia. Um deles falou: __ Está morto! Vamos embora!”

__ Mas você tomou algum tiro?

__ Não, apenas alguns arranhões. Escondi-me por certo tempo, em outro morro. Pintei o cabelo de preto, passei a usar óculos e deixei a barba crescer.

__ Voltou para cá?
__ Fiquei mais de um ano fora. As coisas mudaram por aqui e os dois irmãos foram assassinados por outras quadrilhas. Foi aí que fui chamado para fazer a contabilidade e aplicar as táticas que sabia.
Com o tempo fui tomando conta de tudo, com o consentimento dos colegas. Era o mais habilitado para o cargo.

__ E a namorada?

__ Ela morreu no ano passado, num confronto com a polícia… Mas chega de história triste! Vamos investigar o que são estas luzes que estão aparecendo por aqui. Você tem alguma idéia?

__ Olha, Professor, pode ser muitas coisas: novos equipamentos militares de observação, dirigíveis por controle remoto ou mesmo pequenas bolas, inteligentes, vindas, sabe-se lá de onde, que ficam por aqui espantando o povo. Preferem locais onde existe muita água; que não é o seu caso ou locais onde extraem minérios ou mesmo onde tem geradores de energia.

__ De onde vem essas coisas? Já li sobre ufologia mas tem muito tempo. Hoje imagino que as coisas mudaram.

__ Alguns acham que são do espaço extraterrestre, outros já dizem que são daqui da terra mesmo. O certo é que tem vários nomes: Mãe do Ouro, Sondas, Bolas de Luz ou Periféricos. Prefiro utilizar o termo “Sondas”.

__ Uma destas bolas, ou melhor dizendo; sondas, seguiu meus passos por mais de meia hora.

__ Quando foi isso?

__ No mês passado. Eu ia para o lado onde já teve uma extração de pedras e quando olhei, ela estava atrás de mim, parou e depois me ultrapassou, ficou subindo e descendo, de repente foi embora numa rapidez impressionante, sem fazer qualquer barulho.

__ Vamos ver se conseguimos visitar este local e bater algumas fotos.

Na manhã seguinte, quando tudo parecia tranquilo, umas crianças chamaram o Professor e disseram que as bolas de luz voltaram.

Osvandir seguiu o Professor e conseguiu fotografar alguma coisa no céu. Elas estavam girando uma atrás da outra, uma maior no centro; ao seguirem para o Sul tomaram o formato de um “V”.

Não era pássaro, avião, balão ou qualquer coisa parecida.

MANOEL AMARAL

OSVANDIR E A GRIPE A

OSVANDIR E A GRIPE “A” NO MÉXICO

Capitulo IV
A MUTAÇÃO
Hoje, vamos apresentar somente vídeos para vocês conhecerem mais sobre a Gripe “A”. Em especial um completo trabalho do site de Ana Luisa Cid, onde encontrarão depoimentos das primeiras pessoas atacadas pela gripe. Tem o vídeo, mas se clicar no canto inferior direito, verá o texto da mesma matéria, em espanhol.

OSVANDIR E A GRIPE ”A” NO MÉXICO

Capítulo III
PANDEMÔNIO

Pandemônio significa “confusão total”.
São aquelas situações em que cada um diz uma coisa,
todo mundo discute e parece que ninguém se entende.
O silêncio dos que desistem e se calam é
o grito de vitória de todos os demônios.
Max Gehringer

Osvandir estava já de partida do México, mas resolveu verificar se havia no noticiário alguma aparição de Discos Voadores mais recentes, naquelas regiões do País.

Numa rápida pesquisa na internet encontrou vária aparições de ufos no México nos meses de janeiro a abril de 2009, com algumas imagens bem interessantes. Vale a pena ver os vídeos a seguir:
http://colunistas.ig.com.br/area51/tag/disco-voador/

http://www.realufos.net/2009/02/ufo-mexico-feb-2009.html

http://usuariovirtual.blogspot.com/2009/02/misterio-no-mexico-ovni-com-forma.html

http://www.youtube.com/watch?v=6WeDpjYNLkQ

OSVANDIR E O MOSQUITO MISTERIOSO

Imagem Google

“O mosquito da dengue, para se reproduzir,

necessita de águas paradas e
de autoridades idem.”
(Tartaravô do Osvandir)

Foi numa destas experiências que um laboratório mexicano andava fazendo com insetos que um fato anômalo aconteceu.

Alguns insetos fugiram do controle e foram parar no meio de outros que estavam separados para análises.

Acontece que por descuido de um dos embaladores das moscas que viriam para o Brasil, vários destes mosquitos excêntricos vieram no meio das caixas.

As moscas foram encomendadas por fazendeiros de Mato Grosso do Sul para acabar com a moscas-de-chifres.

Como os fazendeiros nada sabiam do ocorrido, soltaram todos, através de avião, bem no centro de cada fazenda, esperando que o casamento daquelas moscas com as maléficas moscas-de-chifres desse o resultado desejado.

Mas um fato mudou toda a situação. Um fazendeiro reparou que um mosquitinho novo tinha aparecido no meio das outras fêmeas.

Era até bonitinho. Pernas pintadinhas de branco, o resto do corpo era preto. No entanto nenhuma fêmea das moscas-de-chifres queria acasalar-se com ele, ficou isolado.

Precavido, o fazendeiro pediu que todos os peões fossem capturar tais mosquitinhos. E foram e encontram uma porção enorme deles, era fácil capturá-los. Eles não ofereciam resistência nenhuma.

Levado ao laboratório mais próximo, constatou-se que era o Aedes Aegypti, o violento mosquitinho da dengue.

Analisando melhor, a cientista chegou a conclusão que era um pouco diferente do original brasileiro. Alguma coisa na sua cauda e um pouco mais comprido a barriguinha dele. Era somente machos, não havia nenhuma fêmea em todas as caixas pesquisadas.

Osvandir ficou sabendo por jornais das pesquisas e resolveu visitar o laboratório da Dra. Maísa, em Campina Grande, Mato Grosso do Sul.

Dias e dias de experiência com fêmeas, verificou-se que elas acasalavam com muita facilidade com tais mosquitinhos.

Passado alguns meses os ovos produzidos pelas fêmeas foram analisados pela cientista e outros pesquisadores que foram convocados pelo laboratório de Campo Grande-MS, CPI – Centro de Pesquisas de Insetos.

Eles eram um pouco diferentes dos ovos das outras fêmeas que picavam a gente todo dias pela manhã e no final da tarde.

Na picada, ela aplicava uma substância anestésica, fazendo com que não houvesse dor, só descobríamos quando dava aquela coceirinha.

O mosquito macho alimenta-se de frutas, somente a fêmea pica as pessoas e animais.

No momento que está retirando o sangue, a fêmea contaminada transmite o vírus da dengue para o ser humano.

Antigamente a fêmea depositava seus ovos em locais com água parada e limpa, atualmente ela deposita até em água um pouco poluída.

Cada vez eles ficam mais resistentes a venenos produzidos por laboratórios que enriquecem e nós ficamos com a praga.

No início foi o BHC, depois veio outros venenos e atualmente eles usam o fumacê com veneno misturado com óleo de soja, o que andou matando algumas pessoas no Nordeste.

Os sintomas da dengue todos conhecem: febre alta, dores de cabeça, nas costas e articulações e dores na região atrás dos olhos.

Retornando aos ovos diferentes da fêmea acasalada com o estranho mosquito mexicano chegou-se a conclusão que tais ovos não reproduziam qualquer tipo de mosquito. Perdiam no meio das águas e eram muito apreciados por peixes…

O resultado disso tudo foi que o mosquito da dengue estava quase extinto no Estado do Mato Grosso do Sul.

No entanto quando Osvandir chegou a capital, ao abrir os jornais…

JORNAL O PROGRESSO

Inseto que fugiu de laboratório pode causar calamidade.

FOLHA DO POVO
NOVO MOSQUITO DA DENGUE ESTÁ MAIS FORTE DO QUE ANTES

OSVANDIR E A REFORMA ORTOGRÁFICA

Osvandir e a reforma ortográfica
Ultima flor do lacio inculta e bela. (Avô do Osvandir)

Osvandir levantou-se meio sem ideia (idéia), para escrever qualquer outra coisa. Foi verificar a nova reforma ortográfica. Mais palavras deveriam ficar sem acento como já o fazem os jovens na internet.
Somos da opinião que todas as palavras paroxítonas deveriam perder o acento e muitas outras oxítonas. Exemplo: fácil, Mário, Márcio, etc.

Não iriam mudar o sentido de pronunciá-las, lâmpada continuaria sendo lampada, sem o acento, acontece que o Word não deixa.

Ficou muito chato a gente escrever agora, qualquer texto corretamente.
Olhamos enquanto estamos escrevendo e ao terminar-mos o papel estará todo marcado de vermelho ou estará acentuado de acordo com a regra anterior.

Lutar contra o programa é muito difícil. Tem hora que ele teima em repetir que isso é aquilo e não tem jeito.

E por falar nisto, quando é que vão fazer uma reforma de verdade, definindo os problemas do “G”, “J”, “X”, “S”, “CH”, “LH” e outros assuntos complexos da língua. Facilitaria bem para o turista ou quem se aventurasse a estudar nossa Flor do Lacio (?).

E aquela fruta do coqueiro, tem acento onde? Vou contar uma historinha para esquentar o ambiente: Um vendedor de praia resolveu candidatar-se a Vereador. Para ajudá-lo alguns de seus colegas fizeram uma vaquinha e mandaram imprimir 10.000 santinhos. Acontece que os trabalhos aumentaram muito lá na gráfica e um novato não entendia nada de palavras. Não teve dúvidas, ao chegar à gráfica preparou o slogan e mandou imprimir. Todos já estavam com os santinhos nas mãos na manhã seguinte e foi aí que o rapaz que fizera a doação para o Zé foi à banca e interpelou:
__ Zé, você viu o que saiu no santinho?
__ Não! Chegou aqui e mandei distribuir, não sobrou nenhum.
__ Olha o que imprimiram na gráfica: Zé do Cocô, deveriam ter colocado o acento no primeiro “o”, côco.
Acontece que ele não tinha razão, a palavra coco nunca teve acento.
O pior é que tem muito supermercado ( e por falar nisso como fica esta palavra?) que sempre colocaram acento no pobre do coco.
São coisas assim que dificulta o aprendizado dos mais jovens e dos mais velhos.

Vamos então à reforma propriamente dita para auxiliar o leitor:
O fim do trema já estava quase no fim mesmo. Na escrita diária quase ninguém lembrava mais do coitadinho do trema: liguiça, frequente, sequestro agora se escrevem desta maneira.

A eliminação de acentos em ditongos abertos como “éi” e “ói” em idéia e heróico também caíram, escreveremos agora ideia e heroico. As palavras oxítonas como herói, papéis, troféu mantêm o acento.
Também palavras paroxítonas como feiura e outras com acento no “i”.
Em palavras com letras repetidas não tem mais acento: voo, veem, enjoo, etc. (Não vá escrever-me perguntando onde ficarão os acentos nestas palavras, ok?)

O acento que diferenciava palavras como pêlo/pelo, para/para, também caiu. Agora falamos assim: __Quem pelo negro tem este cão.
Atenção, o nome de minha terra continuará sendo “Pará”, viu pessoal.

Nas palavras crêem, lêem, cai o acento circunflexo; fica portanto: creem e leem.

O acento agudo no “u” em “gue”, “gui” e “qui” não existirá mais.
Esta também quase ninguém praticava mais.

Os hífens apresentaram muitas mudanças, umas muito boas outra nem tanto! Exemplo: A palavra pára-quedas, tiramos o primeiro acento e emendamos a palavra que dará: paraquedas. Muito boa essa!
Contra-regra passou para contrarrega. Esta não gostei…
A gente escrevia microondas agora é micro-ondas. Esta é boa.
Palavras que contenha o prefixo “ex”, continuam com hífem: Ex-presidente. É uma confusão sem fim, acho melhor consultarem no Google mais detalhes.
Palavras de origem indígena vão continuar com o hífem: jacaré-açu.
O J.Peret que poderá dizer-nos como ficarão outras palavras.

A inclusão das letras K, Y e W no alfabeto nem vou comentar.

Vou parar de escrever porque já estou ficando sem ideia, com enjoo, isto está virando paranoia e sei que no fim vou ficar sem plateia.

Manoel Amaral

Fonte Pesquisa:http://www.reformaortografica.com/acentuacao-1/

OSVANDIR E A QUEDA DE UFO EM MATO GROSSO

Capítulo I
Operação Prato

“Fui pressionada a convencer as pessoas atingidas pelas luzes conhecidas por chupa-chupa de que elas estavam sendo vítimas de uma alucinação coletiva e que aquilo que elas viram nunca existiu”, médica Wellaide Cecim Carvalho, Operação Prato

Osvandir estava em Cuiabá, viajaria no outro dia para Chapada dos Guimarães, palco de uma paisagem fantástica e mística.

Mas passeando pelas ruas da capital encontrou um velho senhor, parecia um militar reformado, em conversa reservada ficou sabendo que ele trabalhou na Operação Prato na década de setenta, no Estado do Pará, quando ufos atacavam as pessoas e extraiam sangue.

Alguns acham que que lá havia ufos e contato com Ets; outros já dizem que a Operação Prato foi pura enganação! Queriam que a gente pensasse que existiam naves extraterrestes, quando na realidade estavam levando os nossos minérios mais preciosos: o nióbio e o urânio!
Alex informou ao Osvandir que tudo aquilo teve início a partir da década de 70, quando se deu uma enorme onda destes objetos aéreos sobre a Amazônia. O fato despertou a curiosidade dos militares e do Governo Federal.
Naquela época ele esteve participando das operações militares na região e conhecia muito bem o “modus operandi” deles, onde e como atuavam.

Lidava com área terrestre ou nas águas. Quando acontecia qualquer fato estranho a equipe, imediatamente deslocavam-se para aquele local e tomavam as primeiras providências.

Nesta operação ficou conhecido como Alex, apelido que resolvemos conservar para o resto da história.

Capítulo II
Operação Prato Mato Grosso
Para surpresa de Osvandir disse que fazia onze anos que um disco voador caira próximo de Nova Brasilândia, cidadezinha com cerca de 6.000 habitantes, no Estado de Mato Grosso.

Relata como a população viu o fato: “Uma luz forte no céu. Um clarão e um estrondo. As pessoas em polvorosa, corriam pelas ruas da cidade.”

__ Foi na noite do dia 1º de junho de 1997, um domingo, por volta de 20 horas. Estes fatos continuam vivos na minha memória. A partir daquele dia vários repórteres e ufólogos visitavam a cidade na esperança de encontrar alguma coisa. Ela ficou conhecida em todo país, até no exterior. O caso ainda está envolto em mistério, completou Alex.

__ Como era o objeto? Perguntou Osvandir.
__ Uma luz no céu chamou a atenção. Era como uma estrela cadente, mas muito maior. A bola de fogo cruzou os céus, passando por sobre os paredões de Chapada dos Guimarães e sobre as casas da cidade. Em seguida, ouviu-se um barulho muito forte. O objeto teria caído em uma fazenda nas proximidades da Serra Azul.

Continuando a história, Alex disse “que em uma das residências, moradores revelaram que o chão tremeu e os quadros nas paredes balançaram. Não houve pânico, mas receio sobre o que poderia ter acontecido. Sem demora, aquele passou a ser o assunto preferido nas ruas estreitas da cidade.”

Todos tipos de teorias passaram a surgir. Alguns pensavam que seria um disco voador que havia acidentado naquela região.

O fato é que militares e homens de preto passaram a tomar informações de todos e pediam para a população ignorar o fato.

Até um fotógrafo que na noite de domingo, dia primeiro de junho, conseguira fotografar uma forte luz que se dirigia para a serra, teve seu filme confiscado.

Na manhã seguinte o movimento já era muito grande e esconder aquilo tudo seria difícil se não contassem com ajuda de militares americanos.

Alex conhecia muito bem como aquilo funcionava. Um aperto aqui, uma mentira dali e tudo ficava esquecido. Disseram que aquilo era um balão que havia incendiado.

A história acabou chegando a capital e uma grande quantidade de equipes de reportagem e de pesquisadores saíram à procura do tal objeto.

Em Nova Brasilândia, o povo dizia que o tal objeto caíra mesmo, próximo da serra, mas ninguém sabia precisar o local exato.

Um fazendeiro, que veio para a cidade fazer a entrega de leite informou que o objeto teria caído numa fazenda próxima da sua. Garantiu que era um disco grande e ficara bem avariado, com pedaços esparramados por todo lado e a metade enterrada, devido o impacto da queda.

Capítulo III
A Queda do Ufo

Alex informou ao Osvandir que quando chegou ao suposto local de manhã, os militares já estavam lá desde as dez horas da noite anterior.

Alguns animais foram abatidos e espalhados pela rodovia para assustar as equipes de TV. Colocaram placas informando sobre radioatividade.Prepararam muito bem o local, tudo foi recolhido, não restou nenhuma prova da queda da nave. Grandes caminhões ainda estavam ali, fechados por uma lona preta.

Sorrateiramente pode olhar um deles e viu uma quantidade enorme de pedaços metálicos. No outro caminhão menor, viu três caixas de madeira de 1,20 m de comprimento por 0,60 cm de largura.

No veículo seguinte viu dois militares, com uniforme desconhecido, tinha um emblema com um círculo azul e algumas letras de cor branca que não pode identificar devido os vidros escuros. Na parte traseira viu dois seres parecendo crianças de 8 anos, mas muito magras, boca pequena, braços longos, cabeça oval, cor marrom clara e três pequenas saliências na cabeça. Eles estavam assustados e tentavam sair do veículo.

Quando Alex ia descobrir mais alguns detalhes da operação viu alguns militares dirigindo-se para aqueles veículos e muito bem armados.

Deu meia volta e saiu daquele local, pegou seu carro que estava a alguns metros dali e voltou para cidade.

O acobertamento foi muito grande. As testemunhas ficaram assustadas e assim não queriam dar mais informações.

A notícia correu o mundo e até hoje aparecem pessoas interessadas no assunto. Os fatos foram plantados de uma maneira que todos que pesquisassem o local, não chegariam a conclusão nenhuma. Muitas pistas falsas foram distribuídas na cidade e nos terrenos próximos da queda, afirmou Alex.

Capítulo IV
Osvandir investiga a queda

Osvandir perguntou ao Alex se teria disponibilidade para viajar até aquela cidade no dia seguinte, ele disse que sim.

Saíram de Cuiabá às 7,00 horas, viajaram 190 km, na hora do almoço já estavam lá.

Osvandir fez algumas anotações sobre a cidade, almoçaram e depois de uma soneca partiram para o local da queda do disco voador.

Até que chegaram rápido, pois atualmente existe uma nova estrada de terra, mas muito boa.

Desceram do veículo e Alex foi informando onde foi o impacto e os locais onde havia possibilidade de maiores pedaços de metal.

Os militares fizeram um serviço perfeito, pegaram tudo numa limpeza geral.

De repente Osvandir viu qualquer coisa brilhando com o reflexo solar, correu e notou a ponta de uma espécie de cano curvo parecido com um “S”, tinha aproximadamente 60 cm.

Analisando melhor pode notar que tinha alguns sinais bem elaborados mas desconhecidos. Parecia um tipo de alfabeto e até quem sabe alguns números e alguns desenhos, círculos, triângulos e quadrados.

Colocou aquele material num saco e seguiu direto para Cuiabá com o seu amigo. Ao descer do carro já foi interrogado por dois senhores muito bem trajados que ali estavam à sua espera. Confiscaram o pedaço de metal.

A sorte é que Osvandir não perdeu tudo, havia anotado num pedaço de papel os símbolos que encontrara no metal. Abaixo o que restou desta aventura:


Manoel Amaral

Fonte Imagem:

ufomania.spaces.live.com

Fonte pesquisa: